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:: 22/jan/2026 . 11:04

Fragilidade na segurança do presídio em Jequié expõe risco de fuga em massa, facilidade de comunicação e entrada de ilícitos na unidade; 19º BPM Emite Nota

O Conjunto Penal de Jequié atravessa um período de extrema vulnerabilidade devido à drástica redução do policiamento nas guaritas externas, que passou de cinco para apenas dois policiais militares por turno.

Essa diminuição de sessenta por cento no efetivo compromete a vigilância perimetral, criando pontos cegos que facilitam o arremesso de materiais proibidos e a comunicação direta entre internos e criminosos que operam fora da unidade.

Ressaltando que tal situação já é realidade desde 2022, a fragilidade nos muros permite que indivíduos externos invadam o perímetro com facilidade, fortalecendo o poder das facções dentro das celas e elevando o risco de confrontos violentos e atentados contra a vida de servidores e visitantes.

Além da entrada de ilícitos, a baixa fiscalização aponta para um risco iminente de fuga em massa, potencializado pela localização estratégica do presídio próxima às margens de um rio.

Caso consigam acessar a área externa, os detentos podem utilizar o curso d’água como rota de escape rápida para bairros populosos como Cachoeirinha e Mandacaru, dificultando qualquer tentativa de recaptura pelas forças de segurança.

A articulação prévia entre os custodiados e seus subordinados nas ruas, favorecida pela falha na guarda das muralhas, transforma a unidade em um foco de insegurança para toda a região, colocando a comunidade em estado de alerta constante diante da possibilidade de uma evasão em larga escala.

Em nota oficial enviada ao site Mateus Oliver Repórter, o 19º BPM esclareceu que o policiamento prisional é competência de unidades especializadas, mas que o batalhão atua de forma acessória em Jequié enquanto a estruturação definitiva é tratada entre a SEAP e a PMBA.

A corporação ressaltou que realiza rondas motorizadas diuturnas em todo o perímetro do complexo penal para desestimular investidas externas e garantir a ordem pública.

O comando destacou ainda que, sempre que necessário, conta com o apoio da CIPE Central e da Rondesp-MRC para resoluções específicas, embora as denúncias sobre o baixo número de homens fixos nas guaritas continuem gerando preocupação sobre a real eficácia da contenção nos muros.

Fonte: Jornalista Mateus Oliver

MP-BA intensifica cobrança em Jequié para reverter baixos índices de alfabetização e cumprir metas do PNE

O município de Jequié, localizado no sudoeste baiano, tornou-se um dos pontos centrais da fiscalização do Ministério Público da Bahia (MP-BA) em virtude dos desafios estruturais e pedagógicos que impedem o avanço da alfabetização na idade certa.

A cidade integra o grupo estratégico dos 18 maiores municípios do estado que estão sob monitoramento rigoroso para garantir a implementação efetiva do Plano Nacional de Educação (PNE).

A atuação do órgão no município busca enfrentar a realidade alarmante revelada por indicadores nacionais, que apontam uma defasagem crítica no aprendizado de crianças do 2º ano do ensino fundamental, exigindo da gestão municipal uma resposta imediata e coordenada.

Em Jequié, o Ministério Público tem focado na análise do Plano Municipal de Educação e na adesão compulsória a programas de recomposição de aprendizagem, como o Programa Bahia Alfabetizada.

As autoridades locais estão sendo cobradas a apresentar relatórios detalhados sobre a carga horária mínima anual e as estratégias de formação de professores, visando atingir a meta de alfabetizar pelo menos 80% dos estudantes até 2030.

A promotoria destaca que a omissão estatal na base educacional compromete o exercício da cidadania futura, tornando essencial que o município apresente cronogramas claros para a recuperação dos índices de leitura e escrita.

Além das questões pedagógicas, o monitoramento em Jequié abrange a infraestrutura das unidades escolares e a proteção integral de crianças e adolescentes. Recentemente, o MP-BA promoveu seminários e ações na cidade para discutir não apenas o desempenho acadêmico, mas também o bem-estar dos alunos e a segurança no ambiente escolar, inclusive no contexto digital.

A pressão institucional visa assegurar que os recursos destinados à educação sejam aplicados de forma a transformar a realidade das salas de aula, retirando Jequié das zonas de estagnação e alinhando o ensino público às exigências de qualidade estabelecidas pela legislação federal.

A estratégia adotada pelo MP-BA prevê que, caso as recomendações não sejam seguidas integralmente pela prefeitura, medidas judiciais como ações civis públicas possam ser ajuizadas para garantir o direito constitucional à educação.

O órgão reforça que o tempo para a alfabetização é curto e que cada ano letivo sem evolução representa uma perda irreparável para milhares de jovens cidadãos de Jequié.

A expectativa é que o fortalecimento da parceria com a União dos Municípios da Bahia (UPB) e o acompanhamento sistemático dos dados de proficiência resultem em uma mudança efetiva no cenário educacional da “Cidade Sol” nos próximos meses.

Fonte: Jornalista Mateus Oliver






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