:: 30/dez/2024 . 17:40
Professor de Matemática tenta assaltar policial militar da reserva e acaba preso em Jequié
O professor de matemática Joanderson da Silva dos Santos, 30 anos, acabou preso na manhã desta segunda feira (30) no centro da cidade de Jequié, após solicitar uma corrida e tentar assaltar um motorista de aplicativo que também é policial militar da reserva.
O suspeito anunciou o assalto já no interior do veículo e com um objeto que estava em sua posse agrediu a vítima com um golpe violento na cabeça causando um corte, mas o motorista reagiu a invertida do criminoso e entrou em luta corporal, momento em que o elemento tentou fugir, porém mesmo ferido o PM fez o acompanhamento até que em um dado momento conseguiu detê-lo.
Ainda não se sabe se o que o professor tinha era uma arma ou outro material pois segundo a guarnição que atendeu a ocorrência, ele abandonou o objeto durante a fuga.
Joanderson dá aula em um cursinho na cidade de Jequié e já havia tentado contra a vida do próprio pai na noite deste domingo (29) quando tentou matar o idoso com uma chave Phillips no Bairro Brasil Novo.
Preso, o educador que é usuário de drogas foi encaminhado a delegacia territorial de Jequié, onde ficou a disposição da justiça.
Fonte:Mateus Oliver Repórter
Prefeito deve emplacar aliado e manter controle da Câmara municipal em Una
A base do prefeito Rogério Borges (PP) na Câmara Municipal de Una deve eleger um nome indicado pelo atual gestor e futuro chefe de gabinete Tiago Birschenner (PP) para presidir a Casa no ano que vem, após uma articulação direta entre ele e os partidos da coligação que elegeu o prefeito na eleição de 2024.
Segundo informações que chegou ao Jornalista Mateus Oliver, o nome mais provável, segundo aliados de Tiago, é o do vereador Puba (PP).
Embora as negociações para a composição da nova mesa diretora do Legislativo comecem oficialmente apenas nesta semana, a indicação de um nome ligado a Tiago para o cargo já estava acordada segundo apontou um dos secretários escolhido pela base governista.
Para a base do prefeito, a indicação de Puba deve manter a Câmara alinhada aos objetivos do executivo; ressaltando-se que o presidente da Mesa Diretora é quem determina a pauta de votações da casa.
Fonte:Mateus Oliver Repórter
Enfermeiros denunciam que também não receberam piso de Dezembro em Una e questionam repasse do Governo Federal para pagamento da Categoria
Uma série de denúncias vem sendo recebidas pela redação do site Mateus Oliver Repórter nos últimos dias de Dezembro em detrimento ao não pagamento de valores repassados a profissionais de Saúde do município de Una, cidade localizada na região Litoral Sul da bahia.
A principal queixa dos servidores que são Técnicos de Enfermagem, Enfermeiros, Agentes de Saúde e Agentes de Endemias são os repasses do Governo Federal que segundo o Fundo Nacional de Saúde repassou R$1.054.488,27 (Um milhão e cinquenta e quatro reais, quatrocentos e oitenta e oito mil e vinte e sete centavos) ao município para despesas da pasta, dentre elas o complemento do piso das categorias.
De acordo com funcionários envolvidos no colapso, nenhum valor que foi creditado para custeio da folha efetiva foi repassado aos trabalhadores que até as 11 horas da manhã desta segunda-feira (30), ainda não teria sido repassado.
Aos enfermeiros a quantia seria total de R$1.413,00 (Um mil quatrocentos e treze reais) por funcionário, o que ultrapassa os 31 mil reais. No total mais de R$230.000,00 (Duzentos e trinta mil reais) até agora foram identificados como supostamente usados de maneira ilegal pela gestão causando prejuízo aos servidores.
A quantia acima é ainda maior e pode se aproximar ou passar de R$300.000,00 (Trezentos Mil reais), já que a folha dos técnicos de enfermagem soma aproximadamente R$154.800,00 e não foi detalhado ainda quanto falta ser repassado para os mesmos que somam um total de mais de 40 profissionais.
Os servidores lotados nas pastas de Agentes de Endemias e Agentes de Saúde, que após resistência do prefeito que supostamente teria afirmado aos mesmos que só pagaria o recurso enviado pelo governo federal caso sobrasse verbas após demais compromissos estivessem pagos, e após pressão garantiu o recurso na conta dos trabalhadores até o dia 30, as 11 horas e 30 minutos afirmaram que ainda não receberam os vencimentos.
Vale ressaltar que a gestão ultrapassou em mais de um milhão de reais o orçamento de 2024 deixando um rombo nas contas do município.
Além desse impasse uma outra verba federal também está sendo investigada pelo Ministério Público Federal, que é o valor de Meio milhão de reais creditado na conta do município em emenda pix pelo Deputado Federal Mário Negromonte Jr e que até então não foi publicitado em que foi utilizada a verba.
Sendo assim, o montante de mais de 700.000,oo (Setecentos Mil Reais) de recursos federais no município de Una estão sendo questionados por funcionários e Ministério Público Federal.
Como reduzir os homicídios, apesar das taxas baixas de esclarecimento da polícia
“Não existe bem mais sagrado do que a vida”. A frase pode parecer um clichê bobo por afirmar o óbvio ululante. A sensação de confiança e de segurança é uma condição básica para uma vida coletiva e civilizada. Todos devem sentir que não serão assassinados por alguém à espreita, disposto a matar para impor suas vontades. Essa condição é básica para fortalecer os laços entre multidões que convivem em um mesmo espaço, aumentar a solidariedade e proporcionar condições para projetos e avanços coletivos. Foi esse o caminho trilhado pelas democracias modernas, que buscaram criar um sistema de justiça capaz de proporcionar ao Estado a capacidade de exercer o monopólio legítimo da força e garantir a sensação de segurança e o direito de seus cidadãos.
No ideal democrático, todos poderiam ser livres, desde que essa liberdade não atinja o direito de terceiros.
Um homicida é um tirano em potencial, muitas vezes disposto a travar uma guerra na defesa de seus interesses ou de seu grupo, sempre em detrimento do coletivo. A disposição para matar acaba se tornando um superpoder que, se não for punido e combatido, fragiliza o pacto social e se transforma em um grave problema político. A elevada quantidade de assassinatos revela a fragilidade de um Estado incapaz de coibir poder violento de grupos armados que desafiam sua autoridade e o pacto social, subjugando parte dos cidadãos ao projeto dos assassinos.
A elevada quantidade de assassinatos no Brasil é o retrato desse quadro institucional fragilizado. Somos uma das nações em que mais se mata no mundo. Para piorar, apenas um terço desses casos são esclarecidos, como vem mostrando uma série de pesquisas feitas pelo Instituto Sou da Paz. A mais recente, divulgada na primeira quinzena de dezembro, apontou que somente 35% dos suspeitos de crime contra a vida foram denunciados à Justiça em 2022. Desde 2017, quando o Sou da Paz começou a fazer o estudo, as variações nos resultados são pouco significativas.
Atualmente, boa parte desses homicídios está relacionada a disputas territoriais entre grupos armados que lutam por poder, dinheiro e mercado nos territórios das cidades brasileiras. Esses grupos cresceram e se fortaleceram no Brasil no decorrer deste século a partir da exploração de um mercado cada vez mais dinâmico e lucrativo, que se fortaleceu por meio de novas estratégias de gestão do crime, lideradas pelo Primeiro Comando da Capital, que passou a conectar facções de bases prisionais – nos presídios brasileiros degradados e superlotados – às quebradas. Sob a influência desses grupos, bairros de diversas cidades brasileiras passaram a ser controlados por gangues em disputa armada por poder. Para vencer e lucrar, submetem parcela da população ao silêncio para que eles possam manter seus interesses criminais intactos.
São cerca de 70 grupos atuando em todos estados brasileiros, que passaram a movimentar um mercado de armas e fuzis que foi impulsionado com a fragilização do controle durante a presidência de Jair Bolsonaro. O resultado foi a queda do preço de armas e munições no mercado negro. De 2010 em diante, as facçôes ampliaram sua presença nos territórios das cidades. A competição no mercado criminal pode ser mais ordenada (caso de São Paulo) ou menos (nos estados do norte e nordeste). Para se ter uma ideia da gravidade da situação, pesquisa feita pela Organização Latinobarômetro na América Latina perguntou a moradores de diversos países se precisavam conviver com gangues, marras, bandos, etc, em seu bairro ou município. Entre os brasileiros, 70,8% responderam afirmativamente; entre os jovens de 15 a 25 anos, o total chegou a 75%. O resultado é surpreendente quando comparado às respostas das populações de outras nações do continente. O Brasil apareceu com folga no primeiro lugar, bem à frente de países que vivem há anos desafios semelhantes, como México (34%), Colômbia (36%), El Salvador (41%), Bolívia (32,8%) e Venezuela (28,7%).
Outra frente de grupos armado surgiu dentro das próprias forças policiais. Incentivadas por governantes despreparados e por discursos populistas, essas polícias foram ganhando autonomia por serem vistos como defensores das cidades contra o crime. Essa leitura equivocada fragilizou o controle dos governos sobre os policiais, que aproveitaram a concessão desse superpoder para ganhar dinheiro no mercado do crime, subjugando a população aos seus interesses ilegais por meio da farda e do fuzil. As milícias do Rio de Janeiro são o exemplo mais acabado desse efeito colateral de políticas públicas equivocadas, mas o modelo se espalha velozmente pelo Brasil entre policias sem controle. Nos últimos cinco anos, as polícias brasileiras mataram mais de 6 mil pessoas anualmente e passaram a ganhar relevância crescente na cena do crime, pela extorsão e participação em atividades ligadas a drogas, disputas de terra, crimes ambientais, roubo de carga e de carros, entre outras.
Uma política de segurança voltada à redução das taxas de homicídios e da letalidade policial, portanto, é medida urgentes e estratégica para o fortalecimento das instituições democráticas e para libertar a população de bairros tiranizados pelos grupos armados – fardados ou não. Mesmo diante da dificuldade de investigar e punir os homicidas, existem medidas de curto prazo que têm se mostrado eficientes na redução dessas taxas.
Uma delas está voltada para a chamada dissuasão focada em locais com taxas de homicídios mais elevadas. A estratégia vem sendo contemplada pelo Programa Nacional de Segurança Pública e Cidadania (Pronasci), que começa a ser traçado. Foram selecionadas as 163 cidades brasileiras com mais homicídios, que representam 3% dos 5.568 municípios e concentram mais de 50% dos casos.
Esses municípios merecem atenção política especial, assim como os bairros mais violentos dessas cidades, que também tendem a concentrar quantidade desproporcional de ocorrências. Essa concentração é o sintoma da presença territorial de grupos armados atuando para ganhar dinheiro e poder a partir desses territórios. Além da punição dos homicidas, as forças de segurança precisam atuar para mudar comportamentos criminais. Como não é possível acabar com a atividade criminosa desses grupos, o primeiro passo, como redução de danos, é impedir que eles tiranizem a população de seus bairros e ameacem seus moradores pela violência.
Políticas bem-sucedidas mostraram que essa indução focada pode trazer resultados rápidos. Ao longo dos anos 2000, o governo paulista realizava as chamadas Operações Saturação quando casos homicídios disparavam em determinadas localidades. Acontecia uma chacina na zona norte. As polícias ocupavam a área do crime por alguns meses – além da presença policial ostensiva, eram oferecidos serviços odontológicos, de saúde, cortes de cabelos, campanhas de vacinação etc. – com o objetivo de atrapalhar o lucro dos donos das biqueiras e cessar a venda de drogas no local, levando os criminosos a perceberem que homicídios iriam atrair as polícias e interromper o lucro do crime.
No Rio de Janeiro, a diminuição dos conflitos letais no Rio foi um dos efeitos positivos da criação das Unidades de Polícia Pacificadora. Os grupos de tráfico mais violentos passaram a temer a ocupação dos seus morros pela polícia em caso de mortes e confrontos, o que os levou a mudar a postura, como explicou um chefe do tráfico na Rocinha pelo telefone a seu colega do PCC, numa conversa grampeada que tive acesso em 2017. A guerra parou, segundo ele, para que as UPPs não chegassem ao seu morro.
Tanto a redução dos homicídios como da letalidade policial depende compromisso dos governos com essas metas. O ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, buscava incessantemente a meta da redução, identificando em reuniões amplas os resultados das quedas em cada um dos batalhões e delegacias. Sob seu governo, Pernambuco finalmente deixou de encabeçar o ranking dos homicídios. O mesmo vale para redução da letalidade policial. Tecnologias como câmaras corporais nas fardas funcionam quando existe o compromisso político de acompanhar os desvios da corporação. O caso de São Paulo mostra como o abandono desse compromisso pode sabotar uma política pública bem-sucedida.
Mesmo com a fragilidade nas investigações policiais, batalhões com letalidade elevada devem ser vistos com preocupação em vez de serem celebrados. Seus comandos devem ser alertados para o problema, já que as taxas altas revelam uma polícia mal preparada para lidar estrategicamente com o serviço de patrulhamento – expondo a riscos seus homens e a população dos bairros em que atua. É preciso compromisso político com a vida, uma visão progressista da segurança pública, que contrasta com uma extrema direita equivocada, que aposta na morte como forma de produzir uma ordem sonhada. Essa guerra violenta, contudo, como mostram as evidências das últimas quatro décadas, provocam mais desordem, descontrole da polícia e aumento dos homicídios.
O Brasil está, mais uma vez, incluído em uma estatística dramática que ninguém gostaria de compor. Em 2023, o país registrou mais de 46 mil homicídios — um número que ultrapassa o total de assassinatos de países como China, Japão, Estados Unidos e até toda a Europa. Os números, alarmantes por si só, potencializam uma realidade de violência que afeta milhares de famílias todos os dias, e que é difícil de ignorar.
Enquanto o Brasil luta contra uma taxa de homicídios de mais de 21 por 100 mil habitantes, outros países com populações muito maiores têm números bem mais baixos. A China, com mais de 1,4 bilhão de pessoas, viu cerca de 8 mil homicídios no mesmo período. O Japão, famoso pela segurança e pela ordem, teve apenas 870 assassinatos em 2023, o que parece quase inacreditável ao se comparar com os índices brasileiros.
Nos Estados Unidos, o número de homicídios também é alto, com cerca de 22 mil assassinatos no ano passado. Mas, mesmo com sua grande população e altos índices de violência, a taxa de homicídios por 100 mil habitantes é bem menor que a do Brasil. E na Europa, o total de homicídios em todo o continente ficou em torno de 30 mil. Ou seja, o Brasil, com sua população de cerca de 215 milhões de pessoas, ainda ultrapassa todos esses países, e com uma diferença considerável.
A defronta deixa claro o tamanho do problema que o Brasil enfrenta. Não se trata apenas de números, mas de uma crise que tem raízes profundas na corrupção, no tráfico de drogas, na presença de facções criminosas e na falta de políticas públicas eficazes para combater a violência. O resultado disso são vidas perdidas, famílias destruídas e uma sensação constante de insegurança que atinge todos os cantos do país.
Atualmente, o estado mais violento do Brasil é a Bahia, de acordo com o Atlas da Violência de 2024. O estudo, que analisou os números completos de 2022, mostrou que a unidade federativa registrou 45,1 homicídios a cada 100 mil habitantes no ano, mais do que o dobro da média do país (21,7).
Criminosos invadem salão no centro de Ilhéus, roubam proprietária e clientes
Por volta das 09h deste domingo (29) três homens, um deles simulando portar arma de fogo, invadiram o Studio Taynara Miranda, situado em frente ao Centro Médico, no centro, e anunciaram assalto, levando da proprietária e dos clientes, 03 aparelhos celulares, cartão de crédito e certa quantidade em dinheiro.
Os meliantes estavam com as seguintes características: moreno alto, camiseta regata e tatuagem no braço direito; o comparsa também é moreno, camisa cor cinza e cabelos recheados, o terceiro indivíduo é moreno alto e de cabelo vermelho. Após o crime, os bandidos trancaram as vítimas no banheiro e saíram às pressas do estabelecimento com os produtos roubados.
De acordo com informações obtidas pelo jornalismo investigativo do Fábio Roberto Notícias, os criminosos continuaram roubando outras vítimas nas proximidades, mediante a falta de segurança ostensiva na área central e adjacências.
Um boletim de ocorrência foi registrado no plantão policial da 7ª COORPIN, e o caso deverá ser apurado pela Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Ilhéus.
Homem que planejava ataque em Brasília é preso no oeste da Bahia
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu neste domingo (29), na região Oeste do estado da Bahia, próximo à divisa com Goiás, Lucas Ribeiro Leitão, de 30 anos. Corretor de imóveis natural de Fortaleza (CE), ele é acusado de planejar um atentado em Brasília. Lucas foi localizado enquanto pegava carona em um caminhão.
A ação foi conduzida por equipes da Divisão de Proteção e Combate ao Extremismo Violento (DPCev) da PCDF. Durante a abordagem, o suspeito confessou que pretendia realizar o ataque utilizando “táticas militares”. Ele estava em posse de uma faca no momento da prisão.
De acordo com as investigações, Lucas fez publicações nas redes sociais detalhando os planos. Em uma conta privada no Instagram, ele afirmou que pretendia realizar um “ataque cirúrgico” e alertou que a segurança pública do Distrito Federal deveria ser aumentada em “até 400 vezes”. Ainda segundo os relatos, um de seus objetivos seria “botar fogo” na capital federal.
O investigado também mencionou que teria feito uma promessa a “uma garota” e a “uma série de pessoas”, garantindo que só encerraria a “missão” após sua conclusão. A PCDF segue investigando o caso para apurar possíveis conexões e evitar ameaças à segurança pública.
proposta apresentada pela VLI S.A. A ANTT tem gerado preocupações sobre possíveis impactos negativos em projetos estratégicos da FIOL
A proposta apresentada pela VLI S.A. à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), sugerindo a modificação do contrato de concessão da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), tem gerado preocupações sobre possíveis impactos negativos em projetos estratégicos como a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL) e o Porto Sul, em Ilhéus.
A proposta, segundo informações recentes do Pimenta Blog, inclui a redução de trechos da malha ferroviária e a alteração de bitolas, o que pode redirecionar cargas e prejudicar a competitividade logística do país.
A FIOL é vista como um projeto essencial para conectar o interior produtivo ao Porto Sul, em Ilhéus, facilitando o transporte de minério de ferro, grãos e outros produtos agrícolas. Dividida em três trechos, a ferrovia já tem parte de sua operação concedida à Bahia Mineração (FIOL 1, entre Ilhéus e Caetité), enquanto outros trechos ainda estão em construção ou aguardando licenças. Quando concluída, a FIOL deverá integrar o Oeste da Bahia ao Porto Sul, consolidando um importante corredor logístico.
Entretanto, a proposta da VLI para a FCA pode colocar em risco essa integração. Alterações nas bitolas ferroviárias, por exemplo, podem desviar cargas destinadas ao Porto Sul para o Porto de Aratu, localizado na Bahia, mas com maior capacidade para carga geral. Esse desvio comprometeria o volume de operações no Porto Sul e, consequentemente, sua viabilidade econômica, prejudicando o desenvolvimento da região.
Diante desse cenário, é crucial que a ANTT avalie detalhadamente os impactos sistêmicos da proposta da VLI. Alterações que beneficiem uma operadora em detrimento de projetos estratégicos, como a FIOL e o Porto Sul, podem comprometer o desenvolvimento logístico do Brasil.
Garantir a compatibilidade técnica e a eficiência operacional da FIOL é essencial para atender às demandas de exportação e fomentar o crescimento econômico da Bahia e do país.
Morador de Ubatã é morto a tiros no distrito de Poço Central
Um morador de Ubatã, identificado como Bruno, foi executado a tiros na noite desta sexta-feira, 27, na rua Manoel Coutinho, bairro Novo, em Poço Central, distrito de Aurelino Leal. Conforme informou o Ubatã Notícias, a vítima, que trajava bermuda jeans e estava sem camisa no momento do crime, caminhava quando foi alvo dos criminosos, que fugiram após efetuar vários disparos. Bruno morreu no local. Ainda não há informações sobre motivação, autoria e tampouco se a vítima possuía passagem pela polícia. A Polícia Militar acionou o Departamento de Polícia Técnica (DPT) para fazer a remoção do corpo. A Delegacia Territorial de Aurelino Leal investigará o crime. *Com informações do Ubatã Notícias
Agricultora é encontrada morta em sua fazenda na região de Itamarati; suspeita é de latrocínio
O distrito de Itamarati, no município de Ibirapitanga, está de luto após a morte trágica da agricultora conhecida popularmente como Marilene da Assembleia de Deus ou dona Vanda de Adelino. Muito querida na região, ela estava desaparecida e foi encontrada morta na manhã deste domingo (29), em sua fazenda localizada na região da Jacuba, zona rural de Itamarati.
O corpo da vítima foi encontrado em um matagal, coberto por vegetação, possivelmente para dificultar sua localização. Tudo indica que Dona Vanda tenha sido vítima de latrocínio (roubo seguido de morte). A imagem de um homem suspeito de envolvimento no crime está circulando nas redes sociais, mas até o momento, ninguém foi preso. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) esteve no local para realizar a remoção do corpo e os procedimentos periciais. (Redação: Jackson Cristiano/Ubaitaba Urgente)
Adtivo de contrato de coleta de lixo custará mais de 16 milhões de reais em Ilhéus
O prefeito Mário Alexandre, Marão (PSD), prorrogou, pela terceira vez, o contrato da Prefeitura de Ilhéus com a FG Soluções Ambientais, empresa responsável pela coleta de resíduos sólidos do município. O novo vínculo, de 12 meses, prevê despesa de R$ 15.962.290,56 no período de 22 deste mês a 21 de dezembro de 2025.
O contrato abrange a coleta convencional e por meio de containers de resíduos domiciliares, comerciais, públicos e industriais, além da lavagem e desinfecção de feiras livres e vias e limpeza de praias. O terceiro aditivo contratual foi publicado na edição de segunda-feira (23) do Diário Oficial do Município.
Dois homens são mortos a tiros enquanto dormiam na zona rural de Jequié
Dois homens, identificados como Hélio Osório da Silva, 48 anos, e Lucas Bastos Silva, 33 anos, foram brutalmente assassinados na madrugada desta sexta-feira (27) enquanto dormiam em uma residência na localidade de Água Vermelha, zona rural de Jequié. As informações são do Blog Marcos Frahm.
Segundo informações da Polícia, criminosos invadiram o imóvel e dispararam tiros de espingarda contra as vítimas, que estavam deitadas em colchões no chão da casa. Pelos vestígios encontrados no local, acredita-se que os autores do crime usaram lanternas para facilitar o acesso à residência durante a ação.
Os corpos de Hélio e Lucas foram removidos ao Instituto Médico Legal (IML) por uma equipe da Polícia Técnica no início da manhã. A Polícia Civil, por meio da 9ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin), já instaurou um inquérito para apurar as circunstâncias do duplo homicídio e identificar os responsáveis pelo crime. Até o momento, não há informações sobre a motivação do crime ou a identidade dos suspeitos.
Nova Itarana: Dois idosos morrem vítima de grave acidente entre carro e motocicleta na Rodovia BA-026
A Rodovia BA-026, estrada que interliga a BR-116 aos municípios de Nova Itarana, Planaltino e Maracás, no Vale do Jiquiriçá, registrou inúmeros acidentes em 2024 e faltando poucos dias para o ano acabar uma nova tragédia foi registrada na estrada.
De acordo com informações da Polícia Rodoviária Estadual – PRE, era por volta das 14h30 deste sábado (28) quando uma colisão frontal envolveu um carro Fiat Siena de placa HNG-5636 de MG e uma motocicleta Honda CG com placa JRE-7481 na altura do KM 157, entre Nova Itarana e Planaltino.
Ainda de acordo com a PRE, a moto teria invadido a pista contrária ao sair do distrito de Barro, batendo de frente com o carro e, com o impacto da colisão, os ocupantes da moto, dois idosos: Gilberto Costa dos Santos, 65, e Antonio de Jesus, 94 anos sofreram lesões e foram socorridos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência ao Hospital Geral Prado Valadares – HGPV, em Jequié, onde faleceram à noite, depois de terem dado entrada na unidade hospitalar. O condutor do carro, Clebson Félix da Silva não sofreu lesões. Os veículos envolvidos foram removidos por um guincho acionado pela PRE, que apura o caso.
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