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:: 31/jul/2026 . 12:39

Manoel Vitorino celebra 64 anos com desfile cívico e entrega de unidade de saúde requalificada

Manoel Vitorino comemorou, nesta quinta-feira (30), seus 64 anos de emancipação política com uma programação especial promovida pela Prefeitura, reunindo atividades cívicas, culturais, esportivas, religiosas e entregas voltadas à melhoria dos serviços oferecidos à população.

Um dos principais momentos das comemorações foi a reinauguração da Unidade de Saúde José Cirilo de Souza, que passou por obras de requalificação e recebeu uma estrutura modernizada, mais ampla, confortável e preparada para oferecer um atendimento humanizado aos usuários do Sistema Único de Saúde.

Segundo a administração municipal, a intervenção tem como objetivo fortalecer a Atenção Básica, melhorar a qualidade da assistência prestada à comunidade e garantir melhores condições de trabalho aos profissionais que atuam na unidade.

A entrega integra o conjunto de investimentos e ações realizados pela gestão municipal durante o aniversário da cidade, marcado por inaugurações, atividades públicas e iniciativas voltadas ao desenvolvimento de Manoel Vitorino.

Na manhã desta quinta-feira, o tradicional Desfile Cívico também reuniu estudantes, servidores municipais, instituições, autoridades, bandas marciais e moradores ao longo da Avenida Rio Bahia.

Com o tema “Tempo de Transformar Realidades”, o desfile destacou a trajetória, a identidade, as conquistas e o desenvolvimento do município, proporcionando um momento de integração e valorização da história do povo manoel-vitorinense.

A Banda Marcial de Manoel Vitorino, a BAMMAV, foi um dos grandes destaques da programação, encantando o público com uma apresentação marcada por disciplina, talento e organização.

A participação dos integrantes da banda reforçou o espírito cívico da celebração e abrilhantou o evento, que movimentou a cidade e reuniu diferentes gerações em torno das comemorações pelos 64 anos de emancipação política.

A programação oficial segue com outras atividades culturais, esportivas, religiosas e sociais, celebrando o passado, as conquistas alcançadas e as expectativas de novos avanços para Manoel Vitorino.

Fonte: jornalista Mateus Oliver

Gestão Sheila Lemos vira vitrine problemática para ACM Neto após novas denúncias na Saúde de Vitória da Conquista

A gestão da prefeita Sheila Lemos voltou ao centro das críticas em Vitória da Conquista após moradores da zona rural denunciarem dificuldades para conseguir atendimento na Unidade Básica de Saúde Régis Pacheco, estrutura inaugurada recentemente pela própria Prefeitura como símbolo de modernização e fortalecimento da Atenção Básica.

O episódio também provoca reflexos políticos para ACM Neto, principal liderança estadual do União Brasil e aliado da prefeita, uma vez que Vitória da Conquista é tratada como uma das bases mais importantes do seu grupo no interior da Bahia e ocupa espaço estratégico nas articulações eleitorais de 2026.

Sheila Lemos participou recentemente de encontros políticos com ACM Neto e reafirmou sua presença no projeto eleitoral liderado pelo ex-prefeito de Salvador, enquanto o grupo trabalha para consolidar Vitória da Conquista como um dos principais palanques da oposição no Sudoeste baiano.

Entretanto, enquanto a prefeita fortalece sua atuação no cenário político estadual, reclamações relacionadas à Saúde municipal continuam chegando à imprensa, expondo uma distância entre o discurso de eficiência da administração e a realidade relatada por usuários que dependem diariamente dos serviços públicos.

Segundo denúncia encaminhada ao jornalista Mateus Oliver, um morador procurou a Unidade Régis Pacheco para agendar um exame de ecocardiograma em caráter de urgência, mas teria sido informado de que o procedimento estava disponível somente para pacientes com até 14 anos.

Ao questionar qual seria a alternativa oferecida para adultos e idosos, o usuário afirma que não recebeu uma solução, apenas a informação de que a funcionária responsável cumpria orientações repassadas internamente.

Posteriormente, uma consulta foi marcada para o dia 11 de junho de 2026, às 8 horas, como o casal reside na zona rural, o paciente e a esposa relatam que saíram de casa às 6 horas para chegar ao posto dentro do horário determinado pela própria unidade.

De acordo com a denúncia, o médico teria chegado por volta das 9h10 e seguido para uma sala onde acontecia uma confraternização, enquanto pacientes permaneciam aguardando atendimento e explicações sobre o atraso.

Durante a espera, a esposa do paciente entrou em contato com a Ouvidoria Municipal para questionar a demora e a suposta limitação etária imposta ao ecocardiograma, segundo ela, o próprio setor informou desconhecer qualquer restrição para pacientes com mais de 14 anos.

A contradição entre a orientação transmitida dentro da unidade e a resposta apresentada pela Ouvidoria levanta questionamentos sobre a organização interna da Secretaria Municipal de Saúde, já que um paciente com solicitação urgente não pode ser submetido a informações desencontradas sobre a disponibilidade de um exame.

Após procurar a direção do posto, a usuária afirma que houve um desentendimento envolvendo a gerente e o médico, conforme o relato, o profissional teria declarado que não atendia moradores da zona rural e que abriria uma exceção naquele caso.

Caso a declaração seja confirmada, a Secretaria Municipal de Saúde deverá explicar quais critérios estão sendo aplicados no atendimento da unidade, sobretudo porque a nova sede do Régis Pacheco foi anunciada para atender mais de 12 mil famílias, incluindo comunidades rurais cadastradas no serviço.

A gerente teria mantido a informação de que o ecocardiograma era oferecido somente para pacientes com até 14 anos e orientado a mulher a procurar novamente a Ouvidoria, ao final do episódio, ela afirma que deixou a unidade sem receber atendimento.

O caso ganha ainda mais peso porque a UBS Régis Pacheco foi inaugurada em 26 de maio de 2026, após investimento anunciado de aproximadamente R$ 1,6 milhão, na ocasião, Sheila Lemos afirmou que a nova estrutura ofereceria mais conforto e qualidade no atendimento prestado à população.

Poucas semanas depois da inauguração apresentada como um momento histórico, usuários já relatam demora, falta de informações claras e dificuldade para acessar serviços, mostrando que prédios modernos e cerimônias de entrega não garantem, por si só, atendimento eficiente.

A situação se soma a outras cobranças envolvendo a Atenção Básica, a estrutura de postos, a falta de equipamentos, a necessidade de profissionais e a sobrecarga das unidades hospitalares de Vitória da Conquista.

A gestão Sheila Lemos precisa demonstrar que a prioridade dada às articulações políticas também é aplicada à administração dos serviços essenciais, sobretudo na Saúde, onde atrasos, falhas de comunicação e ausência de atendimento podem provocar consequências diretas na vida dos pacientes.

Para ACM Neto, que busca apresentar seu grupo político como alternativa de gestão para a Bahia, os problemas registrados em Vitória da Conquista representam um desgaste relevante, pois a cidade é comandada por uma das prefeitas mais próximas do seu campo político e frequentemente utilizada como referência da força do União Brasil no interior.

ACM Neto não administra a Secretaria Municipal de Saúde e não possui responsabilidade direta pelo atendimento denunciado, mas não pode ignorar o desempenho de uma gestão que integra seu principal núcleo de apoio político no Sudoeste e participa ativamente da construção do seu projeto eleitoral.

A ligação política entre Sheila e ACM Neto foi reafirmada durante eventos e reuniões recentes, inclusive com articulações em torno das eleições de 2026 e do lançamento da candidatura do marido da prefeita, Wagner Alves, para deputado estadual.

Enquanto os palanques são montados e as alianças eleitorais ganham destaque, moradores seguem cobrando algo mais básico e urgente, o direito de chegar a uma unidade de saúde, receber informações corretas e sair com o atendimento garantido.

Os usuários informaram que registraram reclamações na Ouvidoria e na Secretaria Municipal de Saúde, além de avaliarem encaminhar a denúncia ao Conselho Regional de Medicina da Bahia e ao Ministério Público.

O espaço permanece aberto para manifestação da prefeita Sheila Lemos, da Secretaria Municipal de Saúde, da direção da Unidade Régis Pacheco e do médico citado, especialmente sobre a restrição do ecocardiograma, o atendimento destinado aos moradores da zona rural, o atraso relatado e a confraternização que teria acontecido durante o horário das consultas.

Fonte: jornalista Mateus Oliver

Aprovados em concurso de Jequié aguardam novas convocações e Prefeitura explica planejamento

Candidatos aprovados no Concurso Público da Prefeitura de Jequié aguardam novas convocações e buscam informações mais detalhadas sobre o planejamento das nomeações, principalmente para os cargos de Técnico em Enfermagem e Técnico em Saúde Bucal.

De acordo com relatos encaminhados ao jornalista Mateus Oliver, existia entre parte dos candidatos a expectativa de que novas chamadas fossem realizadas durante o mês de julho, entretanto ainda não foi divulgado um calendário específico para a convocação das demais áreas contempladas no certame.

Os aprovados também apresentaram dúvidas sobre a existência de profissionais contratados por meio do Regime Especial de Direito Administrativo, o REDA, atuando em funções relacionadas à área da Saúde, diante disso, eles solicitam esclarecimentos sobre os critérios adotados pela Administração Municipal para a manutenção dos contratos temporários e para a convocação dos concursados.

Em resposta, a Prefeitura de Jequié informou que as convocações estão sendo realizadas de forma planejada, gradual e responsável, respeitando a ordem de classificação, a quantidade de vagas prevista no edital, as necessidades de pessoal em cada órgão e as condições administrativas para efetivar as nomeações.

Segundo o Município, o cronograma é elaborado a partir do planejamento de cada secretaria, considerando situações como aposentadorias, vacâncias, ampliação de serviços e reorganização das equipes, por esse motivo, a Administração afirma que não é possível estabelecer uma data individual para cada candidato aprovado.

A Prefeitura esclareceu ainda que o processo seletivo REDA em andamento está relacionado à substituição temporária de profissionais vinculados a contratos anteriores, sem ligação direta com o calendário de convocações do concurso público.

Conforme a gestão municipal, os contratos temporários são utilizados para atender situações específicas e transitórias, enquanto as nomeações do concurso continuarão acontecendo dentro do planejamento administrativo e durante o prazo de validade do certame.

O concurso público possui validade de dois anos após a publicação da homologação do resultado final, podendo ser prorrogado uma única vez pelo mesmo período, caso exista conveniência administrativa.

A Prefeitura de Jequié também reafirmou que todos os atos de convocação serão publicados nos canais oficiais do Município e que o processo continuará observando os princípios da legalidade, impessoalidade, publicidade, eficiência e interesse público.

Os candidatos, por sua vez, esperam que novas informações sejam divulgadas e defendem a apresentação de um planejamento mais detalhado, permitindo que os aprovados acompanhem com maior clareza o andamento das futuras nomeações.

Fonte: jornalista Mateus Oliver

Homem é preso após invadir residência e ameaçar ex-companheira em Seabra

Um homem, de 47 anos, foi preso em flagrante pela Polícia Civil da Bahia, nesta quinta-feira (30), no bairro Boa Vista, em Seabra, após ser acusado de ameaçar, difamar e causar danos à residência da ex-companheira, de 55 anos.

Conforme as informações apuradas, o suspeito chegou ao imóvel apresentando sinais de embriaguez e tentou entrar na casa sem a autorização da vítima, diante da negativa, ele passou a chutar e esmurrar a porta, provocando danos materiais, além de dirigir ofensas e ameaças contra a mulher.

A movimentação chamou a atenção de moradores da localidade, que presenciaram parte da situação e intervieram para evitar que o episódio tivesse consequências ainda mais graves, orientando o homem a se afastar da residência.

Após ser informado sobre o caso, o Núcleo Especial de Atendimento à Mulher de Seabra iniciou as diligências para localizar o suspeito e solicitou à Justiça a concessão de medida protetiva de urgência em favor da vítima.

O homem foi encontrado pelas equipes policiais, conduzido à unidade especializada e autuado em flagrante pelos crimes apurados no contexto de violência doméstica, permanecendo custodiado e à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: jornalista Mateus Oliver

Deputado Bolsonarista, Leandro de Jesus comete vandalismo e acaba barrado de fiscalizar obras sem autorização na Bahia

O deputado estadual Leandro de Jesus voltou ao centro de uma polêmica na Bahia após retirar uma placa de inauguração instalada na BA-649, rodovia que liga Itabuna a Ilhéus, durante uma ação apresentada por ele como fiscalização de uma obra que, segundo suas declarações, teria sido entregue sem estar totalmente concluída.

A atitude foi classificada por integrantes do Governo do Estado como vandalismo contra o patrimônio público, enquanto a Secretaria de Infraestrutura da Bahia registrou boletim de ocorrência relatando a retirada da estrutura, avaliada em R$ 500, além da entrada do grupo em uma área que permanecia interditada por razões de segurança.

Nas imagens divulgadas pelo próprio parlamentar, Leandro aparece utilizando uma ferramenta para remover a placa, alegando que o equipamento transmitia à população a impressão de que toda a obra estava concluída, embora um dos viadutos ainda não estivesse completamente conectado à pista.

A fiscalização parlamentar é uma atribuição legítima de deputados estaduais, especialmente quando envolve aplicação de dinheiro público, cumprimento de contratos e execução de obras, porém esse direito não significa autorização automática para invadir áreas interditadas, desrespeitar protocolos de segurança ou retirar bens pertencentes ao Estado.

O histórico de Leandro de Jesus também inclui um episódio ocorrido em 2024, quando ele tentou entrar na Unidade de Alta Complexidade em Oncologia anexa ao Hospital do Oeste, em Barreiras, mas teve o acesso negado enquanto aguardava autorização da Secretaria da Saúde. Após a negativa, o parlamentar pulou o muro da unidade e acabou novamente impedido de acessar a parte interna do equipamento.

Na ocasião, a Secretaria da Saúde afirmou que hospitais possuem normas sanitárias, identificação obrigatória, controle de infecção e restrições de acesso a áreas específicas, regras que também devem ser observadas por autoridades públicas para preservar pacientes, trabalhadores e visitantes.

Leandro sustentou que estava exercendo seu dever de fiscalização e afirmou ter aguardado por aproximadamente três horas uma autorização que não teria sido concedida, argumento utilizado para justificar a entrada pelo muro da unidade.

Após o episódio mais recente na BA-649, o Governo da Bahia anunciou medidas judiciais e administrativas, com encaminhamento do caso ao Ministério Público e à Assembleia Legislativa, onde a conduta poderá ser analisada sob a perspectiva de possível dano ao patrimônio e quebra de decoro parlamentar.

O deputado não está formalmente proibido de fiscalizar todas as obras públicas da Bahia, porém poderá ser impedido de acessar canteiros, hospitais, áreas interditadas ou ambientes controlados quando não apresentar autorização, não cumprir as regras de segurança ou tentar entrar em espaços cujo acesso dependa de acompanhamento técnico.

A atuação parlamentar não pode ser confundida com liberdade para arrancar placas, ultrapassar barreiras físicas ou ignorar determinações dos responsáveis pelos locais, pois fiscalizar significa requisitar documentos, solicitar informações, realizar visitas institucionais e denunciar irregularidades, sempre respeitando a legislação e os protocolos aplicáveis.

Enquanto Leandro de Jesus afirma combater inaugurações consideradas por ele como enganosas, seus métodos passaram a provocar uma discussão diferente, já que a tentativa de denunciar possíveis irregularidades acabou sendo ofuscada por atos considerados invasivos e pela retirada de um bem público.

Fonte: jornalista Mateus Oliver








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