Jequié: Motociclistas fazem manobras perigosas em pleno domingo de eleição e população cobra fiscalização
O domingo de eleição em Jequié foi marcado não apenas pela intensa movimentação de eleitores pelas ruas, mas também por episódios de imprudência no trânsito, segundo relatos recebidos pelo Mateus Oliver Repórter, motociclistas foram vistos empinando motos e realizando manobras perigosas em avenidas de grande circulação durante diferentes momentos do dia, justamente quando milhares de pessoas se deslocavam para votar ou acompanhavam familiares até os locais de votação.
A situação teria ocorrido em vias com presença constante de carros, motocicletas e pedestres, aumentando o risco de acidentes, principalmente porque as manobras eram realizadas em meio ao trânsito normal, além disso, moradores também relataram motocicletas com escapamentos excessivamente barulhentos e possíveis alterações no sistema de descarga, situação que ampliou o incômodo e chamou atenção para a necessidade de fiscalização.
O Código de Trânsito Brasileiro estabelece que conduzir motocicleta fazendo malabarismo ou equilibrando-se apenas em uma roda constitui infração gravíssima, sujeita a multa e suspensão do direito de dirigir, enquanto circular com descarga livre ou silenciador defeituoso, deficiente ou inoperante também configura irregularidade prevista pela legislação de trânsito.
Os episódios ocorreram justamente no domingo, 4 de outubro, data em que os brasileiros foram às urnas no primeiro turno das eleições gerais para escolher presidente da República, governadores, senadores e deputados federais e estaduais, período em que naturalmente houve aumento considerável na circulação de pessoas pelas principais vias das cidades.
A situação também provocou questionamentos sobre a fiscalização durante o dia, já que quem precisava circular a pé, de carro ou de motocicleta, sozinho ou acompanhado da família, acabava exposto ao risco provocado por condutores que utilizavam as vias públicas para realizar manobras incompatíveis com as regras de segurança, até o fechamento desta matéria não havia informação confirmada sobre uma operação específica direcionada a coibir esse tipo de comportamento nos locais relatados.
A cobrança não é contra motociclistas, mas contra comportamentos que colocam terceiros em perigo, especialmente porque as vias públicas são espaços compartilhados e o direito de circular precisa estar acompanhado do respeito às normas de trânsito e à segurança coletiva, diante dos relatos, moradores esperam maior presença dos órgãos responsáveis e ações capazes de impedir que práticas semelhantes voltem a ocorrer.
Fonte: jornalista Mateus Oliver












