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:: ‘Saúde’

Sobe para 27 o número de mortes por dengue na Bahia

 Quatro novas mortes por dengue foram confirmadas pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) nesta terça-feira (2). Com isso, o número total de óbitos pela doença no estado subiu para 27. A Sesab não divulgou informações sobre os últimos pacientes que não resistiram aos sintomas da doença, mas as mortes foram confirmadas em Vitória da Conquista (2), Juazeiro e Feira de Santana. Até segunda-feira (1º), 275 municípios da Bahia estavam em estado de epidemia de dengue, enquanto outros 56 estavam em risco e 16 em alerta.


 Ainda segundo a Sesab, a Bahia tem uma taxa de letalidade de 1,5, menor do que a média nacional. Além da dengue, o mosquito aedes aegypti também transmite outras duas arboviroses: Zika e Chikungunya. Neste ano, foram registrados dois óbitos por Chikungunya nos municípios de Teixeira de Freitas e Ipiaú. Nenhum óbito por Zika foi confirmado. *Com informações do G1
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Sobe para 23 o número de mortes por dengue na Bahia

 Com um óbito registrado em Carinhanha, na região Sudoeste, o número de mortes causadas pela dengue na Bahia chegou a 23, segundo dados confirmados, no sábado (30), pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab).


 De acordo com a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Divep) da Sesab, 285 municípios estão em estado de epidemia (68% das cidades), entre eles a capital Salvador. Outras 45 cidades estão em risco e 12 em estado de alerta.

 Guanambi é a 15ª cidade com maior número de casos da doença, com 932 notificações.

 A Bahia contabiliza 92.903 casos prováveis de dengue, sendo que a macrorregião de saúde Sudoeste concentra 37.892 casos.
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Conquista, Salvador e Feira lideram casos prováveis de Dengue na Bahia, aponta Sesab

 Vitória da Conquista, Salvador e Feira de Santana lideram o ranking de cidades com maior número de casos prováveis de Dengue em 2024, de acordo com os dados da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Divep) da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab). Em Conquista, foram notificados 11.627 casos, na segunda posição está a capital com 4.962 seguido por Feira de Santana com 2.888 casos prováveis.


 Ao todo, na Bahia, foram notificados 81.428 casos prováveis da doença até o dia 23 de março de 2024, registrando um Coeficiente de Incidência (CI) de 575,8 de casos/100.000 habitantes. No mesmo período de 2023, foram notificados 13.854 casos prováveis, o que representa um aumento de 487,8%. No total, 285 municípios da Bahia estão em estado de epidemia de Dengue, entre eles os três citados. Outros 45 estão em risco e 12 em alerta.

 O Governo da Bahia já investiu mais de R$ 19 milhões no combate à Dengue através da aquisição de novos carros de fumacê, distribuição de aproximadamente 12 mil kits para os agentes de Combate às Endemias, além de apoio para intensificação dos mutirões de limpeza, com o auxílio das forças de segurança e emergência, e aquisição de medicamentos e insumos.

 A Bahia possui uma taxa de letalidade de 1,47, menor do que a média nacional. Ao todo, foram confirmados 21 óbitos por dengue nos municípios de Jacaraci (4), Vitória da Conquista (4), Piripá (3), Santo Antônio de Jesus (2), Barra do Choça (1), Caetité (1), Campo Formoso (1), Feira de Santana (1), Ibiassucê (1), Irecê (1), Juazeiro (1) e Santo Estêvão (1).

 Em 2024, até 23 de março, foram notificados 6.706 casos prováveis de Chikungunya e registrados dois óbitos, nos municípios de Teixeira de Freitas e Ipiaú. No mesmo período de 2023, foram notificados 5.802 casos prováveis. Já os casos prováveis de Zika são 842 até 23 de março, contra 425 no mesmo período no ano passado. Nenhum óbito por Zika foi confirmado.
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Sesab confirma 17 mortes por Dengue na Bahia, até o momento uma morte pela doença foi registrada em Ipiaú

 A Bahia soma 17 mortes por Dengue confirmadas pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab). O total de 272 municípios está em estado de epidemia da doença. Outros 34 estão em risco e 7 em alerta. São 62.478 casos prováveis da doença até o dia 16 de março de 2024. No mesmo período de 2023, foram notificados 12.479 casos prováveis, o que representa um incremento de 400,7%, ainda segundo os dados da pasta estadual.


 As mortes foram registradas nas cidades Jacaraci (4), Piripá (3), Vitória da Conquista (3), Barra do Choça (1), Campo Formoso (1), Feira de Santana (1), Ibiassucê (1), Irecê (1), Santo Antônio de Jesus (1), Santo Estêvão (1). Em 2024, foram registrados dois óbitos por Chikungunya, nos municípios de Teixeira de Freitas e Ipiaú. Nenhum óbito por Zika foi confirmado.

 A Sesab tem alertado os municípios para a necessidade de ampliação do horário de funcionamento de unidades básicas de saúde (UBS). Segundo a secretária da Saúde do Estado, Roberta Santana, estão sendo enviados ofícios para as prefeituras pontuando a importância das unidades básicas estarem prontas para dar assistência com sintomas de Dengue e em horário estendido.

 Para o combate à Dengue,o Governo do Estado adquiriu novos carros fumacês, distribuição de aproximadamente 12 mil kits para os agentes de Combate às Endemias. Além de apoio para intensificação dos mutirões de limpeza com o auxílio das forças de segurança e emergência e aquisição de medicamentos e insumos. A Sesab ainda tem promovido ações de teleconsultoria para auxiliar o manejo clínico dos pacientes na atenção básica.
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“Família precisa de R$12,2 mil para tratar criança internada a 1 ano e 3 meses no HGPV”

 O pequeno Arthur Vitorio Santos Moraes de 03 meses de idade está internado desde os seus primeiros momentos de vida. Primeiro foi na Santa Casa de Misericórdia de Jequié onde nasceu e permaneceu aguardando regulação do estado, que só aconteceu quase 4 meses depois para uma UTI Neonatal no Hospital Geral Prado Valadares (HGPV) e agora precisa de ajuda da sociedade para ir pra casa e ter seu tratamento continuado.


 O bebê nasceu com suspeitas de distúrbios, morte encefálica e acúmulo de fluidos nos sacos de ar dos pulmões, privando os órgãos de receberem oxigênio além de ataque epiléptico após complicações no parto.

 Arthur é filho de Jaqueline dos Santos, 28 anos, e Denílson das Virgens Morais e ainda não chegou a conhecer o seu lar em Irajuba, cidade localizada na região Vale do Jiquiriçá no sudoeste da Bahia; já que desde o nascimento em 14 de Dezembro de 2022 apenas passou de um hospital para o outro.

 Agora com um ano e três meses de vida o Hospital informou que o pequeno pode ir pra casa, mas para isso o estado teria que custear o tratamento da criança; porém segundo a mãe do bebê, a prefeitura chegou até a recorrer uma liminar judicial afirmando não ter condições de arcar com a despesa dos equipamentos mas que daria suporte nas medicações, que no primeiro mês ficaria em torno de R$12.200,00 (doze mil e duzentos reais) todo o material, mais nos próximos meses esse valor seria reduzido, pelo fato dos equipamentos duráveis não precisarem ser trocados com frequência.

 Arthur, é acometido a Encefalopatia não progressiva hipoxia esquemica com sequela neurológica grave e precisa de 01 concentrador de oxigênio (R$3.000,00); 01 vácuo portátil para aspirações (R$5.000,00); 248 sondas de aspiração mensal (R$304,00); 02 caixas de luvas estéreis por mês (R$100,00); 04 unidades por mês de cateter de oxigênio (R$100,00); 03 tubos de conectores de traqueostomia por mês (R$120,00); 01 ambu pediátrico (R$350,00); 01 pacote de seringas de 1 ml por mês (R$25,00); 02 pacotes de gazes por mês (R$150,00); 300 fraldas infantis tamanho G por mês (R$300,00); 03 pacotes de curativos para traqueostomia (R$900,00); 14 latas de fórmula infantil por mês (R$1.300,00); torpedo de oxigênio 10L para transporte (R$300,00).

 A família que não tem condições de arcar com a despesa e agora precisa da colaboração da população para comprar os materiais, que apesar de custar no primeiro mês mais de 12 mil reais, a partir do segundo mês terá uma redução de 9 mil reais e com apenas R$3.500,00 (três mil e quinhentos reais mensais o bebê terá o seu tratamento feito.

 Quem puder ajudar pode enviar pix para cpf  068.181.785-29 em nome da mãe do bebê ou entrar em contato com (73)9.9914-4696 e falar diretamente com Jaqueline dos Santos, mãe do pequeno Arthur.

 OBS: ESTE PORTAL NÃO RECEBE DOAÇÕES PARA REPASSAR; QUEM PUDER COLABORAR FAVOR ENTRAR EM CONTATO COM A MÃE DO GAROTO NO TELEFONE ACIMA CITADO.

Fonte:Blog Mateus Oliver Repórter
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Sesab: Jequié entra na relação de 175 cidades em estado de epidemia de Dengue na Bahia

 Dados da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Divep) da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (SESAB) apontam que o município de Jequié passou a figurar na relação das 175 cidades da Bahia em estado de epidemia de Dengue. A Prefeitura de Jequié, através da Secretaria de Saúde, informou que no último levantamento feito na cidade não há registros de casos graves da doença, como também não há registros de hospitalizações nem óbitos decorrentes da Dengue e que há, até o momento, apenas 14 casos confirmados, 304 casos suspeitos e 102 descartados. No entanto, os critérios utilizados pela SESAB para a inclusão do município na lista dos que estão em epidemia, foram os dados relativos aos casos suspeitos nas últimas quatro semanas epidemiológicas.


 De acordo com a Secretaria de Saúde, as localidades com maior índice de infestação predial de larvas do Aedes aegypti são a comunidade da Pedreira, com 8,75%; o Loteamento Sol Nascente, com 5,28%; o bairro KM 3, com 4,63; o bairro Pompílio Sampaio, com 4,62%; e o Mandacaru, 4,57%, sendo o ideal menor que 1%. A taxa de incidência da doença encontra-se em 191 casos para cada 100.000 habitantes.
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Brasil tem mais de um milhão de casos de dengue este ano; sete estados decretaram situação de emergência

 Desde o início do ano, o Brasil registrou 1.017.278 casos prováveis de dengue e 214 mortes confirmadas pela doença. Outros 687 óbitos estão em investigação.


 O coeficiente de incidência da dengue no país, neste momento, é de 501 casos para cada grupo de 100 mil habitantes. Os dados são do Painel de Monitoramento das Arboviroses, divulgados nesta quinta-feira (29), em Brasília, pelo do Ministério da Saúde.

 Entre os casos prováveis, 55,4% são de mulheres e 44,6% de homens. A faixa etária dos 30 aos 39 anos segue respondendo pelo maior número de ocorrências de dengue no país, seguida pelo grupo de 40 a 49 anos e de 50 a 59 anos. Minas Gerais lidera em número absoluto de casos prováveis (352.036) entre os estados. Quando se considera o coeficiente de incidência, o Distrito Federal aparece em primeiro lugar: 3.612,7 casos por 100 mil habitantes.

 O DF é uma das unidades federativas que decretaram situação de emergência em saúde pública por causa da explosão de casos de dengue. Segundo o governador Ibaneis Rocha, as redes de saúde da capital, tanto a pública quanto a privada, entraram em colapso no atendimento.

 Um dos pacientes que tiveram dificuldade ao buscar assistência médica é Januário da Cruz Silva, de 61 anos. Ele trabalha com um caminhão de mudanças, mas há quase uma semana teve de parar com os serviços por conta da dengue. Silva recorreu à Unidade Básica de Saúde (UBS) 1, do Paranoá, região administrativa no DF, depois de procurar, sem sucesso, atendimento médico em um hospital.

 “Fui sábado ao posto de saúde, fiz hemograma e constatei estar com dengue. Fui, então, encaminhado para o Hospital do Paranoá. Fiquei quase cinco horas lá, mas acabei não sendo atendido porque, como praticamente não havia médicos, eles só atendiam quem tinha pulseira vermelha de emergência”, disse à Agência Brasil.

 A servidora Glaucilene Cardoso, de 44 anos, também levou a filha, Isabella Cardoso, de 9 anos, para ser atendida em uma UBS. A menina foi diagnosticada com dengue e com covid-19. “Por sorte, o caso da minha filha não foi grave, nem para a dengue nem para a covid. Mas, claro, a gente fica sempre preocupada.”

 Isabella foi levada à tenda de atendimento montada na Ceilândia, região administrativa do Distrito Federal, e, na sequência, foi diagnosticada e encaminhada para a UBS 7.

 ”Foram seis dias de tosse, febre e dores nos olhos e no corpo”, descreveu Glaucilene ao citar a mistura de sintomas das duas doenças observada na filha. A servidora elogiou a dedicação das equipes de saúde. ”Sempre prestam bom serviço por aqui”, afirmou.
Dia D será sábado

 Segundo a ministra da Saúde, Nísia Trindade, o Brasil poderá ter neste ano o dobro de casos de dengue registrados em 2023, que chegou a 1.658.816 casos. No próximo sábado (2), o Ministério da Saúde – em parceria com estados e municípios – vai realizar o Dia D de combate à doença. Com o tema Brasil Unido Contra a Dengue, serão promovidas ações de orientação para a população sobre os cuidados para evitar a disseminação da doença.

 Os principais sintomas relacionados à dengue são febre alta de início repentino, dor atrás dos olhos, mal estar, prostração e dores no corpo. O vírus da dengue pode ser transmitido ao homem principalmente pela picada de fêmeas de Aedes aegypti infectadas. Seis estados – Acre, Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo, Santa Catarina e Rio de Janeiro – e o Distrito Federal), além de 154 municípios, já decretaram situação de emergência por causa da doença. Da Agência Brasil
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Com mutirão, visitas domiciliares e ações de bloqueio ao mosquito, Prefeitura de Jequié amplia estratégias de combate à Dengue

 Com objetivo de ampliar as ações preventivas de combate ao Aedes aegypti, a Prefeitura de Jequié, através da Secretaria de Saúde, vem executando uma articulada estratégia, mantendo atenção e monitoramento constante do mosquito, que é vetor de doenças como Dengue, Zika, Febre Amarela Urbana e Chikungunya. Nesta quinta-feira, 29, foi realizado mais uma mobilização, desta vez no Loteamento Sol Nascente, no bairro Joaquim Romão.


 De acordo com a Secretaria de Saúde, as ações que estão sendo realizadas envolvem blitz educativa, com orientação ao público nas ruas do comércio local; bloqueio químico, medida que consiste na aplicação localizada de inseticida com bomba-costal motorizada para eliminar o mosquito Aedes aegypti adulto em locais com casos suspeitos ou confirmados; além das visitas domiciliares, feitas pelos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias, que atuam na vistoria de depósitos, terrenos baldios e estabelecimentos comerciais, buscando, com isso, identificar criadouros do inseto, como caixas d’água sem tampa, garrafas, pneus, vasilhames plásticos, calhas, telhados que acumulem água parada.

 A partir do levantamento de casos notificados e da presença de focos do mosquito Aedes aegypti identificados, as ações são intensificadas em cada bairro, em cada localidade. O secretário de Saúde, Marlon Pereira, ressalta que para isso as visitas domiciliares acontecem de segunda a sexta-feira, e, aos finais de semana, além dos mutirões.

 “Estamos executando uma grande força-tarefa, com o único objetivo de enfrentar o mosquito. Para isso, além do excepcional trabalho dos Agentes de Combate às Endemias e dos Agentes Comunitários de Saúde, esperamos contar com o apoio da população. Reforço aqui este nosso chamamento à responsabilidade dos jequieenses neste gigantesco esforço de luta contra a Dengue. Portanto, fiquem atentos e vamos juntos prevenir e combater o Aedes aegypti.”, alertou o secretário de Saúde, Marlon Pereira.
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Sobe para sete o número de mortes por dengue na Bahia

 Subiu para sete o número de mortes por dengue na Bahia, segundo informações da Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), nesta quinta-feira (29). A sexta e a sétima vítimas da doença são moradores de Feira de Santana e Vitória da Conquista. A Sesab não divulgou mais detalhes das pessoas.


 Nesta semana, a Sesab informou que o aumento de casos suspeitos da doença no estado foi puxado principalmente pelos dois municípios, ambos em situação epidêmica.

 Até quarta-feira, todas as mortes pela doença tinham sido registradas na região sudoeste do estado, sendo duas em Jacaraci, outra em Piripá e a quarta em Ibiassucê. As cidades ficam cerca de 1h30 de distância umas das outras.

 Já na quarta, a Sesab confirmou a quinta morte, em Irecê, no norte do estado. Uma das vítimas confirmada é uma criança de 5 anos, que morreu em Jacaraci no dia 8 de fevereiro.

 No ano de 2023, 22 pessoas morreram por causa da dengue. Houve um caso ligado a zika e três por causa da chikungynia, conforme informado pela Sesab. Neste ano, foram notificados 16.771 casos prováveis de dengue no estado e 64 municípios se encontram em epidemia.
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Sobe para sete o número de mortes por dengue na Bahia

 Subiu para sete o número de mortes por dengue na Bahia, segundo informações da Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), nesta quinta-feira (29). A sexta e a sétima vítimas da doença são moradores de Feira de Santana e Vitória da Conquista. A Sesab não divulgou mais detalhes das pessoas.


 Nesta semana, a Sesab informou que o aumento de casos suspeitos da doença no estado foi puxado principalmente pelos dois municípios, ambos em situação epidêmica.

 Até quarta-feira, todas as mortes pela doença tinham sido registradas na região sudoeste do estado, sendo duas em Jacaraci, outra em Piripá e a quarta em Ibiassucê. As cidades ficam cerca de 1h30 de distância umas das outras.

 Já na quarta, a Sesab confirmou a quinta morte, em Irecê, no norte do estado. Uma das vítimas confirmada é uma criança de 5 anos, que morreu em Jacaraci no dia 8 de fevereiro.

 No ano de 2023, 22 pessoas morreram por causa da dengue. Houve um caso ligado a zika e três por causa da chikungynia, conforme informado pela Sesab. Neste ano, foram notificados 16.771 casos prováveis de dengue no estado e 64 municípios se encontram em epidemia.
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Residência Médica da Santa Casa de Jequié é referência em formação

 A Santa Casa Hospital São Judas Tadeu faz parte do quadro de vagas para processo seletivo de especialização em Ginecologia e Obstetrícia, realizado pela Comissão Estadual de Residência Médica – CEREM/BA. Estão disponíveis duas vagas e os candidatos aprovados poderão optar pela unidade no dia 23/02.


 Os médicos residentes irão contar com a experiência de uma equipe qualificada para atendimento a gestantes de alto risco, além da possibilidade de colaborar com o trabalho científico desenvolvido pelo Centro de Pesquisa, Aprendizagem e Inovação da Fundação José Silveira. “Conhecemos a prática ginecológica e obstétrica desde o primeiro dia e temos preceptores bem empenhados em nos orientar. Todo dia é uma nova oportunidade para o aprendizado”, afirma Larissa Izidoro, médica residente na instituição.

 Com capacidade para realização de cerca de 4 mil partos por ano, a Santa Casa Hospital São Judas Tadeu é um hospital filantrópico 100% SUS, que integra as unidades da Fundação José Silveira, possuindo o respaldo da Organização Nacional de Acreditação – ONA nível 3 e o Selo de Integridade na Gestão da Saúde. Dispõe, também, de Convênio com o Hospital Santo Amaro, referência estadual em obstetrícia e neonatologia e com o Laboratório José Silveira.
Fonte: A tarde
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Santa Casa de Jequié realiza Feira de Saúde dias 21,22 e 23 de fevereiro

 A Santa Casa de Jequié, unidade da Fundação José Silveira, dá início às suas atividades em 2024 com a realização da Feira de Saúde. O evento acontecerá no estacionamento da instituição nos dias 21, 22 e 23 de fevereiro, oferecendo atendimentos à comunidade por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).


 Durante esses dias, serão disponibilizadas consultas nas especialidades de cardiologia, oftalmologia e clínica geral. Além disso, a feira oferecerá exames de ultrassom, mamografia, preventivo, eletrocardiograma e raio-X.
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Cidades baianas ganham reforço do fumacê no combate ao mosquito transmissor da dengue

 Três cidades da Bahia passarão a contar, a partir desta segunda-feira (19), com o serviço do Ultra Baixo Volume (UBV), popularmente conhecido como fumacê, como estratégia de combate ao mosquito transmissor da dengue, o aedes aegypti.


 De acordo com a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), o serviço será aplicado em Wanderley (região oeste), Lajedão (extremo sul) e Morro do Chapéu (na região da Chapada Diamantina).

 Sete municípios, segundo a Sesab, também recebem reforço no combate ao mosquito transmissor da dengue: Salvador, Piripá, Encruzilhada, Bonito, Feira de Santana, Jacaraci e Juazeiro.

 Segundo a secretária da Saúde da Bahia, Roberta Santana, para que os municípios utilizem a estratégia do fumacê é necessário que atendam critérios técnicos epidemiológicos.

 “O fumacê é o que chamamos de último método a ser utilizado, recorremos a ele quando os outros métodos de controle não são suficientemente eficazes ou viáveis” , comentou.

 Entre 1° de janeiro e 10 de fevereiro de 2024, a Bahia registrou 7.355 casos de dengue, um aumento de 4, 8% em relação ao ano passado. Vinte cidades estão em alerta no estado outras vinte e três cidades estão em estado de epidemia. 

Confira as cidades em epidemia

Anagé

Belo Campo

Bonito

Botuporã

Brejões

Condeúba

Encruzilhada

Feira da Mata

Ibiassucê

Ibicoara

Ibitiara

Igaporã

Ipiaú

Iramaia

Irecê

Jacaraci

Matina

Morro do Chapéu

Mortugaba

Novo Horizonte

Piripá

Rodelas

Vitória da Conquista
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Bahia registra terceira morte por dengue

 Nesta segunda-feira (19), a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) confirmou o terceiro óbito por dengue no estado. As mortes ocorreram em Piripá e Jacaraci, cidades do sudoeste baiano com o maior índice de incidência da doença. A Bahia conta com 23 municípios em estado de epidemia de dengue. Os falecidos tinham idades de 5, 18 e 87 anos, mas não foram fornecidos mais detalhes sobre os casos.


 No período de 1º de janeiro a 10 de fevereiro de 2024, a Bahia registrou 7.355 casos de dengue, o que representa um aumento de 4,8% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Os 23 municípios em estado de epidemia são: Anagé, Belo Campo, Bonito, Botuporã, Brejões, Condeúba, Encruzilhada, Feira da Mata, Ibiassucê, Ibicoara, Ibitiara, Igaporã, Ipiaú, Iramaia, Irecê, Jacaraci, Matina, Morro do Chapéu, Mortugaba, Novo Horizonte, Piripá, Rodelas e Vitória da Conquista. Além disso, outras 20 localidades estão em áreas de alerta.

 A epidemia de dengue é caracterizada quando um município registra mais de 100 casos por 100 mil habitantes ao longo das últimas 4 semanas epidemiológicas. Comparado ao mesmo período do ano passado, houve uma redução de 11,8% nos casos notificados na Bahia, totalizando 4.614 casos prováveis.
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Brasil registra 1.127 mortes em decorrência da Covid-19 em 2024

 Em 2024, foram registrados 196.463 novos casos confirmados de Covid-19 e 1.127 mortes em decorrência do vírus no Brasil. Desde 2020, são 38.407.327 casos e 709.765 mortes acumuladas. As informações são do Painel Nacional: Covid-19 do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

 Os estados que mais apresentaram casos de Covid-19 foram: São Paulo (6.785.57), Minas Gerais (4.248.232), Rio Grande do Sul (3.097.480), Paraná (2.989.805) e Rio de Janeiro (2.904.967).

 O infectologista Julival Ribeiro explica que está havendo aumento de casos de Covid-19 no mundo inteiro, e para evitar isso, é “fundamental” que os brasileiros tomem a vacina contra a doença. 

 “É muito importante para as pessoas que nunca tomaram a vacina da Covid, ou seja, o esquema básico, fazê-lo. E aquelas pessoas que segundo o Ministério da Saúde têm que fazer reforço com a dose bivalente da Pfizer, devem procurar também para atualizar a sua vacina, porque quando tomamos novas vacinas, esses reforços, ocorre um novo estímulo que aumenta a nossa proteção em relação à Covid”, explica o infectologista.

 Segundo o Ministério da Saúde, o número de doses contra Covid-19 aplicadas é de 517.487.75, até o momento. Essa contagem inclui as doses de primeira, segunda e terceira aplicação, bem como as doses de reforço.

 No que se refere à vacina bivalente, recomendada pelo Ministério como reforço para pessoas com mais de 12 anos que apresentam comorbidades, ou para adultos sem comorbidades, o total de doses aplicadas no Brasil foi de 33.296.229.

Além da vacina, Ribeiro recomenda que pessoas do grupo de risco tenham cuidados como:

  • utilizar máscara;
  • fazer a higienização das mãos;
  • evitar locais aglomerados, fechados e com baixa ventilação.

 A advogada e comunicadora Nathália Queiroz, 27 anos, moradora de Brasília, relembra que pegou Covid-19 em fevereiro deste ano. 

 “Foram os sintomas de uma gripe bem forte, então bastante coriza, pigarro na garganta, cansaço, muito sono. Esses foram alguns sintomas. Eu descobri que era Covid porque uma pessoa próxima testou positivo. Então eu fiz o teste, que também foi positivo”, afirma.

 A advogada explica que não foi necessário internação e que realizou o isolamento social por cinco dias, período em que se recuperou da doença. Queiroz ainda diz que tomou três doses da vacina e ainda pretende tomar a quarta dose.

Brasil 61

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Bahia tem 23 cidades com surto de dengue; veja quais são

 A dengue, doença viral transmitida através do mosquito aedes aegypti, causa preocupação em todas as regiões do país. Na Bahia, a situação é ainda mais crítica em 23 cidades que enfrentam surto da doença, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (Sesab). Os municípios registraram mais de 100 casos de dengue para cada 100 mil habitantes.


 São eles: Anagé, Belo Campo, Bonito, Botuporã, Brejões, Condeúba, Encruzilhada, Feira da Mata, Ibiassucê, Ibicoara, Ibitiara, Igaporã, Ipiaú, Iramaia, Irecê, Jacaraci, Matina, Morro do Chapéu, Mortugaba, Novo Horizonte, Piripá, Rodelas e Vitória da Conquista. Outras 20 localidades são consideradas áreas de alerta.

 Para o virologista Gúbio Soares, o aumento de casos está relacionado à diminuição de campanhas de prevenção durante a pandemia da covid-19. “Os governos abandonaram as campanhas de combate à dengue e as pessoas relaxaram nos cuidados”, analisa.

 Entre 31 de dezembro do ano passado e a última quarta-feira (14), foram registrados 6,3 mil casos prováveis da doença – o que representa um aumento de 4,8% em relação ao ano passado. Só em 2024, mais da metade (63%) dos municípios baianos realizaram notificação para o agravo. Foram 264 nos dois primeiros meses do ano.

 A forma mais eficaz para evitar o vírus é combater o mosquito transmissor da doença, o que é feito através da eliminação de água parada. A vacina é uma aliada ao combate. Na semana passada, o estado recebeu 70.368 doses da vacina contra a dengue voltada para o público-alvo composto por crianças e adolescentes. Veja onde o imunizante está disponível gratuitamente em Salvador.

 Entre as ações de combate realizadas pela Secretaria de Saúde do Estado estão: novos veículos fumacê, distribuição de 12 mil kits para agentes de combate às endemias e intensificação de mutirões de limpeza. No sábado (17), houve uma reunião para a discussão de ações de combate à doença com a participação da ministra da Saúde Nísia Trindade e integrantes do governo estadual.
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Câncer continua sendo primeira causa de mortes em crianças no Brasil

 Hoje, 15 de fevereiro, data em que é conhecido o Dia Internacional de Luta contra o Câncer Infantil, a doença segue sendo a primeira causa de morte em crianças no Brasil, perdendo apenas para as mortes causadas por acidentes. Os dados são do Instituto Nacional do Câncer (INCA).


 O estudo do INCA aponta ainda que, no triênio 2023/2025, 7.930 novos casos de câncer atingirão a população de 0 a 19 anos de idade, a cada ano no território nacional.

 O tumor infantil não possui fatores de risco ou formas de prevenção; o diagnóstico precoce, por meio de investigação médica e tratamento especializado, são as principais formas de evitar a evolução. Por isso, segundo o pediatra e professor do curso de Medicina da Faculdade Pitágoras, Daniel Portela, pais e responsáveis devem ficar atentos aos sinais do corpo da criança.

 “Sintomas como febre persistente, suores noturnos e perda repentina de peso, podem ser confundidos com outras doenças, por isso a informação pode ser aliada para que um diagnóstico precoce salve vidas”, explica o especialista.

 Entre os tipos de câncer comuns em crianças, a neoplasia – tumor que surge devido ao aumento anormal do número de células – tem características que podem ser facilmente identificadas.“Geralmente surgem manchas no corpo, cansaço, dor nos ossos, anemia, dor de cabeça, falta de equilíbrio, estrabismo e inchaços. Esses quadros são comuns nos diagnósticos de câncer infantil”, continua o profissional de saúde.

 O tratamento, a depender dos tipos da doença, pode ser realizado através de quimioterapia, medicação alvo, radioterapia ou cirurgia. Portela ainda destaca a importância de realizar o tratamento numa unidade especializada, onde a criança ou adolescente irá receber apoio de uma equipe multidisciplinar.

 “O paciente precisa de acompanhamento de todos os profissionais; uma equipe que esteja envolvida na cura, mas também na qualidade de vida física, psicológica e social desta criança”, afirma o pediatra.

 Entre os principais sintomas associados a esta enfermidade estão perda de peso contínua e inexplicável; Dores de cabeça com vômito de manhã; Aumento do inchaço ou dor persistente nos ossos ou articulações; Aumento ou inchaço na região abdominal, pescoço ou qualquer outro local; Pupila esbranquiçada ou alterações visuais, como estrabismo; Febres recorrentes não causadas por infecções; Manchas no corpo e sangramentos repentinos; Cansaço exagerado; e palidez.
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Sesab confirma duas mortes por dengue na Bahia

 Duas pessoas morreram por dengue na Bahia, segundo informações confirmadas pela Secretaria de Saúde do estado (Sesab) nesta quinta-feira, 15. Ambas aconteceram em cidades do sudoeste do estado e entre elas uma criança de 5 anos.


 Um dos óbitos foi de uma criança, que ocorreu na cidade de Jacaraci, no dia 8 de fevereiro. Já a outra morte foi em Caetité, no entanto, a idade e a data do óbito não foram divulgadas. Ainda não há detalhes do número total de mortes por dengue na Bahia em 2024.

 De acordo com a secretaria, um dos casos foi confirmado pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-BA) e o outro por diagnóstico clínico epidemiológico.
 Além desses dois casos, a morte de uma jovem de 18 anos, na cidade de Itabuna, no sul da Bahia, é investigada. Segundo informações de familiares, Ana Luiza Rangel morreu no Hospital de Base com dengue.

Números no estado
 Entre o mês de janeiro até 6 fevereiro de 2024 (semanas epidemiológicas 1, 2, 3, 4 e 5), a Bahia tinha 4.068 casos notificados de dengue.

 Quando comparado ao mesmo período de 2023, apresenta redução de 11,8%, em que foram notificados 4.614 casos de dengue.

 De acordo com dados divulgados pela Secretária Municipal da Saúde de Salvador (SMS) nesta quinta-feira, Salvador contabiliza 158 casos confirmados de dengue na 6ª semana epidemiológica, entre 31 de dezembro e 10 de fevereiro.

 O número representa redução de 65% das notificações quando comparado com o mesmo período do ano passado, quando foram registrados 453 casos.

Vacinação

 Inicialmente, o público-alvo será composto por crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, faixa etária que concentra o maior número de hospitalizações por dengue, após os idosos, grupo para o qual a vacina não foi liberada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

 Roberta Santana esclareceu que embora a vacinação seja um grande contribuição, é uma alternativa que terá resultado a médio e longo prazo.
A tarde
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Brasil ultrapassa meio milhão de casos prováveis de dengue

 Desde o início de 2024, o Brasil já contabiliza 512.353 casos prováveis de dengue, com 75 óbitos confirmados e 340 mortes ainda sob investigação. O coeficiente de incidência atual da doença é de 252,3 casos por cada grupo de 100 mil habitantes, conforme dados disponíveis no painel de monitoramento de arboviroses do Ministério da Saúde.


 Entre os casos prováveis, 54,9% ocorrem em mulheres e 45,1% em homens. A faixa etária mais afetada está entre os 30 e 39 anos, seguida pelos grupos de 40 a 49 anos e de 50 a 59 anos.

 Em termos de números absolutos, Minas Gerais lidera os casos prováveis, com 171.769 registros, seguido por São Paulo (83.651), Distrito Federal (64.403) e Paraná (55.532). Porém, quando consideramos o coeficiente de incidência, o Distrito Federal apresenta a maior taxa (2.286,2 casos por 100 mil habitantes), seguido por Minas Gerais (836,3), Acre (582,2) e Paraná (485,3). As informações são do site Agência Brasil de Notícias.
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Brasil chega a 62 mortes e 408 mil casos prováveis de dengue; Outros 279 óbitos estão sendo investigados por suspeita da doença

 O número de casos prováveis de dengue no Brasil em 2024 chegou a 408 mil, segundo atualização de sexta-feira (9) no Painel de Monitoramento de Arboviroses do Ministério da Saúde. Já o número de vítimas confirmadas da doença atingiu 62, enquanto outras 279 mortes suspeitas estão sendo investigadas.


 A média nacional aponta 201 casos de dengue por 100 mil habitantes. Mas, em alguns estados, esse coeficiente é bem maior. O Distrito Federal, por exemplo, registra mais de 1.700 casos por 100 mil habitantes. Na sequência proporcional de casos, aparecem Minas Gerais, Acre, Paraná e Goiás.

 Em número absoluto, Minas Gerais lidera, com mais de 143 mil pessoas registradas com dengue, seguido por São Paulo, Distrito Federal e Paraná. Na outra ponta, com menos casos registrados, aparecem dois estados do Nordeste: Piauí e Paraíba. As mulheres são as mais afetadas, com 55% dos registros, contra 45% dos homens.

 O número de mortes, 62, praticamente não aumentou comparando as primeiras cinco semanas deste ano, com o mesmo período do ano passado, quando a dengue matou 61 pessoas. Já o número de casos graves mais do que triplicou. Nas cinco semanas deste ano, foram quase 4.600 casos, contra 1.355 registros, no mesmo período, em 2023.
 Oito cidades na Bahia estão em alerta ou sob risco. Na lista de cidades em epidemia estão Bonito, Novo Horizonte, Piatã, Morro do Chapéu, Lajedão, Rodelas, Macaúbas, Jacaraci, Piripá, Encruzilhada, Cordeiros, Vitória da Conquista e Ipiaú.

 Os municípios em alerta para epidemia são Ibicoara, Tanque Novo, Mortugaba e Brejões. Já os que estão sob risco são Adustina, Chorrochó, Belo Campo e Anagé.

 Para reduzir a possibilidade do avanço de casos, a secretária da Saúde do Estado, Roberta Santana, se reuniu nesta quinta-feira (08) com prefeitos e gestores municipais de saúde de cerca de 70 municípios de localidades que encontram-se em atenção, seja por conta do histórico da doença, seja por ter sofrido com as fortes chuvas do início do ano.
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