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:: ‘Economia’

Negativados por dívidas de imóveis poderão renegociar com bancos

 O programa Desenrola Brasil, voltado para renegociação de dívidas, foi lançado nesta segunda-feira, 17. A primeira fase da ação, segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, poderá renegociar dívidas de pessoas negativadas por financiamentos de bens como imóveis e carros.


 Nesta etapa serão contempladas dívidas de qualquer valor, desde que estejam inscritas até 31 de dezembro de 2022 e ligadas a um CPF com renda máxima de R$ 20 mil.

 O programa prevê a negociação do cidadão direta com os bancos. De acordo com informações do governo, o cliente entra no site da própria instituição e solicita o benefício. Como incentivo ao banco, o governo promete dar um crédito presumido.

 Segundo informações do governo, para cada R$ 1 de renegociação que o banco concede, ele pode apurar R$1 de crédito presumido. Isso libera espaço para que a instituição faça novas operações de crédito.
 
 O ministro ainda garante que nesta fase o Tesouro Nacional vai colaborar com até R$ 50 bilhões em crédito presumido aos bancos.
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Mais de 43 milhões de pessoas deixam linha da pobreza em junho, diz governo

 O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) informou, nesta quarta-feira (12), que 43,5 milhões de pessoas, ou 18,52 milhões de famílias, deixaram a linha da pobreza em junho, ou seja, passaram a ter rendimentos mensais superiores a R$ 218 per capita.


 A Bahia foi o estado com maior número de famílias que ultrapassaram a faixa de renda em junho: 2,26 milhões de lares. Em seguida, aparecem São Paulo, com 2,25 milhões de famílias saindo da linha da pobreza; Rio de Janeiro, com 1,63 milhão; Pernambuco, com 1,48 milhão; e Minas Gerais, com 1,38 milhão.

 “O Bolsa Família, relançado em março e implementado totalmente no último mês, é o grande responsável por elevar a renda da população mais vulnerável acima da linha da pobreza”, destacou, em nota, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome.

 Segundo o MDS, em março, o governo federal relançou o Bolsa Família com valor mínimo de R$ 600 e adicional de R$ 150 para crianças de até 6 anos. Em junho, concedeu benefícios variáveis de R$ 50 para gestantes, crianças e adolescentes de 7 a 18 anos, e o valor mínimo per capita do programa passou a ser de R$ 142.

 De acordo com o ministério, com a reformulação, o tíquete médio do Bolsa Família chegou ao maior valor da história do programa: R$ 705,4.
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Preço médio da gasolina sobe para R$ 567 nos postos

 O preço médio do litro da gasolina subiu R$ 0,31 nos postos de combustíveis do país, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), divulgados nesta sexta-feira (7). A pesquisa é referente à semana de 2 a 8 de julho.


 A gasolina foi comercializada, em média, a R$ 5,67. O valor representa uma alta de 5,78% frente aos R$ 5,36 da semana anterior, segundo os dados da ANP. Já o preço médio do etanol, por sua vez, subiu para R$ 3,93 na última semana. O acréscimo foi de 5,08% em relação aos R$ 3,74 da semana anterior.

 O litro do diesel caiu pela 22ª semana seguida: foi de R$ 4,96 para R$ 4,95. O recuo foi de 0,20% frente à semana anterior.
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Una: Gasolina já é vendida com aumento após volta da cobrança de impostos no Brasil

 A gasolina comum já é vendida com aumento de 0,40 centavos em Una, cidade localizada no sul da Bahia após volta de impostos do PIS e COFINS anunciada pelo governo federal para começar a ser cobrado a partir de 1° de Julho de 2023.


 A partir de agora, a gasolina que era vendida a R$5,58 já é possível encontrar de $5,99 no município.

 Os impostos federais sobre combustíveis voltam integralmente nesta quinta-feira e o impacto total para a gasolina será de R$ 0,71 e para o etanol de R$ 0,24. O anúncio foi confirmado pelo Ministério da Fazenda.

 A alta se deve pela volta total da PIS/Cofins e Cide sobre os combustíveis, após um movimento de redução temporária iniciado no governo Bolsonaro – antes das eleições de 2022.

 Anteriormente, o atual governo havia adotado uma reoneração parcial nos itens, com uma medida provisória que perdeu validade na última quarta-feira.

 A volta integral estava prevista para o começo de julho. Serão aplicadas as mesmas alíquotas do começo de 2022, antes da redução dos impostos.

 Com o fim da desoneração temporária, a arrecadação do segundo semestre será “reforçada” em R$ 14,8 bilhões, segundo a Fazenda.
Fonte:Blog Mateus Oliver Repórter
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Dívida Pública cai 0,31% em maio, mas fica acima de R$ 6 trilhões

 O alto volume de vencimento de títulos vinculados à inflação fez a Dívida Pública Federal (DPF) cair levemente em maio. Segundo números divulgados nesta quarta-feira, 28, pelo Tesouro Nacional, a DPF passou de R$ 6,033 trilhões em abril para R$ 6,014 trilhões no mês passado, recuo de 0,31%.


 Apesar da queda, o indicador continua acima de R$ 6 trilhões, cuja barreira foi superada pela primeira vez na história em abril. O Tesouro prevê que a DPF subirá nos próximos meses. De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), apresentado no fim de janeiro, o estoque da DPF deve encerrar 2023 entre R$ 6,4 trilhões e R$ 6,8 trilhões.

 A Dívida Pública Mobiliária (em títulos) interna (DPMFi) caiu 0,4%, passando de R$ 5,79 trilhões em abril para R$ 5,767 trilhões em maio. No mês passado, o Tesouro resgatou R$ 74,68 bilhões em títulos a mais do que emitiu, principalmente em papéis vinculados à inflação. A dívida interna só não caiu mais porque houve a apropriação de R$ 51,46 bilhões em juros.

 Por meio da apropriação de juros, o governo reconhece, mês a mês, a correção dos juros que incide sobre os títulos e incorpora o valor ao estoque da dívida pública. Com a taxa Selic (juros básicos da economia) em 13,75% ao ano, a apropriação de juros pressiona o endividamento do governo.

 No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 139,775 bilhões em títulos da DPMFi. Com o alto volume de vencimentos em maio, os resgates somaram R$ 214,458 bilhões.

 No mercado externo, a alta do dólar em maio aumentou o endividamento do governo. A Dívida Pública Federal externa (DPFe) subiu 1,8%, passando de R$ 242,42 bilhões em abril para R$ 246,78 bilhões em maio. O principal fator foi a queda de 1,9% da moeda norte-americana no mês passado.

 Após subir em abril, o colchão da dívida pública (reserva financeira usada em momentos de turbulência ou de forte concentração de vencimentos) voltou a cair em maio. Essa reserva passou de R$ 1,053 trilhão em abril para R$ 983 bilhões no mês passado. O principal motivo, segundo o Tesouro Nacional, foi a alta concentração de vencimentos em maio.

 Atualmente, o colchão cobre 8,06 meses de vencimentos da dívida pública. Nos próximos 12 meses, está previsto o vencimento de R$ 1,205 trilhão em títulos federais.

 O alto volume de vencimentos mudou a composição da DPF. A proporção dos papéis corrigidos pelos juros básicos subiu levemente, de 38,84% em abril para 39,74% em maio. O PAF prevê que o indicador feche 2023 entre 38% e 42%. Como esse tipo de papel voltou a atrair o interesse dos compradores por causa das recentes altas da Selic, a previsão é que o percentual volte a subir nos próximos meses.

 A fatia de títulos prefixados (com rendimento definido no momento da emissão) aumentou, passando de 24,81% para 26,17%. O PAF prevê que a parcela da Dívida Pública Federal corrigida por esse indicador terminará o ano entre 23% e 27%.

 Nos últimos meses, o Tesouro voltou a lançar mais papéis prefixados, por causa da diminuição da turbulência no mercado financeiro. Esses títulos têm demanda maior em momento de estabilidade econômica.

 Com grandes vencimentos neste mês, a fatia de títulos corrigidos pela inflação na DPF caiu, passando de 32,11% para 29,76%. O PAF prevê que os títulos vinculados à inflação encerrarão o ano entre 29% e 33%.

 Composto por antigos títulos da dívida interna corrigidos em dólar e pela dívida externa, o peso do câmbio na dívida pública passou de 4,24% para 4,33%. A dívida pública vinculada ao câmbio está dentro dos limites estabelecidos pelo PAF para o fim de 2023, entre 3% e 7%.

 As instituições financeiras seguem como principais detentoras da Dívida Pública Federal interna, com 28,7% de participação no estoque. Os fundos de investimento, com 23,7%, e os fundos de pensão, com 23,5%, aparecem em seguida na lista de detentores da dívida.

 A participação dos não residentes (estrangeiros) subiu levemente, passando de 9,5% em abril para 9,6% em maio. Apesar da alta, o percentual ainda está menor que em fevereiro, quando a fatia dos estrangeiros na dívida pública estava em 9,8%. Os demais grupos somam 14,4% de participação.

 Por meio da dívida pública, o governo pega dinheiro emprestado dos investidores para honrar compromissos financeiros. Em troca, compromete-se a devolver os recursos depois de alguns anos, com alguma correção, que pode seguir a taxa Selic (juros básicos da economia), a inflação, o dólar ou ser prefixada (definida com antecedência).
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Volkswagen suspende produção de carros no Brasil por “estagnação do mercado”

 A Volkswagen anunciou nesta terça-feira (27/6) a suspensão temporária da produção de carros em suas três fábricas no Brasil. De acordo com a empresa, a medida foi adotada por “estagnação do mercado”. A decisão da montadora ocorre em plena vigência do programa de incentivo do governo federal à indústria automotiva, iniciado em junho, que oferece descontos para a aquisição de veículos que custam até R$ 120 mil.


 A empresa informou que a fábrica de São José dos Pinhais (PR), onde é produzido o T-Cross, está com um turno em layoff (modelo de suspensão temporária de trabalho) desde 5 de junho. A medida deve durar entre dois e cinco meses. O outro turno na mesma indústria parou nesta semana, em regime de banco de horas (e não em layoff).

 Na unidade de Taubaté (SP), onde são produzidos o Polo Track e o Novo Polo, os dois turnos foram interrompidos nesta semana, também em regime de banco de horas. Na unidade Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP), fábrica do Novo Virtus, Novo Polo, Nivus e Saveiro, a empresa protocolou férias coletivas de dez dias para os dois turnos, a partir de 10 de julho.

 Segundo a empresa, todas as “as ferramentas de flexibilização” do trabalho adotadas “estão previstas em acordo coletivo firmado entre o sindicato e colaboradores da Volkswagen”. *Com informações do site Metrópole
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Sistema de Pix como débito automático já tem data para entrar em funcionamento

 Pix Automático estará disponível para o brasileiro em abril do ano que vem. É o que prevê o cronograma do novo sistema apresentado pelo Banco Central.


 O recurso vai permitir pagamentos programados regulares pelo sistema de transferência, como contas de luz e telefone e de assinaturas de streaming, uma espécie do que chamamos de “débito em conta”.

 O lançamento do Pix Automático, de acordo com o Banco Central, está previsto para abril de 2024. Será de graça para o pagador, mas as empresas recebedoras poderão ser tarifadas, assim como ocorre em outros sistemas de pagamentos instantâneos.

 As regras da nova modalidade serão publicadas em setembro. Já o desenvolvimento do sistema vai ocorrer entre outubro deste ano e fevereiro de 2024. Aí então, em março, já estão previstos testes do Pix Automático.

 A modalidade de transferência instantânea possui hoje perto de 150 milhões de usuários. Estão cadastradas 613 milhões e 700 mil chaves.
Rádio 2
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Volta de tributos federais vai aumentar os preços da gasolina e etanol em julho

 Cobrança integral do PIS e da Cofins, a partir de primeiro de julho, vai encarecer o preço da gasolina e do etanol nos postos.


 Os dois impostos deixaram de incidir sobre os combustíveis no ano passado, mas voltaram a ser cobrados parcialmente em março.

 Com a retomada dos tributos federais no mês que vem, o consumidor deverá sentir no bolso o aumento no custo, ao abastecer o veículo.

 A estimativa da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis, a Abicom, é que o litro da gasolina fique até 34 centavos mais caro. Para o etanol, a previsão é de aumento de 22 centavos por litro do combustível.
 
 Embora os postos tenham autonomia para definir a tabela de preços para os clientes, quando há aumento de impostos geralmente é feito o repasse para os consumidores.
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Governo prorroga por 15 dias desconto de carros a pessoas físicas

 As pessoas físicas ganharam duas semanas para comprarem carros com desconto. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) prorrogou por 15 dias a exclusividade do programa de venda de carros com créditos tributários para essa categoria.


O ministro e presidente em exercício, Geraldo Alckmin, assinou a portaria com a prorrogação no fim desta tarde. A medida foi publicada ainda nesta terça-feira (20) em edição extraordinária do Diário Oficial da União.

Apesar da prorrogação no programa de veículos, o MDIC esclarece que nada mudou nos programas para ônibus, vans e caminhões. As empresas poderão comprar esses veículos com desconto a partir desta quarta-feira (21).

Até o momento, o MDIC autorizou o uso de R$ 320 milhões em créditos tributários para a venda de carros com desconto – equivalente a 64% dos R$ 500 milhões à disposição nessa modalidade. A pasta confirmou ter recebido novos pedidos de montadoras, mas informou que eles ainda estão em análise.

O MDIC elaborou um painel de dados com atualizações do programa. A ferramenta permite o acompanhamento de volumes de recursos liberados e a relação de automóveis atendidos. LER MAIS
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Caixa vai cobrar PIX de pessoas jurídicas a partir de julho

 A Caixa informou nesta segunda-feira, 19, que começará, a partir de 19 de julho, a cobrar tarifa Pix de pessoa jurídica privada. Em nota, a Caixa ressalta que “não realiza cobrança de tarifa Pix de seus clientes pessoa física, de microempreendedores individuais (MEI) e de beneficiários de programas sociais”.


 A cobrança é autorizada desde novembro de 2020, conforme Resolução do Banco Central nº 30/2020, e outros bancos já aplicavam tarifas para a operação.

Taxas:

  1. Transferência – 0,89% do valor da operação; mínimo de R$ 1 e máximo de R$ 8,50
  2. Pix compra – 0,89% do valor da operação; mínimo de R$ 1 e máximo de R$ 130
  3. Pix check-out – 1,20% do valor da operação; mínimo de R$ 1 e máximo de R$ 130
Fonte:A tarde
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Produção industrial da Bahia registra crescimento de 1,1% em abril

 A produção industrial de extrativa mineral da Bahia obteve um crescimento de 1,1% no mês de abril. Na comparação com igual mês do ano anterior, a indústria baiana havia assinalado um aumento de 0,8%. No primeiro quadrimestre de 2023, o setor industrial registrou queda de 3,7% e no indicador acumulado dos últimos 12 meses acumulou taxa negativa de 0,9%, em relação ao mesmo período do ano anterior. As informações fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


 Na comparação de abril deste ano com o mesmo mês em 2022, a indústria baiana apresentou aumento de 0,8%, com cinco das 11 atividades pesquisadas assinalando desenvolvimento na produção.

 O segmento de Derivados de petróleo (15,8%) exerceu a principal influência positiva no período, explicada especialmente pela maior fabricação de óleo diesel, gasolina e querosene de aviação. Outros resultados positivos no indicador foram observados nos segmentos de Metalurgia (31,7%), Produtos alimentícios (8,3%), Couro, artigos para viagem e calçados (7,8%) e Minerais não metálicos (1,2%). Por sua vez, o setor Extrativo (-42,4%) registrou a maior contribuição negativa, devido principalmente à queda na produção de óleos brutos de petróleo e gás natural. Outros segmentos que registraram decréscimo foram: Produtos químicos (-15,7%), Celulose, papel e produtos de papel (-6,0%), Borracha e material plástico (-5,6%), Bebidas (-11,3%) e Máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-18,5%).

 No acumulado de janeiro a abril de 2023, comparado com o mesmo período do ano anterior, a produção industrial baiana registrou queda de 3,7%. Seis dos 11 segmentos da Indústria geral contribuíram para o resultado, com destaque para o segmento Extrativo (-43,9%) que registrou a maior contribuição negativa, devido à queda na produção de óleos brutos de petróleo e gás natural.

 Outros segmentos que registraram decréscimo foram: Produtos químicos (-8,2%), Celulose, papel e produtos de papel (-8,4%), Máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-15,5%), Borracha e material plástico (-3,1%) e Minerais não metálicos (-2,8%). Por sua vez, o segmento de Produtos alimentícios (6,8%) exerceu a principal influência positiva no período, explicada especialmente pela maior fabricação de leite em pó, manteiga de cacau e carne de bovinos.

 Outros resultados positivos no indicador foram observados nos segmentos de Metalurgia (9,5%), Derivados de petróleo (1,1%), Bebidas (5,9%) e Couro, artigos para viagem e calçados (0,1%).

 No indicador acumulado dos últimos 12 meses, comparado com o mesmo período anterior, a produção industrial baiana registrou queda de 0,9%. Seis dos 11 segmentos da Indústria geral contribuíram para o resultado, com destaque para Extrativa (25,6%) que registrou a maior contribuição negativa.

 Outros segmentos que registraram decréscimo foram: Metalurgia (-23,6%), Produtos alimentícios (-4,7%), Produtos químicos (-3,2%), Borracha e material plástico (-3,8%) e Couro, artigos para viagem e calçados (-0,5%). Por outro lado, destaca-se o segmento de Derivados de petróleo (8,8%) que exerceu a principal influência positiva no período. Outros resultados positivos no indicador foram observados nos segmentos de Celulose, papel e produtos de papel (0,4%), Minerais não metálicos (3,9%) e Bebidas (1,3%). (BN)
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Preços da gasolina e do etanol voltam a subir nos postos após 4 semanas de queda

 Os preços médios da gasolina e do etanol voltaram a subir nos postos do Brasil após quatro semanas seguidas de queda, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), divulgados nesta terça-feira (13).


 A gasolina foi comercializado, em média, a R$ 5,42 o litro. O valor representa uma alta de 4% frente aos R$ 5,21 da semana anterio. Já o preço médio do etanol, por sua vez, subiu para R$ 3,80 na última semana. O avanço foi de 0,79% em relação aos R$ 3,77 da semana anterior.

 O litro do diesel caiu pela 18ª semana seguida: foi de R$ 5,10 para R$ 5,08. A queda no preço do combustível foi de 0,39%.
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Preço médio do gás de cozinha cai apenas 1,38% na primeira semana de junho

 O preço médio do gás liquefeito de petróleo, GLP (ou, simplesmente gás de cozinha), é de R$ 104,37 no Brasil, na primeira semana de junho. Este valor corresponde a uma queda de 1,38% em relação à semana anterior, quando a média nacional estava em R$ 105,84.


 O estado brasileiro com menor preço do gás de cozinha é Pernambuco, em R$ 92,94. Lajedo, município de Pernambuco, registra o menor preço nacional, em R$ 75. O recorde é seguido pelo município de Rio Bonito, no Rio de Janeiro, em R$ 80,61.

 O Estado com o preço mais caro é Roraima, em R$ 127,7. Pimenta Bueno, Rondônia, comercializa o GLP a R$ 134,40. Tefé, no Amazonas, é a cidade com preço mais alto de GLP, em R$ 147,20.

 Recife, em Pernambuco, é a capital com menor preço do gás de cozinha, em R$ 91,57. Por sua vez, Boa Vista, em Roraima, a mais cara: R$ 127,70.
Fonte: Brasil 61
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Preço do ovo sobe e já pesa no orçamento do pobre, com 30 unidades custando R$ 25, a carne sai mais na vantagem

 Os moradores do sul e extremo-sul da Bahia lembram que diariamente passavam pelas ruas dos bairros das cidades o carro do ovo anunciando 30 unidades do produto por R$ 10? Então, parece que agora é só uma memória. O preço do produto atualmente está deixando muita gente indignada. A alta demanda, o custo elevado e a baixa oferta são as razões para o aumento do produto segundo especialistas. O que antes era tratado como alimento barato, hoje tem se tornado artigo de luxo para os consumidores baianos.


 Após divulgação do Jornal Tribuna da Bahia sobre o caso na capital baiana; a equipe do Blog Mateus Oliver Repórter passou por supermercados e feiras do interior da Bahia para fazer uma pesquisa de preço. Em alguns supermercados de Ilhéus, a dúzia de ovos do tipo caipira custa R$ 10,90. E a placa com 30 unidades está custando R$ 23,99. Em outro supermercado, já na região de Una a dúzia está custando R$11,99. A diferença é na placa com 30 unidades, que custa R$ 25,99.

 Nem as feiras, que costumam ter preços mais baratos dos produtos, comparado aos supermercados estão escapando dos altos valores. A bandeja com as 30 unidades, normal e caipira, custam respectivamente R$ 25 e R$ 24. E a dúzia está custando R$ 10. Pouco menos de um real mais barato do que nos supermercados.

 A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri) informou à Tribuna da Bahia que o motivo do aumento é a demanda, já que é maior nessa época. E a explicação para a alta nos preços está no campo. Nas granjas, os principais componentes da ração das galinhas poedeiras são o milho e o farelo de soja – produtos que tiveram alta nos últimos anos e elevaram os custos de produção.
Tribuna da Bahia/Blog Mateus Oliver Repórter 
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São João irá injetar R$ 1,5 bilhão na economia baiana, prevê secretário de turismo do estado

 O São João promovido pelo governo da Bahia deve movimentar R$ 1,5 bilhão na economia baiana, estima o secretário estadual de Turismo, Maurício Bacelar. Ele ainda falou sobre a expectativa da gestão estadual para a chegada de 1,5 milhão de visitantes no estado, ainda em avaliação para o período. A declaração foi dada nesta terça-feira, 13, durante celebração do terceiro ano da Campanha Made In Bahia, na Casa do Comércio, em Salvador.


 Em movimento recente, o governo baiano divulgou as atrações do São João 2023 no estado. Em Salvador, as comemorações serão realizadas no Pelourinho, em Paripe e no Parque de Exposições.

 “O São João é a maior manifestação cultural do povo da Bahia. E aqui ele tem a sua maior expressão. Nós, do governo do Estado, nos preparamos para essa grande festa do povo nordestino. Além de promover a cultura e elevar nossa autoestima, ela [a festa] também injeta recursos na nossa economia. O governo fez a promoção dos festejos juninos da Bahia nos maiores mercados promissores. A gente investiu em segurança, infraestrutura e contratação de atrações. Para que a festa seja forte nos 417 municípios. E esperamos atrair mais de 1,5 milhão de visitantes, que irão deixar na nossa economia R$ 1,5 bilhão”, disse Bacelar.

 Ainda segundo o titular da pasta do Turismo, o cenário contribui para a geração de emprego e renda. Como resultado, vai ocorrer a movimentação econômica de toda a cadeia turística do estado.
Metro 1
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Caixa Tem está liberando R$ 4.500 para usuários; veja se você tem direito

 O Caixa Tem é um aplicativo criado pela Caixa Econômica Federal durante a Pandemia da Covid-19 com o intuito de facilitar as transações dos cidadãos de baixa renda. Agora, o banco anuncia mais uma novidade: a possibilidade de sacar R$ 4.500,00 em empréstimos para os usuários.


 O Programa de Simplificação do Microcrédito Digital para Empreendedores (SIM Digital) é o responsável por conceder esse empréstimo a determinados indivíduos. Tanto pessoas físicas como Microempreendedores Individuais (MEIs) têm a oportunidade de solicitar o empréstimo, porém, o processo difere entre essas duas categorias.

 No caso dos MEIs, a solicitação do crédito se dá apenas em agências físicas da Caixa. Ou seja, para quem vai usar o CNPJ, não há a opção de solicitar o empréstimo pelos aplicativos Caixa Tem ou do próprio banco.

 Portanto, os MEIs interessados precisam comparecer pessoalmente a uma agência da Caixa Econômica Federal e realizar a solicitação, munidos dos documentos necessários, como comprovantes de endereço e de renda.

Processo para pessoas físicas
 Já para pessoas físicas, o procedimento ocorre de maneira diferente: elas podem solicitar o empréstimo pelo aplicativo Caixa Tem, seguindo um passo a passo simples.

 Após acessar o aplicativo com os dados atualizados, o usuário deve selecionar a opção “Contratar Crédito Caixa Tem”. Em seguida, é necessário informar a renda mensal e o valor do crédito desejado. O próximo passo consiste em escolher as parcelas nas quais o empréstimo será pago.

 Assim, a Caixa vai avaliar o perfil e apresentará as opções de crédito disponíveis. O solicitante deve escolher a melhor opção de acordo com suas condições e enviar os documentos necessários para análise, tais como comprovantes de renda e de endereço.

 Uma vez aprovado, o valor do empréstimo será depositado diretamente na conta bancária do solicitante. As condições de pagamento são flexíveis, com baixas taxas de juros oferecidas.

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Empréstimo consignado para os beneficiários do BPC está prestes a ser retomado aprovação no congresso; “Entenda”

 O empréstimo consignado para os beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC) está prestes a ser retomado, após passar por votação e aprovação na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Essa mudança faz parte da Medida Provisória (MP) do Bolsa Família, que busca aprimorar o programa e trazer benefícios adicionais aos seus beneficiários.


 O empréstimo consignado é uma linha de crédito em que as parcelas são descontadas diretamente do benefício recebido pelo beneficiário, facilitando o pagamento e oferecendo taxas de juros mais baixas. Essa modalidade de crédito pode ser uma opção importante para os beneficiários do BPC, que são pessoas com deficiência e idosos de baixa renda, proporcionando-lhes acesso a recursos financeiros para diferentes necessidades. A medida segue agora para a sanção do presidente Lula

Como deve funcionar o empréstimo consignado?
 Tanto a Câmara quanto o Senado aprovaram o relatório da medida provisória do Bolsa Família (MP 1164/23) que inclui a proposta do empréstimo consignado para segurados que recebem o Benefício de Prestação Continuada. Agora, o texto será enviado para a aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que pode ou não aprovar. Caso aprove, a linha de crédito começará a ser oferecida aos segurados BPC já nos próximos meses.

 O texto permite que o beneficiário BPC utilize o programa social para realizar empréstimos consignados na margem de 35%. Desse total, 30% deve ser destinado exclusivamente para empréstimos e financiamento. Os outros 5% podem ser utilizados para o pagamento de despesas do cartão de crédito, ou seja, saldando dívidas.

Como solicitar o BPC
 Para ter acesso ao BPC, o cidadão precisa ir ao Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) mais próximo de sua residência, para receber as informações necessárias. Vale informar que, para receber o benefício, o segurado não precisa pagar intermediários ou agenciadores.

Nesse sentido, o requerimento do BPC pode ser realizado através dos canais de atendimento do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), ou seja, pelo telefone 135 (ligações gratuitas de telefone fixo), pelo site ou aplicativo de celular Meu INSS. O agendamento também pode ser realizado nas Agências da Previdência Social (APS).

Vale informar, ainda, que a inscrição no Cadastro Único é obrigatória para a concessão do Benefício de Prestação Continuada. Sendo assim, o cadastramento deve ser realizado antes do requerimento do benefício aos canais de atendimento do INSS. Também é um requisito para a concessão do benefício ter o CPF (Cadastro de Pessoa Física) do requerente e de todas as pessoas da família.

Principais requisitos para o recebimento do benefício
 Para ter direito ao benefício, o segurado precisa ser brasileiro, nato ou naturalizado. As pessoas de nacionalidade portuguesa também podem ter acesso ao programa, desde que comprovem que residem atualmente no Brasil.

 Além disso, a renda por pessoa do grupo familiar precisa ser menor ou igual a um quarto do salário mínimo, o que hoje corresponde a R$ 330 por mês. Sendo assim, podem receber o Benefício de Prestação Continuada os segurados que se enquadram nos seguintes grupos:
  • Pessoas idosas, com idade de 65 anos ou mais;
  • Pessoa com deficiência, de qualquer idade.
 Se enquadra como PcD (Pessoa com Deficiência) qualquer beneficiário que apresenta impedimentos de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial que possam dificultar ou impedir a participação plena e efetiva desta pessoa na sociedade em igualdade de condições.
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Desenrola beneficiará famílias com dívidas de até R$ 5 mil, Voltado a pessoas de baixa renda, programa só começa em julho

 Em elaboração desde o início do ano para aliviar a situação de pessoas endividadas, o Programa Desenrola terá a medida provisória (MP) publicada ainda esta semana, disse nesta segunda-feira, 5, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Segundo ele, a MP será editada agora para permitir a entrada em vigor do programa em julho.


 O programa de renegociação de pequenas dívidas, explicou Haddad, será limitado a famílias que ganhem até dois salários mínimos estejam devendo até R$ 5 mil. O Desenrola, informou o ministro, deverá beneficiar cerca de 30 milhões de pessoas.

 Segundo o ministro, o Desenrola levará cerca de um mês para entrar em vigor por causa de burocracias. Nos últimos meses, o lançamento do programa foi adiado sucessivas vezes porque a B3, a bolsa de valores brasileira, estava elaborando o sistema informático para os credores aderirem às renegociações. “Tem uma série de providências burocráticas a serem tomadas até abertura do sistema dos credores”, justificou o ministro.

 Apesar de o programa estar atrelado à vontade das empresas credoras, o ministro se disse otimista em relação ao Desenrola. “O programa depende da adesão dos credores, uma vez que a dívida é privada. Mas nós entendemos que muitos credores quererão participar do programa dando bons descontos justamente em virtude da liquidez que vão obter, porque vai ter garantia do Tesouro [Nacional]”, comentou Haddad.

 Em troca de participar da negociação, a empresa credora terá garantia do Tesouro caso o devedor não consiga honrar os compromissos. Para Haddad, o fato de o Tesouro cobrir eventuais calotes incentivará os credores a oferecerem o máximo de desconto possível aos devedores.

 “O programa funcionará como um leilão. A ideia é que o credor dê o maior desconto possível, porque ele tem um estímulo para isso [a garantia do Tesouro Nacional]”, explicou o ministro.

 Segundo Haddad, bancos oficiais, como o Banco do Brasil, participarão do programa. Ele disse que a instituição financeira considerou positiva a modelagem do Desenrola e estimou que o programa terá sucesso. O ministro afirmou que bancos privados também estão interessados em aderir ao Desenrola.
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Previsão de alta do PIB de 2023 salta de 1,26% a 1,68% no Focus do BC

 Com a força do Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre (1,9%), o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira, 5, mostrou um salto na estimativa de crescimento econômico para este ano. A mediana para a alta do Produto Interno Bruto (PIB) em 2023 subiu de 1,26% para 1,68%, contra 1,00% há um mês. Considerando apenas as 39 respostas nos últimos cinco dias úteis, a estimativa para o PIB no fim de 2023 já está na casa de 2%, em 2,06%, contra 1,57% na semana anterior.

 Já para 2024, o Relatório Focus mostrou redução da estimativa de crescimento do PIB de 1,30% para 1,28%, contra 1,40% de um mês atrás. Considerando apenas as 37 respostas nos últimos cinco dias úteis, a estimativa para o PIB de 2024 cedeu de 1,30% para 1,22%.
 Em relação a 2025, a mediana se manteve em 1,70% ante 1,80% quatro semanas antes. O Boletim ainda trouxe a estimativa para 2026, que, por sua vez, subiu de 1,80% para 1,90%, contra 1,80% há um mês.
 No fim de maio, o Ministério da Fazenda aumentou sua projeção oficial para o PIB deste ano, de 1,61% para 1,91%. No Banco Central, a estimativa atual é de 1,2%, que poderá ser atualizada no Relatório Trimestral de Inflação (RTI) deste mês.
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Produção industrial registra queda de 0,6% em abril

 A produção industrial brasileira registrou queda de 0,6% em abril. O resultado ocorreu depois da alta de 1% no mês anterior. Naquele momento, o percentual interrompeu dois meses seguidos de recuo.


 Na comparação com o mesmo mês do ano passado, a produção da indústria recuou 2,7%. O acumulado do ano apresentou queda de 1% e, em 12 meses, mostra variação negativa de 0,2%.

 Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou, nesta sexta-feira (2), os dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), com esses resultados, a indústria ainda se encontra 2% abaixo do nível pré-pandemia (fevereiro de 2020) e 18,5% aquém do ponto mais alto da série histórica, obtido em maio de 2011.

 O gerente da PIM, André Macedo, observou que diferentemente dos últimos três meses do ano passado, quando houve saldo positivo acumulado de 1,5%, no início de 2023, há uma maior presença de resultados negativos. “Em abril, observamos uma maior disseminação de quedas na produção industrial, alcançando 16 dos 25 ramos industriais investigados. Esse maior espalhamento de resultados negativos não era visto desde outubro de 2022”, ressaltou, em texto publicado pelo IBGE.
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