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:: ‘Economia’

Petrobras aumenta preços da gasolina e do diesel nas refinarias

 A Petrobras anunciou nesta terça-feira (15) reajuste nos preços da gasolina e do diesel. São os primeiros aumentos desde a implantação da nova política comercial da companhia, que abandonou o conceito de paridade de importação, em maio.


 O preço da gasolina nas refinarias da estatal vai subir R$ 0,41 por litro, para R$ 2,93. Já o diesel terá alta de R$ 0,78 por litro, para R$ 3,80.

 A estatal justificou os aumentos dizendo que os preços do petróleo se consolidaram em outro patamar e que a empresa está “no limite da sua otimização operacional, incluindo a realização de importações complementares”.

 A empresa vinha sendo questionada pelo mercado pelo represamento de preços em um cenário de alta das cotações internacionais do petróleo. As elevadas defasagens no mercado interno já vinham levantando também alertas de risco de desabastecimento de diesel.

 O cenário gera preocupação no setor, já que o consumo do combustível cresce no segundo semestre, com a maior demanda pelo transporte da safra agrícola.

 Na abertura do mercado desta segunda (14), o preço do diesel nas refinarias da Petrobras estava, em média, R$ 1,18 por litro abaixo da paridade de importação calculada pela Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis). Na média nacional, a defasagem era de R$ 1,01 por litro.

 No caso da gasolina, a diferença era de R$ 0,90 por litro nas refinarias da Petrobras e de R$ 0,79 por litro na média nacional.

 As restrições de oferta de diesel e o repasse da elevação das cotações internacionais por importadores privados já vinham pressionando o preço do combustível nos postos. Na semana passada, o preço médio do diesel S-10 subiu R$ 0,08 por litro, para R$ 5,08.
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Pix supera pela primeira vez a marca de 140 mi de transações em um dia

 O Pix definitivamente caiu no gosto do brasileiro. De tão popular, virou um arsenal de memes, letra de música, e não para de bater recordes. Na última sexta-feira, o sistema de transferências instantâneas do Banco Central (BC), pela primeira vez, superou a marca de 140 milhões de transações em 24 horas. Foram 142,4 milhões de pagamentos via Pix feitos em um único dia.


 De acordo com o BC, a alta demanda não comprometeu o funcionamento do serviço. O melhor resultado anterior tinha sido registrado em 7 de julho, com 134,8 milhões de transações.

 Segundo dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o Pix encerrou o ano de 2022 com mais de 24 bilhões de transações, média de 66 milhões de operações por dia, consolidando-se como o principal meio de pagamento do País, “revelando a eficiência e grande aceitação popular da ferramenta, que trouxe conveniência e facilidades para os clientes em suas transações financeiras do dia a dia”, aponta a entidade.

 As transações do Pix superam as de cartão de débito, boleto, TED, DOC e cheques no Brasil, as quais, juntas, totalizaram 20,9 bilhões. Ainda segundo a Febraban, no ano passado foram transacionados pelo Pix R$ 10,9 trilhões. O Pix está apenas atrás da TED (Transferência Eletrônica Disponível), que, em 2022, movimentou R$ 40,7 trilhões.

 Consultor econômico da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado da Bahia (Fecomércio), Guilherme Dietze diz que o Pix é uma “inovação extraordinária”, e que, comparado com meios de pagamento ao redor do mundo, o Brasil “está muito avançado”. Para se ter uma ideia, ele diz, nos Estados Unidos “até tem o Zelle (plataforma online), mas se você fizer uma transação de banco para banco, o cliente vai pagar”.

 Ainda segundo Dietze, exatamente por ser rápido, barato e seguro, o Pix tornou-se uma via de mão dupla na praça, sendo tanto bom para quem consome como para quem vende.

 “Os consumidores (ganham), porque se tem uma diferenciação de preços no comércio, e normalmente com o Pix é possível obter um bom desconto na compra. E é bom para o comércio, porque tem esse dinheiro de forma imediata e sem custo, já que no cartão de débito há um incremento da maquininha. Mesmo que fosse de apenas um dia (o prazo para recebimento). Agora é na hora, o dinheiro no caixa, melhorando o fluxo de recebimento das empresas, que não precisam fazer antecipação de cartão, não precisam desconto de duplicata para receber”, explica.
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União paga em julho mais R$ 703 mi em dívidas atrasadas de estados

 O governo federal pagou, em julho, R$ 703,49 milhões em dívidas atrasadas de estados e municípios, informou nesta segunda-feira (7), em Brasília, a Secretaria do Tesouro Nacional (STN). Os números abrangem dívidas garantidas pela União e não honradas por seis estados e constam do Relatório de Garantias Honradas pela União em operações de crédito.


 Foram R$ 266,42 milhões relativos à inadimplência do Maranhão, R$ 187,96 milhões de Minas Gerais, R$ 104,86 milhões do estado do Rio de Janeiro, R$ 77,75 milhões de Goiás e R$ 59,29 milhões do Rio Grande do Sul e R$ 7,2 milhões de Pernambuco

 No total, desde 2016 a União desembolsou R$ 59,31 bilhões para honrar garantias concedidas a operações de crédito em dívidas garantidas de entes subnacionais. Desse valor, R$ 7,62 bilhões foram pagos em 2023.

 Os entes que tiveram os maiores valores honrados em 2023 foram os estados de Minas Gerais (R$ 2,29 bilhões, ou 30,08 % do total), do Rio de Janeiro (R$ 2,29 bilhões, ou 30,06 % do total), do Rio Grande do Sul (R$ 742,19 milhões, ou 9,74% do total) e do Maranhão (R$ 681,40 milhões, ou 8,95 % do total).

 As garantias representam os ativos oferecidos pela União – representada pelo Tesouro Nacional – para cobrir eventuais calotes em empréstimos e financiamentos dos estados, municípios e outras entidades com bancos nacionais ou instituições estrangeiras, como o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), Banco Mundial e Banco CreditSuisse, entre outros.

 Como garantidor das operações, o Tesouro é comunicado pelos credores de que não houve a quitação de determinada parcela do contrato. Caso o ente não cumpra suas obrigações no prazo estipulado, o Tesouro compensa as dívidas, mas desconta o valor coberto com bloqueios de repasses federais ordinários, além de impedir novos financiamentos.
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Bahia registra 3º maior aumento de gasolina do país no mês de julho

 Os motoristas tem precisado ‘coçar o bolso’ para abastecer seus veículos na Bahia. No último mês, o preço do combustível no estado apresentou um aumento de 5,83% nos postos e tem sido comercializado, em média, por R$ 6,045.


 A informação foi divulgada em levantamento realizado pela ValeCard. De acordo com a pesquisa, em junho, o preço médio da gasolina em postos baianos era de R$ 5,712, tendo uma variação de R$ 0,333.

 O aumento no preço da gasolina na Bahia apresentou, inclusive, a terceira maior variação do Brasil e do Nordeste. Apenas os estados de Ceará e Sergipe tiveram uma alta maior, com 6,09% e 6,18%, respectivamente.

 No início de julho, ocorreu a volta integral da cobrança de Pis/Cofins sobre os combustíveis, que, segundo estimativas da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), provocaria aumento de R$ 0,34 nos preços da gasolina. Por outro lado, como medida de compensação, a Petrobras reduziu o preço da gasolina nas refinarias de R$ 2,65 para R$ 2,52.

 No Brasil, a gasolina mais barata ficou por conta do estado de São Paulo. Entre junho e julho, a união federativa do sudeste teve um aumento de 2,64% e fechou em R$ 5,552 em média por litro.

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Bahia:Acelem volta a elevar preços de combustíveis “Reajuste começa a valer nesta quinta-feira”

 A Acelen, responsável pela Refinaria Mataripe, anunciou nesta quinta-feira (03) o aumento de R$0,06 centavos no preço da gasolina na venda para os postos, e de R$0,28 centavos no valor do diesel, pós aumento em 25 e 27 de julho respectivamente.


 Segundo o Blog Mateus Oliver Repórter, esse é o terceiro aumento da gasolina em menos de 8 dias. Desde o dia 25 de julho, o litro do combustível subiu em média R$ 0,47 centavos nas bombas.

 Além da reoneração dos impostos desde o mês de março de 2023 que impacta nos preços do produto ao consumidor e do aumento na refinaria, também há elevação no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) da Bahia.

 Em nota, a Acelen informou que os preços dos produtos produzidos pela Refinaria de Mataripe seguem critérios de mercado que levam em consideração variáveis como custo do petróleo, que é adquirido com base em cotação internacional.

 Ainda de acordo com a empresa, existe uma política de preços transparente, amparada por critérios técnicos, em consonância com as práticas internacionais de mercado.

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São Paulo é o estado brasileiro com o menor preço de gasolina comum

 A gasolina comum registra média de R$ 5,39 em São Paulo. Na capital, a média é de R$ 5,40/litro.


 No estado, Diadema registrou o menor preço da gasolina do país, a R$ 4,62. O valor é registrado em um posto de bandeira branca, no bairro Jardim Maravilha. Em seguida, está o posto de combustíveis no bairro de Piraporinha, de bandeira branca, que registra a comercialização da gasolina R$ 4,69/litro.

 Três municípios também registram o mesmo valor de comercialização da gasolina: Mogi das Cruzes, Sorocaba e Itaquaquecetuba.

 O estado também registra as mínimas para a gasolina aditivada, a R$ 4,85, em Guarulhos. A capital registra R$ 4,89 e, em seguida, estão os municípios de Taubaté, Campinas, São José dos Campos e Caçapava, a R$ 4,94/litro.

 O mesmo ocorre com o etanol hidratado. São Paulo desponta com as cidades mais baratas do país para o combustível. Os municípios de Presidente Prudente e Mococa registraram a mínima de R$ 2,95. Em seguida, estão os municípios de Jales e Limeira, que registraram a comercialização do combustível a R$ 2,97 e R$ 2,98, respectivamente. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, a ANP.
Fonte: Brasil 61
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Negativados por dívidas de imóveis poderão renegociar com bancos

 O programa Desenrola Brasil, voltado para renegociação de dívidas, foi lançado nesta segunda-feira, 17. A primeira fase da ação, segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, poderá renegociar dívidas de pessoas negativadas por financiamentos de bens como imóveis e carros.


 Nesta etapa serão contempladas dívidas de qualquer valor, desde que estejam inscritas até 31 de dezembro de 2022 e ligadas a um CPF com renda máxima de R$ 20 mil.

 O programa prevê a negociação do cidadão direta com os bancos. De acordo com informações do governo, o cliente entra no site da própria instituição e solicita o benefício. Como incentivo ao banco, o governo promete dar um crédito presumido.

 Segundo informações do governo, para cada R$ 1 de renegociação que o banco concede, ele pode apurar R$1 de crédito presumido. Isso libera espaço para que a instituição faça novas operações de crédito.
 
 O ministro ainda garante que nesta fase o Tesouro Nacional vai colaborar com até R$ 50 bilhões em crédito presumido aos bancos.
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Mais de 43 milhões de pessoas deixam linha da pobreza em junho, diz governo

 O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) informou, nesta quarta-feira (12), que 43,5 milhões de pessoas, ou 18,52 milhões de famílias, deixaram a linha da pobreza em junho, ou seja, passaram a ter rendimentos mensais superiores a R$ 218 per capita.


 A Bahia foi o estado com maior número de famílias que ultrapassaram a faixa de renda em junho: 2,26 milhões de lares. Em seguida, aparecem São Paulo, com 2,25 milhões de famílias saindo da linha da pobreza; Rio de Janeiro, com 1,63 milhão; Pernambuco, com 1,48 milhão; e Minas Gerais, com 1,38 milhão.

 “O Bolsa Família, relançado em março e implementado totalmente no último mês, é o grande responsável por elevar a renda da população mais vulnerável acima da linha da pobreza”, destacou, em nota, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome.

 Segundo o MDS, em março, o governo federal relançou o Bolsa Família com valor mínimo de R$ 600 e adicional de R$ 150 para crianças de até 6 anos. Em junho, concedeu benefícios variáveis de R$ 50 para gestantes, crianças e adolescentes de 7 a 18 anos, e o valor mínimo per capita do programa passou a ser de R$ 142.

 De acordo com o ministério, com a reformulação, o tíquete médio do Bolsa Família chegou ao maior valor da história do programa: R$ 705,4.
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Preço médio da gasolina sobe para R$ 567 nos postos

 O preço médio do litro da gasolina subiu R$ 0,31 nos postos de combustíveis do país, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), divulgados nesta sexta-feira (7). A pesquisa é referente à semana de 2 a 8 de julho.


 A gasolina foi comercializada, em média, a R$ 5,67. O valor representa uma alta de 5,78% frente aos R$ 5,36 da semana anterior, segundo os dados da ANP. Já o preço médio do etanol, por sua vez, subiu para R$ 3,93 na última semana. O acréscimo foi de 5,08% em relação aos R$ 3,74 da semana anterior.

 O litro do diesel caiu pela 22ª semana seguida: foi de R$ 4,96 para R$ 4,95. O recuo foi de 0,20% frente à semana anterior.
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Una: Gasolina já é vendida com aumento após volta da cobrança de impostos no Brasil

 A gasolina comum já é vendida com aumento de 0,40 centavos em Una, cidade localizada no sul da Bahia após volta de impostos do PIS e COFINS anunciada pelo governo federal para começar a ser cobrado a partir de 1° de Julho de 2023.


 A partir de agora, a gasolina que era vendida a R$5,58 já é possível encontrar de $5,99 no município.

 Os impostos federais sobre combustíveis voltam integralmente nesta quinta-feira e o impacto total para a gasolina será de R$ 0,71 e para o etanol de R$ 0,24. O anúncio foi confirmado pelo Ministério da Fazenda.

 A alta se deve pela volta total da PIS/Cofins e Cide sobre os combustíveis, após um movimento de redução temporária iniciado no governo Bolsonaro – antes das eleições de 2022.

 Anteriormente, o atual governo havia adotado uma reoneração parcial nos itens, com uma medida provisória que perdeu validade na última quarta-feira.

 A volta integral estava prevista para o começo de julho. Serão aplicadas as mesmas alíquotas do começo de 2022, antes da redução dos impostos.

 Com o fim da desoneração temporária, a arrecadação do segundo semestre será “reforçada” em R$ 14,8 bilhões, segundo a Fazenda.
Fonte:Blog Mateus Oliver Repórter
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Dívida Pública cai 0,31% em maio, mas fica acima de R$ 6 trilhões

 O alto volume de vencimento de títulos vinculados à inflação fez a Dívida Pública Federal (DPF) cair levemente em maio. Segundo números divulgados nesta quarta-feira, 28, pelo Tesouro Nacional, a DPF passou de R$ 6,033 trilhões em abril para R$ 6,014 trilhões no mês passado, recuo de 0,31%.


 Apesar da queda, o indicador continua acima de R$ 6 trilhões, cuja barreira foi superada pela primeira vez na história em abril. O Tesouro prevê que a DPF subirá nos próximos meses. De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), apresentado no fim de janeiro, o estoque da DPF deve encerrar 2023 entre R$ 6,4 trilhões e R$ 6,8 trilhões.

 A Dívida Pública Mobiliária (em títulos) interna (DPMFi) caiu 0,4%, passando de R$ 5,79 trilhões em abril para R$ 5,767 trilhões em maio. No mês passado, o Tesouro resgatou R$ 74,68 bilhões em títulos a mais do que emitiu, principalmente em papéis vinculados à inflação. A dívida interna só não caiu mais porque houve a apropriação de R$ 51,46 bilhões em juros.

 Por meio da apropriação de juros, o governo reconhece, mês a mês, a correção dos juros que incide sobre os títulos e incorpora o valor ao estoque da dívida pública. Com a taxa Selic (juros básicos da economia) em 13,75% ao ano, a apropriação de juros pressiona o endividamento do governo.

 No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 139,775 bilhões em títulos da DPMFi. Com o alto volume de vencimentos em maio, os resgates somaram R$ 214,458 bilhões.

 No mercado externo, a alta do dólar em maio aumentou o endividamento do governo. A Dívida Pública Federal externa (DPFe) subiu 1,8%, passando de R$ 242,42 bilhões em abril para R$ 246,78 bilhões em maio. O principal fator foi a queda de 1,9% da moeda norte-americana no mês passado.

 Após subir em abril, o colchão da dívida pública (reserva financeira usada em momentos de turbulência ou de forte concentração de vencimentos) voltou a cair em maio. Essa reserva passou de R$ 1,053 trilhão em abril para R$ 983 bilhões no mês passado. O principal motivo, segundo o Tesouro Nacional, foi a alta concentração de vencimentos em maio.

 Atualmente, o colchão cobre 8,06 meses de vencimentos da dívida pública. Nos próximos 12 meses, está previsto o vencimento de R$ 1,205 trilhão em títulos federais.

 O alto volume de vencimentos mudou a composição da DPF. A proporção dos papéis corrigidos pelos juros básicos subiu levemente, de 38,84% em abril para 39,74% em maio. O PAF prevê que o indicador feche 2023 entre 38% e 42%. Como esse tipo de papel voltou a atrair o interesse dos compradores por causa das recentes altas da Selic, a previsão é que o percentual volte a subir nos próximos meses.

 A fatia de títulos prefixados (com rendimento definido no momento da emissão) aumentou, passando de 24,81% para 26,17%. O PAF prevê que a parcela da Dívida Pública Federal corrigida por esse indicador terminará o ano entre 23% e 27%.

 Nos últimos meses, o Tesouro voltou a lançar mais papéis prefixados, por causa da diminuição da turbulência no mercado financeiro. Esses títulos têm demanda maior em momento de estabilidade econômica.

 Com grandes vencimentos neste mês, a fatia de títulos corrigidos pela inflação na DPF caiu, passando de 32,11% para 29,76%. O PAF prevê que os títulos vinculados à inflação encerrarão o ano entre 29% e 33%.

 Composto por antigos títulos da dívida interna corrigidos em dólar e pela dívida externa, o peso do câmbio na dívida pública passou de 4,24% para 4,33%. A dívida pública vinculada ao câmbio está dentro dos limites estabelecidos pelo PAF para o fim de 2023, entre 3% e 7%.

 As instituições financeiras seguem como principais detentoras da Dívida Pública Federal interna, com 28,7% de participação no estoque. Os fundos de investimento, com 23,7%, e os fundos de pensão, com 23,5%, aparecem em seguida na lista de detentores da dívida.

 A participação dos não residentes (estrangeiros) subiu levemente, passando de 9,5% em abril para 9,6% em maio. Apesar da alta, o percentual ainda está menor que em fevereiro, quando a fatia dos estrangeiros na dívida pública estava em 9,8%. Os demais grupos somam 14,4% de participação.

 Por meio da dívida pública, o governo pega dinheiro emprestado dos investidores para honrar compromissos financeiros. Em troca, compromete-se a devolver os recursos depois de alguns anos, com alguma correção, que pode seguir a taxa Selic (juros básicos da economia), a inflação, o dólar ou ser prefixada (definida com antecedência).
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Volkswagen suspende produção de carros no Brasil por “estagnação do mercado”

 A Volkswagen anunciou nesta terça-feira (27/6) a suspensão temporária da produção de carros em suas três fábricas no Brasil. De acordo com a empresa, a medida foi adotada por “estagnação do mercado”. A decisão da montadora ocorre em plena vigência do programa de incentivo do governo federal à indústria automotiva, iniciado em junho, que oferece descontos para a aquisição de veículos que custam até R$ 120 mil.


 A empresa informou que a fábrica de São José dos Pinhais (PR), onde é produzido o T-Cross, está com um turno em layoff (modelo de suspensão temporária de trabalho) desde 5 de junho. A medida deve durar entre dois e cinco meses. O outro turno na mesma indústria parou nesta semana, em regime de banco de horas (e não em layoff).

 Na unidade de Taubaté (SP), onde são produzidos o Polo Track e o Novo Polo, os dois turnos foram interrompidos nesta semana, também em regime de banco de horas. Na unidade Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP), fábrica do Novo Virtus, Novo Polo, Nivus e Saveiro, a empresa protocolou férias coletivas de dez dias para os dois turnos, a partir de 10 de julho.

 Segundo a empresa, todas as “as ferramentas de flexibilização” do trabalho adotadas “estão previstas em acordo coletivo firmado entre o sindicato e colaboradores da Volkswagen”. *Com informações do site Metrópole
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Sistema de Pix como débito automático já tem data para entrar em funcionamento

 Pix Automático estará disponível para o brasileiro em abril do ano que vem. É o que prevê o cronograma do novo sistema apresentado pelo Banco Central.


 O recurso vai permitir pagamentos programados regulares pelo sistema de transferência, como contas de luz e telefone e de assinaturas de streaming, uma espécie do que chamamos de “débito em conta”.

 O lançamento do Pix Automático, de acordo com o Banco Central, está previsto para abril de 2024. Será de graça para o pagador, mas as empresas recebedoras poderão ser tarifadas, assim como ocorre em outros sistemas de pagamentos instantâneos.

 As regras da nova modalidade serão publicadas em setembro. Já o desenvolvimento do sistema vai ocorrer entre outubro deste ano e fevereiro de 2024. Aí então, em março, já estão previstos testes do Pix Automático.

 A modalidade de transferência instantânea possui hoje perto de 150 milhões de usuários. Estão cadastradas 613 milhões e 700 mil chaves.
Rádio 2
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Volta de tributos federais vai aumentar os preços da gasolina e etanol em julho

 Cobrança integral do PIS e da Cofins, a partir de primeiro de julho, vai encarecer o preço da gasolina e do etanol nos postos.


 Os dois impostos deixaram de incidir sobre os combustíveis no ano passado, mas voltaram a ser cobrados parcialmente em março.

 Com a retomada dos tributos federais no mês que vem, o consumidor deverá sentir no bolso o aumento no custo, ao abastecer o veículo.

 A estimativa da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis, a Abicom, é que o litro da gasolina fique até 34 centavos mais caro. Para o etanol, a previsão é de aumento de 22 centavos por litro do combustível.
 
 Embora os postos tenham autonomia para definir a tabela de preços para os clientes, quando há aumento de impostos geralmente é feito o repasse para os consumidores.
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Governo prorroga por 15 dias desconto de carros a pessoas físicas

 As pessoas físicas ganharam duas semanas para comprarem carros com desconto. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) prorrogou por 15 dias a exclusividade do programa de venda de carros com créditos tributários para essa categoria.


O ministro e presidente em exercício, Geraldo Alckmin, assinou a portaria com a prorrogação no fim desta tarde. A medida foi publicada ainda nesta terça-feira (20) em edição extraordinária do Diário Oficial da União.

Apesar da prorrogação no programa de veículos, o MDIC esclarece que nada mudou nos programas para ônibus, vans e caminhões. As empresas poderão comprar esses veículos com desconto a partir desta quarta-feira (21).

Até o momento, o MDIC autorizou o uso de R$ 320 milhões em créditos tributários para a venda de carros com desconto – equivalente a 64% dos R$ 500 milhões à disposição nessa modalidade. A pasta confirmou ter recebido novos pedidos de montadoras, mas informou que eles ainda estão em análise.

O MDIC elaborou um painel de dados com atualizações do programa. A ferramenta permite o acompanhamento de volumes de recursos liberados e a relação de automóveis atendidos. LER MAIS
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Caixa vai cobrar PIX de pessoas jurídicas a partir de julho

 A Caixa informou nesta segunda-feira, 19, que começará, a partir de 19 de julho, a cobrar tarifa Pix de pessoa jurídica privada. Em nota, a Caixa ressalta que “não realiza cobrança de tarifa Pix de seus clientes pessoa física, de microempreendedores individuais (MEI) e de beneficiários de programas sociais”.


 A cobrança é autorizada desde novembro de 2020, conforme Resolução do Banco Central nº 30/2020, e outros bancos já aplicavam tarifas para a operação.

Taxas:

  1. Transferência – 0,89% do valor da operação; mínimo de R$ 1 e máximo de R$ 8,50
  2. Pix compra – 0,89% do valor da operação; mínimo de R$ 1 e máximo de R$ 130
  3. Pix check-out – 1,20% do valor da operação; mínimo de R$ 1 e máximo de R$ 130
Fonte:A tarde
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Produção industrial da Bahia registra crescimento de 1,1% em abril

 A produção industrial de extrativa mineral da Bahia obteve um crescimento de 1,1% no mês de abril. Na comparação com igual mês do ano anterior, a indústria baiana havia assinalado um aumento de 0,8%. No primeiro quadrimestre de 2023, o setor industrial registrou queda de 3,7% e no indicador acumulado dos últimos 12 meses acumulou taxa negativa de 0,9%, em relação ao mesmo período do ano anterior. As informações fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


 Na comparação de abril deste ano com o mesmo mês em 2022, a indústria baiana apresentou aumento de 0,8%, com cinco das 11 atividades pesquisadas assinalando desenvolvimento na produção.

 O segmento de Derivados de petróleo (15,8%) exerceu a principal influência positiva no período, explicada especialmente pela maior fabricação de óleo diesel, gasolina e querosene de aviação. Outros resultados positivos no indicador foram observados nos segmentos de Metalurgia (31,7%), Produtos alimentícios (8,3%), Couro, artigos para viagem e calçados (7,8%) e Minerais não metálicos (1,2%). Por sua vez, o setor Extrativo (-42,4%) registrou a maior contribuição negativa, devido principalmente à queda na produção de óleos brutos de petróleo e gás natural. Outros segmentos que registraram decréscimo foram: Produtos químicos (-15,7%), Celulose, papel e produtos de papel (-6,0%), Borracha e material plástico (-5,6%), Bebidas (-11,3%) e Máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-18,5%).

 No acumulado de janeiro a abril de 2023, comparado com o mesmo período do ano anterior, a produção industrial baiana registrou queda de 3,7%. Seis dos 11 segmentos da Indústria geral contribuíram para o resultado, com destaque para o segmento Extrativo (-43,9%) que registrou a maior contribuição negativa, devido à queda na produção de óleos brutos de petróleo e gás natural.

 Outros segmentos que registraram decréscimo foram: Produtos químicos (-8,2%), Celulose, papel e produtos de papel (-8,4%), Máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-15,5%), Borracha e material plástico (-3,1%) e Minerais não metálicos (-2,8%). Por sua vez, o segmento de Produtos alimentícios (6,8%) exerceu a principal influência positiva no período, explicada especialmente pela maior fabricação de leite em pó, manteiga de cacau e carne de bovinos.

 Outros resultados positivos no indicador foram observados nos segmentos de Metalurgia (9,5%), Derivados de petróleo (1,1%), Bebidas (5,9%) e Couro, artigos para viagem e calçados (0,1%).

 No indicador acumulado dos últimos 12 meses, comparado com o mesmo período anterior, a produção industrial baiana registrou queda de 0,9%. Seis dos 11 segmentos da Indústria geral contribuíram para o resultado, com destaque para Extrativa (25,6%) que registrou a maior contribuição negativa.

 Outros segmentos que registraram decréscimo foram: Metalurgia (-23,6%), Produtos alimentícios (-4,7%), Produtos químicos (-3,2%), Borracha e material plástico (-3,8%) e Couro, artigos para viagem e calçados (-0,5%). Por outro lado, destaca-se o segmento de Derivados de petróleo (8,8%) que exerceu a principal influência positiva no período. Outros resultados positivos no indicador foram observados nos segmentos de Celulose, papel e produtos de papel (0,4%), Minerais não metálicos (3,9%) e Bebidas (1,3%). (BN)
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Preços da gasolina e do etanol voltam a subir nos postos após 4 semanas de queda

 Os preços médios da gasolina e do etanol voltaram a subir nos postos do Brasil após quatro semanas seguidas de queda, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), divulgados nesta terça-feira (13).


 A gasolina foi comercializado, em média, a R$ 5,42 o litro. O valor representa uma alta de 4% frente aos R$ 5,21 da semana anterio. Já o preço médio do etanol, por sua vez, subiu para R$ 3,80 na última semana. O avanço foi de 0,79% em relação aos R$ 3,77 da semana anterior.

 O litro do diesel caiu pela 18ª semana seguida: foi de R$ 5,10 para R$ 5,08. A queda no preço do combustível foi de 0,39%.
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Preço médio do gás de cozinha cai apenas 1,38% na primeira semana de junho

 O preço médio do gás liquefeito de petróleo, GLP (ou, simplesmente gás de cozinha), é de R$ 104,37 no Brasil, na primeira semana de junho. Este valor corresponde a uma queda de 1,38% em relação à semana anterior, quando a média nacional estava em R$ 105,84.


 O estado brasileiro com menor preço do gás de cozinha é Pernambuco, em R$ 92,94. Lajedo, município de Pernambuco, registra o menor preço nacional, em R$ 75. O recorde é seguido pelo município de Rio Bonito, no Rio de Janeiro, em R$ 80,61.

 O Estado com o preço mais caro é Roraima, em R$ 127,7. Pimenta Bueno, Rondônia, comercializa o GLP a R$ 134,40. Tefé, no Amazonas, é a cidade com preço mais alto de GLP, em R$ 147,20.

 Recife, em Pernambuco, é a capital com menor preço do gás de cozinha, em R$ 91,57. Por sua vez, Boa Vista, em Roraima, a mais cara: R$ 127,70.
Fonte: Brasil 61
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Preço do ovo sobe e já pesa no orçamento do pobre, com 30 unidades custando R$ 25, a carne sai mais na vantagem

 Os moradores do sul e extremo-sul da Bahia lembram que diariamente passavam pelas ruas dos bairros das cidades o carro do ovo anunciando 30 unidades do produto por R$ 10? Então, parece que agora é só uma memória. O preço do produto atualmente está deixando muita gente indignada. A alta demanda, o custo elevado e a baixa oferta são as razões para o aumento do produto segundo especialistas. O que antes era tratado como alimento barato, hoje tem se tornado artigo de luxo para os consumidores baianos.


 Após divulgação do Jornal Tribuna da Bahia sobre o caso na capital baiana; a equipe do Blog Mateus Oliver Repórter passou por supermercados e feiras do interior da Bahia para fazer uma pesquisa de preço. Em alguns supermercados de Ilhéus, a dúzia de ovos do tipo caipira custa R$ 10,90. E a placa com 30 unidades está custando R$ 23,99. Em outro supermercado, já na região de Una a dúzia está custando R$11,99. A diferença é na placa com 30 unidades, que custa R$ 25,99.

 Nem as feiras, que costumam ter preços mais baratos dos produtos, comparado aos supermercados estão escapando dos altos valores. A bandeja com as 30 unidades, normal e caipira, custam respectivamente R$ 25 e R$ 24. E a dúzia está custando R$ 10. Pouco menos de um real mais barato do que nos supermercados.

 A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri) informou à Tribuna da Bahia que o motivo do aumento é a demanda, já que é maior nessa época. E a explicação para a alta nos preços está no campo. Nas granjas, os principais componentes da ração das galinhas poedeiras são o milho e o farelo de soja – produtos que tiveram alta nos últimos anos e elevaram os custos de produção.
Tribuna da Bahia/Blog Mateus Oliver Repórter 
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