:: 5/out/2026 . 15:26
Silva Neto comemora eleição para a Alba com festa da vitória em Araci neste domingo
O deputado estadual eleito Silva Neto (Avante) realiza neste domingo (5), em Araci, uma programação para comemorar o resultado das urnas e agradecer aos apoiadores pela campanha que garantiu sua chegada à Assembleia Legislativa da Bahia, a celebração está marcada para começar às 17h, na Praça da Conceição, conforme divulgação feita pelo próprio político nas redes sociais.
Batizada de “Caravana da Gratidão”, a programação terá apresentações de Samba de Quina e Elson Piseiro Bom, enquanto Silva Neto afirmou na publicação que o momento será dedicado a agradecer às pessoas que participaram de sua caminhada eleitoral.
Ex-prefeito de Araci por dois mandatos, entre 2013 e 2020, Silva Neto foi eleito deputado estadual pelo Avante neste domingo (4) com 66.967 votos, conquistando uma das 63 cadeiras da Assembleia Legislativa da Bahia para a legislatura que começa em 2027.
A eleição representa a chegada de Silva Neto à Alba depois de tentativas anteriores ao cargo, em 2022 ele havia recebido 45.163 votos e terminado como primeiro suplente, enquanto agora assume mandato a partir de fevereiro de 2027.
Fonte: jornalista Mateus Oliver
Prefeita Laryssa Dias: resultado dos seus candidatos nas urnas consolida força política em Ipiaú
Antônio Brito e Niltinho foram os deputados mais votados no município; virou o resultado de Jerônimo Rodrigues vencendo a disputa para governador e Lula na votação para presidente
As urnas de Ipiaú confirmaram, neste domingo (4), a força eleitoral do grupo político liderado pela prefeita Laryssa Dias. Os candidatos apoiados pela gestora terminaram a eleição entre os primeiros colocados nas principais disputas, com destaque para os deputados Antônio Brito e Niltinho, que foram os mais votados no município para deputado federal e estadual, respectivamente. (Ipiaú TV)
Na disputa para a Câmara dos Deputados, Antônio Brito (PSD) recebeu 3.933 votos em Ipiaú e terminou na primeira colocação entre os candidatos a deputado federal. Já para a Assembleia Legislativa da Bahia, Niltinho (PSD) foi o mais votado, com 3.754 votos. (Ipiaú TV)
O resultado representa uma demonstração de apoio às alianças construídas pela prefeita Laryssa Dias e reforça a presença do grupo nas diferentes esferas políticas. Durante a campanha, a prefeita esteve à frente de mobilizações e atos públicos em apoio aos seus candidatos, incluindo uma grande carreata pelas ruas de Ipiaú. (Ipiaú TV)
Jerônimo é reeleito e virou a previsão de perda em Ipiaú
Na disputa pelo Governo da Bahia, diferentemente da indicação de pesquisas realizadas nos últimos 30 dias em Ipiaú, Jerônimo Rodrigues (PT) foi reeleito governador e também terminou à frente em Ipiaú. No município, o governador recebeu 11.563 votos, correspondentes a 50,59% dos votos válidos, segundo os dados divulgados após a apuração. (UOL Notícias)
No resultado estadual, Jerônimo foi reeleito com 4.581.092 votos, alcançando 55,69% dos votos válidos na Bahia. (IPIAÚ ON LINE)
A vitória reforça o resultado do trabalho nas ruas da cidade e da zona rural da Prefeita e d a articulação política mantida por Laryssa Dias com o Governo do Estado e com as lideranças que integram sua base.
Rui Costa e Jaques Wagner entre os mais votados para o Senado
A votação para o Senado também apresentou desempenho expressivo dos nomes apoiados pelo grupo da prefeita.
Em Ipiaú, Rui Costa (PT) recebeu 11.360 votos, enquanto Jaques Wagner (PT) alcançou 10.420 votos, ficando respectivamente nas duas primeiras posições entre os candidatos ao Senado no município. (UOL Notícias)
Lula liderou com folga em Ipiaú
Na eleição presidencial, Lula (PT) foi o candidato mais votado em Ipiaú, com 14.346 votos, equivalentes a 60,27% dos votos válidos no município. (Ipiaú TV)
O resultado completa o cenário eleitoral de Ipiaú: os candidatos apoiados pela prefeita Laryssa Dias alcançaram posições de destaque nas disputas para deputado federal, deputado estadual, governador, Senado e Presidência da República.
Para Laryssa Dias, o resultado das urnas representa também um reconhecimento à articulação política construída ao longo da gestão e à defesa de uma relação próxima com representantes municipais, estaduais e federais.
Após Renan, Augusto Cury também rejeita Lula e Flávio no segundo turno
Depois de Renan Santos (Missão) anunciar que não fará campanha para nenhum dos candidatos no segundo turno, Augusto Cury (Avante), terceiro colocado na disputa presidencial, também confirmou que não pretende apoiar Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nem Flávio Bolsonaro (PL) na votação marcada para 25 de outubro.
Cury afirmou que permanecerá em “silêncio” durante o segundo turno e reforçou que ninguém está autorizado a anunciar apoio em seu nome, mantendo a posição apresentada ainda durante a campanha, quando declarou publicamente que não apoiaria nem Lula nem Flávio caso os dois avançassem para a etapa decisiva da eleição.
A decisão ocorre um dia depois de Renan Santos reafirmar que também não participará da campanha de nenhum dos dois presidenciáveis e que não pretende sequer fazer campanha pelo voto nulo, deixando seus eleitores livres para decidir como votar no segundo turno.
Com as manifestações de Cury e Renan, dois candidatos derrotados no primeiro turno optam por não transferir formalmente seus apoios para Lula ou Flávio, enquanto partidos e demais forças políticas começam a definir suas posições para a segunda etapa da disputa presidencial.
Fonte: jornalista Mateus Oliver
Direita avança no Senado e terá 44 parlamentares ligados ao bolsonarismo a partir de 2027
A nova composição do Senado Federal terá maior presença de parlamentares identificados com o campo bolsonarista a partir de 2027, levantamento da cientista política Beatriz Rey divulgado pela BBC News Brasil aponta que 44 dos 81 senadores podem ser associados ao grupo, enquanto 24 foram classificados como ligados ao campo lulista e outros 13 como independentes.
O crescimento foi impulsionado principalmente pelo desempenho do PL nas eleições deste domingo (4), quando o partido conquistou 19 das 54 cadeiras em disputa e, considerando também os parlamentares que permanecem no mandato, passará a contar com 28 senadores, tornando-se a maior bancada partidária da Casa, enquanto o PT terá nove representantes.
A nova correlação de forças aumenta o peso político da direita em votações importantes, incluindo propostas de emenda à Constituição, indicações para cargos que dependem da aprovação do Senado e discussões envolvendo o Supremo Tribunal Federal, porém os 44 parlamentares classificados como integrantes do campo bolsonarista não representam, por si só, os 54 votos correspondentes a dois terços da Casa necessários para uma eventual condenação e perda do cargo de ministro do STF em processo por crime de responsabilidade.
Há, entretanto, diferença entre a classificação ideológica da nova composição e a posição individual dos senadores sobre impeachment, já que outros levantamentos divulgados após a eleição apontam número maior de parlamentares que já manifestaram apoio a afastamentos de integrantes do Supremo, o que significa que votações futuras dependerão das articulações e das posições adotadas por senadores de diferentes partidos.
O novo desenho do Senado também deverá ter impacto direto na relação entre Executivo e Congresso a partir de 2027, independentemente do resultado do segundo turno presidencial, uma vez que a Casa analisa indicações para o STF e outros órgãos, participa da aprovação de mudanças constitucionais e exerce papel central na fiscalização do governo federal.
Fonte: jornalista Mateus Oliver
Renan Santos critica Flávio Bolsonaro e descarta apoio a Lula ou ao candidato do PL no segundo turno
O candidato derrotado à Presidência Renan Santos, do Missão, afirmou após a apuração do primeiro turno das eleições de 2026 que não apoiará Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, nem Flávio Bolsonaro, do PL, no segundo turno marcado para 25 de outubro, liberando seus eleitores e apoiadores para decidirem individualmente como votar.
O posicionamento chamou atenção principalmente pelo tom adotado contra Flávio Bolsonaro, já que Renan construiu sua candidatura no campo da direita, mas manteve durante a campanha uma postura de oposição ao bolsonarismo, chegando no próprio domingo da eleição a fazer críticas duras ao candidato do PL e a questionar a estratégia de voto útil utilizada na reta final do primeiro turno.
Após o resultado das urnas, Renan voltou a atacar Flávio e também dirigiu críticas a Lula, utilizando termos ofensivos contra os dois adversários e reafirmando que não pretende participar da campanha de nenhum dos lados no segundo turno, além de dizer que os integrantes e apoiadores de seu grupo político estão livres para tomar suas próprias decisões.
Durante a votação, Renan havia afirmado que a eleição foi marcada, em sua avaliação, pela falta de debate sobre propostas e criticou a tentativa de concentrar votos em Flávio Bolsonaro sob o argumento de impedir uma eventual vitória de Lula ainda no primeiro turno, estratégia que, segundo ele, prejudicou candidaturas alternativas no campo da direita.
Com o encerramento do primeiro turno, Flávio Bolsonaro e Lula avançaram para a etapa final da eleição presidencial, enquanto Renan, que concorreu pelo Missão, ficou fora da disputa e passou a defender uma posição de neutralidade entre os dois candidatos.
A Justiça Eleitoral confirma Renan Santos como candidato à Presidência pelo partido Missão nas eleições de 2026.
Apesar das críticas mais duras direcionadas a Flávio Bolsonaro, até esta segunda-feira, 5 de outubro, Renan não anunciou apoio a Lula e afirmou publicamente que não fará campanha nem recomendará voto para qualquer um dos dois candidatos que disputarão o segundo turno.
Fonte: jornalista Mateus Oliver
Rodrigo Constantino chama Bahia de “câncer do Brasil” após eleições e Jerônimo anuncia reação judicial
O jornalista e comentarista político Rodrigo Constantino provocou forte repercussão após publicar um vídeo nas redes sociais em que atacou a Bahia e os baianos ao comentar o resultado das eleições de 2026, afirmando que “a Bahia é o câncer do Brasil” e utilizando termos depreciativos para se referir também a Salvador.
As declarações foram feitas após a reeleição de Jerônimo Rodrigues ao Governo da Bahia e a eleição de Jaques Wagner e Rui Costa para as duas vagas ao Senado, resultados que foram criticados por Constantino durante a gravação, quando o comentarista também afirmou que os baianos seriam, ressalvadas as exceções mencionadas por ele, uma “vergonha para o Brasil”.
Constantino ainda relatou experiências pessoais durante viagens ao estado para sustentar críticas ao comportamento de moradores e afirmou que na Bahia “ninguém quer trabalhar”, utilizando situações que ele próprio classificou como evidências anedóticas para generalizar sua avaliação sobre a população.
As falas geraram críticas nas redes sociais por associarem o comportamento eleitoral do estado a ataques generalizados contra os baianos, enquanto veículos de comunicação passaram a tratar o episódio no contexto de acusações de xenofobia e preconceito regional, sem que essa classificação represente, por si só, uma conclusão judicial sobre o caso.
Nesta segunda-feira, o governador reeleito Jerônimo Rodrigues reagiu às declarações, criticou o conteúdo das falas e afirmou que pretende adotar providências na Justiça contra o comentarista, dizendo que ataques dessa natureza não cabem na convivência social.
O episódio amplia o debate sobre os limites entre a crítica política e ataques dirigidos coletivamente a uma população, já que divergências sobre governos, partidos ou resultados eleitorais fazem parte do ambiente democrático, enquanto generalizações contra pessoas em razão de sua origem regional podem gerar questionamentos públicos e jurídicos.
Fonte: jornalista Mateus Oliver
Ipiaú e região projetam Marcel Hohlenwerger como nova liderança política após estreia nas urnas
A primeira participação de Marcel Hohlenwerger em uma eleição para deputado estadual colocou seu nome entre as novas lideranças políticas que buscam ampliar a representação de Ipiaú e dos municípios do Território Médio Rio das Contas, com uma campanha marcada principalmente pelo contato direto com moradores, visitas a bairros, comunidades rurais e diferentes setores da sociedade.
Durante a caminhada eleitoral, Marcel apresentou como uma das principais bandeiras a necessidade de a região fortalecer uma liderança própria, capaz de acompanhar de perto as demandas dos municípios e defender pautas relacionadas ao desenvolvimento econômico, agricultura, geração de emprego, juventude, comércio e melhoria da qualidade de vida da população.
A campanha também destacou o caráter de estreia da candidatura diante de concorrentes que já possuíam mandatos, grupos políticos consolidados e estruturas eleitorais maiores, enquanto Marcel apostou na proximidade com os eleitores, utilizando sua trajetória profissional e sua relação com Ipiaú como elementos centrais da construção política.
Na avaliação da campanha, a votação alcançada, considerada próxima à obtida por nomes com maior experiência eleitoral e atuação parlamentar, demonstra que a candidatura conseguiu estabelecer uma base política e ampliar o reconhecimento de Marcel em Ipiaú e nos municípios da região.
Para Marcel, a defesa de uma representação regional continuará após o período eleitoral, destacando que ter uma voz ligada ao Médio Rio das Contas significa acompanhar demandas, buscar oportunidades e manter diálogo permanente com agricultores, trabalhadores, comerciantes, jovens e famílias dos municípios.
Ao agradecer os votos e manifestações de apoio recebidas durante a campanha, Marcel afirmou que pretende continuar presente na vida política de Ipiaú, da região e da Bahia, transformando a experiência da primeira eleição em uma etapa de construção de novos projetos e de aproximação ainda maior com a população.
O resultado das urnas passa agora a ser analisado pelo grupo como ponto de partida para a consolidação de uma nova liderança regional, enquanto Marcel assume o compromisso de manter a atuação política e transformar a confiança recebida durante a eleição em presença, diálogo e defesa das demandas de Ipiaú e do Médio Rio das Contas.
Prefeito de Jequié lamenta reeleição de Jerônimo e diz que Bahia “vive na UTI”
O prefeito de Jequié, Flávio Santana, o Flavinho, se manifestou após o resultado das eleições deste domingo (4) e lamentou a reeleição do governador Jerônimo Rodrigues (PT), em publicação nas redes sociais o gestor criticou áreas como regulação, segurança, economia e educação e afirmou ser difícil compreender a escolha feita pela maioria do eleitorado baiano diante dos problemas que, na avaliação dele, o estado enfrenta.
Na mensagem, Flávio afirmou que a Bahia “vive na UTI” e declarou que setores importantes estariam “de mal a pior”, além de dizer que o grupo político apoiado por ele perdeu a oportunidade de assumir o Governo do Estado e promover as mudanças que defendia durante a campanha, as declarações representam a avaliação política do prefeito e não uma constatação objetiva sobre todas as áreas mencionadas.
Jerônimo Rodrigues foi reeleito governador da Bahia ainda no primeiro turno, alcançando 55,68% dos votos válidos, com 4.578.083 votos, enquanto ACM Neto (União Brasil) terminou com 43,84% e 3.605.090 votos, resultado que garantiu ao petista mais quatro anos à frente do Executivo estadual. Apesar da derrota estadual de ACM Neto, o cenário foi diferente em Jequié, onde o candidato do União Brasil venceu Jerônimo Rodrigues com 48.605 votos, correspondentes a 54,27% dos válidos, contra 40.664 votos e 45,40% do governador reeleito, desempenho destacado pelo prefeito ao agradecer aos eleitores jequieenses que apoiaram o grupo político da oposição.
Flávio também agradeceu publicamente ao ex-prefeito Zé Cocá, que deixou o comando da Prefeitura em abril para disputar a eleição como vice na chapa de ACM Neto, além de prestar reconhecimento ao próprio candidato derrotado ao Governo e parabenizar Leur Lomanto Júnior e Hassan Iossef pela renovação dos respectivos mandatos.
Ao encerrar a manifestação, o prefeito afirmou que continuará trabalhando “dia e noite” e declarou que o grupo seguirá firme em seu propósito político, sinalizando que, apesar da derrota da chapa que apoiava no cenário estadual, a base ligada a Zé Cocá pretende manter sua atuação e organização política em Jequié.
Fonte: jornalista Mateus Oliver
Lula lidera votação presidencial em Ibirataia, Ipiaú, Itagibá, Barra do Rocha e Jitaúna
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi o candidato mais votado para presidente nos municípios de Ibirataia, Ipiaú, Itagibá, Barra do Rocha e Jitaúna no primeiro turno das eleições de 2026, enquanto Flávio Bolsonaro (PL), que terminou a votação nacional na primeira colocação e disputará o segundo turno com o petista, ficou em segundo lugar nas cinco cidades analisadas.
Em Ibirataia, Lula alcançou 60,39% dos votos válidos, enquanto Flávio Bolsonaro registrou 34,60%, resultado que mostra uma diferença de aproximadamente 25,8 pontos percentuais entre os dois principais candidatos no município, com 100% da apuração considerada no levantamento baseado nos dados públicos do Tribunal Superior Eleitoral.
Já em Ipiaú, Lula recebeu 14.346 votos, equivalentes a 60,27%, enquanto Flávio Bolsonaro obteve 8.128 votos, ou 34,15%, com 100% das 117 seções eleitorais totalizadas, Augusto Cury (Avante) apareceu na terceira colocação com 618 votos e 2,60%.
Em Itagibá, Lula também ultrapassou a marca dos 60%, chegando a 60,91% dos votos válidos, com 5.834 votos, enquanto Flávio Bolsonaro recebeu 3.250 votos, equivalentes a 33,93%, seguido por Augusto Cury com 266 votos.
Em Barra do Rocha, a diferença foi um pouco maior, Lula terminou com 1.994 votos e 63,85% dos válidos, enquanto Flávio Bolsonaro contabilizou 983 votos, ou 31,48%, Augusto Cury ficou em terceiro com 67 votos.
Entre as cinco cidades analisadas, Jitaúna apresentou a maior proporção de votos para Lula, que chegou a 71,71% dos válidos, enquanto Flávio Bolsonaro ficou com 24,54%, também com 100% das seções consideradas no levantamento, uma diferença de aproximadamente 47,2 pontos percentuais.
Na comparação regional, Ibirataia foi onde Flávio Bolsonaro alcançou seu maior percentual entre os cinco municípios, com 34,60%, seguida por Ipiaú, com 34,15%, Itagibá, com 33,93%, Barra do Rocha, com 31,48%, e Jitaúna, com 24,54%, já Lula teve seu maior desempenho em Jitaúna, com 71,71%, seguido por Barra do Rocha, Itagibá, Ibirataia e Ipiaú.
Os números mostram que Lula venceu o primeiro turno presidencial em todos os cinco municípios do Médio Rio de Contas analisados, apesar de Flávio Bolsonaro ter terminado a eleição nacional à frente e avançado para o segundo turno contra o petista, marcado para 25 de outubro, quando os eleitores voltarão às urnas para escolher definitivamente o próximo presidente da República.
Fonte: jornalista Mateus Oliver
Flávio cresce na Bahia, supera marca bolsonarista de 2022 e chega ao segundo turno com 2,4 milhões de votos
Flávio Bolsonaro (PL) chega ao segundo turno da eleição presidencial com um dado relevante na Bahia, mesmo em um estado historicamente favorável ao presidente Lula, o candidato do PL recebeu 2.441.049 votos, equivalentes a 28,54% dos votos válidos, desempenho superior ao registrado por Jair Bolsonaro no primeiro turno de 2022, quando o então presidente obteve 2.047.599 votos e 24,31% no estado.
Na comparação entre os dois pleitos, o campo bolsonarista acrescentou aproximadamente 393 mil votos na Bahia e avançou 4,23 pontos percentuais, resultado que dá à campanha de Flávio uma base maior para trabalhar na tentativa de reduzir a diferença para Lula no segundo turno marcado para 25 de outubro, embora o petista permaneça amplamente à frente no estado após receber 5.657.928 votos, ou 66,16% dos válidos.
O desempenho baiano também ganha relevância quando observado junto ao resultado nacional, já que Flávio terminou o primeiro turno na primeira colocação no país, com pouco mais de 56,1 milhões de votos e 47,03% dos válidos, enquanto Lula alcançou aproximadamente 53,9 milhões e 45,16%, levando os dois candidatos para uma disputa direta no segundo turno.
Após a votação, lideranças da oposição baiana começaram a se movimentar em torno da nova etapa da campanha, o ex-prefeito de Salvador e candidato derrotado ao Governo da Bahia ACM Neto sinalizou apoio a Flávio Bolsonaro, enquanto João Roma, presidente estadual do PL, afirmou que reforçará a atuação da legenda no segundo turno presidencial.
Apesar da vantagem expressiva de Lula na Bahia, os números mostram que Flávio entra no segundo turno com uma votação maior no estado do que aquela alcançada por Jair Bolsonaro quatro anos antes, transformando a redução dessa diferença e a busca pelos eleitores dos candidatos eliminados em um dos principais desafios da campanha do PL nas próximas semanas.
No primeiro turno, Augusto Cury, Ronaldo Caiado, Renan Santos e os demais candidatos também concentraram centenas de milhares de votos na Bahia, eleitorado que agora poderá escolher entre Flávio Bolsonaro e Lula ou optar pela abstenção, branco ou nulo, tornando a mobilização desses eleitores uma das variáveis da votação do dia 25.
Fonte: jornalista Mateus Oliver
Flávio precisa conquistar cerca de 3,5 milhões de votos e Lula 5,8 milhões para chegar à maioria no segundo turno
A disputa entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pela Presidência da República começa o segundo turno com uma diferença de pouco mais de 2,2 milhões de votos entre os candidatos e, tomando como referência o mesmo número de votos válidos registrado no primeiro turno, Flávio precisaria conquistar aproximadamente 3,5 milhões de votos adicionais para ultrapassar a metade dos válidos, enquanto Lula precisaria acrescentar cerca de 5,8 milhões.
Com 100% das seções totalizadas, Flávio Bolsonaro terminou o primeiro turno com 56.104.503 votos, equivalentes a 47,03% dos válidos, enquanto Lula recebeu 53.879.538 votos, ou 45,16%, deixando uma vantagem de 2.224.965 votos para o candidato do PL.
O primeiro turno registrou 119.300.788 votos válidos e, caso esse mesmo volume se repetisse no dia 25 de outubro, seria necessário chegar a pelo menos 59.650.395 votos para alcançar mais da metade dos válidos, dessa forma Flávio precisaria acrescentar aproximadamente 3.545.892 votos à votação obtida no domingo, enquanto Lula precisaria conquistar cerca de 5.770.857 votos.
A conta é apenas uma simulação matemática baseada no comparecimento e nos votos válidos do primeiro turno, já que o número poderá mudar na segunda votação com eleitores que faltaram retornando às urnas e outros que podem deixar de comparecer, além da possibilidade de variação na quantidade de votos brancos e nulos, que não entram no cálculo para definir o vencedor.
Outro fator decisivo será o destino dos votos dados aos candidatos eliminados, já que os outros dez concorrentes à Presidência somaram 9.316.747 votos, equivalentes a 7,81% dos votos válidos, grupo que passa a ser disputado diretamente pelas campanhas de Flávio Bolsonaro e Lula.
Augusto Cury recebeu 3.448.569 votos, Renan Santos somou 2.675.887 e Ronaldo Caiado teve 2.605.148, juntos, somente os três concentraram cerca de 8,7 milhões de votos, número superior à quantidade adicional que qualquer um dos dois finalistas precisaria conquistar nesta simulação para alcançar a maioria.
Apesar da vantagem numérica de Flávio Bolsonaro na largada do segundo turno, os números não representam uma previsão de vitória, pois o resultado dependerá da redistribuição dos votos dos candidatos eliminados, da participação dos eleitores que se abstiveram e da mobilização das duas campanhas até a votação definitiva marcada para 25 de outubro.
Fonte: jornalista Mateus Oliver
Jequié: Motociclistas fazem manobras perigosas em pleno domingo de eleição e população cobra fiscalização
O domingo de eleição em Jequié foi marcado não apenas pela intensa movimentação de eleitores pelas ruas, mas também por episódios de imprudência no trânsito, segundo relatos recebidos pelo Mateus Oliver Repórter, motociclistas foram vistos empinando motos e realizando manobras perigosas em avenidas de grande circulação durante diferentes momentos do dia, justamente quando milhares de pessoas se deslocavam para votar ou acompanhavam familiares até os locais de votação.
A situação teria ocorrido em vias com presença constante de carros, motocicletas e pedestres, aumentando o risco de acidentes, principalmente porque as manobras eram realizadas em meio ao trânsito normal, além disso, moradores também relataram motocicletas com escapamentos excessivamente barulhentos e possíveis alterações no sistema de descarga, situação que ampliou o incômodo e chamou atenção para a necessidade de fiscalização.
O Código de Trânsito Brasileiro estabelece que conduzir motocicleta fazendo malabarismo ou equilibrando-se apenas em uma roda constitui infração gravíssima, sujeita a multa e suspensão do direito de dirigir, enquanto circular com descarga livre ou silenciador defeituoso, deficiente ou inoperante também configura irregularidade prevista pela legislação de trânsito.
Os episódios ocorreram justamente no domingo, 4 de outubro, data em que os brasileiros foram às urnas no primeiro turno das eleições gerais para escolher presidente da República, governadores, senadores e deputados federais e estaduais, período em que naturalmente houve aumento considerável na circulação de pessoas pelas principais vias das cidades.
A situação também provocou questionamentos sobre a fiscalização durante o dia, já que quem precisava circular a pé, de carro ou de motocicleta, sozinho ou acompanhado da família, acabava exposto ao risco provocado por condutores que utilizavam as vias públicas para realizar manobras incompatíveis com as regras de segurança, até o fechamento desta matéria não havia informação confirmada sobre uma operação específica direcionada a coibir esse tipo de comportamento nos locais relatados.
A cobrança não é contra motociclistas, mas contra comportamentos que colocam terceiros em perigo, especialmente porque as vias públicas são espaços compartilhados e o direito de circular precisa estar acompanhado do respeito às normas de trânsito e à segurança coletiva, diante dos relatos, moradores esperam maior presença dos órgãos responsáveis e ações capazes de impedir que práticas semelhantes voltem a ocorrer.
Fonte: jornalista Mateus Oliver
Eduardo Alencar é reeleito deputado estadual e garante terceiro mandato consecutivo na ALBA
O deputado estadual Eduardo Alencar, do PSD, foi reeleito nas eleições deste domingo (4) e garantiu mais quatro anos na Assembleia Legislativa da Bahia, o parlamentar recebeu 72.742 votos e ficou entre os nove candidatos eleitos pelo partido para a próxima legislatura, que terá início em 2027.
Com o resultado, Eduardo Alencar conquista o terceiro mandato consecutivo como deputado estadual, após ter sido eleito pela primeira vez para a ALBA em 2018 e renovado o mandato nas eleições de 2022, quando recebeu 67.265 votos.
Médico e natural de Ruy Barbosa, Eduardo possui uma trajetória política fortemente ligada a Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador, onde já exerceu mandato de vereador e comandou a Prefeitura em quatro períodos, antes de chegar à Assembleia Legislativa da Bahia.
A reeleição mantém Eduardo Alencar na bancada do PSD, partido que conquistou nove cadeiras na nova composição da ALBA, e o parlamentar seguirá no Legislativo estadual durante o período de 2027 a 2031.
Fonte: jornalista Mateus Oliver
Léo de Neco é eleito deputado estadual com mais de 81 mil votos na Bahia
O ex-prefeito de Gandu Léo de Neco, do Avante, foi eleito deputado estadual da Bahia nas eleições deste domingo (4) e garantiu uma das 63 cadeiras da Assembleia Legislativa da Bahia para a legislatura que começa em 2027, consolidando sua chegada ao Legislativo estadual após dois mandatos consecutivos à frente da Prefeitura de Gandu.
De acordo com a atualização da apuração divulgada às 23h35, quando 99,98% das seções eleitorais já estavam totalizadas, Léo de Neco contabilizava 81.901 votos, equivalente a aproximadamente 1% dos votos válidos para deputado estadual, resultado que colocou o político do Baixo Sul entre os candidatos eleitos pelo Avante.
Leonardo Barbosa Cardoso, conhecido politicamente como Léo de Neco, foi eleito prefeito de Gandu pela primeira vez em 2016 e conquistou a reeleição em 2020, encerrando em 2024 um ciclo de oito anos à frente do Executivo municipal, agora o ex-prefeito inicia uma nova etapa política com mandato na Assembleia Legislativa e passa a integrar a representação do Baixo Sul no Parlamento baiano.
Fonte: jornalista Mateus Oliver
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