:: 8/maio/2026 . 20:34
Corpo e cabeça são encontrados carbonizados são encontrados na região da Barragem de Pedras em Jequié
Um corpo completamente carbonizado foi encontrado dentro de um veículo na noite desta sexta-feira (08), na região da Barragem de Pedras, em Jequié, no sudoeste da Bahia; o caso é tratado pelas autoridades como um possível homicídio e mobilizou equipes policiais ao longo de toda a tarde após diversas denúncias apontarem a existência de um carro incendiado na localidade.
Segundo informações apuradas pelo Jornalista Mateus Oliver, as primeiras denúncias começaram a surgir ainda durante a tarde, indicando que um crime violento teria ocorrido na região. Guarnições da Polícia Militar chegaram a realizar diligências em bairros e estradas vicinais próximas após receberem relatos sobre um automóvel queimado, porém o veículo não foi localizado inicialmente pelas equipes que atuavam nas buscas.
Com o passar das horas, familiares de uma pessoa identificada como “Zé do Bode”, desaparecida compareceram ao Complexo Policial de Jequié levando novas informações sobre a possível localização do carro e da vítima; diante das informações repassadas, os policiais seguiram até o ponto indicado, onde encontraram o automóvel completamente destruído pelas chamas e um corpo carbonizado no interior do veículo.
A cena foi imediatamente isolada para os trabalhos do Departamento de Polícia Técnica, responsável pela perícia e remoção do cadáver. Devido ao avançado estado de carbonização, a identificação oficial da vítima deverá ocorrer através de exames realizados pelo Instituto Médico Legal.
A Polícia Civil abriu investigação para esclarecer se a cabeça e o corpo pertence a mesma pessoa e as circunstâncias do caso, bem como identificar a autoria e descobrir a motivação do crime.
O caso causou forte repercussão em Jequié devido à brutalidade da ocorrência e ao mistério envolvendo a localização do veículo, encontrado apenas horas após as primeiras denúncias encaminhadas às forças de segurança.
Fonte: Jornalista Mateus Oliver
Homem é executado a golpes de faca em Itagibá
Um homem identificado preliminarmente pelo prenome de “Tizil” foi executado a golpes de faca no centro da cidade de Itagibá, no sul da Bahia, em um crime registrado nas proximidades do Mercado Municipal e que causou forte repercussão entre moradores e comerciantes da região.
Segundo informações apuradas pelo Jornalista Mateus Oliver, a vítima foi atacada violentamente em via pública e morreu ainda no local antes da chegada do socorro; imagens que circulam nas redes sociais mostram a gravidade da cena e a grande quantidade de sangue espalhada pela área onde o crime aconteceu.
Guarnições da Polícia Militar foram acionadas para isolar a cena até a chegada das equipes do Departamento de Polícia Técnica, responsáveis pela realização da perícia e remoção do corpo para o Instituto Médico Legal.
As circunstâncias da execução ainda são desconhecidas e a Polícia Civil já iniciou as investigações para identificar a autoria e a motivação do homicídio; testemunhas e possíveis imagens de câmeras de segurança instaladas nas proximidades do Mercado Municipal poderão auxiliar no avanço das apurações.
O crime gerou clima de tensão e insegurança no centro comercial da cidade devido à violência empregada na ação criminosa e ao fato de o assassinato ter ocorrido em uma área de grande circulação de pessoas.
Fonte: Jornalista Mateus Oliver
Denúncia de “calote” na Câmara de Itagibá gera embate público entre empresário e presidente do Legislativo
Uma denúncia feita durante a sessão da Câmara Municipal de Itagibá nesta terça-feira (5) colocou o Legislativo municipal no centro de um possível escândalo envolvendo obra pública, cobrança de dívida e suspeita de irregularidade contratual, após o proprietário da empresa MD Serviços cobrar publicamente o pagamento de aproximadamente R$ 40 mil referentes a serviços executados durante a terceira etapa da reforma e ampliação da sede da Câmara, alegando que os serviços realizados ultrapassaram cerca de R$ 60 mil além do valor originalmente previsto no contrato firmado através da Tomada de Preço nº 10/2023, porém a Câmara teria realizado apenas um pagamento parcial de R$ 20 mil, permanecendo um débito de aproximadamente R$ 40 mil.
O caso chama atenção porque o edital da licitação estabelece que a obra deveria ser executada em regime de empreitada por preço global, modalidade em que todos os custos precisam estar oficialmente previstos no contrato; na prática, isso significa que qualquer despesa extra dependeria de justificativa técnica, aditivo contratual e previsão orçamentária formal, o que levantou questionamentos sobre uma possível execução de serviços fora da cobertura contratual adequada e eventual compromisso financeiro firmado sem os trâmites legais exigidos pela administração pública, situação que nos bastidores políticos do município já começou a ser tratada como um possível “calote institucional”.
Outro ponto que ampliou a repercussão do caso foi a informação de que a Câmara Municipal devolveu cerca de R$ 500 mil aos cofres da Prefeitura no fim de 2025, enquanto a empresa afirma não ter recebido integralmente pelos serviços executados na obra, circunstância que gerou ainda mais questionamentos sobre a condução financeira do contrato e a ausência de quitação total do débito alegado pela empresa.
Diante da repercussão, o presidente da Câmara utilizou a tribuna durante a própria sessão para rebater as acusações e defender a legalidade da execução da obra, afirmando que está sendo alvo de tentativas de desgaste político e ataques à sua imagem e à imagem do Legislativo municipal; segundo ele, todos os atos relacionados à reforma foram devidamente publicados no Diário Oficial da Câmara e acompanhados por equipe técnica responsável, acrescentando ainda que a obra foi executada em três etapas distintas e contou com acompanhamento técnico do engenheiro Dr. Halley durante as medições finais.
O presidente também negou qualquer existência de débito irregular, afirmando que todas as medições realizadas foram pagas e que existem documentos capazes de comprovar cada transação feita pela Câmara Municipal; durante o pronunciamento, destacou ainda que desde o início da gestão o Legislativo vem realizando devoluções de recursos ao município, citando a devolução de R$ 500 mil para aquisição de ambulâncias e investimentos em praças públicas nas localidades de Acaraci e Tapiragi, além de outros R$ 250 mil destinados recentemente para auxiliar na compra de um veículo para a Guarda Municipal.
Em tom de defesa, o chefe do Legislativo declarou que toda a documentação referente à obra está à disposição da população para consulta pública e reafirmou que a Câmara segue aberta para prestar esclarecimentos à sociedade, porém apesar do posicionamento apresentado pelo presidente, os questionamentos envolvendo os serviços extras e a suposta dívida continuam repercutindo no meio político e podem chamar atenção de órgãos de controle como Ministério Público e Tribunal de Contas, principalmente para esclarecer quem autorizou a execução dos serviços adicionais, se houve aditivo formal, quais documentos respaldam o acordo e por qual motivo a empresa afirma não ter recebido integralmente pelo que foi executado.
Nossa equipe tentou contato com o vereador que apresentou informações e citou documentos durante a tribuna da Câmara para obter acesso ao material mencionado na sessão, porém não houve retorno até o fechamento desta matéria.
Fonte: Jornalista Mateus Oliver
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