Vereadora Mônica Souza Defende a Criminalização da Misoginia como Escudo de Proteção às Mulheres no Brasil
A vereadora Mônica Souza reafirmou seu compromisso com a segurança e a dignidade feminina ao defender publicamente a necessidade urgente de criminalizar a misoginia no Brasil.
Para a parlamentar, o enfrentamento ao ódio direcionado às mulheres não é apenas uma questão de justiça, mas uma medida vital de proteção que visa interromper o ciclo de violência antes que ele atinja níveis irreversíveis.
Mônica argumenta que a legislação deve atuar na raiz do problema, combatendo o preconceito e o desprezo que servem de combustível para agressões físicas e psicológicas no cotidiano da sociedade.
O posicionamento da vereadora é sustentado por estatísticas alarmantes que revelam a gravidade da violência de gênero no Brasil, com reflexos diretos em todas as regiões.
De acordo com dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o país registrou 1.568 vítimas de feminicídio em 2025, um número que expõe a fragilidade das garantias atuais e a necessidade de leis mais rigorosas.
Ao trazer esses dados para o debate público em Ipiaú, a vereadora busca sensibilizar a comunidade e o poder legislativo sobre a importância de políticas públicas que não apenas punam o crime cometido, mas que atuem preventivamente contra o discurso de ódio.
Além dos crimes de morte, a preocupação da vereadora estende-se à alarmante realidade da violência sexual que atinge crianças e adolescentes do sexo feminino, com registros que chegam a 14,4 mil casos no país.
A parlamentar destaca ainda o dado estarrecedor de 15 estupros coletivos ocorridos por dia, o que configura um cenário de barbárie que não pode ser ignorado ou minimizado por autoridades locais.
Para Mônica Souza, tentar deslegitimar a pauta da criminalização da misoginia é fechar os olhos para uma realidade que salva vidas e que exige uma postura firme de quem ocupa cargos de representação popular.
A iniciativa da vereadora visa, sobretudo, combater a naturalização do ódio e da violência contra a mulher, que muitas vezes começa em ataques verbais e comportamentos discriminatórios aceitos socialmente.
Ao propor que a misoginia seja tratada com o rigor da lei, Mônica Souza busca garantir que as mulheres de Ipiaú bem como de todo o país possam viver com mais liberdade e segurança, sem o medo constante da agressão motivada pelo simples fato de serem mulheres.
A pauta segue como uma das prioridades de seu mandato, reforçando a ideia de que proteger a mulher é, fundamentalmente, proteger a base da própria estrutura social e familiar.
Fonte: Jornalista Mateus Oliver










