A votação da câmara municipal de vereadores de Ibirapitanga, região sul da Bahia que poderia ou não afastar o Vereador Aderlan Gomes (PP) o “Jovem da Humildade” das funções após inquérito policial, que teve início após uma ação da polícia federal que encontrou o vereador e um menor de idade em posse de notas em dinheiro falso na cidade de Teolândia (Ver aqui). O vereador chegou a ser preso pelo crime e também por corrupção de menor no dia 27 de setembro de 2021, e dias depois conseguiu liberdade provisória através de Habeas corpus preventivo e está respondendo em liberdade aos crimes que juntos se somadas; as penas podem chegar a mais de 16 anos de prisão. A câmara municipal não colocou a votação em pauta na seção desta segunda-feira (18) como previsto (Ver aqui).

Nota da Câmara alega pouco espaço de tempo para aprecição

 Segundo a presidenta da casa de leis vereadora Marlene Sena informou a nossa reportagem por meio de nota, o legislativo não votou a decisão devido ao curto período de tempo entre o ofício e a seção, pois segundo regimento interno da casa de leis, o documento teria que ter chegado na última Sexta-feira (um dia útil antes da apreciação. 

 A câmara salienta que os demais vereadores da casa de leis não teve acesso a leitura e provas contra o “Jovem da Humildade”, e que o caso é de minuciosa análise, outrora que impacta diretamente na comunidade.

Cãmara votará decisão na próxima seção

 O caso está sendo tratado na esfera federal da polícia judiciária e a câmara municipal de vereadores assegura a remarcação da votação que decidirá os próximos capítulos do caso em relação a figura pública do acusado se permanece vereador ou se deixa o cargo por tempo indeterminado, e se vai para o pedido de impeachment do edil na próxima segunda-feira as 17:00 horas no plenário da casa legislativa. A nossa redação não conseguiu contato com o acusado, outrora que apesar de está em liberdade, o aparelho celular de sua propriedade segue em poder da justiça.
 O vereador Aderlan Gomes alegou em sua rede social após ser posto em liberdade que pede desculpas a sociedade e que apesar de parte dos fatos serem real, algumas informações foram distorcidas. “Como é de conhecimento de todos, houve uma situação na qual estive envolvido, no entanto, algumas coisas foram verdade, e por isso me desculpo, contudo, devo ressaltar que outros fatos foram distorcidos. Gostaria de informar que continuo como vereador e retomo minhas atividades normais para exercer meu papel”, escreveu.
O regimento interno da Casa determina que, para que o afastamento seja efetivado, são necessários que seis dos 11 vereadores da cidade votem favoráveis à matéria.
Fonte:Irajuba Realidade
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