Operação Narciso apreende 200 canetas emagrecedoras comercializadas ilegalmente e investiga venda clandestina de medicamentos na Bahia
A Polícia Civil da Bahia deflagrou, na manhã desta quinta-feira (16), a Operação Narciso, uma ação voltada ao combate do comércio irregular de medicamentos, durante a operação foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão, que resultaram na apreensão de 200 canetas emagrecedoras que estariam sendo comercializadas de forma clandestina no município.
Os medicamentos apreendidos são utilizados em tratamentos relacionados à obesidade e ao diabetes e possuem valor estimado em R$ 164 mil, além dos produtos, as equipes policiais recolheram documentos, aparelhos eletrônicos e outros materiais que poderão auxiliar no avanço das investigações.
As apurações tiveram início após denúncias anônimas encaminhadas à Polícia Civil apontarem que os medicamentos eram vendidos irregularmente por meio de redes sociais, aplicativos de mensagens e contatos pessoais, sem prescrição médica e em desacordo com as normas sanitárias vigentes.
Durante as diligências, os investigadores identificaram indícios de que os produtos eram oferecidos por valores elevados e sem informações seguras sobre origem, procedência e condições de armazenamento, situação que pode representar riscos à saúde dos consumidores.
Todo o material apreendido será encaminhado para análise pericial e passará pelos procedimentos legais necessários, enquanto as investigações continuam para identificar todos os envolvidos na cadeia de comercialização dos medicamentos e apurar possíveis responsabilidades criminais.
A Operação Narciso tem como objetivo desarticular a venda clandestina de produtos destinados à saúde, combater práticas que coloquem a população em risco e responsabilizar os envolvidos em eventuais irregularidades identificadas durante as investigações.
A ação foi realizada por equipes da 11ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (COORPIN/Barreiras), com continuidade das diligências para esclarecimento completo dos fatos.
Fonte: Jornalista Mateus Oliver











