Diante da repercussão das denúncias publicadas por uma cliente da academia ALLPFit em Itabuna, a redação do Jornalista Mateus Oliver entrou em contato com a empresa durante o processo de apuração dos fatos, buscando ouvir oficialmente a versão da academia antes de qualquer publicação sobre o caso e foi ameaçado de possível retaliação jurídica.

A repercussão da denúncia feita por uma aluna da ALLPFit em Itabuna ganhou novos desdobramentos nas redes sociais, (ver aqui) onde a maioria dos comentários passou a reforçar críticas ao atendimento da academia, ampliando o alcance das queixas e consolidando um cenário de insatisfação entre parte significativa dos usuários.

Entre os relatos publicados, diversos alunos apontam que a experiência oferecida pela academia não corresponde às expectativas criadas no momento da matrícula, destacando uma mudança no tratamento ao longo do tempo. Comentários como “no ato da matrícula é uma coisa, depois é segurar na mão de Deus e ir” e “na hora da matrícula é verdade, depois eles fazem você de cachorro” ilustram a frustração de clientes com o que classificam como queda na qualidade do atendimento após a adesão.

A empresa funciona em rede e possui unidades em Jequié, Vitória da Conquista e Salvador no estado da Bahia, bem como em outros estados da região nordesde do Brasil.

As críticas também atingem diretamente a postura de profissionais e a condução do suporte durante os treinos, com registros de insatisfação quanto ao comportamento de instrutores e à falta de atenção no acompanhamento dos alunos. “Academia com péssimo atendimento! Instrutores muito mal educados”, escreveu um usuário, enquanto outro reforçou que “os atendimentos são péssimos”, evidenciando a repetição de queixas semelhantes.

Embora haja manifestações isoladas em defesa da academia, relatando experiências positivas e bom relacionamento com funcionários, o volume predominante de comentários aponta para críticas, com internautas destacando que os relatos negativos não podem ser ignorados. “Não devemos invalidar a dor do outro, a maioria está confirmando a situação”, afirmou uma usuária, chamando atenção para o padrão observado nas publicações.

Também surgiram questionamentos sobre possível tratamento diferenciado entre clientes, com menções a critérios como aparência e perfil, o que ampliou o debate e intensificou a repercussão do caso nas redes sociais.

Diante da crescente exposição pública e do aumento das críticas, a situação reforça a pressão por um posicionamento oficial da ALLPFit, que até o momento não apresentou esclarecimentos detalhados sobre os pontos levantados pela aluna que deu origem à denúncia.

Fonte: jornalista Mateus Oliver

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