:: 8/jul/2026 . 11:37
Jovem é sequestrado na BA-001, executado e tem corpo carbonizado dentro de carro em Una
Um jovem identificado como Tiago Suza, de 22 anos, foi sequestrado na tarde desta terça-feira (7), enquanto transitava pela Rodovia BA-001, no trecho entre os municípios de Ilhéus e Una, no sul da Bahia, segundo informações iniciais, a vítima teria sido interceptada por criminosos durante o deslocamento pela rodovia, levada à força em um carro e executada em seguida, em uma ação violenta que chamou a atenção pela gravidade e pela forma como o crime foi praticado.
Após a execução, os criminosos teriam levado Tiago dentro do veículo até a cidade de Una, onde atearam fogo no carro com o corpo da vítima no interior, possivelmente com o objetivo de dificultar a identificação e eliminar vestígios que pudessem auxiliar o trabalho da perícia e das equipes de investigação, a dinâmica do crime será apurada pelas autoridades policiais, que devem buscar imagens de câmeras de segurança, ouvir testemunhas e levantar informações sobre o trajeto feito pelos suspeitos desde o momento da abordagem na BA-001 até o ponto onde o veículo foi incendiado.
Informações preliminares apontam que os autores do crime seriam integrantes de uma facção criminosa conhecida como Bonde do Maluco, apontada como ligada ao PCC, mas essa linha ainda depende de confirmação oficial por parte da Polícia Civil, a motivação do sequestro seguido de morte também deverá ser investigada, assim como a possível relação do crime com disputa entre grupos criminosos, acerto de contas ou outra motivação ainda não esclarecida.
Até a última atualização, não havia confirmação sobre prisões relacionadas ao caso, o corpo deverá passar por perícia, e a Polícia Civil deve tratar a ocorrência como homicídio, com possíveis desdobramentos relacionados a sequestro, organização criminosa, destruição de provas e ocultação de vestígios, enquanto familiares e moradores da região aguardam respostas sobre a autoria, a motivação e as circunstâncias da morte de Tiago Suza.
Fonte: jornalista Mateus Oliver
Prefeitura de Itapitanga convoca contemplados da PNAB Ciclo 2 para assinatura dos Termos de Execução Cultural
A Prefeitura de Itapitanga, por meio do Departamento de Cultura, informou que será realizada no dia 13 de julho, às 10h, na Casa da Cultura, a cerimônia de assinatura dos Termos de Execução Cultural dos editais Gerson Gomes Baracho e Adelida Aranha, referentes à Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, conhecida como PNAB, Ciclo 2.
A assinatura dos termos representa uma etapa obrigatória para a formalização dos projetos culturais selecionados nos editais. Com esse procedimento, os contemplados assumem oficialmente o compromisso de executar as propostas aprovadas, seguindo as regras estabelecidas nos editais e nas normas da política pública de fomento à cultura.
A PNAB foi instituída pela Lei nº 14.399, de 8 de julho de 2022, e tem como objetivo fortalecer a cultura em todo o país, por meio da parceria entre o Governo Federal, estados, Distrito Federal, municípios e a sociedade civil.
A política busca ampliar o acesso aos recursos públicos da cultura, valorizar artistas, fazedores de cultura, grupos, coletivos, espaços culturais e iniciativas que contribuem para a preservação, difusão e fortalecimento das manifestações culturais brasileiras.
Na prática, a PNAB contempla projetos e ações culturais em diversas áreas, como música, dança, teatro, literatura, audiovisual, artes visuais, cultura popular, cultura afro-brasileira, tradições locais, patrimônio cultural, formação artística, oficinas, apresentações, circulação de espetáculos, manutenção de espaços culturais e outras iniciativas voltadas à promoção da cultura.
Na Bahia, a política também tem sido apresentada como uma ação de apoio a fazedores, coletivos e espaços culturais em diferentes territórios, promovendo diversidade, acesso e valorização das expressões artísticas.
Em Itapitanga, os editais Gerson Gomes Baracho e Adelida Aranha fazem parte desse processo de incentivo à produção cultural local, permitindo que artistas, agentes culturais e grupos contemplados tenham condições de desenvolver suas atividades, realizar ações junto à comunidade e contribuir para a movimentação do setor cultural no município.
De acordo com o Departamento de Cultura, a presença dos contemplados é importante para a assinatura da documentação necessária e para a continuidade da etapa administrativa prevista nos editais.
A cerimônia será realizada na Casa da Cultura, no dia 13 de julho, às 10h, e os selecionados devem comparecer para garantir a formalização dos Termos de Execução Cultural.
Em caso de dúvidas, os contemplados devem procurar diretamente o Departamento de Cultura de Itapitanga, onde poderão obter orientações sobre a assinatura, documentação e demais etapas relacionadas à execução dos projetos culturais aprovados.
Fonte: jornalista Mateus Oliver
Homicídio de empresário de Ipiaú em Ibirapitanga segue sem resposta e demora da Justiça é apontada como entrave nas investigações

O homicídio do empresário Valdiney Fernandes Santos, encontrado morto dentro de um carro abandonado na BA-650, em uma estrada vicinal na zona rural de Ibirapitanga, no sul da Bahia, segue sem respostas concretas e aumenta a cobrança por celeridade das autoridades responsáveis, já que a perícia constatou que a vítima foi morta a golpes de faca, mas, mesmo diante da gravidade do crime, ainda não há avanço público sobre a autoria, a motivação e as circunstâncias da execução, ocorrida após Valdiney sair para levar uma pessoa até uma propriedade rural localizada na região da Jaguarana, em Itagi, onde o suposto interessado teria demonstrado intenção de comprar o imóvel.
O veículo pertencente ao empresário foi localizado abandonado e trancado em uma estrada rural na BA-650, em Ibirapitanga, com o corpo da vítima em seu interior apresentando lesões provocadas por instrumento perfurocortante, e a confirmação pericial de que Valdiney foi morto a golpes de faca reforça a necessidade de uma resposta rápida por parte do sistema de investigação e de Justiça, principalmente porque crimes dessa natureza dependem de medidas urgentes, como análise de dados, quebras de sigilo, rastreamentos, oitivas, levantamentos de imagens e outras diligências cautelares capazes de identificar quem esteve com a vítima, qual foi a rota percorrida, onde exatamente ocorreu o crime e quais elementos podem revelar se houve emboscada, motivação patrimonial ou participação de mais de uma pessoa.
O jornalista Mateus Oliver tentou contato com o delegado responsável pelo caso, Dr. Rodrigo Fernando, para obter informações atualizadas sobre o andamento das investigações, eventuais suspeitos, linhas apuratórias e possíveis medidas pendentes, mas não obteve retorno até o fechamento desta reportagem, porém uma fonte da Polícia Civil ligada às investigações, que preferiu não se identificar, informou que um dos principais impasses enfrentados no momento seria a morosidade da Justiça na apreciação de medidas cautelares consideradas importantes para a elucidação do crime, o que coloca sob questionamento a atuação da Vara Crime da Comarca de Ubatã, responsável por demandas judiciais relacionadas a Ibirapitanga, sobretudo diante da necessidade de resposta imediata em um homicídio violento que causou forte comoção familiar e regional.
A crítica que passa a ganhar força nos bastidores não se limita à demora burocrática, mas ao impacto direto que a lentidão judicial pode provocar dentro de uma investigação criminal, já que cada dia sem a autorização de medidas consideradas essenciais pode representar perda de provas, apagamento de registros, dificuldade de localização de testemunhas, desaparecimento de vestígios e fortalecimento da sensação de impunidade, especialmente em crimes violentos ocorridos em cidades do interior, onde a resposta do Estado precisa ser rápida para evitar que famílias permaneçam sem respostas e que suspeitos tenham tempo suficiente para ocultar rastros, ajustar versões ou fugir da responsabilização.
Embora o Poder Judiciário tenha procedimentos legais a cumprir e critérios técnicos para analisar qualquer pedido de medida cautelar, a sociedade espera que casos graves como o homicídio de Valdiney Fernandes Santos sejam tratados com prioridade, porque a demora na tomada de decisões pode comprometer diretamente o trabalho da Polícia Civil e enfraquecer a confiança da população nas instituições, principalmente quando a própria investigação depende de autorizações judiciais para avançar em pontos sensíveis que podem revelar a dinâmica do crime, a motivação e os possíveis envolvidos na morte do empresário.
Até o momento, não há informação pública sobre prisão de suspeitos nem esclarecimento definitivo sobre a motivação do homicídio, enquanto familiares, amigos e moradores da região seguem aguardando respostas sobre quem matou Valdiney Fernandes Santos, por qual razão o crime foi cometido e se outras pessoas participaram da ação, cabendo agora à Justiça dar a celeridade necessária aos pedidos relacionados ao caso e à Polícia Civil prosseguir com as diligências para que a morte do empresário não entre para a lista de crimes violentos sem solução no interior da Bahia.
Fonte: jornalista Mateus Oliver
Leandro de Jesus retira placa de obra pública e atitude pode ter consequências criminais
O deputado estadual Leandro de Jesus, do PL, retirou uma placa oficial de inauguração da BA-649, demonstrando insatisfação com a entrega da obra, que segundo ele teria sido inaugurada sem estar totalmente concluída.
A atitude, apesar de apresentada como forma de protesto e fiscalização, levanta questionamentos jurídicos sobre os limites da atuação parlamentar diante de bens pertencentes ao patrimônio público.
A placa de inauguração possui natureza de identificação oficial da obra pública e integra a estrutura de comunicação institucional do Estado, razão pela qual sua retirada sem autorização pode ser interpretada, em tese, como dano ao patrimônio público ou como inutilização de sinal oficial, a depender da análise das autoridades competentes.
Especialistas apontam que, caso houvesse suspeita de irregularidade na inauguração da rodovia, o caminho adequado seria acionar os órgãos de controle, como Ministério Público, Tribunal de Contas, Assembleia Legislativa e demais instâncias fiscalizadoras, além da apresentação de requerimentos formais de informação ao Governo do Estado, sem a retirada direta de qualquer bem público instalado no local.
A conduta do parlamentar pode gerar apuração nas esferas criminal, civil e administrativa.
Na esfera penal, poderá ser avaliada a ocorrência de dano qualificado contra patrimônio público, além de outras possíveis infrações relacionadas à retirada de identificação oficial da obra.
No campo civil, pode haver responsabilização por eventual prejuízo causado ao erário, enquanto no âmbito político a situação também pode ser objeto de representação por quebra de decoro parlamentar.
Embora o deputado alegue que a obra estaria inacabada, eventual irregularidade na entrega da BA-649 não autoriza a remoção de placa oficial por iniciativa própria.
A fiscalização parlamentar é legítima, mas deve ocorrer dentro dos instrumentos legais disponíveis, cabendo aos órgãos competentes apurar se houve abuso, dano ao patrimônio público ou violação às normas que protegem bens oficiais do Estado.
Fonte: jornalista Mateus Oliver
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