Dois homens suspeitos de aplicar golpes por meio da venda de falsos planos odontológicos foram detidos pela Polícia Militar no município de Tanhaçu, no sudoeste da Bahia, após vítimas denunciarem que haviam realizado pagamentos acreditando estar contratando um serviço regular.

De acordo com informações do 24º Batalhão de Polícia Militar, os suspeitos abordavam moradores e ofereciam um suposto plano odontológico utilizando um nome fantasia que não correspondia a uma empresa ou serviço devidamente reconhecido, durante as negociações, as vítimas recebiam promessas de atendimento e benefícios que posteriormente levantaram dúvidas sobre a autenticidade da proposta.

Acreditando inicialmente na regularidade do serviço oferecido, diversas pessoas chegaram a efetuar pagamentos aos vendedores, porém, após desconfiarem das informações apresentadas e das condições prometidas, decidiram procurar as autoridades e relatar o possível esquema fraudulento.

Com base nas denúncias, equipes da Polícia Militar iniciaram buscas e localizaram os suspeitos no bairro Jurema, durante a abordagem, um terceiro homem que acompanhava a dupla também foi flagrado portando uma porção de maconha.

No local da intervenção policial, as vítimas reconheceram os dois homens como responsáveis pelas negociações e pela oferta dos supostos planos odontológicos, reforçando as suspeitas de que os pagamentos teriam sido obtidos mediante informações falsas.

Os dois suspeitos de envolvimento no golpe foram encaminhados à delegacia para a adoção das medidas legais cabíveis, o terceiro homem, encontrado com a porção de maconha, também foi conduzido à unidade policial.

A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar a participação de cada um dos envolvidos, identificar a extensão do possível esquema e verificar se outras pessoas também foram vítimas em Tanhaçu ou em outros municípios do sudoeste baiano.

As investigações deverão analisar documentos, comprovantes de pagamentos, mensagens, materiais utilizados nas abordagens e demais elementos relacionados às negociações realizadas pelos suspeitos.

Fonte: jornalista Mateus Oliver