WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia
 



prefeitura jequie

prefeitura ipiau

prefeitura itagiba

auto posto cachoeirinha



(73) 99158-7750

outubro 2026
D S T Q Q S S
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728293031


Ibirataia: Secretária de Agricultura participa de reunião no INEMA sobre demandas ambientais do município

A secretária municipal de Agricultura, Recursos Hídricos e Meio Ambiente de Ibirataia, Laís Nascimento, participou de uma reunião na sede do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (INEMA), com o objetivo de discutir demandas ambientais do município e fortalecer o diálogo institucional com o órgão estadual.

Durante o encontro, foram abordadas questões relacionadas à gestão ambiental, à preservação dos recursos naturais e ao alinhamento de ações que contribuam para o desenvolvimento sustentável de Ibirataia.

A iniciativa reforça o compromisso da gestão do prefeito Sandro Futuca com o fortalecimento das políticas públicas ambientais, buscando apoio técnico e parcerias para atender às necessidades do município.

“Nosso objetivo é fortalecer a atuação da Secretaria, buscando soluções técnicas e construindo parcerias que garantam o desenvolvimento do nosso município com responsabilidade ambiental”, destacou a secretária Laís Nascimento.

Prefeita Laryssa Dias sanciona lei que garante internet gratuita para comerciantes e consumidores na Feira Municipal de Ipiaú

A prefeita de Ipiaú, Laryssa Dias, sancionou a Lei Municipal nº 2.641, de 20 de outubro de 2026, que institui o Programa de Acesso à Internet Gratuita para os comerciantes da Feira Municipal. A iniciativa representa um avanço na modernização dos serviços públicos e no fortalecimento do comércio local, garantindo a possibilidade de acesso gratuito à internet para feirantes, comerciantes e consumidores que frequentam o espaço.

Publicada no Diário Oficial do Município, edição nº 4.863, a legislação estabelece que o programa terá como principais objetivos promover a inclusão digital, facilitar o acesso à informação, contribuir para a dinamização da economia local e melhorar a experiência de quem trabalha ou realiza compras na feira municipal.

De acordo com a nova lei, a Prefeitura de Ipiaú, por meio da Secretaria Municipal de Administração, será responsável pela implementação, gestão e fiscalização do programa, que deverá disponibilizar conexão gratuita em pontos estratégicos da feira, garantindo ampla cobertura, qualidade do serviço e acessibilidade aos usuários, sem qualquer cobrança direta.

A medida também abre possibilidades para o fortalecimento das atividades comerciais, especialmente diante da crescente utilização de ferramentas digitais nas relações de compra e venda. Com a implantação do serviço, comerciantes poderão contar com maior facilidade para utilizar aplicativos de comunicação, consultar informações, divulgar produtos e acessar plataformas de pagamentos digitais, enquanto os consumidores terão mais comodidade durante suas compras.

Outro ponto importante da legislação é a autorização para que a administração municipal estabeleça parcerias com empresas públicas e privadas, instituições de ensino, organizações da sociedade civil e outros entes federativos, buscando viabilizar a instalação, manutenção e operação da infraestrutura necessária ao funcionamento da internet gratuita.

A lei determina ainda que o programa deverá respeitar princípios como acessibilidade, universalidade, gratuidade, igualdade de acesso, qualidade, estabilidade, segurança dos dados pessoais e transparência na prestação do serviço, observando as exigências da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).

A regulamentação deverá ser realizada pelo Poder Executivo no prazo de até 90 dias, contados da publicação da legislação, período em que deverão ser definidos os detalhes técnicos, operacionais, pontos de acesso, políticas de utilização e mecanismos de fiscalização.

As despesas decorrentes da execução do programa serão custeadas por dotações orçamentárias próprias do município, podendo ser suplementadas caso necessário, conforme previsto no texto legal.

Com a sanção da nova legislação, a gestão da prefeita Laryssa Dias estabelece mais uma iniciativa voltada à modernização dos espaços públicos e à valorização das atividades econômicas do município, especialmente dos pequenos comerciantes que encontram na Feira Municipal uma importante fonte de renda e sustento familiar.

A Lei Municipal nº 2.641 já está em vigor desde sua publicação, em 20 de outubro de 2026, enquanto a efetiva disponibilização da internet gratuita dependerá das etapas de regulamentação e implantação do serviço.
Fonte: Jornalista Mateus Oliver

ARTIGO DE OPINIÃO A DEMOCRACIA ENTRE ADVERSÁRIOS E INIMIGOS: BOLSONARISMO, POLARIZAÇÃO E A PERSISTÊNCIA DO FASCISMO

Williem da Silva Barreto Júnior; Doutor e Mestre em Direito; Advogado, Professor Universitário

A experiência histórica do fascismo, não obstante vinculada às circunstâncias políticas e sociais da Europa na primeira metade do século XX, permanece relevante para a compreensão de determinadas manifestações autoritárias da contemporaneidade. A derrota militar dos regimes de Mussolini e Hitler não implicou o desaparecimento das concepções de mundo que lhes conferiram sustentação, especialmente daquelas assentadas na idealização da unidade nacional, no culto à autoridade e na classificação dos dissidentes como inimigos da comunidade política.

Seria, contudo, equivocado supor que tais expedientes somente podem ser identificados quando reproduzidos os mesmos arranjos institucionais do passado, pois a historicidade dos fenômenos políticos impõe considerar as transformações das suas formas de exteriorização.

A caracterização de um movimento como fascista reclama, portanto, cuidado conceitual, sobretudo num ambiente de disputas em que a expressão se tornou usual instrumento de desqualificação de adversários. O conservadorismo, a defesa de valores religiosos e a identificação com posições de direita não constituem, isoladamente, manifestações do fascismo, cujo reconhecimento depende de um conjunto mais amplo de práticas e representações acerca do poder, da soberania e da condição política do outro.

A questão que se apresenta, no caso brasileiro, consiste em investigar em que medida a trajetória do bolsonarismo e a sua permanência na atual polarização reproduzem elementos desse repertório autoritário, sem desconsiderar as peculiaridades históricas do país.

O bolsonarismo surgiu e se consolidou num cenário de acentuada descrença na representação política, alimentado por crises econômicas, denúncias de corrupção e pela progressiva radicalização dos debates públicos. A figura de Jair Bolsonaro assumiu, nesse processo, posição aglutinadora de insatisfações distintas, algumas vinculadas a reivindicações conservadoras ordinárias, outras identificadas com a valorização da ditadura militar e com a rejeição das mediações próprias da democracia constitucional. A diversidade dos segmentos que passaram a integrar o movimento não afasta a possibilidade de identificar uma linguagem política recorrente, por meio da qual a defesa de um povo pretensamente autêntico foi contraposta à atuação de instituições e grupos apresentados como responsáveis pela degradação nacional.

A concepção de povo que ampara tal construção merece atenção, porque a titularidade da soberania, no Estado Democrático de Direito, não se restringe aos cidadãos que compartilham determinadas convicções políticas, morais ou religiosas. Ao contrário, o pluralismo pressupõe o reconhecimento de que indivíduos e coletividades profundamente divergentes integram a mesma comunidade constitucional, possuindo igual legitimidade para participar das decisões públicas.

Quando a representação de uma parcela da população passa a ser confundida com a própria identidade nacional, estabelece-se uma hierarquia política incompatível com a igualdade de cidadania, na medida em que o dissidente deixa de ser percebido como adversário e passa a figurar como elemento estranho ao povo.

O referido deslocamento é particularmente perceptível na associação entre a figura do chefe e uma suposta vontade popular situada acima dos mecanismos institucionais de controle. No âmbito do constitucionalismo, a legitimidade eleitoral confere ao governante competências temporárias, delimitadas por normas cuja observância independe da intensidade do apoio recebido nas urnas.

Já na lógica personalista, os limites impostos pelos demais poderes podem ser apresentados como obstáculos ilegítimos à realização dos interesses nacionais, tornando-se secundária a distinção entre o exercício constitucional da autoridade e a pretensão de assenhoramento do Estado. É nesse terreno que se identificam aproximações importantes entre práticas bolsonaristas e expedientes historicamente vinculados ao fascismo.

A hostilidade dirigida ao Supremo Tribunal Federal, à imprensa e às universidades, durante diferentes momentos da trajetória do movimento, não pode ser examinada de maneira indiferenciada, pois a crítica pública às instituições constitui exercício legítimo da liberdade política. A dificuldade se instaura quando o questionamento de atos determinados é substituído pela recusa sistemática da legitimidade dos órgãos que não se subordinam aos interesses do grupo, atribuindo-se às suas decisões o significado de uma conspiração permanente contra a nação.

Nessa hipótese, a divergência deixa de operar dentro do sistema de freios e contrapesos para converter-se em instrumento de desconstituição simbólica das próprias garantias destinadas a limitar o poder.

O questionamento reiterado da confiabilidade das urnas eletrônicas, desacompanhado de demonstração idônea de fraude capaz de comprometer o resultado das eleições, ofereceu exemplo expressivo dessa dinâmica. A partir da derrota presidencial de 2022, a mobilização de setores inconformados ultrapassou o espaço das manifestações políticas ordinárias, alcançando os acampamentos diante de instalações militares e, posteriormente, os ataques de 8 de janeiro de 2023 às sedes dos três Poderes.

Não se pretende imputar responsabilidade indistinta aos milhões de eleitores de Bolsonaro, mas reconhecer que a circulação e a legitimação de discursos favoráveis à intervenção militar produziram consequências incompatíveis com o princípio democrático.

A gravidade daqueles acontecimentos não decorre exclusivamente da destruição material de edifícios públicos, embora esta constitua dimensão relevante dos fatos. O que se colocou em questão foi a possibilidade de substituição da decisão eleitoral por uma intervenção alheia aos procedimentos constitucionalmente estabelecidos, com o desiderato de impedir ou reverter o exercício legítimo do poder político.

A resistência das instituições brasileiras, inclusive com a preservação da alternância presidencial, impede afirmar que tenha sido instaurado no país um regime fascista nos moldes históricos europeus. Tal constatação, entretanto, não torna irrelevante o exame das práticas fascistizantes que se desenvolveram no interior de uma democracia formalmente operante.

A permanência do bolsonarismo após a saída do seu principal representante da Presidência demonstra que não se está diante de uma experiência circunscrita a um mandato. O movimento conserva referências identitárias, circuitos próprios de comunicação e uma disposição de mobilização que atravessa as disputas eleitorais, alcançando questões relativas à religião, à família, à segurança pública e ao papel das Forças Armadas.

Nesse cenário, a análise do risco autoritário exige considerar não somente a atuação pessoal de Bolsonaro, mas também a reprodução social de uma determinada compreensão da política, na qual o pertencimento ao grupo passa a funcionar como parâmetro de reconhecimento da legitimidade dos demais cidadãos.

A polarização brasileira, por sua vez, não pode ser considerada fenômeno necessariamente contrário à democracia, pois sociedades marcadas por profundas desigualdades e conflitos de interesses não se constituem a partir de consensos permanentes.

A disputa entre projetos distintos é inerente ao exercício da soberania popular, assim como o antagonismo entre partidos, movimentos e lideranças integra a dinâmica das instituições representativas. O problema assume outra natureza quando a diferença política se converte em incompatibilidade moral absoluta, fazendo com que a derrota eleitoral seja interpretada não como resultado provisório de uma competição legítima, mas como usurpação praticada por sujeitos reputados incapazes de representar a nação.

É preciso, nesse ponto, evitar uma equiparação artificial entre manifestações de intolerância verificadas em campos ideológicos distintos e iniciativas efetivamente direcionadas à ruptura institucional. A agressividade discursiva e a recusa do diálogo podem atravessar posições políticas diversas, sem que isso autorize desconsiderar as diferenças entre a crítica a um governo e a defesa da supressão das regras que tornam possível a alternância de governos.

A avaliação do risco democrático depende das práticas concretamente adotadas, especialmente da disposição de reconhecer resultados eleitorais, respeitar a independência dos poderes e admitir que os adversários possuem o mesmo direito de participar da vida pública.

No ambiente comunicacional contemporâneo, a propagação dessas representações encontrou possibilidades até então inexistentes de circulação e reprodução. As redes sociais não criaram o autoritarismo, mas passaram a oferecer instrumentos de mobilização que dispensam mediações tradicionais, permitindo a difusão acelerada de narrativas nas quais o pertencimento ao grupo frequentemente se sobrepõe à verificação dos acontecimentos. A desqualificação antecipada de jornalistas, pesquisadores e instituições públicas concorre, nesse processo, para a formação de circuitos informacionais fechados, nos quais as informações contrárias às convicções compartilhadas são automaticamente classificadas como falsas ou manipuladas.

A questão ultrapassa a divulgação episódica de notícias inverídicas, alcançando a própria possibilidade de constituição de uma realidade factual minimamente compartilhada. Quando qualquer decisão judicial desfavorável é reputada persecutória e todo resultado eleitoral inconveniente passa a ser recebido como indício de fraude, as regras comuns perdem parte da sua capacidade de mediar os conflitos.

Outro aspecto relevante dessa gramática autoritária diz respeito à mobilização de valores morais e religiosos como elementos definidores da identidade nacional. A liberdade de crença, a proteção da família e a defesa de tradições integram o universo das escolhas legítimas numa sociedade plural, não havendo qualquer incompatibilidade necessária entre convicções religiosas e compromisso democrático.

Entretanto, quando determinada compreensão de família ou religião é apresentada como a única expressão moralmente aceitável da nacionalidade, a diferença deixa de ser objeto de reconhecimento jurídico e passa a representar ameaça à ordem social, favorecendo a desqualificação daqueles que não se ajustam ao padrão dominante.

A formação histórica brasileira recomenda especial cautela diante de pretensões dessa natureza, uma vez que a imposição de padrões eurocêntricos de humanidade e civilização produziu mecanismos duradouros de subalternização das populações negras, indígenas e de seus respectivos legados culturais. As religiões de matrizes africanas, por exemplo, foram reiteradamente submetidas a expedientes de criminalização e invisibilização, cujas consequências não desapareceram com a consagração formal da liberdade religiosa.

A apropriação político-partidária de uma identidade confessional majoritária pode, nesse contexto, reforçar assimetrias históricas, sobretudo quando a fé é mobilizada como critério de distinção entre cidadãos considerados legítimos e sujeitos representados como ameaça aos valores nacionais.

O mesmo raciocínio alcança as disputas relativas aos direitos das mulheres e ao reconhecimento das diferenças sexuais e afetivas. A defesa de concepções tradicionais de organização familiar, enquanto posição submetida ao debate público, não se confunde necessariamente com projeto autoritário; a situação se altera quando reivindicações de igualdade passam a ser tratadas como indícios de decadência civilizacional, justificando propostas de restrição da participação política ou da cidadania de determinados grupos.

Nesse ponto, a aproximação com a experiência fascista decorre menos da existência de moralidades conservadoras do que da pretensão de transformar uma hierarquia particular de valores em princípio obrigatório de organização de toda a sociedade.

A valorização simbólica das Forças Armadas também integra esse universo de representações, especialmente quando o imaginário da disciplina militar é contraposto à lentidão e às dificuldades dos procedimentos democráticos. O reconhecimento da importância constitucional das instituições militares não autoriza atribuir-lhes competência para substituir a soberania popular ou arbitrar conflitos entre os poderes.

A evocação de soluções de força para impasses essencialmente políticos revela, ao contrário, a dificuldade de aceitar que o exercício legítimo da autoridade depende de regras impessoais, cuja observância não pode ser afastada em razão das frustrações experimentadas por uma parcela do eleitorado.

A polarização atual se torna especialmente preocupante quando tais representações permanecem disponíveis como alternativas para crises futuras, independentemente do destino eleitoral ou judicial de determinada liderança. O risco de deterioração democrática não se limita à repetição literal dos acontecimentos de janeiro de 2023, podendo exteriorizar-se por meio da normalização de discursos que relativizam a ruptura institucional, justificam a exclusão de adversários e condicionam a legitimidade dos poderes à sua concordância com um projeto político particular. O autoritarismo não depende, necessariamente, da supressão imediata de todas as instituições, podendo avançar mediante a desqualificação progressiva das suas funções e da confiança social que lhes confere sustentação.

Por outro lado, o enfrentamento de iniciativas antidemocráticas não dispensa o respeito às garantias que integram a própria ordem constitucional. O devido processo legal, a individualização das responsabilidades, a fundamentação das decisões judiciais e a proporcionalidade das medidas estatais não constituem concessões a movimentos autoritários, mas exigências inerentes ao Estado Democrático de Direito.

A defesa das instituições perde consistência quando admite a relativização indiscriminada de direitos em nome da sua preservação, pois a legitimidade do constitucionalismo reside precisamente na imposição de limites ao exercício do poder, inclusive daquele mobilizado para proteger a democracia.

A crítica à atuação do Supremo Tribunal Federal, nessa perspectiva, deve permanecer plenamente possível, desde que distinguida da pretensão de submeter a jurisdição constitucional à vontade de uma liderança ou de um movimento. Questionar fundamentos jurídicos, procedimentos e eventuais excessos integra o debate democrático, enquanto a defesa de soluções extraconstitucionais para afastar órgãos de controle corresponde a problema de natureza diversa.

O reconhecimento dessa diferença é indispensável para que o combate ao autoritarismo não se converta em instrumento de silenciamento da divergência, nem a invocação da liberdade funcione como justificativa para a destruição das condições institucionais do seu exercício.

O exame do bolsonarismo, portanto, não autoriza concluir que todos os seus integrantes compartilhem idênticas convicções ou que a totalidade da direita brasileira esteja comprometida com projetos de inspiração fascista. A própria existência de posições conservadoras democraticamente orientadas evidencia a insuficiência de classificações que confundam divergência ideológica com adesão ao autoritarismo.

Entretanto, a necessária precisão conceitual tampouco permite ignorar as práticas de exaltação personalista, desconfiança sistemática das eleições, mobilização de inimigos internos e tolerância com soluções de força que marcaram parcelas relevantes desse movimento político.

A democracia brasileira se encontra, assim, diante de uma questão que ultrapassa a disputa circunstancial entre governos e oposições. A preservação das suas instituições depende tanto da responsabilização juridicamente adequada de condutas atentatórias à ordem constitucional quanto da capacidade de reconhecer, no adversário, um sujeito igualmente titular de direitos políticos.

Não se exige a eliminação das divergências, tampouco uma conciliação artificial entre projetos incompatíveis; exige-se que o conflito permaneça subordinado a parâmetros comuns de legalidade, igualdade e reconhecimento da pluralidade social.

A permanência de repertórios fascistizantes no cenário brasileiro demonstra, ao fim, que a derrota histórica do fascismo não suprimiu a possibilidade de reaparecimento de suas formas de mobilização sob linguagens e circunstâncias diversas. A experiência do bolsonarismo, especialmente quando relacionada à radicalização da polarização contemporânea, evidencia os riscos de uma concepção política que reserva a condição de povo apenas aos que partilham determinada identidade moral e ideológica.

Enquanto a cidadania for compreendida como atributo dos semelhantes e não como condição jurídica de todos, permanecerá aberta a possibilidade de que a vontade de uma parcela da sociedade seja apresentada como fundamento legítimo para a restrição dos direitos das demais.

Por Williem da Silva Barreto Júnior

Prefeita Laryssa sanciona lei que cria Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais e fortalece políticas de combate aos maus-tratos em Ipiaú

A prefeita de Ipiaú, Laryssa Dias, sancionou a Lei Municipal nº 2.640, de 20 de outubro de 2026, que institui o Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais (CMPDA), estabelecendo um novo instrumento de participação social, acompanhamento e fiscalização das políticas públicas voltadas à proteção animal no município. A legislação foi publicada na edição nº 4.863 do Diário Oficial e representa um avanço na estruturação de iniciativas destinadas ao combate aos maus-tratos, à promoção da saúde animal e à conscientização da população.

De acordo com a legislação, o conselho terá caráter consultivo, deliberativo, fiscalizador e normativo, com a finalidade de formular, acompanhar e fiscalizar políticas públicas relacionadas à proteção, defesa e bem-estar dos animais. Entre suas atribuições estão a proposição de diretrizes para políticas municipais, o acompanhamento das ações do poder público, a colaboração em programas de castração e controle populacional, além do incentivo à adoção responsável e à realização de campanhas educativas.

A nova lei também estabelece que o colegiado poderá apoiar ações de combate aos maus-tratos, propor medidas que garantam o bem-estar animal, incentivar parcerias entre o poder público e a sociedade civil e analisar propostas apresentadas pela população. Com isso, entidades de proteção animal e representantes da comunidade passam a contar com um instrumento institucional para participar das discussões sobre as necessidades dos animais no município.

A composição prevista na legislação inclui representantes do Poder Executivo Municipal, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, médicos veterinários, organizações não governamentais ou entidades de proteção animal, protetores independentes, sociedade civil e representantes da segurança pública, que poderão ser indicados entre integrantes da Guarda Municipal, Polícia Militar ou Polícia Civil com atuação em Ipiaú.

Os conselheiros serão nomeados por ato da prefeita municipal, com mandato de dois anos e possibilidade de recondução. A participação será considerada serviço público relevante, sem remuneração, enquanto o Conselho ficará vinculado à Secretaria Municipal de Meio Ambiente, responsável por oferecer apoio administrativo e estrutural ao funcionamento do colegiado.

Outro ponto importante é que o Conselho deverá elaborar seu Regimento Interno no prazo máximo de 90 dias após sua instalação, estabelecendo as regras de organização e funcionamento das atividades. A legislação também determina que a criação do órgão não implicará a abertura de novos cargos públicos ou aumento de despesas para o município.

A sanção da lei representa uma etapa importante para ampliar o diálogo entre a administração municipal, profissionais da medicina veterinária, protetores independentes e organizações que atuam na defesa dos animais. Entretanto, a criação do Conselho não significa, por si só, a implantação de hospital veterinário público, clínica municipal ou serviço gratuito de atendimento, medidas que dependem de planejamento, recursos e decisões administrativas específicas.

Com a nova legislação, Ipiaú passa a dispor de um mecanismo formal para discutir propostas relacionadas à proteção animal, acompanhar ações governamentais e contribuir para a construção de políticas públicas permanentes. A efetividade da iniciativa dependerá da instalação do Conselho, da nomeação de seus integrantes e do desenvolvimento das atividades previstas em lei.

Fonte: Diário Oficial do Município de Ipiaú, edição nº 4.863, de 20 de outubro de 2026, Lei Municipal nº 2.640/2026.

Fonte: jornalista Mateus Oliver.

Marcel Hohlenwerger representa Ipiaú em encontro político com Jerônimo Rodrigues, em Itabuna

O representante de Ipiaú, Marcel Hohlenwerger, participou nesta terça-feira (20) de um encontro político realizado em Itabuna, no sul da Bahia, com a presença do governador Jerônimo Rodrigues (PT).

A reunião aconteceu às 9h, no Terceira Via Hall, localizado na Avenida Soares Pinheiro, e teve como foco a articulação política e a mobilização de lideranças em torno da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Durante o encontro, Marcel destacou a participação de representantes de diferentes municípios baianos e a importância da articulação regional.

“Estamos aqui em Itabuna com o nosso governador Jero, para fortalecer e reforçar a nossa caminhada”, afirmou.

Ao comentar a presença de lideranças políticas no evento, Marcel ressaltou a mobilização em torno do projeto político defendido pelo grupo e declarou apoio à continuidade do governo federal.

“Todo mundo engajado, prefeitos, ex-prefeitos, trabalhadores, lideranças de toda a Bahia, juntos e misturados pela reeleição do nosso presidente Lula. É Lula 13”, declarou.

A participação de Marcel colocou Ipiaú entre os municípios representados no encontro, que reuniu lideranças políticas do Sul da Bahia em uma agenda de articulação e mobilização eleitoral.

Fabio Rodella
Assessor de imprensa
DRT 5776/BA

CIPE Central prende “Igor Fatel” e apreende grande quantidade de drogas em Ibirataia

Uma ação realizada por policiais militares da Companhia Independente de Policiamento Especializado (CIPE Central) resultou na prisão de um homem identificado como Igor Santos da Cruz Fatel, vulgo “Fatel” e na apreensão de uma grande quantidade de drogas no município de Ibirataia, no sul da Bahia, na manhã desta quarta-feira (21).

De acordo com informações preliminares, a ocorrência foi registrada por volta das 6h, quando equipes da unidade especializada realizaram a intervenção policial que terminou com a apreensão dos entorpecentes e a condução do suspeito.

Após a ação, o jovem foi encaminhado à Delegacia Territorial de Jequié, onde foi apresentado à autoridade policial para a adoção das medidas legais cabíveis.

Até o momento, não foram informados oficialmente os tipos e as quantidades exatas das drogas apreendidas, nem as circunstâncias que motivaram a intervenção policial.

A ocorrência reforça a atuação da Polícia Militar da Bahia, por meio da CIPE Central, no enfrentamento ao tráfico de drogas e à criminalidade na região.

Fonte: jornalista Mateus Oliver

Itagibá registra mais de R$ 1,4 milhão para aquisição de materiais de construção destinados a famílias de baixa renda

Foto: Reprodução

A Prefeitura de Itagibá publicou, na edição desta segunda-feira (19) do Diário Oficial do Município, cinco atas de registro de preços que somam R$ 1.462.399,07 para a futura aquisição de materiais de construção destinados a famílias em situação de vulnerabilidade social, por meio do Programa Municipal de Apoio à Construção e Melhoria Habitacional (PROMAC).

A iniciativa tem como objetivo atender famílias que necessitam de apoio para construir, reformar ou melhorar suas residências, contribuindo para oferecer condições mais dignas de habitação e fortalecer a política municipal de assistência social.

O procedimento foi realizado por meio do Pregão Eletrônico nº 028/2026, vinculado ao Processo Administrativo nº 111/2026, com julgamento pelo critério de menor preço por lote, resultando no registro de preços de cinco empresas responsáveis pelo eventual fornecimento dos materiais.

Entre as empresas contempladas estão C.C.L Casa e Construções Ltda, de Ipiaú, com R$ 39.976,64, uma empresa registrada na Ata nº 140/2026, com R$ 121.799,37, Indianara Santiago de Oliveira, com R$ 484.445,94, Ricardo Barreto Medrado, com R$ 594.357,17, e Thaila Silva Ferreira, com R$ 221.819,95.

Os materiais deverão ser fornecidos conforme a necessidade da administração municipal, com entregas que poderão contemplar a sede de Itagibá, distritos, povoados e comunidades da zona rural, permitindo que o programa alcance famílias de diferentes localidades.

A execução será acompanhada pela Secretaria Municipal de Assistência Social, com gerenciamento da Secretaria Municipal de Planejamento e Finanças, sendo estabelecido prazo de até oito dias úteis para atendimento das ordens de fornecimento e pagamento condicionado à efetiva entrega e conferência dos produtos.

As atas possuem vigência inicial de um ano, com possibilidade de prorrogação conforme a legislação, enquanto os valores registrados representam o limite previsto para eventuais aquisições e não significam que todo o montante já tenha sido gasto.

A homologação do procedimento foi assinada pela secretária municipal de Assistência Social, Rosebete Alves Barreto, e publicada oficialmente em 19 de outubro de 2026, consolidando mais uma etapa administrativa para o atendimento habitacional de famílias em situação de vulnerabilidade no município.

Fonte: jornalista Mateus Oliver.

Ipiaú: Gestão de Laryssa Dias promove musicoterapia para idosos atendidos pelos CRAS e fortalece convivência social

A Prefeitura de Ipiaú, sob a gestão da prefeita Laryssa Dias, vem desenvolvendo atividades voltadas ao bem-estar e à valorização da população idosa atendida pelos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), com destaque para ações de musicoterapia realizadas por meio do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV).

A iniciativa utiliza a música como instrumento de socialização, estímulo à memória e fortalecimento das relações interpessoais, proporcionando aos participantes momentos de descontração, acolhimento e integração, além de contribuir para a construção de um ambiente de convivência mais participativo e humanizado.

Em publicação nas redes sociais, a prefeita Laryssa Dias destacou a importância da atividade para os idosos, ressaltando que a música desperta sorrisos, resgata lembranças e fortalece os laços de amizade, transformando os encontros em experiências que valorizam histórias de vida e incentivam um envelhecimento mais ativo e saudável.

As atividades integram a política municipal de assistência social e reforçam a importância dos serviços oferecidos pelos CRAS, que atuam no acompanhamento de famílias e no desenvolvimento de ações destinadas à prevenção de situações de vulnerabilidade e ao fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários.

A iniciativa também evidencia a utilização de atividades culturais e recreativas como ferramentas de inclusão social, permitindo que os idosos compartilhem experiências, ampliem suas relações e participem de momentos que estimulam o sentimento de pertencimento à comunidade.

Com a realização dessas ações, a administração municipal busca ampliar as oportunidades de convivência e valorização da terceira idade, reconhecendo a importância de iniciativas que promovam acolhimento, participação social e qualidade de vida.

Fonte: jornalista Mateus Oliver

Ipiaú: Clínica Veterinária Amigo Pet é denunciada por supostamente negar atendimento a cachorro que acabou morrendo; estabelecimento explica o caso

A Clínica Veterinária Amigo Pet, localizada no município de Ipiaú, no sul da Bahia, tornou-se alvo de uma grave denúncia nas redes sociais após a morte de Jack, um cachorro da raça Pinscher Zero, cuja tutora afirma ter procurado atendimento veterinário e recebido uma negativa mesmo oferecendo a possibilidade de pagar a consulta até as 15h, situação que provocou indignação e levantou questionamentos sobre a conduta atribuída ao estabelecimento.

De acordo com a denúncia divulgada nesta terça-feira (20), a responsável pelo animal buscou assistência veterinária, mas não teria conseguido atendimento devido à impossibilidade de realizar o pagamento naquele momento, circunstância que, caso confirmada, coloca em discussão a postura adotada pela clínica diante de um animal que necessitava de cuidados.

O episódio se torna ainda mais preocupante diante do relato de que a tutora não estaria se recusando a pagar pelo serviço, mas solicitando apenas algumas horas para quitar o valor da consulta, pedido que, segundo sua versão, não foi aceito pelo estabelecimento, mesmo diante da necessidade de assistência ao cachorro.

Na publicação, a responsável por Jack manifestou profunda revolta e acusou a clínica de colocar a questão financeira acima da necessidade de atendimento, questionando a sensibilidade de quem trabalha diretamente com a saúde e o bem-estar dos animais.

Ainda conforme o relato, o médico veterinário identificado como Dr. Silas e Neide Pereira se disponibilizaram a ajudar na tentativa de conseguir assistência, entretanto Jack morreu antes de receber o atendimento pretendido, deixando a família abalada e aumentando a gravidade da denúncia.

Embora estabelecimentos veterinários particulares possam cobrar pelos serviços prestados, a situação relatada levanta questionamentos importantes sobre a responsabilidade ética dos profissionais diante de possíveis emergências, especialmente quando a necessidade de atendimento envolve um animal em sofrimento e uma família que busca alternativas para custear a assistência.

A medicina veterinária não pode ser analisada exclusivamente sob a perspectiva comercial, uma vez que a atividade envolve compromissos profissionais com a saúde, o bem-estar e a proteção dos animais, sendo necessário avaliar se os procedimentos adotados em cada situação respeitam as normas éticas aplicáveis.

Em Ipiaú, a denúncia também coloca em discussão a importância de mecanismos que permitam encaminhar animais em situações de urgência, especialmente quando seus responsáveis enfrentam dificuldades financeiras momentâneas, sem que isso signifique atribuir automaticamente aos estabelecimentos privados a obrigação de realizar qualquer procedimento gratuitamente.

Apesar da gravidade do relato, ainda não existem informações independentes suficientes para confirmar as circunstâncias da suposta negativa, o quadro clínico apresentado por Jack ou eventual relação entre a ausência de atendimento e a morte do animal, pontos que precisam ser esclarecidos antes de qualquer conclusão sobre responsabilidade profissional.

Diante das acusações, é fundamental que a Clínica Veterinária Amigo Pet apresente esclarecimentos sobre o ocorrido, especialmente quanto à solicitação feita pela tutora, à possibilidade de atendimento emergencial, às orientações eventualmente fornecidas e aos motivos que teriam levado à recusa relatada.

A morte do pequeno Jack deixa uma família enlutada e uma denúncia que não deve ser tratada com indiferença, pois o episódio envolve questionamentos sobre atendimento, responsabilidade profissional e respeito à vida animal, questões que merecem apuração cuidadosa e respostas transparentes.

NOTA OFICIAL DA CLÍNICA

A Clínica Veterinária Amigo Pet, em respeito à comunidade de Ipiaú e região, aos seus clientes e a todos que prezam pelo bem-estar animal, vem a público prestar os devidos esclarecimentos sobre as notícias e publicações recentemente veiculadas em redes sociais e portais de notícias:

Inicialmente, a Clínica Veterinária Amigo Pet manifesta seu sincero pesar pelo falecimento do cão Jack e expressa sua solidariedade à tutora e à família pela perda, compreendendo a dor que envolve a partida de um animal de estimação.

Ao contrário do que foi divulgado, que a clínica classificou de forma distorcida, o animal jamais esteve presente nas dependências físicas da clínica.

Em nenhum momento o paciente deu entrada em nosso estabelecimento para triagem, consulta ou procedimento de emergência.

O contato ocorreu de forma exclusivamente remota/telefônica. Por meio de imagens encaminhadas à distância pela tutora, verificou-se que o animal já se encontrava em estado crítico.

Na ocasião, a tutora foi devidamente orientada por telefone quanto à gravidade do quadro e à necessidade de condução imediata do animal para assistência médica presencial.

São inverídicas e desprovidas de amparo fático as narrativas de que o animal teria comparecido à clínica e de que lhe teria sido recusada assistência médico-veterinária.

A veiculação de notícias sensacionalistas, sem prévia apuração com o estabelecimento e com alteração da realidade dos fatos, atenta gravemente contra a verdade e a honra da instituição.

A clínica não realiza permuta de serviços veterinários por objetos materiais sem comprovação de procedência fiscal, seguindo estritamente as normas administrativas e fiscais do estabelecimento.

A Clínica Veterinária Amigo Pet reafirma seu compromisso ético e profissional com a saúde animal e a medicina veterinária e informa que todas as publicações difamatórias, ofensas e calúnias já foram devidamente documentadas e encaminhadas à sua assessoria jurídica para a adoção das providências cíveis e criminais cabíveis contra os responsáveis.

Ipiaú – BA, 20 de outubro de 2026.
Clínica Veterinária Amigo Pet

Fonte: jornalista Mateus Oliver

Ipiaú recebe escutas territoriais do programa Parceiros da Mata com participação de agricultores, mulheres e juventude rural

O município de Ipiaú está recebendo as escutas territoriais do programa Parceiros da Mata, iniciativa desenvolvida por meio da articulação entre o Governo Federal, o Governo do Estado da Bahia, municípios e comunidades locais, com o objetivo de identificar as principais necessidades da população rural e construir estratégias voltadas ao desenvolvimento sustentável e à inclusão produtiva.

O encontro reúne representantes da juventude rural e mulheres do campo, que participam diretamente das discussões sobre os desafios enfrentados pelas comunidades, apresentando demandas relacionadas à produção agrícola, geração de renda, acesso a oportunidades e fortalecimento da agricultura familiar.

A programação conta com a presença do coordenador territorial Jerônimo Souza, do secretário municipal de Agricultura de Ipiaú, Poleandro Silva, e da equipe técnica da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), órgão vinculado ao Governo da Bahia, responsável por importantes ações de desenvolvimento rural no estado.

A participação da Secretaria Municipal de Agricultura reforça a articulação institucional entre a Prefeitura de Ipiaú e o Governo do Estado, especialmente na identificação das necessidades das comunidades e no encaminhamento de propostas que possam contribuir para ampliar as oportunidades de produção e comercialização dos produtos da agricultura familiar.

Durante as escutas, os participantes discutem alternativas para fortalecer a inclusão produtiva, incentivar práticas agrícolas sustentáveis e ampliar a participação das mulheres e dos jovens nas políticas públicas destinadas ao campo, reconhecendo a importância desses grupos para a permanência das famílias nas comunidades rurais.

A iniciativa também busca aproximar o poder público das organizações comunitárias, permitindo que as demandas sejam apresentadas diretamente pelos moradores e consideradas no planejamento das ações do programa Parceiros da Mata.

Com a realização das escutas territoriais, Ipiaú fortalece o diálogo entre as comunidades rurais e as instituições públicas, contribuindo para a construção de políticas que valorizem a agricultura familiar, estimulem a geração de renda e promovam o desenvolvimento econômico e social do município.

Fonte: jornalista Mateus Oliver

Flávio Bolsonaro apaga publicações em que chamava Bolsa Família de “bolsa-farelo” em meio à disputa presidencial contra Lula

O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, apagou de seu perfil na rede social X, antigo Twitter, publicações em que atacava o Bolsa Família e classificava o programa social como “bolsa-farelo”, em um momento em que disputa o segundo turno das eleições presidenciais contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

As mensagens foram publicadas entre 2011 e 2014 e continham críticas à política de transferência de renda, além de acusações de que o Partido dos Trabalhadores utilizava os benefícios sociais como instrumento eleitoral para conquistar votos entre a população de baixa renda.

A exclusão das publicações foi revelada nesta terça-feira (20) pelo jornal O Globo e confirmada pelo portal A TARDE, trazendo novamente ao debate eleitoral o posicionamento adotado pelo candidato do PL em relação a um dos principais programas sociais do governo federal.

Em novembro de 2011, quando exercia o mandato de deputado estadual no Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro afirmou ter sido o único parlamentar da Assembleia Legislativa a votar contra a criação do programa Renda Melhor, iniciativa que previa pagamentos complementares de até R$ 300 para famílias beneficiárias do Bolsa Família em situação de extrema pobreza.

Na ocasião, o parlamentar utilizou a expressão “bolsa-farelo” para criticar a iniciativa e questionou sua finalidade, associando a política de assistência social aos interesses eleitorais do PT.

Em junho de 2013, Flávio voltou a atacar o programa ao afirmar que o partido perpetuava a pobreza por meio dos benefícios sociais, mantendo famílias em situação de dependência financeira para preservar seu apoio nas urnas.

Já em 2014, o senador questionou os critérios utilizados para medir o desemprego no Brasil e relacionou o recebimento do Bolsa Família e do seguro-desemprego à situação dos trabalhadores no país.

A retirada das mensagens ocorre em um momento politicamente sensível para Flávio Bolsonaro, que busca ampliar seu eleitorado no segundo turno contra Lula, especialmente entre os brasileiros de menor renda, segmento diretamente alcançado pelas políticas de transferência de renda.

O episódio também coloca em evidência o contraste entre as críticas feitas pelo candidato no passado e a importância eleitoral do Bolsa Família na atual disputa presidencial, embora a motivação para a exclusão das publicações ainda não tenha sido esclarecida.

Até a divulgação das informações, Flávio Bolsonaro não havia apresentado manifestação pública explicando a retirada das mensagens de seu perfil na rede social.

Fonte: Jornalista Mateus Oliver

Murillo Nunes entra no cenário político de Vitória da Conquista em meio à crise na saúde municipal e cobranças por melhorias

O nome de Murillo Nunes surge no cenário político de Vitória da Conquista para as eleições municipais de 2028 em um momento marcado por questionamentos sobre a qualidade dos serviços públicos de saúde, especialmente diante de denúncias de falta de medicamentos, insumos hospitalares, dificuldades no atendimento e problemas envolvendo contratos e pagamentos a fornecedores da rede municipal.

Entre os episódios que ampliaram as críticas à administração da prefeita Sheila Lemos estão o encerramento dos atendimentos pelo SUS no pronto-socorro do Hospital Unimec, as denúncias sobre a falta de bolsas de colostomia e materiais indispensáveis a pacientes, além da suspensão temporária de exames no Laboratório Central por problemas no fornecimento de insumos.

A situação ganhou novos desdobramentos após questionamentos apresentados na Câmara Municipal sobre atrasos de pagamentos a prestadores de serviços do SUS e fornecedores de medicamentos, levantando preocupações sobre a capacidade de manutenção dos serviços, embora ainda seja necessário esclarecer oficialmente a extensão das pendências financeiras e sua relação com as falhas relatadas.

É nesse ambiente de insatisfação com problemas da administração pública que Murillo Nunes passa a integrar as discussões sobre o futuro político de Vitória da Conquista, especialmente porque a fiscalização dos contratos, a transparência dos gastos e o acompanhamento dos serviços de saúde estão entre as responsabilidades do Legislativo.

Outro elemento do projeto político de Murillo Nunes é a perspectiva de uma parceria com o deputado estadual eleito Silva Neto, do Avante, que assumirá mandato na Assembleia Legislativa da Bahia em 2027, uma aproximação que, caso seja formalizada, poderá estabelecer uma ligação entre as demandas de Vitória da Conquista e a representação parlamentar estadual, embora ainda não exista confirmação pública de apoio ou aliança entre os dois.

Com trajetória na advocacia e no ensino jurídico, Murillo Nunes reúne experiências profissionais que poderão integrar sua apresentação à sociedade, enquanto os problemas enfrentados pela população demonstram a importância de discutir a atuação dos futuros vereadores diante das dificuldades da rede pública.

A eleição de 2028 também deverá colocar em evidência a necessidade de fiscalização permanente dos recursos destinados à saúde, do abastecimento das unidades e da regularidade dos contratos, temas que atingem diretamente famílias que dependem do Sistema Único de Saúde e esperam respostas concretas do poder público.

Com a decisão de disputar uma cadeira na Câmara Municipal de Vitória da Conquista em 2028, Murillo Nunes passa a integrar o cenário eleitoral da cidade em um momento de fortes cobranças por melhorias na saúde pública, especialmente diante das denúncias de falta de medicamentos, insumos e dificuldades na manutenção dos serviços, problemas que deverão ocupar espaço importante no debate político e exigir dos futuros representantes compromisso com a fiscalização dos recursos e a qualidade do atendimento à população.

Fonte: jornalista Mateus Oliver

Ibirataia: Prefeitura realiza ações de manutenção em bairros e espaços públicos

A Prefeitura de Ibirataia através da Secretaria de Infraestrura e Serviços Públicos e Secretaria de Agricultura iniciou a semana com uma série de ações de manutenção em diferentes pontos do município, envolvendo serviços como recolhimento de entulhos, podas de árvores, recuperação de calçamento e cuidados com canteiros públicos, dentre outros serviços.

As atividades têm como objetivo melhorar a organização urbana e atender demandas apresentadas pela população nos bairros e áreas públicas.

O prefeito Sandro Futuca destacou o compromisso da gestão com a melhoria da infraestrutura municipal e afirmou que o trabalho busca garantir espaços mais adequados para os moradores.

“Estamos trabalhando para manter Ibirataia organizada e oferecer serviços de qualidade para a população, atendendo as demandas dos bairros e cuidando dos espaços públicos”, declarou o gestor.

Pesquisa BTG/Nexus aponta Flávio Bolsonaro com 50,3% e Lula com 49,7% dos votos válidos no segundo turno

A pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (19) aponta empate técnico entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa pela Presidência da República, com o candidato do PL registrando 50,3% dos votos válidos contra 49,7% do atual presidente, uma diferença de apenas 0,6 ponto percentual.

No cenário de intenção de voto estimulado, que considera todos os entrevistados, Flávio Bolsonaro aparece com 46,5%, enquanto Lula registra 45,9%, com 4,7% declarando voto branco ou nulo e 2,9% sem saber ou responder.

Em comparação com a pesquisa anterior, divulgada em 13 de outubro, Flávio Bolsonaro recuou de 52% para 50,3% dos votos válidos, enquanto Lula avançou de 48% para 49,7%, reduzindo a diferença entre os candidatos de quatro para apenas 0,6 ponto percentual.

Na modalidade espontânea, quando os entrevistados não recebem os nomes dos candidatos, Lula e Flávio Bolsonaro aparecem empatados numericamente com 44,5% das intenções de voto cada.

O levantamento também mostra que 90,9% dos eleitores afirmam já ter decidido definitivamente em quem votar, enquanto 8,4% admitem a possibilidade de mudar de candidato até o segundo turno, marcado para domingo (25).

A 18ª rodada da pesquisa BTG/Nexus ouviu 2.002 eleitores por telefone entre os dias 16 e 18 de outubro, com margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%, estando registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04499/2026.

Fonte: jornalista Mateus Oliver

PGR defende manutenção de prisões no caso Banco Master e permanência de Fachin à frente de decisões no STF

A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, continue responsável pela análise dos pedidos pendentes relacionados às investigações envolvendo o Banco Master e as suspeitas de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Em manifestação apresentada no sábado (17), a PGR também se posicionou contra a revogação das prisões preventivas de Henrique Vorcaro, Felipe Vorcaro e Fabiano Zettel, respectivamente pai, primo e cunhado do empresário Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, argumentando que não houve mudanças nas circunstâncias que justificaram as medidas.

O parecer de nove páginas foi assinado pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, pelo vice-procurador-geral, Hindemburgo Chateaubriand, e por outros dois subprocuradores que atuam nos processos relacionados ao banco e ao INSS.

A manifestação ocorre em meio a uma crise interna no STF, intensificada após o ministro André Mendonça retirar o sigilo de mensagens investigadas pela Polícia Federal envolvendo Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes.

Em setembro, Fachin assumiu a condução de questões relacionadas ao caso e determinou a paralisação de investigações, enquanto pedidos de revogação de prisões passaram a ser encaminhados à presidência da Corte, embora André Mendonça permaneça oficialmente como relator dos processos.

A PGR também rejeitou o pedido de Alexandre de Moraes para abertura de investigação contra Mendonça por suposto direcionamento das apurações, sustentando que não foram apresentados elementos que indiquem a prática de crime ou improbidade administrativa.

Segundo o órgão, eventual responsabilização de Mendonça por crime de responsabilidade seria de competência do Senado Federal, responsável pela análise de possíveis processos de impeachment contra ministros do Supremo.

A posição da Procuradoria não representa decisão definitiva do STF, que ainda deverá definir os encaminhamentos dos pedidos pendentes e os limites da atuação dos ministros envolvidos.

Fonte: jornalista Mateus Oliver

Fortes chuvas provocam alagamentos, deslizamentos e estragos em cidades do sul e extremo sul da Bahia

As fortes chuvas que atingiram o sul e o extremo sul da Bahia neste domingo (18) provocaram alagamentos, deslizamentos de terra, quedas de árvores e danos em residências de diversos municípios, com destaque para Ilhéus, Itacaré, Porto Seguro, Itamaraju e Medeiros Neto.

Em Ilhéus, a Defesa Civil registrou 125 milímetros de chuva entre a madrugada e as 10h de domingo, volume considerado pela prefeitura o maior dos últimos anos, provocando alagamentos em vários bairros e deixando famílias em situação de alerta.

A ocorrência mais preocupante foi registrada no Alto do Nerival, no bairro Barra do Itaípe, onde parte de uma encosta cedeu na Segunda Travessa, levando a prefeitura a interditar o trecho e mobilizar equipes da Defesa Civil e da assistência social para acompanhar moradores das áreas próximas.

Em Itacaré, ruas ficaram alagadas, principalmente na região da Portelinha, nas proximidades da rodoviária, enquanto no extremo sul do estado foram registrados outros estragos, incluindo quedas de árvores em Trancoso, distrito de Porto Seguro, desabamento de muros em Itamaraju e casas destelhadas pela ventania e pelo granizo em Medeiros Neto, onde também houve interrupção no fornecimento de energia elétrica.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta amarelo de chuvas intensas para diversas regiões da Bahia, incluindo Salvador, com validade até as 10h desta terça-feira (20), indicando possibilidade de precipitações de até 50 milímetros por dia e ventos entre 40 e 60 km/h.

Diante dos riscos de novos alagamentos e deslizamentos, a Defesa Civil orienta a população a evitar áreas de encostas, locais sujeitos a inundações e regiões com sinais de instabilidade no terreno, especialmente durante períodos de chuva intensa.

Fonte: jornalista Mateus Oliver

Mega-Sena acumula em R$ 185 milhões e aposta de Cariacica fatura quase R$ 59 mil

Uma aposta registrada no município de Cariacica, na Grande Vitória, no Espírito Santo, faturou R$ 58.806,72 ao acertar cinco das seis dezenas do concurso 3.071 da Mega-Sena, sorteado no domingo (18), enquanto o prêmio principal voltou a acumular após nenhum apostador conseguir acertar todos os números.

O bilhete premiado foi registrado na Loteria Bela Aurora, em Cariacica, e corresponde a uma aposta simples que garantiu ao jogador uma premiação de quase R$ 59 mil, colocando o município capixaba entre as cidades contempladas no concurso.

As dezenas sorteadas foram 12, 22, 41, 45, 51 e 52, durante o sorteio realizado no Espaço da Sorte, em São Paulo, sendo que outras 101 apostas espalhadas pelo país também acertaram cinco números e receberam R$ 58.806,72 cada uma.

Além dos 102 ganhadores da quina, outras 7.381 apostas acertaram quatro dezenas e garantiram uma premiação individual de R$ 1.339,55, enquanto nenhuma aposta conseguiu alcançar os seis acertos necessários para conquistar o prêmio principal.

Com o resultado, a Mega-Sena acumulou novamente e a estimativa de premiação para o próximo concurso, previsto para esta terça-feira (20), chegou a R$ 185 milhões, valor que deve movimentar as casas lotéricas e os canais digitais de apostas em todo o Brasil.

Fonte: Informações da premiação da Mega-Sena | Redação: jornalista Mateus Oliver

Ipiaú intensifica campanha de combate à dengue e orienta moradores a eliminar água parada

A Prefeitura de Ipiaú está reforçando a conscientização da população sobre a importância do combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, por meio de uma campanha educativa que destaca como apenas cinco minutos de cuidados diários podem fazer a diferença na prevenção dessas doenças.

Com o alerta de que o combate ao mosquito começa com a atitude de cada cidadão, a iniciativa orienta os moradores a verificar vasos de plantas, garrafas, pneus, baldes e outros recipientes que possam acumular água parada e favorecer a reprodução do inseto.

A campanha também reforça a necessidade de manter caixas-d’água bem fechadas, limpar regularmente os ambientes e eliminar possíveis criadouros, destacando que pequenas atitudes individuais contribuem diretamente para a proteção das famílias e da comunidade.

Ao incentivar a participação dos moradores, a Prefeitura de Ipiaú chama a atenção para a responsabilidade coletiva na prevenção das arboviroses e ressalta que o envolvimento da população é fundamental para reduzir os riscos de proliferação do mosquito no município.

Fonte: Prefeitura de Ipiaú | Redação: jornalista Mateus Oliver

Suspeitos de integrar o CV encurralam guarnição da PM durante intensa troca de tiros em Jequié

Uma guarnição da Polícia Militar foi surpreendida por vários homens armados durante uma troca de tiros registrada na noite deste domingo (18), na região da Baixa do Bonfim, nas proximidades do Residencial Vida Nova, em Jequié, no sudoeste da Bahia, onde os suspeitos, apontados preliminarmente como integrantes da facção criminosa Comando Vermelho (CV), teriam preparado uma emboscada contra os policiais.

Diante da situação, guarnições da Rondesp e do 19º Batalhão da Polícia Militar foram acionadas e se deslocaram para reforçar o policiamento e prestar apoio aos militares que estavam sob ataque, enquanto os indivíduos armados fugiram em direção a uma área de matagal nas proximidades do residencial.

Apesar da gravidade da ocorrência, não havia registro de pessoas feridas nas informações repassadas à reportagem, e a mobilização das equipes policiais reforçou a presença das forças de segurança na região após o confronto.

A suposta ligação dos envolvidos com o Comando Vermelho não foi confirmada oficialmente pelas autoridades policiais.

Fonte: Jornalista Mateus Oliver

Irajuba: Leleco de Quinin e vereador Josué fortalecem articulação política de Silva Neto após encontro em Jequié

O deputado estadual eleito Silva Neto (Avante) esteve em Jequié neste domingo (18), onde foi recebido por apoiadores e lideranças políticas de diferentes municípios da região, em um encontro marcado pelo fortalecimento de alianças e pela construção de uma agenda de diálogo voltada às demandas locais, com destaque para a participação de Leleco de Quinin e do vereador Josué, ambos de Irajuba.

A presença das duas lideranças evidencia a articulação política de Silva Neto em Irajuba, município do Vale do Jiquiriçá que passa a integrar as discussões sobre a atuação regional do parlamentar, especialmente diante da perspectiva de aproximação com a população, acompanhamento das necessidades municipais e construção de parcerias institucionais.

Mesmo antes do início do mandato na Assembleia Legislativa da Bahia, Silva Neto vem mantendo contato com representantes de diferentes cidades, buscando ampliar sua presença política e estabelecer canais de diálogo que possam contribuir para o encaminhamento de demandas relacionadas à infraestrutura, aos serviços públicos e ao desenvolvimento regional.

Em Irajuba, a participação de Leleco de Quinin ao lado do vereador Josué ganha relevância pela possibilidade de fortalecer a interlocução entre o futuro mandato parlamentar e o município, reunindo uma liderança política local e um representante do Poder Legislativo municipal em torno de pautas de interesse da comunidade.

O encontro também projeta as articulações para as eleições municipais de 2028, quando os municípios brasileiros voltarão às urnas para escolher prefeitos e vereadores, cenário em que a manutenção do diálogo entre Silva Neto, Leleco de Quinin e Josué poderá influenciar a formação de alianças e a organização de projetos políticos em Irajuba.

Além das perspectivas eleitorais, a aproximação representa uma oportunidade para que as lideranças locais apresentem reivindicações e busquem apoio institucional junto ao futuro deputado estadual, com atenção às necessidades da população e às possibilidades de articulação de investimentos para o município.

A passagem de Silva Neto por Jequié reforça a estratégia de manter contato com lideranças do Vale do Jiquiriçá e do Médio Rio de Contas, enquanto a participação de Leleco de Quinin e do vereador Josué coloca Irajuba entre os municípios presentes nessa agenda de aproximação política e diálogo regional.

Fonte: Jornalista Mateus Oliver.








WebtivaHOSTING // webtiva.com.br . Webdesign da Bahia