Em um momento de profunda reflexão e sensibilidade, o renomado advogado Dr. Jarih Mitri El Ferzoli compartilhou uma mensagem de Natal que transcende as festividades convencionais, unindo fé, história e a força da identidade libanesa.

Mesmo diante do cenário devastador provocado pelos conflitos e bombardeios ocorridos no Líbano ao longo de 2024, o jurista destacou a capacidade intrínseca de seu povo em se reerguer das cinzas.

Com palavras que evocam a ancestralidade fenícia e a hospitalidade árabe, Dr. Jarih reforçou que, embora o território libanês possua uma extensão geográfica de apenas 10.452 km², sua influência cultural e a firmeza de seu povo o tornam o maior país do mundo em termos de legado e resiliência diante das adversidades globais.

A mensagem do advogado é um convite a um “Natal Libanês”, caracterizado pela fartura das mesas, pela doçura das frutas e pelo perfume da água de rosas, elementos que simbolizam a riqueza de uma terra que se recusa a ser definida pela guerra.

Ao desejar um ano de 2026 próspero, ele traçou um paralelo entre o sucesso histórico do comércio fenício e a necessidade de aceitação e diálogo entre os diversos credos que habitam o solo libanês.

Para Dr. Jarih, o espírito natalino deve ser marcado pela abertura de coração para receber o próximo e pela firmeza das montanhas de Ehden, inspirando seus amigos, parentes e a comunidade a serem portadores de boas notícias e portos seguros para quem bater à porta em busca de auxílio.

O texto encerra com um tom de afeto e orgulho nacionalista, reforçando o desejo de que as histórias e as lutas de seu povo continuem sendo recontadas por milênios em todo o planeta como um símbolo de resistência.

Dr. Jarih Mitri El Ferzoli utiliza a metáfora das naus fenícias para desejar que todos tenham força para suportar as tempestades da vida em mar aberto, mantendo a essência de ser a diferença em qualquer lugar do universo.

Com abraços e beijos descritos como “exagerados”, típicos da cultura que representa, o advogado sela seu compromisso com a reconstrução e com a celebração da vida, transformando a dor da destruição em um manifesto de esperança para o ciclo que se inicia.
Fonte: Jornalista Mateus Oliver