O ex-prefeito de Cocos e pré-candidato a deputado federal, Dr. Marcelo, criticou o novo tarifaço de 25% anunciado pelo governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre produtos brasileiros e afirmou que a medida representa um golpe contra o agronegócio baiano, especialmente para a região Oeste da Bahia, considerada estratégica para a economia estadual.

Segundo Dr. Marcelo, as barreiras comerciais impostas pelo governo norte-americano teriam motivação política e poderão provocar prejuízos para produtores, trabalhadores e famílias que dependem diretamente do setor produtivo, “Essas barreiras impostas por um governo estrangeiro movido por interesses políticos, e não econômicos, vão fazer com que trabalhadores, produtores e famílias inteiras paguem a conta”, declarou.

O pré-candidato também associou a decisão do governo dos Estados Unidos à aproximação da família Bolsonaro com Donald Trump e criticou o apoio do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República, classificando a aliança como contrária aos interesses da Bahia e do Brasil.

“O plano de governo de Flávio é destruir o Brasil, ele quer acabar com o crescimento da economia promovido pelo presidente Lula e ACM Neto sabe disso, mas prefere continuar aliado, mesmo que para isso coloque em risco o sustento de milhares de baianos”, afirmou Dr. Marcelo.

O ex-prefeito de Cocos declarou ainda que as ações dos governos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do governador Jerônimo Rodrigues garantiram condições para que o Brasil e a Bahia reagissem à imposição norte-americana, destacando também a ampliação das relações comerciais com outros países como uma estratégia para reduzir os possíveis impactos das novas tarifas.

“Defender a Bahia, o agronegócio e os empregos da nossa gente exige coragem para dizer não a quem trata a soberania nacional como moeda de troca, aqui na Bahia ampliamos as nossas relações comerciais com outros países, assim como foi feito no Brasil, não abaixaremos a cabeça”, concluiu.

Fonte: jornalista Mateus Oliver