:: 23/jan/2026 . 20:07
Servidores reclamam falta de pagamento de terço de férias na prefeitura de Itagibá
A situação dos servidores públicos da prefeitura municipal de Itagibá, com destaque especial para os professores e demais profissionais que atuam no setor da educação, tem gerado um clima de insatisfação e preocupação devido ao atraso no pagamento do terço de férias.
Diversos trabalhadores que entraram em gozo de descanso neste período relatam que o benefício, que é um direito constitucional garantido para auxiliar nos custos do período de lazer, não foi depositado conforme o cronograma esperado.
As reclamações ganharam força nos últimos dias, com os funcionários buscando respostas oficiais sobre o motivo da pendência financeira que afeta o planejamento familiar de centenas de colaboradores municipais.
Diante do cenário de incertezas, a secretária de educação do município trouxe esclarecimentos importantes ao Jornalista Mateus Oliver, admitindo publicamente a existência do problema e buscando tranquilizar a categoria afetada.
Em sua declaração, a gestora reconheceu formalmente que houve um atraso no repasse do terço de férias para os servidores que estão afastados de suas funções neste mês de janeiro, mas ressaltou que a administração municipal não está inerte diante da situação.
Segundo a pasta, todas as medidas administrativas e operacionais necessárias já foram acionadas para que a regularização ocorra no menor tempo possível, visando mitigar os transtornos causados pela demora.
A solução para o impasse financeiro parece já ter uma data definida, conforme as garantias dadas pelo setor financeiro da Prefeitura de Itagibá após articulação direta da Secretaria de Educação.
A previsão oficial é de que todos os servidores que possuem o crédito a receber tenham os valores depositados em suas contas bancárias no próximo dia 30 de janeiro.
A gestão reforçou o compromisso com a transparência e se colocou à disposição para novos esclarecimentos, reiterando que o pagamento é uma prioridade e que o fluxo de caixa está sendo organizado para honrar esse compromisso trabalhista até o final do corrente mês.
Fonte: Jornalista Mateus Oliver
Funcionários do Hospital São Vicente estão sem salários e denunciam que atraso já ultrapassa os 02 meses
Os profissionais que atuam no regime de plantão no Hospital São Vicente de Jequié decidiram romper o silêncio para denunciar uma situação que classificam como grave e insustentável em relação ao descumprimento de obrigações trabalhistas básicas.
Segundo os relatos colhidos pelo Jornalista Mateus Oliver, o salário referente aos meses de Novembro e dezembro ainda não foi quitado, acumulando-se a outros problemas crônicos, como a falta de pagamento do adicional de insalubridade e do adicional noturno, direitos que são garantidos por lei.
A categoria expressa uma profunda indignação com o cenário atual, destacando que é inadmissível que uma unidade de saúde de tamanha importância continue operando normalmente enquanto aqueles que garantem o atendimento à população sofrem com a ausência de seus vencimentos e a incerteza financeira.
A revolta dos trabalhadores também se estende aos órgãos de classe, levantando questionamentos severos sobre a efetividade da fiscalização exercida por entidades como o Conselho Regional de Enfermagem (COREN).
Muitos profissionais manifestaram que se sentem desamparados, questionando a finalidade das taxas pagas à instituição quando não parece haver um acompanhamento rigoroso diante de situações de desrespeito flagrante aos direitos laborais mínimos.
O sentimento de abandono é amplificado pelo fato de que muitos possuem famílias para sustentar e compromissos financeiros que não aguardam as indefinições da gestão hospitalar, resultando em contas vencidas e um estresse psicológico que afeta diretamente o ambiente de trabalho e a qualidade do serviço prestado aos pacientes da região.
Diante do impasse, os plantonistas exigem um posicionamento imediato e transparente da diretoria do hospital, citando nominalmente o Sr. Edivan e a Sra. Mariana como responsáveis diretos que devem explicações urgentes à equipe técnica.
O questionamento central dos funcionários gira em torno da destinação dos recursos, uma vez que, segundo os denunciantes, há conhecimento de que as verbas institucionais existem, o que levanta suspeitas e questionamentos internos sobre o destino real desses valores.
A categoria afirma categoricamente que não aceitará mais justificativas vagas e aguarda providências imediatas para a regularização dos pagamentos, sob pena de a crise interna se transformar em um problema ainda maior para a rede de saúde pública de Jequié, que já se encontra sob pressão.
Buscando o equilíbrio jornalístico, tentamos contato com a direção do Hospital São Vicente de Jequié para ouvir o outro lado e oferecer o devido espaço para o contraditório, porém, não obtivemos êxito nas tentativas de comunicação até o fechamento desta matéria.
O espaço permanece aberto para que a administração possa se manifestar sobre as providências que estão sendo tomadas para sanar as dívidas com os colaboradores.
Fonte: Jornalista Mateus Oliver
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Falta de planejamento e prazos estrangulados na saúde pública de Jitaúna expõe inauguração de laboratório sem as condições operacionais no final de 2025
O cenário da saúde pública em Jitaúna caminha para uma crise anunciada, conforme revelam os documentos oficiais publicados no Diário Oficial deste dia 23 de janeiro de 2026.
A unidade de saúde Eunice Dias Gomes, inaugurada com pompa e circunstância no apagar das luzes de 2025, já enfrenta o fantasma da descontinuidade operacional devido a uma evidente e preocupante má gestão administrativa que levanta sérias dúvidas sobre a real prontidão do equipamento no momento da sua entrega.
É inaceitável que um laboratório municipal, peça fundamental para o diagnóstico e tratamento de doenças, precise recorrer a uma dispensa de licitação de última hora para adquirir itens básicos como agulhas, tubos e reagentes apenas poucas semanas após o início oficial de suas atividades.
Essa movimentação desesperada por parte da prefeitura expõe uma falha grosseira no planejamento estratégico, indicando que a estrutura foi entregue à comunidade sem a devida garantia de suprimentos para manter suas atividades essenciais por sequer dois meses completos de funcionamento.
A falta de planejamento da atual administração não é apenas uma questão de desorganização burocrática, mas uma ameaça direta à vida e ao bem-estar da população jitaunense que depende desses exames para tratamentos contínuos.
Ao admitir oficialmente que a ausência desses materiais compromete a “confiabilidade dos resultados” e gera “impactos na qualidade da assistência”, a gestão municipal confessa que colocou o sistema em risco por não ter estruturado um processo de compra regular e transparente com a antecedência necessária ao longo de 2025.
O uso da Dispensa de Licitação nº 002/2026, com um prazo estrangulado de apenas três dias para a apresentação de propostas, cheira a improviso e levanta suspeitas sobre a pressa seletiva em fechar contratos sem a devida ampla concorrência, o que acaba por sacrificar o erário e a eficiência que o cidadão merece receber em troca de seus impostos.
Essa política de “apagar incêndios” com dinheiro público demonstra que a saúde em Jitaúna está sendo tratada como uma vitrine de inaugurações políticas, mas sem o cuidado técnico necessário com o que acontece nos bastidores da manutenção diária dos serviços.
O Laboratório Municipal Eunice Dias Gomes corre o risco de se tornar um símbolo de desperdício se a gestão continuar a priorizar soluções paliativas e emergenciais em vez de estabelecer um fluxo logístico sério, profissional e que respeite os prazos da lei de licitações.
Buscando o equilíbrio jornalístico e a necessária transparência, o Jornalista Mateus Oliver tentou estabelecer contacto com a Prefeitura de Jitaúna para obter esclarecimentos sobre as falhas no planeamento e a urgência desta contratação, porém, não obtivemos êxito nas tentativas de comunicação até o fecho desta matéria.
O espaço permanece integralmente aberto para que o poder executivo municipal se manifeste e apresente as justificativas para o estrangulamento de prazos e a falta de insumos num equipamento tão recentemente inaugurado, garantindo assim o direito ao contraditório e o esclarecimento pleno à sociedade.
Fonte: Jornalista Mateus Oliver
Ibirataia: Prefeitura através da SEDESC promove reunião da Rede de Proteção Familiar
Aconteceu nesta sexta-feira (23) uma reunião da Rede de Proteção Familiar em Ibirataia, com foco no fortalecimento das ações integradas de garantia de direitos da população.
O encontro reuniu representantes de diversos órgãos que atuam na proteção e assistência às famílias do município.
A iniciativa visa otimizar a atuação conjunta e assegurar respostas mais efetivas às demandas da comunidade.
A secretária de Desenvolvimento Social e Cidadania, Luanna Figueiredo Fatel, destacou a importância da cooperação entre os órgãos da rede para garantir proteção e amparo às famílias.
A prefeitura reforça o compromisso com políticas públicas que promovam o bem-estar e a inclusão social no município.
Secretaria de Infraestrutura de Itagi Perde R$ 171.320,00 que estavam previstos para ações de manutenção e serviços

A publicação do Decreto Financeiro nº 003/2026 pela Prefeitura Municipal de Itagi, sob a administração de Saulo Islan Santos Soledade, expõe uma preocupante fragilidade no planejamento das contas públicas do município, quando o documento oficializa a abertura de um crédito suplementar no valor de R$ 262.670,00, mas o que chama a atenção não é o montante em si, e sim a origem e o destino desses recursos e para viabilizar o pagamento de “Despesas de Exercícios Anteriores” em diversas pastas, o governo municipal promoveu um remanejamento drástico, retirando verbas que seriam destinadas a serviços essenciais e novos investimentos em infraestrutura.
A Secretaria Municipal de Infraestrutura foi a unidade orçamentária mais afetada por este corte, perdendo um total de R$ 171.320,00 que estavam previstos para ações de manutenção e serviços de terceiros, tendo o valor anulado de dotações destinadas a “Outros Serviços de Terceiros”, tanto para pessoas físicas quanto jurídicas, e redirecionado para cobrir furos orçamentários deixados por gestões ou períodos passados em outras secretarias.
Essa manobra de “despir um santo para vestir outro” revela uma administração que parece atuar de forma reativa, sacrificando a manutenção urbana e o desenvolvimento físico da cidade para sanar pendências que já deveriam estar resolvidas, evidenciando uma falha clara na previsão de gastos do município.
Além do prejuízo direto à infraestrutura, o decreto mostra que áreas vitais como Educação e Saúde também estão sendo utilizadas para girar essa roda de pagamentos atrasados.
Na Educação, foram destinados R$ 26.600,00 para dívidas antigas, enquanto na Saúde o valor ultrapassa os R$ 23.000,00 para a mesma finalidade, ressaltando que retirar recursos de subvenções sociais e serviços operacionais para pagar o passado é um sinal de alerta para a população de Itagi, pois indica que o dinheiro dos impostos de 2026 não está sendo usado para construir o futuro, mas sim para remediar erros e falta de organização financeira de exercícios que já se encerraram.
Essa política de remanejamento constante, embora amparada legalmente pela Lei 4.320/64, coloca em xeque a eficiência da atual gestão em equilibrar a máquina pública sem prejudicar a entrega de serviços à comunidade.
Vale ressaltar, que quando uma prefeitura anula verbas de iluminação pública e manutenção de prédios para pagar contas de anos anteriores, ela admite que o planejamento falhou e que o cidadão pagará o preço com uma cidade menos zelada e sendo assim, se faz necessário que os órgãos de fiscalização acompanhem de perto esses decretos, garantindo que o patrimônio de Itagi não continue sendo drenado por uma contabilidade que prioriza o passivo em detrimento do progresso real do município.
Fonte: Jornalista Mateus Oliver
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Após 3 dias de lançamento, operação da polícia na área da 55ª CIPM ainda não apresentou produção, bandidos desafiam e mais um homicídio é registrado em Ibirataia
O município de Ibirataia atravessa um dos períodos mais sangrentos de sua história recente, registrando uma sequência alarmante de assassinatos que desafia abertamente as estratégias de segurança pública do estado.
Na noite desta última quinta-feira, a execução a tiros de Reinan Santos, no bairro Robson Marques Fair, consolidou a triste estatística de três homicídios em um intervalo inferior a sete dias, mergulhando a comunidade em um estado de choque e luto permanente.
Mesmo com a cidade sob forte vigilância, os criminosos parecem ignorar a presença das autoridades, mantendo uma rotina de ataques que vitimou jovens como Wallace Almeida dos Santos e uma mulher de apenas 22 anos, além de deixar feridos em tentativas de homicídio que sobrecarregam o sistema de saúde regional.
Diante do caos instaurado, a Secretaria de Segurança Pública intensificou o patrulhamento na área da 55ª Companhia Independente da Polícia Militar, enviando inclusive o suporte de elite do Grupamento Aéreo da Polícia Militar, o GRAER.
A aeronave tem realizado voos rasantes sobre bairros estratégicos e áreas de mata, buscando localizar esconderijos de facções e monitorar a movimentação de suspeitos em tempo real, fornecendo uma visão privilegiada que as equipes de solo não possuem.
No entanto, o contraste entre o imponente aparato tecnológico nos céus e a realidade de impunidade nas ruas é gritante, visto que, após três dias do lançamento oficial desta operação de reforço, a polícia ainda não apresentou qualquer resultado prático ou prisões de envolvidos nos crimes recentes.
A ausência de respostas concretas tem gerado um clima de ceticismo e medo entre os moradores, que observam a movimentação das viaturas e do helicóptero sem que isso se traduza em uma redução imediata da letalidade criminosa.
Passadas mais de doze horas do último assassinato, nenhum suspeito foi detido, e as investigações conduzidas pela Polícia Civil seguem sem apontar a autoria ou a motivação exata desses ataques coordenados.
A infraestrutura de perícia, que conta com uma base móvel do Departamento de Polícia Técnica instalada provisoriamente em Ipiaú, trabalha incansavelmente na coleta de evidências, mas o clamor social é por ações preventivas e repressivas que impeçam a continuidade do derramamento de sangue nas praças e bairros periféricos do município.
O cenário em Ibirataia é de uma queda de braço perigosa entre o estado e o crime organizado, onde a população se vê no meio de um fogo cruzado que parece longe de um desfecho pacífico.
A transferência de feridos para o Hospital Geral Prado Valadares, em Jequié, e o encaminhamento constante de corpos ao Instituto Médico Legal reforçam a gravidade de uma crise que exige mais do que apenas presença física de policiais, mas sim um trabalho de inteligência que desarticule as lideranças criminosas.
Enquanto as forças de segurança não apresentarem capturas significativas, o ronco das turbinas do GRAER e as sirenes das viaturas servirão apenas como um lembrete sonoro de uma segurança que, na prática, ainda não conseguiu devolver a tranquilidade aos cidadãos da área de atuação da 55ª CIPM.
Fonte: Jornalista Mateus Oliver
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