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:: 11/jul/2026 . 11:26

Rui Costa prevê vitória expressiva de Jerônimo em Jequié e diz que oposição não tem entregas no município

O ex-ministro da Casa Civil e pré-candidato ao Senado, Rui Costa, afirmou neste sábado, 11 de julho, em Vitória da Conquista, que acredita em uma vitória expressiva do governador Jerônimo Rodrigues em Jequié nas eleições deste ano, avaliação que, segundo ele, foi reforçada pela grande mobilização registrada durante o Programa de Governo Participativo realizado no município na última quinta-feira, 9 de julho.

A plenária do PGP reuniu cerca de 10 mil pessoas, além da maioria dos prefeitos e de importantes lideranças políticas das regiões do Vale do Jiquiriçá e do Médio Rio de Contas, consolidando o encontro como uma das maiores demonstrações de força política do grupo governista no interior da Bahia durante o período de pré-campanha.

Rui Costa destacou que Jequié já apresentou um resultado expressivo para Jerônimo Rodrigues nas eleições de 2022 e afirmou que o ambiente político percebido atualmente na cidade indica a possibilidade de repetição e até ampliação dessa vantagem.

“Eu não tenho dúvida disso. Nós ganhamos em 2022, quando Jerônimo foi candidato pela primeira vez. Das cidades grandes, foi onde a gente teve uma vitória muito bonita, expressiva, e eu não tenho dúvida que nós vamos ganhar novamente, e o PGP de lá demonstrou essa força”, declarou Rui durante entrevista à imprensa em Vitória da Conquista, onde foi realizada a plenária do território do Sudoeste Baiano.

Segundo o ex-ministro, a presença popular registrada no encontro de Jequié demonstrou não apenas a capacidade de mobilização política do grupo, mas também o reconhecimento da população às ações e investimentos realizados pelos governos estadual e federal ao longo dos últimos anos.

Rui afirmou que percorreu as ruas de Jequié, conversou com moradores e percebeu um sentimento favorável à reeleição de Jerônimo Rodrigues, que, na avaliação dele, está diretamente relacionado às entregas feitas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pelo atual governador e pelas gestões anteriores dele próprio e do ex-governador Jaques Wagner.

“Eu andei pelas ruas de Jequié, conversando com as pessoas, e eu acho que é um sentimento forte de dar uma vitória expressiva a Jerônimo, até porque nós temos entrega, temos trabalho, temos cuidado com as pessoas”, afirmou.

Ao fazer uma comparação entre os principais grupos políticos que deverão disputar o Governo da Bahia, Rui Costa direcionou críticas à oposição e afirmou que o adversário não possui realizações relevantes para apresentar à população de Jequié.

“O outro lá não fez nada, não fez nada para Jequié. Portanto, o povo vai comparar. Na minha opinião, vai dar uma vitória expressiva a Jerônimo”, declarou.

A avaliação de Rui Costa ocorre em meio ao avanço das articulações políticas para as eleições de 2026 e reforça a importância estratégica de Jequié no cenário estadual, tanto pelo tamanho do eleitorado quanto pela influência exercida pelo município sobre cidades do Médio Rio de Contas, do Vale do Jiquiriçá e de outras áreas do interior baiano.

Durante o PGP realizado em Jequié, representantes de diversos municípios apresentaram propostas, reivindicações e demandas consideradas prioritárias para o desenvolvimento regional, enquanto o governador Jerônimo Rodrigues destacou obras, investimentos e ações em áreas como infraestrutura, mobilidade urbana, saúde, educação, segurança pública e geração de emprego e renda.

A grande presença de prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, deputados, lideranças comunitárias e representantes de movimentos sociais foi interpretada pelo grupo governista como uma demonstração de unidade e fortalecimento da base política de Jerônimo Rodrigues na região.

Com a proximidade do período eleitoral, as plenárias do Programa de Governo Participativo seguem sendo utilizadas como espaço de mobilização, escuta da população e construção das propostas que deverão integrar o plano de governo de Jerônimo Rodrigues para a disputa deste ano.

Fonte: jornalista Mateus Oliver

Após apontar falhas nas contas da Educação, Conselho do Fundeb desrespeita Lei da Transparência e rombo pode ultrapassar milhões em Itapitanga

A aprovação com ressalvas das prestações de contas do Fundeb de Itapitanga referentes aos exercícios financeiros de 2023, 2024 e 2025 levantou dúvidas sobre a aplicação de milhões de reais destinados à Educação municipal, principalmente porque o Conselho Municipal de Acompanhamento e Controle Social do Fundeb, CACS/Fundeb, reconheceu a existência de falhas ou pendências nos três períodos analisados, mas não informou publicamente quais foram os problemas encontrados, quais valores estariam envolvidos e se as situações identificadas podem ter causado prejuízos aos cofres públicos.

Os pareceres foram publicados no Diário Oficial do Município de Itapitanga, na edição de quarta-feira, 8 de julho, juntamente com outros atos administrativos da Prefeitura Municipal, incluindo o calendário letivo de 2026 da rede pública de ensino, os documentos registram que os integrantes do CACS/Fundeb se reuniram em sessões extraordinárias para analisar as prestações de contas e os documentos comprobatórios apresentados pela administração municipal.

Nos pareceres referentes aos exercícios de 2023 e 2024, o Conselho informou que emitiu manifestação favorável e aprovou as contas com ressalvas, registrando que elas estavam em conformidade com as normas legais e atendiam às exigências relativas à execução financeira, entretanto, a publicação não explicou quais situações motivaram as ressalvas, criando uma aparente contradição entre a afirmação de regularidade e a existência de observações feitas pelo próprio órgão fiscalizador.

Já no parecer referente ao exercício de 2025, a situação ganhou maior gravidade, uma vez que o Conselho aprovou as contas com ressalvas e registrou expressamente que elas não estavam em total conformidade com as normas legais, embora atendessem às exigências relativas à execução financeira, mesmo diante dessa conclusão, o documento publicado não informou quais normas deixaram de ser cumpridas, quais despesas foram questionadas, quais documentos apresentaram problemas ou quais providências foram recomendadas à gestão municipal.

Os pareceres divulgados também não esclarecem se houve pagamentos sem comprovação adequada, inconsistências contábeis, despesas executadas fora das finalidades do Fundeb, descumprimento de percentuais obrigatórios, ausência de documentos, falhas na remuneração dos profissionais da Educação ou qualquer outra situação capaz de justificar a aprovação com ressalvas durante três exercícios financeiros consecutivos.

Como as prestações de contas abrangem três anos de movimentação dos recursos do Fundeb, qualquer irregularidade ou despesa eventualmente questionada pode alcançar valores elevados, possivelmente superiores a milhões de reais, no entanto, a inexistência de detalhamento nos pareceres e a ausência dos documentos utilizados pelo Conselho impedem que a sociedade saiba se houve apenas falhas administrativas ou se as ressalvas podem estar relacionadas a prejuízo financeiro de maior proporção.

A expressão “rombo pode ultrapassar milhões” é apresentada como uma possibilidade ainda não comprovada, levantada diante do volume de recursos públicos analisados, da aprovação com ressalvas em três exercícios consecutivos e da falta de informações sobre os valores, despesas e documentos questionados pelo Conselho, até o momento, não foi divulgada auditoria, decisão judicial ou manifestação de órgão de controle que confirme desvio ou determine o montante de eventual prejuízo.

Diante da falta de informações nos pareceres, o Portal Mateus Oliver Repórter encaminhou, no dia 9 de julho de 2026, o Ofício nº 011/2026 à Prefeitura Municipal, à Secretaria Municipal de Educação e ao CACS/Fundeb, solicitando esclarecimentos oficiais sobre os fundamentos das ressalvas e a disponibilização integral dos documentos utilizados durante a análise das contas dos exercícios de 2023, 2024 e 2025.

No documento, foram solicitadas informações sobre os motivos específicos das ressalvas em cada exercício, os itens questionados pelos conselheiros, os documentos comprobatórios analisados, possíveis ausências, atrasos ou inconsistências na documentação apresentada pela gestão, as normas legais que não foram integralmente cumpridas e as providências adotadas ou recomendadas para a correção das falhas.

O portal também solicitou cópias integrais dos pareceres, das atas das reuniões extraordinárias, dos relatórios técnicos, dos documentos de acompanhamento, das recomendações encaminhadas à Secretaria Municipal de Educação, das manifestações apresentadas pela gestão e dos demais elementos utilizados na análise, além de informações sobre como ocorreu a votação entre os conselheiros.

Em resposta, a Ouvidoria Geral do Município de Itapitanga informou que o CACS/Fundeb é um órgão colegiado de controle social dotado de autonomia e independência no exercício de suas atribuições, não integrando a estrutura hierárquica da Administração Municipal para fins de deliberação sobre seus atos, pareceres e manifestações.

Segundo a Prefeitura, as motivações, os fundamentos, os documentos analisados, as atas das reuniões, os relatórios técnicos e os demais elementos que embasaram os pareceres são de competência do próprio Conselho, razão pela qual o Poder Executivo declarou não possuir atribuição legal para interpretar, complementar ou prestar esclarecimentos em nome do colegiado.

A administração municipal orientou que a solicitação fosse encaminhada diretamente ao CACS/Fundeb e indicou uma página específica do Conselho no Portal da Transparência, entretanto, ao consultar o endereço informado, o Portal Mateus Oliver Repórter não encontrou atas, relatórios técnicos, pareceres completos ou outros documentos suficientes para esclarecer as ressalvas apontadas nas contas.

A presidente do CACS/Fundeb, Alzira Magalhães Baracho, foi então procurada diretamente pelo jornalista Mateus Oliver e recebeu uma solicitação detalhada sobre os motivos das ressalvas, os documentos ou despesas questionados, as recomendações encaminhadas à Secretaria Municipal de Educação, as providências exigidas da gestão e a forma como ocorreu a votação dos pareceres.

Também foram solicitadas informações sobre a ausência dos documentos na página institucional do Conselho e sobre a existência de outro canal que permitisse à população acessar as atas, relatórios, resoluções, pareceres completos e demais elementos relacionados à fiscalização dos recursos públicos do Fundeb.

Apesar de o espaço ter sido oferecido para que a presidente apresentasse esclarecimentos, documentos e a versão oficial do Conselho, não houve resposta até o fechamento desta matéria, o colegiado também não indicou outro canal para consulta nem explicou por qual razão os documentos que fundamentaram as ressalvas não estavam disponíveis na página indicada pela própria Prefeitura.

A falta de resposta, somada à indisponibilidade dos documentos, representa possível violação aos deveres de publicidade, transparência e acesso à informação, entretanto, a caracterização definitiva de descumprimento da legislação cabe aos órgãos competentes, que poderão analisar os prazos, a forma de apresentação do pedido e as obrigações específicas do Conselho e da administração municipal.

O CACS/Fundeb exerce uma função pública de controle social, sendo responsável por acompanhar e fiscalizar a distribuição, a transferência e a aplicação dos recursos destinados à manutenção da Educação Básica e à valorização dos profissionais do ensino, dessa forma, suas atas, pareceres, relatórios, recomendações e decisões são documentos de interesse coletivo e devem ser disponibilizados de maneira acessível à sociedade.

A publicação de pareceres resumidos, sem explicar as ressalvas registradas durante três exercícios consecutivos, impede que a população compreenda a real situação das contas, além de dificultar a atuação da Câmara Municipal, dos órgãos de controle, da imprensa e dos próprios trabalhadores da Educação interessados em acompanhar o destino dos recursos públicos.

O caso também deve chamar a atenção da Câmara de Vereadores de Itapitanga, do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia, do Ministério Público e dos demais órgãos de fiscalização, que poderão requisitar os documentos completos, verificar os fundamentos das ressalvas, identificar os valores envolvidos e apurar se houve apenas falhas formais ou eventual prejuízo ao patrimônio público.

Enquanto os documentos permanecerem indisponíveis, seguirá sem resposta a principal dúvida levantada pelos pareceres publicados pelo próprio Conselho, quais falhas foram encontradas nas contas da Educação de Itapitanga e qual é o verdadeiro valor financeiro das despesas, pendências ou irregularidades relacionadas às ressalvas dos exercícios de 2023, 2024 e 2025.

O Portal Mateus Oliver Repórter reforça que não afirma a existência de rombo já comprovado, mas questiona se as falhas mantidas sem detalhamento podem estar relacionadas a prejuízo milionário, possibilidade que somente poderá ser confirmada ou afastada com a publicação dos pareceres completos, atas, relatórios técnicos e documentos comprobatórios analisados pelo CACS/Fundeb.

O espaço permanece aberto para que a presidente e os demais integrantes do Conselho do Fundeb, a Secretaria Municipal de Educação e a Prefeitura de Itapitanga apresentem os esclarecimentos e documentos relacionados às prestações de contas, garantindo o contraditório, a transparência e o direito da população de conhecer como foram aplicados os recursos públicos destinados à Educação municipal.

Fonte: jornalista Mateus Oliver

Olívia Santana comemora decisão que determina reabertura de escola e critica política educacional de Salvador

A deputada estadual Olívia Santana, do PCdoB, presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa da Bahia, comemorou a decisão da Justiça que determinou a reabertura da Escola Municipal Paulo Mendes de Aguiar, localizada no bairro do Rio Sena, no Subúrbio de Salvador, e criticou a política educacional adotada pela Prefeitura da capital baiana, afirmando que o encerramento das atividades da unidade demonstraria falta de prioridade com a educação pública nas regiões que mais necessitam da ampliação da oferta de vagas.

“Primeiro, eu quero celebrar a decisão da Justiça, estive em audiência com o Ministério Público, nós levamos o caso da Escola Paulo Mendes, é um absurdo que o Subúrbio, que precisa tanto de escolas, de investimentos em educação infantil e de creches, tenha uma prefeitura que vem na contramão, a Prefeitura de Bruno Reis, aliado de ACM Neto, vem fechando escolas e tem feito de tudo para fechar a Paulo Mendes”, afirmou Olívia Santana.

A decisão estabeleceu prazo para que a Prefeitura de Salvador retomasse as atividades da unidade, considerando os possíveis prejuízos ao direito à educação e à continuidade do ano letivo dos estudantes, enquanto o caso também vinha sendo acompanhado pelo Ministério Público da Bahia, que anteriormente firmou acordo com a Secretaria Municipal da Educação para garantir a reabertura das matrículas e das atividades pedagógicas da escola.

De acordo com as informações apresentadas no processo, o fechamento teria ocorrido sem a participação adequada do Conselho Escolar, do Conselho Municipal de Educação e da comunidade local, além de provocar preocupação entre pais e responsáveis diante da possibilidade de transferência dos alunos para unidades mais distantes de suas residências.

Olívia Santana avaliou que a decisão judicial evidenciou os problemas relacionados ao encerramento de escolas municipais e acusou o grupo político responsável pela administração de Salvador de enfraquecer a estrutura própria da rede pública ao ampliar o direcionamento de recursos para instituições privadas conveniadas.

“Em vez de garantir uma rede estruturada de escolas públicas qualificadas, que acolham da melhor maneira possível a criançada, eles investem em transferência de recursos públicos para irrigar a rede privada, que muitas vezes tem escolas completamente desestruturadas e sem condições de atendimento”, criticou a parlamentar.

A deputada também questionou o programa Pé na Escola, iniciativa municipal voltada à compra de vagas em instituições privadas para atendimento de estudantes da educação infantil, defendendo maior fiscalização sobre a aplicação dos recursos e sobre as condições oferecidas pelas unidades participantes.

O Ministério Público Federal informou que mantém uma investigação relacionada ao programa e ressaltou que, no estágio atual da apuração, ainda não é possível afirmar se houve irregularidades, enquanto entre os pontos analisados estão a utilização de recursos públicos federais, a contratação de vagas na rede privada e a possível existência de vagas ociosas na estrutura municipal.

“Nós temos que fiscalizar, porque o Pé na Escola está sendo um pontapé na educação de maneira extremamente negativa, nós queremos rede pública de creche, educação infantil, porque nós estamos na era da tecnologia e a infância merece mais e melhor da educação de Salvador”, declarou Olívia Santana.

A parlamentar defendeu que os recursos públicos destinados à educação sejam aplicados prioritariamente na construção, manutenção e qualificação de creches, escolas e demais equipamentos pertencentes ao município, garantindo atendimento adequado aos estudantes e reduzindo a dependência de instituições privadas.

Fonte: jornalista Mateus Oliver

Jerônimo anuncia Marcel Hohlenwerger como pré-candidato a deputado estadual durante PGP em Jequié

O governador Jerônimo Rodrigues anunciou oficialmente o empresário e publicitário Marcel Hohlenwerger como pré-candidato a deputado estadual durante a plenária do Programa de Governo Participativo do Médio Rio de Contas, realizada na noite desta quinta-feira (9), no Jequié Tênis Clube, em Jequié, apresentando o nome como integrante da base política do ex-governador e pré-candidato ao Senado Rui Costa para a disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa da Bahia.

Natural de Ipiaú e com atuação no setor da comunicação, Marcel passa a integrar oficialmente o grupo de pré-candidaturas apoiadas pela base governista, levando para o centro do debate político uma pauta considerada essencial para o fortalecimento da democracia, da economia criativa, da imprensa regional, dos comunicadores independentes, das agências, rádios, sites, blogs, portais, influenciadores, produtores de conteúdo e profissionais que enfrentam diariamente os desafios da comunicação no interior da Bahia.

A confirmação realizada por Jerônimo Rodrigues durante o PGP fortalece a movimentação política de Marcel e amplia sua projeção no Médio Rio de Contas, região onde mantém vínculos e conhece de perto a realidade dos municípios, dos profissionais da imprensa e dos veículos que desempenham papel fundamental na divulgação de serviços públicos, na valorização das comunidades, na cobertura dos acontecimentos locais e na aproximação entre a população e o poder público.

Com experiência no mercado publicitário e na área de comunicação, Marcel Hohlenwerger surge como um nome que poderá representar um segmento que ainda busca maior espaço nas discussões políticas estaduais, especialmente em temas relacionados à valorização profissional, aos critérios de contratação de veículos, à distribuição das campanhas institucionais, à capacitação dos comunicadores e à criação de políticas públicas voltadas para o fortalecimento da imprensa regional.

A defesa da comunicação como ferramenta de desenvolvimento regional aparece entre as principais bandeiras apresentadas em torno da pré-candidatura, principalmente diante da necessidade de reconhecer os veículos do interior como instrumentos de cidadania, transparência, geração de renda, fiscalização do poder público e preservação das identidades culturais dos municípios baianos.

A eventual presença de um representante com vivência no setor dentro da Assembleia Legislativa poderá ampliar as discussões sobre projetos, incentivos, editais, formação profissional, apoio à comunicação comunitária, fortalecimento das mídias digitais e criação de mecanismos que garantam maior equilíbrio no acesso às campanhas públicas e institucionais realizadas no estado.

O anúncio também reforça a estratégia do grupo político liderado por Jerônimo Rodrigues, Rui Costa e Jaques Wagner de apresentar novas lideranças ligadas ao interior da Bahia, buscando ampliar a representatividade regional dentro da Assembleia Legislativa e aproximar o debate estadual das demandas enfrentadas diariamente nos municípios.

Ao ter o nome anunciado oficialmente durante um dos principais encontros políticos do Médio Rio de Contas, Marcel Hohlenwerger passa a ocupar uma nova posição no cenário eleitoral de 2026, reunindo apoios e iniciando uma caminhada voltada à defesa da comunicação, do desenvolvimento regional e da valorização dos profissionais que atuam diretamente na produção e na circulação de informações em toda a Bahia.

Fonte: jornalista Mateus Oliver








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