:: 8/mar/2026 . 12:47
Ibirataia: Vereador Charles Mosquito celebra dia da mulher após desrespeito à classe feminina na política local
O vereador Charles Mosquito, de Ibirataia, protagonizou um episódio de profunda incoerência política ao utilizar suas redes sociais para celebrar o Dia Internacional da Mulher, ignorando seu próprio histórico de desrespeito à classe feminina no cenário local.
A publicação, que carrega um tom de admiração e reconhecimento, soa extremamente vazia diante do fato de que o parlamentar foi apontado como beneficiário direto de fraudes na cota de gênero durante o processo eleitoral que o conduziu ao cargo.
Para a opinião pública regional, essa tentativa de se aproximar do eleitorado feminino através de palavras gentis não apaga a mancha de ter participado de um esquema que, na prática, silencia a voz das mulheres na política e retira delas o direito legítimo de representatividade efetiva.
A postura do parlamentar é vista como uma afronta direta ao verdadeiro empoderamento feminino, uma vez que a fraude em cotas de gênero é uma estratégia deliberada para burlar a legislação e impedir que candidaturas femininas reais recebam o investimento e o espaço de poder necessários.
Ao celebrar a “força e a coragem” das mulheres no ambiente virtual enquanto sustenta um mandato erguido sobre o descumprimento de mecanismos essenciais de inclusão, Charles Mosquito demonstra uma desconexão preocupante entre o seu discurso público e a sua ética política cotidiana.
A atitude foi recebida por diversos setores da sociedade civil como um gesto de puro oportunismo, evidenciando que o respeito pregado em datas comemorativas parece não se aplicar às suas ações práticas dentro da Câmara Municipal de Ibirataia.
Este cenário de contradição reforça o descrédito de lideranças que utilizam causas sociais sensíveis apenas como uma fachada para a autopromoção, sem demonstrar qualquer compromisso real com a justiça e a igualdade de direitos.
Em uma cidade que clama por transparência e renovação, a celebração feita pelo vereador acaba servindo como um lembrete amargo de como certas estruturas de poder ainda tentam manipular símbolos femininos para camuflar condutas que agridem diretamente a democracia.
O episódio serve para alertar a população sobre a necessidade urgente de cobrar coerência daqueles que, eleitos sob suspeita de fraudar direitos fundamentais, agora tentam se vestir com a roupagem de defensores da causa das mulheres para ganhar simpatia pública.
Fonte: Jornalista Mateus Oliver
Deputado afirma que a perseguição política está no DNA de ACM Neto
O deputado estadual Marcelino Galo (PT) reage a mais uma tentativa da oposição de distorcer os fatos para atacar o governo do estado. “Um procedimento administrativo da Polícia Militar da Bahia (PM-BA) foi transformado em perseguição na boca inescrupulosa do ex-prefeito ACM Neto”.
Galo informa que a PM esclareceu que a “exoneração do tenente-coronel André Luís Teodósio Presa de função administrativa ocorreu no âmbito de uma reorganização interna decorrente da mudança na direção do órgão ao qual o oficial estava vinculado”.
“Não foi um ato isolado de perseguição como fez crê o blogueirinho em mais uma postagem irresponsável nas redes sociais para ferir a imagem do governo”. Para o parlamentar petista, na condição de ex-gestor da capital, ACM Neto deve saber que é praxe na administração pública, alterações na estrutura de gestão que implicam reformulações nas equipes.
“Mas ele preferiu o cinismo que lhe é peculiar e apostou na fake news. Fechou os olhos para as centenas de outras movimentações administrativas da PM publicadas no Diário Oficial para afirmar que a bicentenária instituição militar fora motivada por interesse político, quando tratou-se exclusivamente de ajuste administrativo”.
O deputado Marcelino Galo assinala que o histórico de perseguição está no DNA de ACM Neto. “Uma das marcas principais da trajetória política do avô dele, o velho ACM, sempre foi a perseguição aos adversários. Foram os governos do PT que mudaram esta forma anti-democrática de governar. Não queira reescrever a história, ACM Neto!”
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