Um jovem identificado pelo prenome Cailon foi preso pela Polícia Militar por volta das 16h30 desta quarta-feira (7), no bairro da Conceição, em Ipiaú, após ser apontado como principal suspeito de envolvimento em ataques a tiros registrados no bairro Aparecida, incluindo uma ocorrência registrada horas antes na Rua das Flores, localidade conhecida como Ruinha.

Segundo informações preliminares repassadas pela Polícia Militar ao GIRO, um homem encapuzado invadiu uma residência por volta do meio-dia desta quarta-feira, efetuou disparos de arma de fogo e fugiu na garupa de uma motocicleta, sendo que o mesmo imóvel já havia sido alvo de outra ação criminosa na madrugada do último domingo (4), quando Carlos Daniel, de 20 anos, foi atingido por tiros na perna e no pé direito.

Ainda conforme a PM, os dois ataques teriam como alvo um jovem identificado como João, irmão de Carlos Daniel, que não foi localizado pelo autor dos disparos em nenhuma das ocasiões, enquanto informações levantadas durante as diligências apontam uma possível rivalidade entre o suspeito detido e o suposto alvo dos atentados.

Após buscas realizadas em diferentes pontos da cidade, equipes do Pelotão de Emprego Tático Operacional (PETO) e do 1º Pelotão localizaram Cailon em uma residência no bairro da Conceição, sendo constatado, segundo a corporação, que ele já utilizava tornozeleira eletrônica.

Durante a operação, os policiais também realizaram buscas em um imóvel ligado ao investigado, situado na Rua da Pedreira, onde teriam encontrado munições de pistola calibre .380, drogas e outros materiais considerados suspeitos, que foram recolhidos para os procedimentos legais.

O jovem, os materiais apreendidos e outras pessoas relacionadas às ocorrências foram apresentados na Delegacia Territorial de Ipiaú, onde a Polícia Civil ficará responsável pela continuidade das investigações para esclarecer a autoria dos disparos, a motivação dos ataques e a possível participação de outros envolvidos.

Até o momento, as informações sobre a participação de Cailon nos ataques são preliminares e dependem da apuração policial, não havendo confirmação de conclusão do inquérito ou de responsabilização criminal pelos fatos investigados.
Fonte: jornalista Mateus Oliver