A Polícia Civil da Bahia, através da Delegacia Territorial de Ibirapitanga, realizou uma importante operação que resultou na recuperação de um caminhão e de uma carga valiosa na noite desta segunda-feira, 23 de fevereiro.

O veículo, que transportava pó de cacau — matéria-prima essencial para a fabricação de chocolates —, havia partido de Itabuna com destino à unidade da Nestlé em Feira de Santana quando foi interceptado por criminosos.

Segundo o relato do motorista, o assalto ocorreu nas proximidades da entrada do Distrito de Novo Horizonte, às margens da BR-101, por volta das 19h, sendo executado por quatro homens armados que ocupavam uma caminhonete de cor preta e obrigaram a condução do caminhão para uma estrada vicinal.

​Assim que as autoridades foram notificadas sobre o crime, equipes da Polícia Civil iniciaram diligências imediatas pela região, localizando primeiramente o motorista, que já se encontrava de volta às margens da rodovia federal.

Após intensas buscas pelas estradas rurais e vias de acesso próximas ao local do roubo, os agentes conseguiram encontrar o caminhão por volta das 22h, interrompendo a ação dos assaltantes que já haviam iniciado o transbordo da mercadoria.

A carga total está avaliada em R$ 953.502,25, de acordo com as notas fiscais apresentadas, representando um montante financeiro expressivo que seria distribuído para a indústria alimentícia baiana.

​Durante a intervenção policial, foi possível recuperar aproximadamente 60% da mercadoria, enquanto os outros 40% foram levados pelos criminosos antes da chegada da guarnição ao ponto de descarte.

O caminhão e o restante do pó de cacau foram encaminhados para a sede da Delegacia de Ibirapitanga para a realização dos procedimentos administrativos e posterior devolução aos proprietários.

As investigações agora seguem em ritmo acelerado com o objetivo de identificar os integrantes dessa quadrilha, que vem atuando de forma reiterada no roubo de cargas na região sul do estado, utilizando armamento pesado e veículos de apoio para as ações ilícitas.

​Fonte: Jornalista Mateus Oliver