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:: 23/jan/2026 . 8:39

Após 3 dias de lançamento, operação da polícia na área da 55ª CIPM ainda não apresentou produção, bandidos desafiam e mais um homicídio é registrado em Ibirataia

O município de Ibirataia atravessa um dos períodos mais sangrentos de sua história recente, registrando uma sequência alarmante de assassinatos que desafia abertamente as estratégias de segurança pública do estado.

Na noite desta última quinta-feira, a execução a tiros de Reinan Santos, no bairro Robson Marques Fair, consolidou a triste estatística de três homicídios em um intervalo inferior a sete dias, mergulhando a comunidade em um estado de choque e luto permanente.

Mesmo com a cidade sob forte vigilância, os criminosos parecem ignorar a presença das autoridades, mantendo uma rotina de ataques que vitimou jovens como Wallace Almeida dos Santos e uma mulher de apenas 22 anos, além de deixar feridos em tentativas de homicídio que sobrecarregam o sistema de saúde regional.

​Diante do caos instaurado, a Secretaria de Segurança Pública intensificou o patrulhamento na área da 55ª Companhia Independente da Polícia Militar, enviando inclusive o suporte de elite do Grupamento Aéreo da Polícia Militar, o GRAER.

A aeronave tem realizado voos rasantes sobre bairros estratégicos e áreas de mata, buscando localizar esconderijos de facções e monitorar a movimentação de suspeitos em tempo real, fornecendo uma visão privilegiada que as equipes de solo não possuem.

No entanto, o contraste entre o imponente aparato tecnológico nos céus e a realidade de impunidade nas ruas é gritante, visto que, após três dias do lançamento oficial desta operação de reforço, a polícia ainda não apresentou qualquer resultado prático ou prisões de envolvidos nos crimes recentes.

​A ausência de respostas concretas tem gerado um clima de ceticismo e medo entre os moradores, que observam a movimentação das viaturas e do helicóptero sem que isso se traduza em uma redução imediata da letalidade criminosa.

Passadas mais de doze horas do último assassinato, nenhum suspeito foi detido, e as investigações conduzidas pela Polícia Civil seguem sem apontar a autoria ou a motivação exata desses ataques coordenados.

A infraestrutura de perícia, que conta com uma base móvel do Departamento de Polícia Técnica instalada provisoriamente em Ipiaú, trabalha incansavelmente na coleta de evidências, mas o clamor social é por ações preventivas e repressivas que impeçam a continuidade do derramamento de sangue nas praças e bairros periféricos do município.

​O cenário em Ibirataia é de uma queda de braço perigosa entre o estado e o crime organizado, onde a população se vê no meio de um fogo cruzado que parece longe de um desfecho pacífico.

A transferência de feridos para o Hospital Geral Prado Valadares, em Jequié, e o encaminhamento constante de corpos ao Instituto Médico Legal reforçam a gravidade de uma crise que exige mais do que apenas presença física de policiais, mas sim um trabalho de inteligência que desarticule as lideranças criminosas.

Enquanto as forças de segurança não apresentarem capturas significativas, o ronco das turbinas do GRAER e as sirenes das viaturas servirão apenas como um lembrete sonoro de uma segurança que, na prática, ainda não conseguiu devolver a tranquilidade aos cidadãos da área de atuação da 55ª CIPM.

​Fonte: Jornalista Mateus Oliver






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