A Prefeitura de Ubatã, por meio da Secretaria Municipal de Educação, realizou nesta sexta-feira (07) o segundo dia de atividades do Projeto Laços de Respeito: Educação, Consciência e Enfrentamento da Violência contra a Mulher, com uma formação continuada destinada aos professores do 2º ao 9º ano do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino.

Com carga horária de oito horas, a capacitação tem como objetivo preparar os educadores para o desenvolvimento das ações pedagógicas previstas pelo projeto, fortalecendo o papel da escola na promoção dos direitos humanos, da igualdade, do respeito e da cultura de paz.

Durante a formação, os participantes vivenciam momentos de estudo, reflexão e orientações metodológicas que servirão de base para a execução das atividades nas unidades escolares, ampliando o debate sobre cidadania, empatia, convivência respeitosa e prevenção da violência contra a mulher.

A proposta busca utilizar o ambiente escolar como espaço de formação social, permitindo que professores trabalhem os conteúdos de maneira adequada à faixa etária dos estudantes e contribuam para a construção de relações baseadas no respeito e na valorização da dignidade humana.

A secretária municipal de Educação, Joana Angélica Azevedo Souza, destacou a importância da qualificação dos profissionais para o fortalecimento das ações desenvolvidas dentro das escolas, ressaltando que a transformação social passa diretamente pela educação e pela preparação dos professores para abordar temas que ultrapassam o conteúdo tradicional da sala de aula.

“Acreditamos que a transformação da sociedade começa pela educação. Ao preparar nossos professores, fortalecemos a escola como um espaço de diálogo, conscientização e construção de uma cultura de paz, que será refletida dentro e fora da sala de aula”, afirmou.

Segundo a gestão municipal, o Projeto Laços de Respeito também busca contribuir para a formação integral dos estudantes, fortalecendo valores de cidadania, igualdade e convivência respeitosa, além de ampliar a participação das escolas no enfrentamento de situações de violência e discriminação.

Fonte: jornalista Mateus Oliver