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:: 27/jan/2026 . 9:19

Polícia Civil estoura esquema de corrupção na prefeitura de Itagibá envolvendo secretário de Finanças e agentes do Controle Interno

A região sudoeste da Bahia foi palco de uma grande ofensiva policial na manhã desta terça-feira, quando a Polícia Civil deflagrou a Operação Carta Marcada para desmantelar um esquema de corrupção enraizado na Prefeitura de Itagibá.

As investigações, coordenadas pelo Departamento de Repressão e Combate à Corrupção (DRACO), revelaram uma estrutura criminosa montada para fraudar licitações e direcionar contratos públicos de prestação de serviços para empresas de consultoria pré-selecionadas.

Segundo os levantamentos da Delegacia de Combate à Corrupção (DECCOR), o grupo utilizava frequentemente o mecanismo de inexigibilidade de licitação de forma irregular, garantindo que recursos públicos fossem destinados a empresas com vínculos diretos com os investigados, configurando uma clara violação dos princípios de impessoalidade e legalidade administrativa.

​O impacto da operação foi imediato e resultou no cumprimento de 15 mandados de busca e apreensão em quatro cidades diferentes: Itagibá, Dário Meira, Ipiaú e Jequié, mobilizando cerca de 60 policiais civis para assegurar a coleta de evidências.

Entre os alvos principais estão o Secretário de Finanças do município, Edival Luciano, e membros do Controle Interno, como Rondinele Ribeiro e a controladora jurídica Izana Fontoura Miranda, que foram afastados de suas funções públicas por ordem judicial.

Além dos afastamentos, a Justiça determinou o bloqueio de bens e valores que somam aproximadamente R$ 2 milhões para cada um dos envolvidos, visando garantir o futuro ressarcimento aos cofres municipais diante dos indícios de superfaturamento e desvios identificados durante o inquérito.

​Durante as incursões, os agentes apreenderam uma vasta quantidade de material que servirá como base para as próximas etapas da investigação, incluindo computadores, aparelhos celulares, documentos contratuais e cerca de R$ 70 mil em dinheiro vivo.

A Polícia Civil acredita que a análise desse material permitirá identificar novos integrantes do grupo e rastrear outros recursos que possam ter sido ocultados através de lavagem de dinheiro, já que o esquema apresentava estabilidade e uma divisão de tarefas profissionalizada.

Com as provas colhidas, o foco agora é consolidar a denúncia e garantir que todos os responsáveis pela dilapidação do patrimônio público de Itagibá respondam criminalmente pelas irregularidades cometidas, assegurando a transparência e a correta aplicação dos tributos da população.

​Fonte: Jornalista Mateus Oliver

Combate ao crime organizado avança em Porto Seguro, Eunápolis e Ubaitaba com nova operação da PF

A Polícia Federal, em uma ação conjunta com o Ministério Público do Estado da Bahia, a Secretaria de Segurança Pública e a Polícia Militar, deflagrou nesta terça-feira, dia 27 de janeiro de 2026, a Operação Apito Final.

Segundo apurado pelo Jornalista Mateus Oliver que acompanha a operação, o principal objetivo desta ofensiva institucional é investigar e desmantelar as atividades de uma organização criminosa que se estruturou de forma robusta na região do extremo sul baiano.

Durante as diligências realizadas ao longo do dia, as equipes policiais estão cumprindo nove mandados de busca e apreensão, concentrando as atividades nas cidades de Porto Seguro, Eunápolis e Ubaitaba.

​As investigações conduzidas pelas autoridades competentes revelaram que o grupo criminoso possuía uma sofisticada divisão de tarefas, concentrando seus esforços principalmente no tráfico de drogas e na coordenação de diversas atividades ilícitas correlatas.

Além da movimentação de recursos financeiros e da logística operacional, os envolvidos utilizavam métodos para dificultar a identificação, como o uso de comunicações clandestinas e a intermediação por terceiros.

O trabalho investigativo também apontou indícios graves de cooptação de agentes públicos para o fornecimento de informações privilegiadas e interferências indevidas em estruturas do Estado.

​As medidas cautelares executadas nesta fase da operação visam a apreensão de documentos e dispositivos eletrônicos que servirão como elementos fundamentais para o aprofundamento das provas e a completa elucidação dos fatos investigados.

A Polícia Federal reforçou que todo o processo segue em observância ao devido processo legal, buscando a responsabilização individualizada de cada membro identificado no esquema criminoso.

As autoridades destacam que as investigações continuam em curso e que novas diligências poderão ser realizadas conforme o material apreendido for analisado pelos peritos.
​Fonte: Jornalista Mateus Oliver








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