A campanha de vacinação contra a gripe influenza segue em andamento no município de Ipiaú até o próximo dia 31 deste mês, com o objetivo de imunizar o maior número de pessoas e reduzir complicações, internações e mortes provocadas pela doença, especialmente neste período de maior circulação de vírus respiratórios.

Com esse propósito, a Prefeitura Municipal tem reforçado as ações e intensificado a convocação da população para comparecer às unidades de saúde e receber o imunizante, considerado fundamental na prevenção.

A campanha teve início no dia 23 de março e, até o momento, cerca de 2.000 pessoas de um público-alvo estimado em 11.337 foram vacinadas, o que representa pouco mais de 19,23% da cobertura desejada.

A vacina influenza trivalente integra o Calendário Nacional de Vacinação e é recomendada para crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos com 60 anos ou mais e gestantes. Além desses públicos, a imunização também é ofertada como estratégia especial para outros grupos prioritários.

Para crianças de 6 meses a 6 anos, o esquema vacinal varia conforme o histórico: aquelas já vacinadas anteriormente recebem apenas uma dose, enquanto as não vacinadas devem receber duas doses, com intervalo mínimo de quatro semanas entre elas.

A proteção contra a influenza é realizada anualmente para acompanhar as novas cepas do vírus em circulação. A cada campanha, vacinas atualizadas são disponibilizadas, reforçando a importância da imunização periódica para garantir maior eficácia.

A aplicação pode ocorrer de forma simultânea a outras vacinas do calendário nacional, como a da Covid-19.

Dados preliminares do Ministério da Saúde referentes a 2026 apontam aumento na circulação de vírus respiratórios no país. Até 14 de março, foram notificados 14,3 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), com cerca de 840 óbitos, sendo que a influenza corresponde a 28,1% dos casos graves identificados.

Idosos, crianças menores de 6 anos, gestantes e pessoas com comorbidades apresentam maior risco de complicações, internações e óbito, o que reforça a necessidade de priorizar esses grupos e ampliar a cobertura vacinal.

Vacinar é, com certeza, o melhor remédio.

fonte: jornalista Mateus Oliver