:: 23/nov/2025 . 12:18
Site Mateus Oliver Repórter Lança Campanha em Apoio Exclusivo ao Grupo Solar e Proteção Animal em Jequié
O jornalista Mateus Oliver, por meio de seu site “Mateus Oliver Repórter”, está utilizando sua plataforma de comunicação para promover uma campanha de solidariedade voltada integralmente à causa animal, em parceria com o Grupo Solar Jequié.
Esta iniciativa jornalística visa canalizar a atenção e os recursos da comunidade para as necessidades urgentes da organização, que se dedica ao resgate, tratamento e bem-estar de cães e gatos abandonados na região.
Ao centralizar a arrecadação em sua mídia, o repórter busca dar transparência e credibilidade à ação, utilizando sua influência para gerar um impacto significativo na vida dos animais amparados.
A campanha promovida por Mateus Oliver Repórter destaca que a sobrevivência do Grupo Solar Jequié depende da mobilização contínua de doações, uma vez que a entidade não possui fins lucrativos e opera exclusivamente com recursos provenientes de apoiadores.
O foco é suprir despesas críticas, como a assistência veterinária especializada para animais doentes e feridos, a compra de medicamentos e o fornecimento de alimentação adequada.
A visibilidade conferida pela plataforma do repórter é fundamental para atingir um público mais amplo e consciente da responsabilidade social na proteção animal.
Para que os leitores e o público em geral possam contribuir de forma rápida e segura, os dados bancários do Grupo Solar Jequié, que é o beneficiário final da campanha, foram amplamente divulgados.
As doações podem ser efetuadas via PIX, usando o CNPJ da entidade como chave: 20.790.363/0001-85.
Alternativamente, é possível realizar depósitos ou transferências para a Caixa Econômica Federal, Agência 0071, Operação 003, Conta 5134-0.
A campanha reforça a importância de cada contribuição para o sucesso do trabalho de resgate e reabilitação liderado pelo Grupo Solar Jequié.
Risco de Morte: Moradores do Rio do Mutun correm risco de morte por falta de socorro após prefeitura ignorar queda de ponte em Jequié

A crise na comunidade do Rio do Muntun, zona rural de Jequié, transcendeu o âmbito da infraestrutura e se tornou uma questão de vida ou morte.
A queda da ponte não apenas isolou a localidade e deixou cerca de trinta casas sem energia elétrica, mas, principalmente, criou um cenário onde os moradores correm risco real de óbito.
Em casos de emergência médica, acidentes graves ou mal súbito, a impossibilidade de veículos de socorro, como ambulâncias, acessarem a área rapidamente significa que a assistência vital pode não chegar a tempo.
A falha na rodagem impede que pacientes sejam transportados com urgência para unidades de saúde, transformando o tempo de resposta em uma sentença.
O clamor da comunidade, que já se arrasta por dias e tem sido ignorado pela Prefeitura de Jequié, agora se concentra no perigo iminente de uma tragédia.
A vida de idosos, crianças e pessoas com doenças crônicas está suspensa na dependência de uma estrutura provisória de acesso que não existe.
É urgente que o poder público municipal reconheça a gravidade da situação e estabeleça, de imediato, um plano emergencial para garantir o acesso de veículos de resgate, mesmo que por vias alternativas temporárias, enquanto se inicia o reparo definitivo da ponte.
A omissão neste momento é um fator de risco fatal para os moradores.
Fonte: Jornalista Mateus Oliver
Tiros assustam moradores das “Casinhas” atrás do complexo em Jequié
A cidade de Jequié, localizada no sudoeste da Bahia, foi o palco do incidente de violência que gerou grande apreensão na noite deste sábado (22).
Os disparos de arma de fogo ocorreram especificamente nas “casinhas” situadas nas proximidades do Complexo Policial do município, um detalhe que não apenas confirma a gravidade da situação, mas também lança um holofote sobre a segurança em áreas adjacentes a bases de força policial na cidade.
A localização do evento intensifica o receio da população, questionando a eficácia da presença policial como fator inibidor da criminalidade na região.
Embora o cenário de Jequié já tenha sido marcado por outros atos de violência no mesmo dia, incluindo a execução de um homem após invasão de residência no Loteamento Santa Luz, no bairro Joaquim Romão, as informações mais detalhadas sugerem que o episódio das “casinhas” perto do Complexo Policial se soma a um clima geral de insegurança.
O tiroteio, apesar de intenso e de causar danos materiais visíveis, conforme os relatos, não resultou em feridos com registro, aliviando o potencial de tragédia, mas não o trauma vivido pelos moradores daquelas residências.
A natureza exata desse confronto ou ação criminosa nas imediações da unidade policial ainda não está totalmente clara, mas a sua ocorrência sinaliza um alto grau de ousadia por parte dos envolvidos.
As autoridades policiais em Jequié estão diante do desafio de investigar a fundo esse episódio e de prover uma resposta imediata e eficaz para tranquilizar a comunidade.
A exigência é de um plano de segurança que vá além da resposta reativa e que consiga garantir o direito básico à paz e à integridade dos moradores que vivem em áreas de conflito, especialmente aquelas próximas a pontos estratégicos da segurança pública.
A violência na cidade, que afeta diversas comunidades, como a quilombola do Barro Preto, conforme reportagens recentes sobre o medo e a vulnerabilidade local, requer uma atenção estratégica e contínua.
Fonte: Jornalista Mateus Oliver
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