Servidores reclamam falta de pagamento de terço de férias na prefeitura de Itagibá
A situação dos servidores públicos da prefeitura municipal de Itagibá, com destaque especial para os professores e demais profissionais que atuam no setor da educação, tem gerado um clima de insatisfação e preocupação devido ao atraso no pagamento do terço de férias.
Diversos trabalhadores que entraram em gozo de descanso neste período relatam que o benefício, que é um direito constitucional garantido para auxiliar nos custos do período de lazer, não foi depositado conforme o cronograma esperado.
As reclamações ganharam força nos últimos dias, com os funcionários buscando respostas oficiais sobre o motivo da pendência financeira que afeta o planejamento familiar de centenas de colaboradores municipais.
Diante do cenário de incertezas, a secretária de educação do município trouxe esclarecimentos importantes ao Jornalista Mateus Oliver, admitindo publicamente a existência do problema e buscando tranquilizar a categoria afetada.
Em sua declaração, a gestora reconheceu formalmente que houve um atraso no repasse do terço de férias para os servidores que estão afastados de suas funções neste mês de janeiro, mas ressaltou que a administração municipal não está inerte diante da situação.
Segundo a pasta, todas as medidas administrativas e operacionais necessárias já foram acionadas para que a regularização ocorra no menor tempo possível, visando mitigar os transtornos causados pela demora.
A solução para o impasse financeiro parece já ter uma data definida, conforme as garantias dadas pelo setor financeiro da Prefeitura de Itagibá após articulação direta da Secretaria de Educação.
A previsão oficial é de que todos os servidores que possuem o crédito a receber tenham os valores depositados em suas contas bancárias no próximo dia 30 de janeiro.
A gestão reforçou o compromisso com a transparência e se colocou à disposição para novos esclarecimentos, reiterando que o pagamento é uma prioridade e que o fluxo de caixa está sendo organizado para honrar esse compromisso trabalhista até o final do corrente mês.
Fonte: Jornalista Mateus Oliver
Funcionários do Hospital São Vicente estão sem salários e denunciam que atraso já ultrapassa os 02 meses
Os profissionais que atuam no regime de plantão no Hospital São Vicente de Jequié decidiram romper o silêncio para denunciar uma situação que classificam como grave e insustentável em relação ao descumprimento de obrigações trabalhistas básicas.
Segundo os relatos colhidos pelo Jornalista Mateus Oliver, o salário referente aos meses de Novembro e dezembro ainda não foi quitado, acumulando-se a outros problemas crônicos, como a falta de pagamento do adicional de insalubridade e do adicional noturno, direitos que são garantidos por lei.
A categoria expressa uma profunda indignação com o cenário atual, destacando que é inadmissível que uma unidade de saúde de tamanha importância continue operando normalmente enquanto aqueles que garantem o atendimento à população sofrem com a ausência de seus vencimentos e a incerteza financeira.
A revolta dos trabalhadores também se estende aos órgãos de classe, levantando questionamentos severos sobre a efetividade da fiscalização exercida por entidades como o Conselho Regional de Enfermagem (COREN).
Muitos profissionais manifestaram que se sentem desamparados, questionando a finalidade das taxas pagas à instituição quando não parece haver um acompanhamento rigoroso diante de situações de desrespeito flagrante aos direitos laborais mínimos.
O sentimento de abandono é amplificado pelo fato de que muitos possuem famílias para sustentar e compromissos financeiros que não aguardam as indefinições da gestão hospitalar, resultando em contas vencidas e um estresse psicológico que afeta diretamente o ambiente de trabalho e a qualidade do serviço prestado aos pacientes da região.
Diante do impasse, os plantonistas exigem um posicionamento imediato e transparente da diretoria do hospital, citando nominalmente o Sr. Edivan e a Sra. Mariana como responsáveis diretos que devem explicações urgentes à equipe técnica.
O questionamento central dos funcionários gira em torno da destinação dos recursos, uma vez que, segundo os denunciantes, há conhecimento de que as verbas institucionais existem, o que levanta suspeitas e questionamentos internos sobre o destino real desses valores.
A categoria afirma categoricamente que não aceitará mais justificativas vagas e aguarda providências imediatas para a regularização dos pagamentos, sob pena de a crise interna se transformar em um problema ainda maior para a rede de saúde pública de Jequié, que já se encontra sob pressão.
Buscando o equilíbrio jornalístico, tentamos contato com a direção do Hospital São Vicente de Jequié para ouvir o outro lado e oferecer o devido espaço para o contraditório, porém, não obtivemos êxito nas tentativas de comunicação até o fechamento desta matéria.
O espaço permanece aberto para que a administração possa se manifestar sobre as providências que estão sendo tomadas para sanar as dívidas com os colaboradores.
Fonte: Jornalista Mateus Oliver
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Falta de planejamento e prazos estrangulados na saúde pública de Jitaúna expõe inauguração de laboratório sem as condições operacionais no final de 2025
O cenário da saúde pública em Jitaúna caminha para uma crise anunciada, conforme revelam os documentos oficiais publicados no Diário Oficial deste dia 23 de janeiro de 2026.
A unidade de saúde Eunice Dias Gomes, inaugurada com pompa e circunstância no apagar das luzes de 2025, já enfrenta o fantasma da descontinuidade operacional devido a uma evidente e preocupante má gestão administrativa que levanta sérias dúvidas sobre a real prontidão do equipamento no momento da sua entrega.
É inaceitável que um laboratório municipal, peça fundamental para o diagnóstico e tratamento de doenças, precise recorrer a uma dispensa de licitação de última hora para adquirir itens básicos como agulhas, tubos e reagentes apenas poucas semanas após o início oficial de suas atividades.
Essa movimentação desesperada por parte da prefeitura expõe uma falha grosseira no planejamento estratégico, indicando que a estrutura foi entregue à comunidade sem a devida garantia de suprimentos para manter suas atividades essenciais por sequer dois meses completos de funcionamento.
A falta de planejamento da atual administração não é apenas uma questão de desorganização burocrática, mas uma ameaça direta à vida e ao bem-estar da população jitaunense que depende desses exames para tratamentos contínuos.
Ao admitir oficialmente que a ausência desses materiais compromete a “confiabilidade dos resultados” e gera “impactos na qualidade da assistência”, a gestão municipal confessa que colocou o sistema em risco por não ter estruturado um processo de compra regular e transparente com a antecedência necessária ao longo de 2025.
O uso da Dispensa de Licitação nº 002/2026, com um prazo estrangulado de apenas três dias para a apresentação de propostas, cheira a improviso e levanta suspeitas sobre a pressa seletiva em fechar contratos sem a devida ampla concorrência, o que acaba por sacrificar o erário e a eficiência que o cidadão merece receber em troca de seus impostos.
Essa política de “apagar incêndios” com dinheiro público demonstra que a saúde em Jitaúna está sendo tratada como uma vitrine de inaugurações políticas, mas sem o cuidado técnico necessário com o que acontece nos bastidores da manutenção diária dos serviços.
O Laboratório Municipal Eunice Dias Gomes corre o risco de se tornar um símbolo de desperdício se a gestão continuar a priorizar soluções paliativas e emergenciais em vez de estabelecer um fluxo logístico sério, profissional e que respeite os prazos da lei de licitações.
Buscando o equilíbrio jornalístico e a necessária transparência, o Jornalista Mateus Oliver tentou estabelecer contacto com a Prefeitura de Jitaúna para obter esclarecimentos sobre as falhas no planeamento e a urgência desta contratação, porém, não obtivemos êxito nas tentativas de comunicação até o fecho desta matéria.
O espaço permanece integralmente aberto para que o poder executivo municipal se manifeste e apresente as justificativas para o estrangulamento de prazos e a falta de insumos num equipamento tão recentemente inaugurado, garantindo assim o direito ao contraditório e o esclarecimento pleno à sociedade.
Fonte: Jornalista Mateus Oliver
Ibirataia: Prefeitura através da SEDESC promove reunião da Rede de Proteção Familiar
Aconteceu nesta sexta-feira (23) uma reunião da Rede de Proteção Familiar em Ibirataia, com foco no fortalecimento das ações integradas de garantia de direitos da população.
O encontro reuniu representantes de diversos órgãos que atuam na proteção e assistência às famílias do município.
A iniciativa visa otimizar a atuação conjunta e assegurar respostas mais efetivas às demandas da comunidade.
A secretária de Desenvolvimento Social e Cidadania, Luanna Figueiredo Fatel, destacou a importância da cooperação entre os órgãos da rede para garantir proteção e amparo às famílias.
A prefeitura reforça o compromisso com políticas públicas que promovam o bem-estar e a inclusão social no município.
Secretaria de Infraestrutura de Itagi Perde R$ 171.320,00 que estavam previstos para ações de manutenção e serviços

A publicação do Decreto Financeiro nº 003/2026 pela Prefeitura Municipal de Itagi, sob a administração de Saulo Islan Santos Soledade, expõe uma preocupante fragilidade no planejamento das contas públicas do município, quando o documento oficializa a abertura de um crédito suplementar no valor de R$ 262.670,00, mas o que chama a atenção não é o montante em si, e sim a origem e o destino desses recursos e para viabilizar o pagamento de “Despesas de Exercícios Anteriores” em diversas pastas, o governo municipal promoveu um remanejamento drástico, retirando verbas que seriam destinadas a serviços essenciais e novos investimentos em infraestrutura.
A Secretaria Municipal de Infraestrutura foi a unidade orçamentária mais afetada por este corte, perdendo um total de R$ 171.320,00 que estavam previstos para ações de manutenção e serviços de terceiros, tendo o valor anulado de dotações destinadas a “Outros Serviços de Terceiros”, tanto para pessoas físicas quanto jurídicas, e redirecionado para cobrir furos orçamentários deixados por gestões ou períodos passados em outras secretarias.
Essa manobra de “despir um santo para vestir outro” revela uma administração que parece atuar de forma reativa, sacrificando a manutenção urbana e o desenvolvimento físico da cidade para sanar pendências que já deveriam estar resolvidas, evidenciando uma falha clara na previsão de gastos do município.
Além do prejuízo direto à infraestrutura, o decreto mostra que áreas vitais como Educação e Saúde também estão sendo utilizadas para girar essa roda de pagamentos atrasados.
Na Educação, foram destinados R$ 26.600,00 para dívidas antigas, enquanto na Saúde o valor ultrapassa os R$ 23.000,00 para a mesma finalidade, ressaltando que retirar recursos de subvenções sociais e serviços operacionais para pagar o passado é um sinal de alerta para a população de Itagi, pois indica que o dinheiro dos impostos de 2026 não está sendo usado para construir o futuro, mas sim para remediar erros e falta de organização financeira de exercícios que já se encerraram.
Essa política de remanejamento constante, embora amparada legalmente pela Lei 4.320/64, coloca em xeque a eficiência da atual gestão em equilibrar a máquina pública sem prejudicar a entrega de serviços à comunidade.
Vale ressaltar, que quando uma prefeitura anula verbas de iluminação pública e manutenção de prédios para pagar contas de anos anteriores, ela admite que o planejamento falhou e que o cidadão pagará o preço com uma cidade menos zelada e sendo assim, se faz necessário que os órgãos de fiscalização acompanhem de perto esses decretos, garantindo que o patrimônio de Itagi não continue sendo drenado por uma contabilidade que prioriza o passivo em detrimento do progresso real do município.
Fonte: Jornalista Mateus Oliver
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Após 3 dias de lançamento, operação da polícia na área da 55ª CIPM ainda não apresentou produção, bandidos desafiam e mais um homicídio é registrado em Ibirataia
O município de Ibirataia atravessa um dos períodos mais sangrentos de sua história recente, registrando uma sequência alarmante de assassinatos que desafia abertamente as estratégias de segurança pública do estado.
Na noite desta última quinta-feira, a execução a tiros de Reinan Santos, no bairro Robson Marques Fair, consolidou a triste estatística de três homicídios em um intervalo inferior a sete dias, mergulhando a comunidade em um estado de choque e luto permanente.
Mesmo com a cidade sob forte vigilância, os criminosos parecem ignorar a presença das autoridades, mantendo uma rotina de ataques que vitimou jovens como Wallace Almeida dos Santos e uma mulher de apenas 22 anos, além de deixar feridos em tentativas de homicídio que sobrecarregam o sistema de saúde regional.
Diante do caos instaurado, a Secretaria de Segurança Pública intensificou o patrulhamento na área da 55ª Companhia Independente da Polícia Militar, enviando inclusive o suporte de elite do Grupamento Aéreo da Polícia Militar, o GRAER.
A aeronave tem realizado voos rasantes sobre bairros estratégicos e áreas de mata, buscando localizar esconderijos de facções e monitorar a movimentação de suspeitos em tempo real, fornecendo uma visão privilegiada que as equipes de solo não possuem.
No entanto, o contraste entre o imponente aparato tecnológico nos céus e a realidade de impunidade nas ruas é gritante, visto que, após três dias do lançamento oficial desta operação de reforço, a polícia ainda não apresentou qualquer resultado prático ou prisões de envolvidos nos crimes recentes.
A ausência de respostas concretas tem gerado um clima de ceticismo e medo entre os moradores, que observam a movimentação das viaturas e do helicóptero sem que isso se traduza em uma redução imediata da letalidade criminosa.
Passadas mais de doze horas do último assassinato, nenhum suspeito foi detido, e as investigações conduzidas pela Polícia Civil seguem sem apontar a autoria ou a motivação exata desses ataques coordenados.
A infraestrutura de perícia, que conta com uma base móvel do Departamento de Polícia Técnica instalada provisoriamente em Ipiaú, trabalha incansavelmente na coleta de evidências, mas o clamor social é por ações preventivas e repressivas que impeçam a continuidade do derramamento de sangue nas praças e bairros periféricos do município.
O cenário em Ibirataia é de uma queda de braço perigosa entre o estado e o crime organizado, onde a população se vê no meio de um fogo cruzado que parece longe de um desfecho pacífico.
A transferência de feridos para o Hospital Geral Prado Valadares, em Jequié, e o encaminhamento constante de corpos ao Instituto Médico Legal reforçam a gravidade de uma crise que exige mais do que apenas presença física de policiais, mas sim um trabalho de inteligência que desarticule as lideranças criminosas.
Enquanto as forças de segurança não apresentarem capturas significativas, o ronco das turbinas do GRAER e as sirenes das viaturas servirão apenas como um lembrete sonoro de uma segurança que, na prática, ainda não conseguiu devolver a tranquilidade aos cidadãos da área de atuação da 55ª CIPM.
Fonte: Jornalista Mateus Oliver
Vereador Carlinhos Belezinha vai depor sobre desvio de patrimônio federal nesta sexta-feira em Poções
O cenário político de Manoel Vitorino aguarda com grande expectativa o depoimento do vereador Carlos José Pereira Silva, amplamente conhecido como “Carlinhos Belezinha”, marcado para ocorrer nesta sexta-feira na delegacia de Poções.
O parlamentar, que atua como principal articulador da base do prefeito Vinicius Costa na Câmara Municipal, foi convocado pela Polícia Civil para prestar esclarecimentos fundamentais sobre o esquema de desvio e adulteração de patrimônio da Codevasf desarticulado recentemente.
A investigação aponta que o vereador seria o mentor e principal beneficiário de uma fraude que envolvia o sequestro de bens da União para fins de promoção política pessoal, utilizando-se de sua influência na gestão municipal para articular a logística do crime.
A necessidade de ouvir o parlamentar nesta sexta-feira surgiu após o depoimento contundente de Adriano Fernandes dos Santos, detido em flagrante em um galpão às margens da BR-116 enquanto descaracterizava 41 caixas d’água de 5.000 litros pertencentes ao governo federal.
Adriano afirmou categoricamente às autoridades que o material era fruto de uma negociação direta com Carlinhos Belezinha e que a ordem era remover as inscrições oficiais do órgão federal para que os reservatórios fossem entregues em redutos eleitorais, como a região do Salgado, sob a roupagem de um benefício pessoal do vereador.
O flagrante das caixas sendo limpas com solvente e estopa constitui uma prova física difícil de ser rebatida, colocando o depoimento do aliado do prefeito sob extrema pressão jurídica.
Além da oitiva do vereador em Poções, a Polícia Civil aprofunda as investigações através da perícia nos aparelhos celulares apreendidos durante a operação, buscando confirmar se houve a participação de outros membros do primeiro escalão da prefeitura de Manoel Vitorino no esquema.
A gravidade da situação reside no fato de que o patrimônio da Codevasf, destinado exclusivamente ao combate à seca e ao suporte de comunidades carentes, estava sendo transformado em moeda de troca política para sustentar a base de apoio do prefeito Vinicius Costa.
O depoimento de amanhã será crucial para determinar se o vereador responderá por crimes como peculato e improbidade administrativa, o que pode resultar na perda de seu mandato e em sérias complicações para o governo municipal.
Enquanto a audiência não ocorre, a população de Manoel Vitorino cobra transparência e rigor das autoridades, visto que o desvio de recursos federais afeta diretamente o atendimento às famílias que aguardam por infraestrutura hídrica na zona rural.
A ida de Carlinhos Belezinha à delegacia representa um momento de fragilidade para o grupo político governista, que até o momento não conseguiu apresentar uma justificativa plausível para a presença de dezenas de caixas d’água federais em um galpão particular sob supervisão de seus aliados.
A nossa redação continuará acompanhando o desdobramento do depoimento nesta sexta-feira e mantém o espaço aberto para que a assessoria jurídica do vereador e do prefeito Vinicius Costa se manifestem oficialmente sobre as denúncias.
Fonte: Jornalista Mateus Oliver
Braço juvenil do Partido Liberal reaparece após um hiato de três anos de absoluta ausência nas discussões sociais do município

A cena política de Jequié assiste, com uma mistura de ceticismo e ironia, ao súbito reaparecimento do braço juvenil do Partido Liberal (PL), sob a liderança de Antonio Eduardo, após um silêncio absoluto que se arrastou por três anos.
Este retorno, ocorrido estrategicamente no início de 2026, ano de eleições gerais, levantou um debate acalorado sobre a natureza do engajamento partidário na região.
Durante o período de ausência, a juventude da legenda manteve-se alheia às principais crises e discussões que moldaram o cotidiano do município, falhando em exercer o papel de fiscalização ou de proposição de soluções para os gargalos sociais enfrentados pela população jequieense.
A principal crítica direcionada ao grupo foca na carência total de benfeitorias ou projetos consolidados pelo partido em benefício da cidade ao longo desse extenso hiato.
A percepção pública é de que o grupo negligenciou a construção de uma base sólida de trabalho contínuo, optando por uma atuação sazonal que só se manifesta quando o calendário eleitoral exige visibilidade.
Essa postura acabou transformando a movimentação em motivo de chacota nas redes sociais, onde internautas e lideranças comunitárias questionam onde estavam esses representantes enquanto a saúde, a infraestrutura e a educação de Jequié demandavam atenção e cobrança política imediata.
Para o eleitorado local, a reaparição tardia soa como uma tentativa de capitalizar o sentimento político do momento sem ter oferecido qualquer contrapartida prática em termos de serviço público ou assistência social nos anos anteriores.
A política moderna em cidades como Jequié tem demonstrado uma baixa tolerância para figuras que surgem apenas em períodos de campanha, e o PL Jovem agora enfrenta o desafio hercúleo de tentar reverter uma imagem de oportunismo.
Sem um histórico de entregas ou de participação ativa nos conselhos municipais e fóruns de debate, o discurso de renovação perde força diante da realidade de um abandono que durou quase todo o ciclo administrativo.
Fonte: Jornalista Mateus Oliver
Homem é preso pela DEAM por descumprimento de medida protetiva contra ex companheira em Jequié
A Polícia Civil da Bahia, por meio da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam/Jequié), efetuou a prisão de um homem de 35 anos, nesta quarta-feira (21), após a constatação de descumprimento de Medida Protetiva de Urgência (MPU).
O investigado violou a decisão judicial que visava garantir a segurança de sua ex-companheira, de 37 anos, em ocorrências registradas nos bairros Campo do América e Joaquim Romão.
A medida protetiva havia sido concedida anteriormente pela Justiça em razão de um histórico criminal que incluía denúncias de perseguição, injúria e tentativa de violação de domicílio praticadas pelo agressor contra a vítima.
De acordo com as informações oficiais da Polícia Civil, o suspeito apresentou-se espontaneamente na unidade policial acompanhado de seu advogado, momento em que o mandado de prisão foi formalmente cumprido pela equipe da Deam.
Após passar pelos exames legais de praxe, o homem foi encaminhado para a custódia e segue à disposição do Poder Judiciário e a ação reforça o compromisso das forças de segurança em Jequié no combate à violência doméstica e na manutenção da ordem judicial, assegurando que o desrespeito às medidas protetivas resulte em punições rigorosas para a proteção da integridade física e psicológica das mulheres.
Fonte: Jornalista Mateus Oliver
Prefeitura de Una investe um milhão de reais em Turismo, Limpeza e Serviços Públicos fortalecendo estrutura administrativa e economia do município
A gestão do prefeito Rogério Martins Borges deu mais um passo significativo para o fortalecimento da estrutura administrativa e do desenvolvimento econômico de Una, na Bahia, com a publicação do Decreto Financeiro Nº 0000028A/2025.
Através de um planejamento financeiro sólido e da eficiente gestão de recursos, o governo municipal autorizou a abertura de um crédito suplementar no valor de R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais).
Este montante, fruto de um excesso de arrecadação, demonstra a saúde financeira do município e a capacidade da atual administração em converter a arrecadação em benefícios diretos para a população, seguindo rigorosamente as atribuições legais e constitucionais.
Um dos grandes destaques do investimento é o fomento ao setor de eventos, com o repasse de R$ 230.000,00 para a Secretaria Municipal do Turismo e Desenvolvimento Econômico.
O recurso será aplicado na promoção e realização de festas tradicionais, o que movimenta o comércio local, gera empregos temporários e coloca Una em posição de destaque no cenário turístico regional.
A valorização da cultura e do lazer é uma marca da gestão Rogério Borges, que compreende o turismo como uma engrenagem essencial para a economia da cidade e para o bem-estar dos munícipes.
A Secretaria Municipal de Governo, Administração e Planejamento também recebeu um aporte expressivo de R$ 604.500,00 para otimizar os serviços prestados à comunidade.
Parte desse valor foi destinada especificamente à manutenção da limpeza pública, garantindo uma cidade mais zelada e saudável para todos os moradores.
Além disso, o investimento assegura o pagamento de vencimentos e vantagens fixas do pessoal civil e a contratação de serviços de terceiros, reforçando o compromisso do prefeito com o funcionalismo público e com a eficiência operacional da máquina administrativa.
Por fim, a Secretaria Municipal da Fazenda contou com a destinação de R$ 165.500,00 para dar continuidade à gestão equilibrada das contas públicas.
O investimento contempla tanto a folha de pagamento dos servidores do setor quanto o cumprimento de obrigações com sentenças judiciais e precatórios, reafirmando a responsabilidade fiscal e a transparência da prefeitura.
Com essas medidas, o prefeito Rogério Borges consolida um modelo de gestão que une o cuidado com as pessoas e o rigor administrativo, garantindo que Una continue avançando em diversas frentes.
Fonte: Jornalista Mateus Oliver
Vereador Carlinhos Belezinha é investigado em esquema criminoso de vendas e adulteração ilegal de caixas d’água em Manoel Vitorino
Uma operação da Polícia Civil desarticulou um esquema de desvio e adulteração de patrimônio público federal que aponta diretamente para a base política do prefeito de Manoel Vitorino, Vinicius Costa.
O jornalista Mateus Oliver teve acesso aos detalhes da investigação e no centro das apurações está o vereador Carlos José Pereira Silva, conhecido como “Carlinhos Belezinha”, principal aliado da gestão municipal na Câmara.
A ação policial descobriu um galpão às margens da BR-116 onde 41 caixas d’água de 5.000 litros cada, pertencentes à Codevasf, estavam sendo descaracterizadas com a remoção das inscrições oficiais “DOADO PELA 2ªSR CODEVASF” através do uso de solvente e estopa.
O objetivo da fraude seria ocultar a origem pública do material para que o vereador pudesse entregá-lo como se fosse um benefício pessoal ou de seu grupo político em redutos eleitorais.

Na imagem, Anivando a esquerda; Adriano ao meio e o Vereador Belezinha a direita
Durante a diligência policial, dois homens identificados como Adriano Fernandes dos Santos e seu irmão, Anivando Fernandes Santos, foram detidos e em depoimento à autoridade policial, Adriano afirmou que as caixas d’água foram fruto de uma negociação direta com o vereador Carlinhos Belezinha e que o material deveria ser transportado para a região do Salgado, na zona rural de Manoel Vitorino.
O plano consistia em apagar as marcas do órgão federal para que o nome do vereador fosse inserido nos reservatórios antes da distribuição, configurando uma tentativa clara de transformar recursos da União em moeda de troca política.
A proximidade entre Belezinha e o prefeito Vinicius Costa coloca o governo municipal sob o holofote das investigações, uma vez que o parlamentar é peça fundamental na sustentação do Executivo.
A gravidade do caso é acentuada pelo fato de o vereador já ter rebatido anteriormente informações que citavam possíveis favorecimentos ilícitos em licitações no município de Manoel Vitorino.
No entanto, o flagrante atual traz evidências físicas contundentes, como as 41 caixas d’água avaliadas em alto valor de mercado e a confissão dos envolvidos no local do crime.
A apreensão dos celulares dos suspeitos deve fornecer detalhes adicionais sobre a logística do desvio e se houve a participação de outros agentes públicos na facilitação da saída desses bens do controle da Codevasf para o galpão particular onde ocorria a descaracterização.
O uso indevido de recursos destinados ao combate à seca para fins de promoção política pessoal fere gravemente os princípios da administração pública e pode resultar em acusações de peculato e improbidade administrativa.
Enquanto as caixas d’água permanecem sob custódia devido à dificuldade de transporte do material de grande porte, a população de Manoel Vitorino aguarda os desdobramentos judiciais.
O caso evidencia a necessidade de rigor na fiscalização de bens doados por órgãos federais, garantindo que cheguem ao destino final sem serem utilizados como ferramenta de manipulação eleitoral por aliados de gestões municipais.
A nossa redação tentou contato com a assessoria do Vereador mas até o final dessa matéria não obtivemos êxito.
Fonte: Jornalista Mateus Oliver
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Segurança Pública em Irajuba e Lajedo do Tabocal Apresenta Redução em Crimes Contra o Patrimônio e Estabilidade na Violência Letal

Os dados oficiais da Secretaria de Segurança Pública da Bahia, consolidados pelo Instituto de Segurança Pública, Estatística e Pesquisa Criminal, revelam um cenário de relativa estabilidade e avanços pontuais na segurança das cidades de Irajuba e Lajedo do Tabocal durante o ano de 2025.
Ao analisar o comparativo com o ano de 2024, observa-se que ambos os municípios conseguiram manter o índice de homicídios dolosos zerado, uma marca extremamente positiva para a região da 9ª COORPIN, sediada em Jequié.
Esse resultado indica uma eficácia nas políticas de prevenção à violência extrema nessas localidades, diferenciando-as de outros municípios vizinhos que registraram variações mais acentuadas no período analisado.
No que diz respeito aos crimes contra o patrimônio, especificamente o número de roubos registrados, o município de Lajedo do Tabocal apresentou uma leve oscilação, passando de 3 ocorrências em 2024 para 4 registros em 2025, o que representa um aumento absoluto de apenas um caso.
Por outro lado, a cidade de Irajuba, que não havia registrado roubos no ano anterior, fechou o ciclo de 2025 com 3 ocorrências contabilizadas.
Apesar do surgimento desses registros, os números totais permanecem baixos em comparação com os grandes centros urbanos da região, sugerindo que o policiamento tem conseguido conter a disseminação de grandes ondas criminais nessas pequenas comunidades.
Outro ponto de destaque nas estatísticas oficiais é a ausência total de casos de feminicídio em ambos os municípios, tanto em 2024 quanto em 2025.
Enquanto cidades maiores da mesma coordenadoria enfrentaram desafios e aumentos nesse tipo específico de crime, Irajuba e Lajedo do Tabocal mantiveram seus indicadores zerados, reforçando um ambiente de maior proteção para as mulheres no âmbito doméstico e social.
Essa manutenção de taxas nulas em crimes letais e a baixa incidência de crimes patrimoniais colocam essas cidades em uma posição de destaque dentro do balanço anual da Polícia Civil, refletindo um trabalho contínuo de vigilância e monitoramento estatístico.
Dessa forma, o balanço final para Irajuba e Lajedo do Tabocal é de controle sobre os índices de criminalidade, com foco na manutenção da paz social.
A gestão da segurança pública na região da 9ª COORPIN segue monitorando esses municípios para garantir que as pequenas variações nos roubos não se tornem uma tendência crescente nos próximos anos.
A transparência dos dados divulgados permite que a sociedade acompanhe de perto a evolução da segurança em seus bairros, consolidando a importância do registro de ocorrências para o planejamento estratégico das forças policiais que atuam no interior do estado da Bahia.
Fonte: Jornalista Mateus Oliver
Fragilidade na segurança do presídio em Jequié expõe risco de fuga em massa, facilidade de comunicação e entrada de ilícitos na unidade; 19º BPM Emite Nota
O Conjunto Penal de Jequié atravessa um período de extrema vulnerabilidade devido à drástica redução do policiamento nas guaritas externas, que passou de cinco para apenas dois policiais militares por turno.
Essa diminuição de sessenta por cento no efetivo compromete a vigilância perimetral, criando pontos cegos que facilitam o arremesso de materiais proibidos e a comunicação direta entre internos e criminosos que operam fora da unidade.
Ressaltando que tal situação já é realidade desde 2022, a fragilidade nos muros permite que indivíduos externos invadam o perímetro com facilidade, fortalecendo o poder das facções dentro das celas e elevando o risco de confrontos violentos e atentados contra a vida de servidores e visitantes.
Além da entrada de ilícitos, a baixa fiscalização aponta para um risco iminente de fuga em massa, potencializado pela localização estratégica do presídio próxima às margens de um rio.
Caso consigam acessar a área externa, os detentos podem utilizar o curso d’água como rota de escape rápida para bairros populosos como Cachoeirinha e Mandacaru, dificultando qualquer tentativa de recaptura pelas forças de segurança.
A articulação prévia entre os custodiados e seus subordinados nas ruas, favorecida pela falha na guarda das muralhas, transforma a unidade em um foco de insegurança para toda a região, colocando a comunidade em estado de alerta constante diante da possibilidade de uma evasão em larga escala.
Em nota oficial enviada ao site Mateus Oliver Repórter, o 19º BPM esclareceu que o policiamento prisional é competência de unidades especializadas, mas que o batalhão atua de forma acessória em Jequié enquanto a estruturação definitiva é tratada entre a SEAP e a PMBA.
A corporação ressaltou que realiza rondas motorizadas diuturnas em todo o perímetro do complexo penal para desestimular investidas externas e garantir a ordem pública.
O comando destacou ainda que, sempre que necessário, conta com o apoio da CIPE Central e da Rondesp-MRC para resoluções específicas, embora as denúncias sobre o baixo número de homens fixos nas guaritas continuem gerando preocupação sobre a real eficácia da contenção nos muros.
Fonte: Jornalista Mateus Oliver
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MP-BA intensifica cobrança em Jequié para reverter baixos índices de alfabetização e cumprir metas do PNE
O município de Jequié, localizado no sudoeste baiano, tornou-se um dos pontos centrais da fiscalização do Ministério Público da Bahia (MP-BA) em virtude dos desafios estruturais e pedagógicos que impedem o avanço da alfabetização na idade certa.
A cidade integra o grupo estratégico dos 18 maiores municípios do estado que estão sob monitoramento rigoroso para garantir a implementação efetiva do Plano Nacional de Educação (PNE).
A atuação do órgão no município busca enfrentar a realidade alarmante revelada por indicadores nacionais, que apontam uma defasagem crítica no aprendizado de crianças do 2º ano do ensino fundamental, exigindo da gestão municipal uma resposta imediata e coordenada.
Em Jequié, o Ministério Público tem focado na análise do Plano Municipal de Educação e na adesão compulsória a programas de recomposição de aprendizagem, como o Programa Bahia Alfabetizada.
As autoridades locais estão sendo cobradas a apresentar relatórios detalhados sobre a carga horária mínima anual e as estratégias de formação de professores, visando atingir a meta de alfabetizar pelo menos 80% dos estudantes até 2030.
A promotoria destaca que a omissão estatal na base educacional compromete o exercício da cidadania futura, tornando essencial que o município apresente cronogramas claros para a recuperação dos índices de leitura e escrita.
Além das questões pedagógicas, o monitoramento em Jequié abrange a infraestrutura das unidades escolares e a proteção integral de crianças e adolescentes. Recentemente, o MP-BA promoveu seminários e ações na cidade para discutir não apenas o desempenho acadêmico, mas também o bem-estar dos alunos e a segurança no ambiente escolar, inclusive no contexto digital.
A pressão institucional visa assegurar que os recursos destinados à educação sejam aplicados de forma a transformar a realidade das salas de aula, retirando Jequié das zonas de estagnação e alinhando o ensino público às exigências de qualidade estabelecidas pela legislação federal.
A estratégia adotada pelo MP-BA prevê que, caso as recomendações não sejam seguidas integralmente pela prefeitura, medidas judiciais como ações civis públicas possam ser ajuizadas para garantir o direito constitucional à educação.
O órgão reforça que o tempo para a alfabetização é curto e que cada ano letivo sem evolução representa uma perda irreparável para milhares de jovens cidadãos de Jequié.
A expectativa é que o fortalecimento da parceria com a União dos Municípios da Bahia (UPB) e o acompanhamento sistemático dos dados de proficiência resultem em uma mudança efetiva no cenário educacional da “Cidade Sol” nos próximos meses.
Fonte: Jornalista Mateus Oliver
Ibirataia: Prefeito Sandro Futuca prestigia reinauguração do Fórum e inauguração do CEJUSC
O prefeito de Ibirataia, Sandro Futuca, participou nesta terça-feira (20) da reinauguração do Fórum Desembargador Geminiano José da Conceição e da inauguração do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (CEJUSC) da Comarca. O evento contou com a presença do secretariado municipal e da equipe de governo, reforçando a parceria entre o Executivo e o Judiciário. A cerimônia foi conduzida pela presidente do TJ-BA, desembargadora Cynthia Maria Pina Resende.
O prefeito Sandro Futuca destacou a importância das melhorias no fórum e da criação do CEJUSC. “Ampliar o acesso à conciliação é oferecer mais cidadania e justiça para nossa população”, afirmou o gestor.
A inauguração do CEJUSC passa a oferecer atendimento especializado, promovendo a resolução de conflitos de forma mais rápida e acessível para a população do município e da região. A reinauguração reforça o compromisso do Tribunal de Justiça da Bahia e da Prefeitura de Ibirataia com a transparência, eficiência e cidadania, garantindo que os serviços do Judiciário estejam mais próximos da comunidade.
DRFR de Jequié, sob o Comando do Delegado Ivan Lessa, Alcança Redução Histórica de 33,7% nos Roubos em 2025
A Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) de Jequié, sob a liderança do Delegado de Polícia Civil Dr. Ivan Lessa, consolidou-se como a principal força responsável pela expressiva melhoria nos índices de segurança patrimonial na cidade ao longo de 2025.
O trabalho investigativo focado e as operações coordenadas pela unidade especializada foram determinantes para que Jequié registrasse uma queda histórica no número de roubos, que despencaram de 282 ocorrências em 2024 para apenas 187 no encerramento de 2025. Essa redução robusta de 33,7% demonstra a eficácia das estratégias adotadas pela equipe da DRFR no combate direto aos grupos criminosos que atuam no polo regional, retirando de circulação indivíduos envolvidos em assaltos e desarticulando redes de receptação.
O desempenho da DRFR em Jequié foi o grande diferencial para que a média de toda a 9ª COORPIN apresentasse um recuo significativo, uma vez que a unidade especializada conseguiu evitar, sozinha, 95 ocorrências de roubo em comparação ao ano anterior.
Enquanto a região como um todo registrou uma queda de 23% nos crimes patrimoniais, os índices alcançados em Jequié superaram a média regional, evidenciando que a presença de uma delegacia dedicada exclusivamente a furtos e roubos é vital para a proteção da economia local e do cidadão.
O empenho da equipe tem garantido resultados superiores aos de cidades vizinhas que não contam com o mesmo suporte especializado e que viram seus índices de roubo aumentarem ou permanecerem estagnados no mesmo período.
Além da repressão qualificada, a DRFR tem priorizado a inteligência policial e o mapeamento das áreas de maior incidência criminal na “Cidade Sol”, o que foi crucial para que através das suas investigações parte dos crimes ser elucidados e os indivíduos presos diante dos mais diversos pedidos de prisões deferidos pelo poder judiciário atendendo aos pedidos da especializada.
Esse planejamento estratégico permitiu que Jequié se destacasse como o município com a maior redução nominal de roubos em toda a jurisdição da coordenadoria regional, passando de uma realidade de alta insegurança para um cenário de maior controle sobre o patrimônio público e privado.
A atuação da delegacia especializada tem gerado um impacto direto na confiança do setor comercial e da população, que percebe uma resposta mais célere e eficiente na recuperação de bens e na elucidação de crimes que antes ficavam impunes por falta de uma unidade focada nessas modalidades específicas.
Para o ciclo de 2026, a DRFR projeta intensificar as operações em bairros periféricos e fortalecer a integração com outras forças de segurança para converter os ganhos atuais em uma tendência de queda ainda mais agressiva.
A unidade deve ampliar o uso de ferramentas tecnológicas de rastreio e monitoramento para sufocar as cadeias de comercialização de produtos roubados.
O sucesso estatístico de 2025 serve como um atestado da competência técnica da Delegacia de Furtos e Roubos de Jequié, reforçando o compromisso da Polícia Civil em garantir que a cidade continue apresentando indicadores de segurança que sirvam de referência para todo o interior da Bahia.
Fonte: Jornalista Mateus Oliver
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Facções emitem toque de recolher e disputa entre PCC e CV acirra em Ipiaú
O município de Ipiaú, localizado no sul da Bahia, vive dias de extrema apreensão após uma sequência de episódios violentos que culminaram em sete execuções apenas no último final de semana.
A tensão escalou drasticamente nas últimas horas com a disseminação de mensagens em redes sociais e aplicativos de conversa, supostamente emitidas pela facção Bonde do Maluco (BDM), impondo um “toque de recolher” rigoroso à população.
O comunicado clandestino orienta que moradores não circulem pelas ruas, evidenciando uma tentativa das organizações criminosas de exercer controle social em meio ao vácuo de segurança sentido pela comunidade local diante da barbárie recente.
A inteligência do setor de segurança aponta que o pano de fundo para essa crise humanitária e policial é o acirramento da disputa territorial entre duas das maiores organizações criminosas do país.
O Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV). Ipiaú, que historicamente possuía áreas sob influência de aliados do grupo paulista, agora enfrenta uma ofensiva agressiva da facção de origem carioca, que busca expandir seus pontos de venda de entorpecentes e rotas logísticas na região.
O rompimento de uma trégua que mantinha os índices de letalidade relativamente controlados há cerca de um ano transformou a cidade em um palco de guerra aberta, onde desentendimentos internos e ambições de poder ditam o ritmo da violência.
Mesmo com a chegada estratégica de reforços da Polícia Militar e o aumento do patrulhamento ostensivo, o sentimento de insegurança permanece latente entre os cidadãos, que temem ficar no fogo cruzado entre os grupos rivais.
As mensagens de ameaça surgiram justamente como um desafio à autoridade do Estado, buscando demonstrar que as ordens do crime organizado ainda possuem alcance e poder de intimidação sobre a rotina de trabalho e lazer da população.
Até o momento, as cúpulas da Polícia Civil e da Polícia Militar não emitiram notas oficiais detalhando o progresso das investigações sobre o conteúdo dessas mensagens ou sobre a identificação dos executores dos crimes registrados no fim de semana.
O impacto socioeconômico dessa disputa já é visível em Ipiaú, com o fechamento antecipado de comércios e a suspensão de eventos comunitários por receio de novos ataques.
A expectativa agora gira em torno de uma resposta mais contundente das autoridades estaduais, que prometeram intensificar as operações especiais para desarticular as células das facções envolvidas nos confrontos.
Enquanto o policiamento é reforçado, a população aguarda o restabelecimento da ordem pública para que o direito de ir e vir seja devolvido aos moradores, que hoje se encontram reféns de uma guerra de facções que ignora os limites da lei e da vida humana.
Fonte: Jornalista Mateus Oliver
Jaguaquara Mantém Estabilidade em Homicídios e Registra Queda de 18,4% nos Roubos em 2025
O município de Jaguaquara consolidou um cenário de controle e redução em importantes indicadores de criminalidade ao longo do ano de 2025, conforme apontam os dados oficiais da 9ª COORPIN.
O maior destaque positivo para a segurança pública local foi a redução expressiva nos crimes contra o patrimônio, que apresentaram um recuo de 18,4% nas ocorrências de roubo.
O número de registros caiu de 38 em 2024 para 31 em 2025, refletindo o sucesso das estratégias de patrulhamento urbano e rural, além de uma presença mais ostensiva das forças policiais em áreas comerciais estratégicas da maior cidade do Vale do Jiquiriçá.
No que se refere aos crimes violentos letais intencionais, Jaguaquara demonstrou uma estabilidade rigorosa nos índices de homicídio doloso, mantendo o total de 23 vítimas em ambos os anos comparados.
Embora a manutenção desse número represente o desafio contínuo de reduzir a letalidade, o resultado é visto com cautela positiva pelas autoridades, especialmente quando comparado à explosão de violência registrada em municípios vizinhos.
Essa contenção é fruto de operações direcionadas ao combate ao tráfico de drogas e à desarticulação de grupos criminosos que tentam expandir sua atuação na região, mas que encontram resistência nas ações de inteligência policial.
Outro indicador fundamental que reforça o balanço de segurança do município é a manutenção do índice zero de feminicídios pelo segundo ano consecutivo.
Nem em 2024, nem em 2025, houve o registro de mortes de mulheres motivadas por questões de gênero em Jaguaquara, o que destaca a eficácia das políticas locais de prevenção à violência doméstica e o fortalecimento das redes de apoio.
Esse dado coloca o município em uma posição de destaque regional, servindo de modelo para cidades vizinhas que ainda lutam para conter a escalada da violência contra a mulher e garantir a preservação da vida dentro do ambiente familiar.
As metas para 2026 envolvem a intensificação do uso de tecnologias de monitoramento para converter a estabilidade dos homicídios em uma queda real e consolidada.
O governo estadual e as forças de segurança locais pretendem manter o reforço do efetivo e a integração entre as polícias Civil e Militar para sufocar as atividades ilícitas nos bairros periféricos.
Com a redução dos roubos já alcançada, o foco agora se volta para a redução dos furtos e para a manutenção da paz social, garantindo que Jaguaquara continue sendo um polo regional seguro para o comércio e para a convivência harmônica de seus cidadãos.
Fonte: Jornalista Mateus Oliver
Exclusivo: Ipiaú registra aumento de assassinatos em 200% no ano de 2025 comparado a 2024
O município de Ipiaú encerrou o ano de 2025 com uma estatística alarmante que coloca as autoridades de segurança pública em estado de alerta máximo.
De acordo com os dados oficiais da Secretaria de Segurança Pública da Bahia, através da 9ª COORPIN, fornecidos ao Jornalista Mateus Oliver com exclusividade, a cidade registrou um crescimento vertiginoso de 200% no número de vítimas de homicídio doloso em comparação ao ano anterior.
Enquanto em 2024 foram contabilizadas 11 mortes violentas, o balanço consolidado de 2025 revela que esse número saltou para 33 vítimas, evidenciando uma escalada da violência que rompe com a relativa estabilidade que vinha sendo observada em períodos anteriores no médio Rio das Contas.
Este aumento drástico na letalidade urbana em Ipiaú destoa do comportamento de outras cidades da região, como a própria sede da coordenadoria, Jequié, que conseguiu manter seus índices estáveis.
A análise dos números sugere que o município se tornou um ponto focal de conflitos, possivelmente ligados à disputa territorial entre grupos criminosos, o que elevou drasticamente o risco para a população local.
Além das perdas de vidas em confrontos e execuções, a cidade também registrou o surgimento de casos de feminicídio, com uma ocorrência confirmada em 2025, o que antes não havia sido registrado no balanço de 2024, agravando ainda mais o quadro social da violência de gênero.
No que tange aos crimes contra o patrimônio, Ipiaú também apresentou uma variação negativa, embora menos acentuada do que nos crimes contra a vida.
O número de roubos registrados subiu de 20 para 22 casos, representando um aumento de 10% nas ocorrências. Esse dado indica que, somado ao medo gerado pelos assassinatos, a insegurança cotidiana também avançou sobre os cidadãos e comerciantes, desafiando as estratégias de policiamento preventivo.
A pressão sobre as forças de segurança tem sido constante, exigindo uma reestruturação das operações e um maior investimento em inteligência para frear essa tendência de alta que marcou o último ano no município.
Diante deste cenário de crise, a comunidade ipiauense aguarda por respostas mais efetivas e por uma presença mais ostensiva das forças policiais nas áreas consideradas de maior risco.
O governo estadual tem sido cobrado para implementar medidas que vão além da repressão, focando também na prevenção social para evitar que os índices de 2026 repitam a tragédia estatística observada no último ciclo.
O desafio será desarticular as cadeias da criminalidade violenta que impulsionaram esses 200% de aumento e devolver a tranquilidade histórica de uma das cidades mais importantes do interior baiano, garantindo que a segurança pública deixe de ser uma estatística de medo.
Fonte: Jornalista Mateus Oliver
Indicadores de Segurança na Região de Jequié Apresentam Queda em Roubos e Alerta para Crimes Contra a Vida em 2025
Os dados estatísticos consolidados pela Secretaria de Segurança Pública da Bahia, através da 9ª COORPIN em Jequié, revelam um cenário de contrastes na segurança pública regional durante o fechamento do período de 2025 em comparação ao ano anterior.
O levantamento obtido com exclusividade pelo Jornalista Mateus Oliver junto a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) detalha uma redução expressiva no número de roubos registrados, que apresentaram uma queda de 23% no total geral de ocorrências, passando de 404 casos em 2024 para 311 em 2025.
Jequié, o principal centro urbano da região, foi o grande motor dessa redução ao diminuir o número de registros de 282 para 187, o que representa um recuo de 33,7% nesse tipo de delito, sinalizando uma maior eficácia no policiamento ostensivo e em ações de repressão a crimes patrimoniais na zona urbana.
Entretanto, se os números de crimes contra o patrimônio mostram um recuo favorável, os indicadores de crimes violentos letais intencionais acendem um sinal de alerta para as autoridades e para a sociedade civil organizada.
O número total de vítimas de homicídio doloso na região teve um leve incremento de 1,2%, saltando de 170 para 172 vítimas no acumulado do ano, com destaque negativo para o município de Ipiaú, onde as mortes violentas subiram drasticamente de 11 para 33 ocorrências, um aumento alarmante de 200%.
Em contrapartida, cidades como Dário Meira e Itaquara conseguiram reduzir significativamente seus índices de letalidade, demonstrando que a mancha criminal tem se deslocado entre os municípios que compõem a área de atuação da coordenadoria regional.
Outro ponto que exige atenção imediata e políticas públicas integradas é o aumento nos casos de feminicídio na região da 9ª COORPIN, que dobrou no último ano.
Enquanto em 2024 foram registradas duas vítimas dessa natureza, o ano de 2025 fechou com quatro mulheres assassinadas em razão do gênero, sendo três desses casos concentrados no município de Jequié e um em Ipiaú.
Embora os números absolutos pareçam baixos em relação aos homicídios gerais, o crescimento percentual de 100% revela a urgência em fortalecer as redes de proteção à mulher e os mecanismos de denúncia, visando interromper o ciclo de violência doméstica antes que ele atinja o desfecho fatal registrado nestas estatísticas.
Os dados finais do Instituto de Segurança Pública mostram que, apesar de cidades como Lafaiete Coutinho e Santa Inês terem zerado seus índices de homicídios no último período, a estabilidade de Jequié — que manteve o número de 84 mortes em ambos os anos — mantém a pressão sobre as forças policiais.
O desafio para o próximo ciclo será equilibrar o sucesso obtido no combate aos roubos com novas estratégias para conter o avanço dos crimes contra a vida em cidades periféricas ao polo regional.
A análise detalhada desses números serve como base fundamental para o planejamento das operações de segurança e para a implementação de novos projetos sociais que possam mitigar a violência nos municípios mais afetados.
Fonte: Jornalista Mateus Oliver









