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:: ‘Saúde’

Bahia assegura R$ 42 milhões do Ministério da Saúde para cirurgias eletivas

 A Bahia assegurou junto ao Ministério da Saúde mais de R$ 42 milhões do Programa Nacional de Redução das Filas de Cirurgias Eletivas. A Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) executará cerca de R$ 27,7 milhões do total destinado ao estado, sendo responsável pela realização de procedimentos cirúrgicos em 381 dos 417 municípios. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União de sexta-feira (28).


 Entre os procedimentos a serem executados estão: tratamento cirúrgico de varicocele, plástica mamária feminina não estética, histerectomia, litotripsia, retirada de placa e/ou parafuso e ressecção endoscópica de próstata. O acesso dos pacientes aos procedimentos elencados no Programa se dará a partir do cadastro Sistema Lista Única, no caso da gestão estadual. No caso da gestão municipal, a partir dos sistemas próprios de regulação.

 Para a secretária da Saúde da Bahia, Roberta Santana, “esse recurso comprova um novo momento para a saúde da Bahia na relação com o Governo Federal. Para além de diálogo, contamos com a sensibilidade do gestor federal para assegurar os recursos para os baianos”, ressalta a secretária.

 O Governo do Estado já realizou 140 mil cirurgias eletivas desde março do ano passado, englobando mais de 45 tipos de procedimentos, levando atendimento de qualidade para quem mais precisa. Para acelerar a realização das cirurgias nos hospitais estaduais e unidades credenciadas a Sesab, foi adotada também uma estratégia itinerante, o que permitiu viabilizar a realização dos exames pré-operatórios e anatomopatológicos em localidades que não contavam com estrutura.
Fonte: Ascom/Sesab
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Deputado Hassan solicita o fortalecimento dos núcleos e bases regionais de saúde para dinamizar assistência à população

 Os Núcleos e Bases Regionais de Saúde (NRS), criados em substituição às Diretorias Regionais de Saúde (Dires), com a finalidade de acompanhar as atividades de regulação e de vigilância sanitária, bem como as bases, precisam ser fortalecidos, melhor equipados e estruturados do ponto de vista organizacional, administrativo e financeiro, além da contratação de quadros técnicos. 


 Essa é uma preocupação do deputado municipalista Hassan (PP), que encaminhou indicação ao governador Jerônimo Rodrigues e à secretária de Saúde, Roberta Santana, solicitando o fortalecimento dos Núcleos e Bases Regionais de Saúde. Membro titular da Comissão de Saúde e Saneamento da Assembléia Legislativa da Bahia (Alba) e ex-secretário de Saúde do município de Jequié, Hassan entende muito bem a importância de núcleos e bases regionais estruturados e fortalecidos para garantir a gestão mais eficiente dos recursos e melhor coordenação das ações de saúde entre os diferentes níveis de atenção. 

 “Isso vai assegurar que todos cidadãos tenham acesso ao serviço de saúde de qualidade, independente da sua localização geográfica ou condição socioeconômica”, afirmou o parlamentar ao justificar a indicação encaminhada através da Alba. Ele destacou que a ausência de núcleos e bases estruturadas podem prejudicar o serviço de vigilância epidemiológica e a cobertura vacinal, tão essencial para a população. 

 O parlamentar cita que “é preciso fortalecer os núcleos e, consequentemente, as bases, para que voltem a ser sustentáveis, com autonomia financeira e poder de decisão para que possam melhorar o serviço de saúde pública no estado. E para exemplificar a dificuldade lembra, por exemplo, que as bases de Jequié, Valença e Ilhéus estão vinculadas ao núcleo de Itabuna, sem autonomia administrativa e financeira. E finaliza afirmando que “a Bahia é um estado com uma grande extensão territorial e população diversificada em termos socioeconômicos e o fortalecimento dos núcleos e bases regionais de saúde é fundamental para garantir o acesso adequado à saúde”.
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Regulação:Defensoria pede Bloqueio de valor para realizar cirurgia de Arthur porém juíza ainda não deferiu e criança segue entubada em Jequié

 Após o estado não se pronunciar até esta terça-feira (25) depois de ser intimado pela justiça a transferir uma criança de 03 meses que ainda não foi em casa desde que nasceu (RELEMBRE AQUI); a família do Bebê Arthur Santos de Jesus aguarda ansiosa por um bloqueio judicial nas contas do estado no valor da cirurgia do pequeno para que o procedimento ocorra na rede particular.

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 O pedido do bloqueio já estava previsto na decisão judicial da 1ª Vara da Infância e Juventude e Execuções de medidas socioeducativas de Jequié expedida em 13 de Abril após pedido da defensoria pública do município de Itagibá, município localizado no sudoeste da Bahia (RELEMBRE AQUI). 

 O caso de Arthur, que é natural de Aiquara no sul da Bahia foi relatado pela imprensa desde 27 de março de 2023, porém a secretaria de saúde do estado da Bahia (Sesab) não tomou nenhuma providência e apesar de enviado solicitações de resposta ao caso por diversos jornais não respondeu às solicitações. Na manhã desta terça-feira (25) o pequeno continuava aguardando transferência ainda na Santa Casa de Jequié e sem previsão de atendimento do estado.
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  Arthur está internado desde o ano de 2022 e no próximo dia 29 completa 04 meses de vida marcado por a aflição de viver em um leito de hospital e tem sua regulação necessária para realização de cirurgias de duas hérnias na virilha; Ele chegou a passar por momentos de pânico no dia 29 de março após sofrer uma parada cardiorrespiratória e a equipe médica declarar dificuldades em reanimá-lo, o que só foi possível após muito esforço dos profissionais.

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  Um dia após a parada cardíaca da criança, o governador recentemente já com Arthur a mais de 100 dias aguardando a regulação entregou 05 novos leitos de UTI Neonatais no Hospital prado Valadares em Jequié e um dia após a parada respiratória da criança que levou o mesmo a só conseguir respirar até os dias atuais com a ajuda de aparelhos, anunciou a entrega de 10 novos leitos de UTI Pediátrica no Hospital Martagão Gesteira em Salvador e ainda oficializou reajuste do valor de contratos anteriores de mais de R$ 8,3 milhões anuais, o que inclui a cessão de equipamentos e o acréscimo de 25% no valor da diária de 18 leitos de UTI, 10 deles pediátricos e 8 deles neonatais, saltando de R$ 1.200 para R$ 1.500.
Fonte:Blog Mateus Oliver Repórter

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Mulher é internada para retirar mioma do útero e volta pra casa com braço amputado

 Alessandra dos Santos Silva, de 35 anos, busca respostas após um procedimento de retirada de um mioma no útero terminar na amputação de seu braço esquerdo. Em agosto de 2022, a passista da Grande Rio buscou atendimento após sofrer com dores e sangramentos. O diagnóstico apontou o mioma, que precisaria ser retirado em uma cirurgia.


 O procedimento ocorreu em 3 de fevereiro, no Hospital da Mulher Heloneida Studart, em São João de Meriti (RJ). No dia seguinte, a família de Alessandra foi informada que seria necessário retirar o útero por completo.

 A paciente e os acompanhantes perceberam que seus dedos estavam começando a escurecer. Em 6 de fevereiro, a necrose já havia se espalhado quando Alessandra foi transferida para o Instituto Estadual de Cardiologia Aloysio de Castro (lecac). A família foi informada que ela corria risco de vida caso o braço não fosse amputado, e a cirurgia foi autorizada.

 Alessandra teve alta em 15 de fevereiro, mas voltou ao hospital dias depois com complicações nos rins e no fígado. Após ser recusada em diversos hospitais, ela conseguiu internação e ficou em tratamento até o começo de abril.

Alessandra, que se sustenta com o trabalho de trancista, não sabe como poderá seguir com a carreira. “Eu quero que os responsáveis paguem, que o hospital se responsabilize, porque eles conseguiram acabar com a minha vida”, disse em entrevista ao “Bom Dia Rio”, da TV Globo. O caso é investigado pela Secretaria Estadual de Saúde e a Polícia Civil do Rio de Janeiro.
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Piso da enfermagem será debatido nesta terça na Câmara dos Deputados

 O imbróglio do novo piso da enfermagem, suspenso no Supremo Tribunal Federal (STF), será discutido nesta terça-feira (18) em audiência pública na Câmara dos Deputados. Foram convidados para o debate a ministra da Saúde Nísia Trindade, Fernando Haddad (Fazenda), Rui Costa (Casa Civil) e Simone Tebet (Planejamento). Estão confirmadas as presenças de representantes do Conselho Federal de Enfermagem e de associações de hospitais públicos e privados, como a CNSaúde, autora do pedido que levou à suspensão do piso.


 O encontro acontece em um momento de pressão por parte dos enfermeiros que aguardam a liberação dos novos salários. O piso foi sancionado em agosto do ano passado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e suspenso pelo STF em setembro.

 As associações que representam os hospitais tentam derrubar a lei que estabeleceu remuneração mínima de R$ 4.750 para enfermeiros. Técnicos em enfermagem devem receber 70% desse valor, e auxiliares de enfermagem e parteiros, 50%.

 Em dezembro, o Congresso promulgou uma PEC que destravou fundos públicos para custear os hospitais públicos e redes de atendimento ao SUS. As instituições de saúde, no entanto, afirmam que ainda não há fontes de custeios perenes para solucionar o problema, e o rombo pode ultrapassar R$ 13 bilhões, segundo estimativa da Associação Brasileira das Secretarias de Finanças das Capitais (Abrasf).
 
 O governo Lula promete editar uma medida provisória para regulamentar o pagamento dos recursos, mas ainda não há data prevista para a publicação do texto. (JOANA CUNHA/Folhapress)
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Infectologista alerta para aumento de síndromes gripais em criança

 O retorno às aulas presenciais aumenta o risco de síndromes gripais em crianças, principalmente durante a transição do verão para o outono. Em entrevista ao podcast oficial da prefeitura de Eunápolis, o “Eunápolis Pod+”, nesta terça-feira (11), o infectologista André Baptista afirmou que as mudanças de temperatura e a baixa circulação de ar são fatores que facilitam a transmissão da doença.


 Além disso, segundo o especialista, a pandemia pode ter afetado o sistema de defesa das crianças, que precisam de contato com o ambiente externo para desenvolver suas defesas naturais. “As crianças passaram muito tempo dentro de casa, o que pode atrasar o desenvolvimento do sistema imunológico, que normalmente se completa até o quinto ano de vida”, explica.

 Para prevenir a transmissão da doença, os pais devem estar atentos aos sintomas, como tosse seca, febre intermitente e coriza, e seguir as recomendações médicas, que incluem a lavagem nasal e a observação de possíveis sinais de infecção bacteriana. O médico também orienta sobre os medicamentos mais indicados para aliviar os sintomas, como paracetamol, dipirona e desloratadina.

 Os professores também têm um papel importante na prevenção da doença, conscientizando os pais a manterem as crianças em casa em caso de sintomas. “O contato próximo e a troca de brinquedos aumentam o risco de transmissão da doença”, ressalta André Baptista.

 Diante do aumento de casos de síndromes gripais, é fundamental que pais, professores e responsáveis estejam atentos e tomem medidas preventivas para garantir a saúde das crianças durante o período escolar.
Radar News
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Criança continua entubada e já se aproxima dos 4 meses na Santa Casa de Jequié aguardando regulação

 Uma criança de apenas três meses de idade natural do município de Aiquara no sul da Bahia continua internado aguardando regulação do estado para ser trânsferido a uma UTI Neonatal mesmo após no dia 27 de março a imprensa ter reportado o caso em diversos portais de notícias afim de chamara a atenção da SESAB para a ocorrência:


 O bebê que foi registrado como Arthur Santos de Jesus, ainda não foi em casa, e já se aproxima de quatro meses de internamento, no Hospital Santa Casa em Jequié, a espera de uma vaga para fazer uma cirurgia de duas hérnias na virilha. Sua transferência para um hospital que tenha UTI neonatal exige urgência, tendo em vista que o pequeno teve o quadro agravado por um desconforto respiratório, Escape convulsivo, Broncolite pulmonar além de uma infecção por Bactéria no pulmão nos últimos dias e precisou ser entubado.

 Segundo o relato da mãe do Bebê ao repórter Mateus Oliver, o pequeno nasceu prematuro mas apesar de segundo a equipe médica, a criança já ter alcançado o tempo necessário para retirada dos aparelhos; porém com o desconforto acima citado, o pequeno precisará fazer uma tomografia e ressonância; exames que a unidade não dispõe em sua estrutura.

 Segundo relatório clínico do paciente, com esse procedimento, a medicina descobrirá qual motivo do escape convulsivo que não permite a retirada da aparelhagem de respiração.
Fonte:Blog Mateus Oliver Repórter
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Casos de doenças respiratórias devem crescer na Bahia

Basta o outono – e o inverno logo depois dele – bater na nossa porta com seus dias mais frios, que o número de doenças respiratórias em Salvador crescem. De acordo com o portal InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o número de pessoas com síndrome respiratória aguda grave (SRAG) na capital baiana ainda não preocupa, mas há uma tendência de crescimento a longo prazo na Bahia.


Já prevendo esse crescimento, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) junto a Fundação José Silveira (FJS), abriu, na última semana, a Upinha Barris (anexa a UPA Barris), que oferece atendimento 24 horas a pacientes adultos com sintomas respiratórios. Não houve muito movimento, ontem, mas do dia 3 (quando foi inaugurada) até as 7h de ontem, foram realizados 321 atendimentos na Upinha. Desses, 133 pessoas fizeram teste de Covid-19 e 14 deram positivo (um pouco mais de 10%).

Também foram realizados 85 testes de influenza (10 positivos para influenza B e quatro para influenza A), e testes de arboviroses: 17 testes da dengue (11 positivos), 15 de zika (dois positivos) e 16 de chikungunya (três positivos). “Esse quadro de dengue já se mostra bastante expressivo. O nosso desejo é que esse espaço ocupado pela Upinha hoje, que tanto atendeu durante a pandemia, se torne um lugar de modulação estratégico”, explica o coordenador médico da Upinha, Abevailton
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Sem salários, médicos abandonam Samu em Ilhéus

 A partir desta quarta-feira (05), o Samu de Ilhéus terá dificuldade no funcionamento. Os médicos contratados via Pessoa Jurídica não vão mais trabalhar.

 Segundo o comunicado, eles estão desde janeiro sem receber salários. Apenas os médicos efetivos vão trabalhar, mas não são suficientes para a escala diária do SAMU.
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Clínica atrasa atendimentos e gera revolta em Una “Não quero ouvir desaforo” diz paciente ter ouvido do médico

 Pacientes que marcaram consultas para esta terça-feira (04) na Clínica Fisiomédica de Una (Unafision) relataram o transtorno que foi ter que aguardar desde as 08:45 horas da manhã até o contato com a nossa redação por volta de 16:30 da tarde e ainda sem previsão de atendimento na unidade de saúde particular.


 Aproximadamente 13 pessoas estavam ao lado de fora da clínica sentados em calçadas, e até mesmo em pé sem sequer ter um assento digno para os pacientes; que inclusive em meio a estes estaria uma idosa com supostas comorbidades usando “bengala”.

 “Com fome e sem saber a hora que poderia ser atendida; uma mulher aguardava no momento do contato com a nossa equipe à 08 horas e meia segundo relato da mesma”.

 De acordo com a legislação, a qual prevê tempo máximo de espera de 30 minutos para atendimento de consultas marcadas em hospitais privados, bem como a obrigatoriedade de afixação de cartaz ou informações sobre tempo máximo para atendimento não fora cumprido pela unidade.

 Por volta de 17:00 horas uma paciente afirmou que o médico havia chegado, porém apesar dela está pagando R$220,00 pela consulta ouviu o próprio dizer que “não iria ouvir desaforo de ninguém ,que estavam pegando o boi de ser atendida”. A clínica segundo pacientes não dispôs durante o período de espera de água para beber nem outros mantimentos de praxe das unidades desta natureza como café e ao menos um biscoito. Com apenas 15 assentos a demanda contabilizou cerca de 31 agendamentos.

 A nossa reportagem entrou contato com a Unafision que afirmou de fato ter atendimento com Médico Ortopedista na data citada, admitiu ainda que realmente houve atraso no atendimento por conta de uma emergência em outra clínica, no entanto o atendimento estava marcado para começar a partir das 14:30 e não as 8 horas da manhã como a denúnciado.

 Uma empresária que estava também aguardando atendimento se solidarizou com a situação das pessoas e se comprometeu a fechar a locação de um veículo para levar os pacientes moradores da zona rural que voltariam no transporte escolar mas perderam a condução. 

DA JURISPRUDÊNCIA / ESPAÇO DE DEFESA ABERTO
 Art. 29. da lei de liberdade de imprensa; Toda pessoa natural ou jurídica, órgão ou entidade pública, que fôr acusado ou ofendido em publicação feita em jornal ou periódico, ou em transmissão de radiodifusão, ou a cujo respeito os meios de informação e divulgação veicularem fato inverídico ou, errôneo, tem direito a resposta ou retificação.

Fonte:Blog Mateus Oliver Repórter
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Covid-19: Pessoas entre 12 e 59 anos já podem receber dose de reforço

 Deste o último sábado (1º), pessoas entre 12 e 59 anos com comorbidades poderão receber a dose de reforço contra a Covid-19 com as vacinas bivalentes. A recomendação do Ministério da Saúde é para quem já recebeu ao menos duas doses de vacinas monovalentes como esquema primário. (Foto ilustração)


 A estimativa é que sejam contempladas nesta nova fase cerca de 9 milhões de pessoas que se encaixam no grupo com cerca de 20 tipos de comorbidades. A inclusão desse grupo se soma ao público prioritário que pode receber as doses da vacina bivalente.

 A nova recomendação é baseada na orientação do Grupo Consultivo Estratégico de Especialistas em Imunização, da OMS. Para receber a dose da vacina bivalente a pessoa deve respeitar o intervalo mínimo de quatro meses da última dose recebida. (Ministério da Saúde/ Twitter)
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Casos de dengue grave neste ano na Bahia já são mais da metade de 2022

 Os casos de dengue grave na Bahia nos três primeiros meses deste ano já correspondem a mais da metade (55%) de todos os registros da doença no ano passado. Até a segunda-feira (27), 185 formas graves haviam sido diagnosticadas, enquanto que em todo o ano de 2022 foram 337. Os dados são da Secretaria Estadual de Saúde (Sesab). O crescimento acelerado do número de implicações acende o alerta para o surto da doença, especialmente entre os meses de março e abril, quando ocorre o pico de transmissão do mosquito Aedes aegypti.

 A denominação “dengue hemorrágica” para tratar a forma mais grave da doença entrou no vocabulário brasileiro, mas especialistas alertam que devemos ter cuidado com o termo. Nem todo quadro grave de dengue causa alterações na coagulação sanguínea. Na prática, a doença pode ser letal para um paciente mesmo que o quadro não seja considerado hemorrágico. Leia mais no Correio 24 horas

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Brasil atinge 700 mil mortes por Covid com mudança no perfil de vítimas

 Três anos depois da primeira morte por Covid no país, o Brasil chega à triste marca de 700 mil óbitos pela doença com um cenário marcado por paradoxos.


 Segundo o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), na última semana, o país alcançou o acumulado de 700.239 mortes pela doença.

 Ao mesmo tempo em que a pandemia teve uma desaceleração recente devido ao avanço na vacinação, o país ainda enfrenta desafios como a baixa cobertura vacinal contra a Covid em algumas faixas etárias, como crianças menores de cinco anos.

 Entremeado por histórias de vidas perdidas, o marco de 700 mil mortes também vem acompanhado de uma mudança no perfil da mortalidade pela doença em comparação a outros períodos —com maior proporção de óbitos agora em pessoas acima de 80 anos e imunossuprimidas, por exemplo.

 Levantamento do InfoGripe, sistema da Fiocruz que acompanha registros de síndromes respiratórias graves, incluindo a Covid, também aponta mortalidade até três vezes maior por Covid em pessoas não vacinadas em comparação àquelas que receberam doses.

 Para especialistas, a vacinação é o ponto-chave para explicar o cenário de desaceleração da pandemia nos últimos meses. Exemplo disso está nos marcos anteriores da epidemia no país.

 Da primeira morte por Covid no Brasil, em março de 2020, até o registro de 100 mil mortes pela doença, em agosto de 2020, passaram-se quase cinco meses. Os demais registros (de 200 mil, 300 mil até 600 mil mortes) ocorreram todos em 2021, sendo dois deles com intervalos de pouco mais de um mês. Desta vez, o país levou mais de um ano e cinco meses para a marca de 700 mil mortes.

 O total consolida o Brasil como o segundo país em óbitos acumulados pela Covid, atrás apenas dos Estados Unidos.

 Na prática, é como se a população de uma capital inteira, como Aracaju, tivesse sumido do mapa pouco a pouco nos últimos três anos. O total de vítimas da doença também é equivalente à população, somada, de 337 municípios entre aqueles de menor porte.
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Criança de Irajuba aguarda desde o ano de 2022 por vaga de UTI Neonatal em Jequié

 O bebê Arthur Vitorio Santos Moraes de 03 meses está internado desde os seus primeiros momentos de vida na Santa Casa de Misericórdia de Jequié aguardando regulação do estado.


 Segundo o repórter Mateus Oliver; o relatório médico desta segunda-feira (21); o pequeno nasceu com suspeitas de distúrbios e morte encefálica além de acúmulo de fluidos nos sacos de ar dos pulmões, privando os órgãos de receberem oxigênio e ataque epiléptico após complicações no parto.

 O pequeno que é filho de Jaqueline dos Santos, 28 anos, e Denílson das Virgens Moraes ainda não visitou o seu lar em Irajuba, região Vale do Jiquiriçá no sudoeste da Bahia e está internado desde 14 de Dezembro de 2022 sob regulação de número 23.656 e precisa ser transferido para atendimento em um leito de UTI Neonatal.
Fonte:Mateus Oliver
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Bebê com hemorragia craniana e trombose cerebral aguarda vaga na fila de regulação; mãe faz apelo

 O bebê de dois meses, Joaquim de Aguiar Oliveira, está internado há 26 dias no Hospital Estadual da Criança (HEC). Em entrevista ao Acorda Cidade, a mãe de Joaquim, Ana Claudia Santos de Aguiar, moradora do município de Antônio Cardoso, informou que o seu filho nasceu saudável, mas com o passar dos dias começou a perceber que a cabeça dele estava inchando, e está bastando preocupada. Ao levar Joaquim em uma pediatra, a mãe foi informada de que o bebê está com uma hemorragia craniana e com trombose no cérebro.


 “Ele nasceu com a testinha normal, mas depois a cabeça dele começou a inchar ficando grande para a idade dele. Eu levei ele para uma consulta com a pediatra, para avaliar. A pediatra mediu a cabeça dele e percebeu que não estava normal. Ela viu que a moleira dele estava aberta demais e a cabeça muito grande para a idade dele. Aí pediu para eu fazer uma ultrassom, quando eu fiz o médico falou que no lado esquerdo da cabeça dele tinha muito sangue acumulado e estava com hemorragia craniana. Aí eu me desesperei fui ao posto de saúde da minha cidade, mas não tinha médico, aí eu vim para o HEC com a ultrassom e mostrei ao pessoal aqui e para a médica. Ele também estava tendo febre”, relembrou a mãe.
Tomografia

 Segundo Ana Cláudia, a médica pediu uma tomografia da cabeça e foi constatado que Joaquim possui uma hemorragia craniana.

 “A médica atendeu ele e pediu a tomografia da cabeça e foi quando deu para ver realmente que em um lado da cabeça tem muito sangue acumulado. A médica disse que ele tem uma hemorragia craniana, porque ele nasceu com a veia mal formada dentro da cabeça e essa veia está bem inchada, e a cabeça dele é pesada”, contou a mãe ao Acorda Cidade.
Fila de regulação

 Joaquim precisa ser regulado para um hospital que tenha neurocirurgião e hemodinâmica, especialidades responsáveis por tratar problemas relacionados ao sistema cardiovascular.

 “Ele precisa ir para um hospital que tenha hemodinâmica e neurocirurgião, porque ele precisa desentupir as veias da cabeça, porque desenvolveu trombose na cabeça dele, para depois fazer a cirurgia. O sangue dele não está circulando, e estava com anemia fortíssima, e as plaquetas estavam muito baixas. A médica me falou que se eu tivesse demorado mais em casa, ele teria morrido”, disse a mãe.
Com informações da jornalista e produtora do Acorda Cidade Maylla Nunes.
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Casos de dengue aumentam quase 60% na Bahia este ano

 Com 28 municípios em situação considerada epidêmica para a dengue, na Bahia já foram notificados 8.287 casos com suspeita da doença, entre 1º de janeiro e 07 de março, em 247 cidades. Na comparação com o mesmo período do ano passado, o incremento foi 59,2%.


 Os dados são do Boletim Monitoramento das Arboviroses referente à SE (Semana Epidemiológica) 09/2023, da Suvisa/Sesab (Superintendência de Vigilância e Proteção à Saúde). Os números apontam estado de alerta em diversas regiões, notadamente em lugares mais próximos do norte e nordeste de Minas Gerais, que registraram alta incidência de casos nos dois primeiros meses do ano.

 Dos municípios epidêmicos no estado, 13 são da macrorregião sudeste, cinco no extremo sul, quatro no Sul, cinco no Centro-Leste e um no Norte, onde foi confirmado o óbito pela doença no estado este ano, em Campo Alegre de Lourdes.

 Os 417 municípios da Bahia são endêmicos para o Aedes aegypti, pois o mosquito está presente em todos. A situação é epidêmica quando a incidência de novos casos ultrapassa os valores esperados para o período, orientando as autoridades e a população a adotar medidas de controle do transmissor.

 Por região, o sudoeste tem 2.235 dos casos notificados, com aumento de 27% sobre os números de 2022. No extremo sul até o dia 07 de março foram registrados 1.818 casos suspeitos, com aumento de 21% em relação ao ano passado.
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Estados e municípios que não prestaram informação sobre aplicação de recursos na saúde podem ter os repasses suspensos

 Estados e municípios que não informaram os dados sobre a aplicação mínima de recursos em ações e serviços de saúde, determinada pela Constituição Federal, estão sujeitos à medida administrativa e podem ter a suspensão das transferências constitucionais. Até o fechamento desta reportagem, o estado do Rio de Janeiro e 564 municípios de todas as regiões do país ainda não realizaram a transmissão dos dados ao Sistema de Informação de Orçamentos Públicos em Saúde (SIOPS).


 A homologação é relativa aos dados do 6º bimestre de 2022. O objetivo é verificar se o ente federado investiu o mínimo previsto na Constituição — 12% da arrecadação própria para estados e 15% para municípios — em serviços de saúde. Caso a declaração seja inferior a esses percentuais, o ente passará a receber as parcelas de transferências constitucionais em conta específica vinculada ao CNPJ do fundo de saúde e não mais em sua conta única até que a situação seja regularizada.

 Os repasses sujeitos a esta regra são: Fundo de Participação dos Estados (FPE); Fundo de Participação dos Municípios (FMP); Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) – Importação; e Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR). O especialista em orçamento público César Lima explica o que pode acontecer nos casos de não homologação dos dados dentro do período estabelecido.

 “O gestor, o município, quando está com essa irregularidade, isso pesa para ele lá no Cadastro Único de Convenientes, o impossibilita de ter transferências voluntárias através de convênios ou contratos de repasse com a União, impossibilita o ente de ter garantias oferecidas pela União no caso de empréstimos e também pode levar o gestor a ficar inelegível”, pontua.

 De acordo com o Ministério da Saúde, o SIOPS foi criado para garantir o acesso da população e o financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS). A Pasta o define como “o sistema informatizado, de alimentação obrigatória e acesso público, operacionalizado pelo Ministério da Saúde, instituído para coleta, recuperação, processamento, armazenamento, organização e disponibilização de informações referentes às receitas totais e às despesas com saúde dos orçamentos públicos em saúde.”

 César Lima destaca que a disponibilização dos dados acarreta na liberação de transferências voluntárias, por meio de convênio e contrato de repasses, de garantias oferecidas pela União para empréstimos junto às instituições financeiras, dentre outras previsões legais. No entanto, o especialista afirma que não se trata de benefícios e sim de uma obrigação.

 “E é uma obrigação, não que eles tenham benefícios, é uma obrigação do ente e ao cumprimento dessa obrigação é que os possibilita terem acesso às transferências voluntárias e à concessão de garantias por parte da União”, argumenta.

 Aos cidadãos e cidadãs que tenham interesse em acompanhar se seu estado já prestou as informações basta clicar aqui. Mas se a dúvida for sobre o município é só clicar neste link.

Fonte: Brasil 61

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Secretaria de saúde contrata mais um médico para atendimento em Hospital de Una, “Porque falta médico?” Entenda

 Após uma série de cobranças da população através da imprensa envolvendo o Hospital municipal Frei Silvério no município de Una na região sul da Bahia, a secretaria municipal de saúde decidiu contratar mais um profissional para atendimento clínico na unidade.

Governo da Bahia investe R$ 116 milhões para acelerar o sistema de regulação do Estado

 O Governo do Estado passa a investir, a partir de agora, R$ 116 milhões por ano para acelerar o processo de regulação de pacientes. A principal ação é o Programa de Cofinanciamento Estadual na Atenção Especializada às Pessoas com Doença Renal Crônica, lançado pelo governador Jerônimo Rodrigues no auditório da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), no Centro Administrativo da Bahia (CAB), com a presença da secretária da Saúde, Roberta Santana. 


 O investimento vai ser direcionado a parcerias com as clínicas de hemodiálise, e também ao transporte de pacientes, à contratação de médicos para a regulação e na ampliação do serviço de oxigenoterapia domiciliar. A secretária Roberta Santana conta como vai funcionar o programa. “O Estado está fazendo uma complementação do valor das sessões de hemodiálise, o que vai ampliar e qualificar muito o acesso”. Segundo ela, esta é uma primeira análise para melhorar e qualificar o acesso dos pacientes e usuários. 

 Para o presidente da Associação Renal Bahia, José Vasconcelos de Freitas, que é transplantado do rim, a iniciativa vai salvar vidas e reduzir o sofrimento de muitas famílias. “O Governo do Estado está atingindo e beneficiando não somente os pacientes, mas também os proprietários e trabalhadores das clínicas, que poderão realmente prestar o serviço. “Esse tratamento significa a vida para o paciente que precisa do serviço, e os hospitais e clínicas poderão oferecer o tratamento. Sem esse financiamento, seria impossível, os pacientes encontrariam as portas fechadas”. 

 Com o cofinanciamento, e expectativa é do aumento de, no mínimo, 20% no número de sessões de hemodiálise em comparação a 2022, eliminando a fila de espera e desospitalizando pacientes internados. A ação ainda incrementa em 25% o repasse feito às clínicas especializadas. Na Bahia, atualmente, 8.387 pessoas estão em tratamento por hemodiálise (SUS), sendo que 132 estão internados sem acesso à diálise ambulatorial, outros 122 pacientes estão na em fila de espera para o tratamento. 

 O investimento tem reflexo imediato na liberação dos 132 leitos hospitalares para que a Central Estadual de Regulação possa utilizá-los. Também se elimina a fila de espera de 122 pacientes, que vinha crescendo em virtude da falta de acesso a diálise ambulatorial, além de melhorar a qualidade de vida do paciente e familiares. Além do Cofinanciamento Estadual no Tratamento das Pessoas com Doença Renal Crônica (DRC), os recursos também vão possibilitar a ampliação do Programa de desospitalização e serviço de oxigenoterapia domiciliar, novas contratações de Serviços de Remoção Terrestre e a contratação de novos médicos reguladores que atuarão na Central Estadual de Regulação.

 No que diz respeito à oxigenoterapia, a meta é alcançar os 417 municípios baianos, com a implantação imediata em 106 municípios do Estado, com serviço prestado através de 16 empresas credenciadas. Estão sendo investidos na ação R$ 26 milhões por ano. Já as novas contratações de serviços de remoção terrestre vão receber investimento anual de quase R$ 8 milhões para ampliar a disponibilidade de UTIs terrestres para as regiões Oeste, Extremo Sul, Centro Norte e Nordeste, atualmente não atendidas pelo serviço.

 O objetivo é que o tempo entre o pedido da ambulância e a finalização do transporte de uma unidade para outra, que atualmente é de até 72h, seja de até 24 horas. A Central Estadual de Regulação (CER) também passou a contar com mais 26 médicos, responsáveis por fazer a regulação de pacientes para unidades da Rede Estadual, o que representa um investimento de R$ 4,2 milhões por ano. Ao todo, atualmente, 209 médicos atuam na Central Estadual de Regulação.
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Doadores de sangue reclamam de falta de suporte em Una para doação “temos que perder dia de serviço em Ilhéus”

 Na tarde desta terça-feira (28), doadores de sangue do município de Una, cidade localizada na região sul da Bahia procuraram a nossa reportagem para relatar a dificuldade enfrentada no município, por conta da total falta de suporte da prefeitura local para praticar a ação que é humanitária e tem salvado vidas em todo o mundo.


 De modo geral, as doações são feitas nos bancos de sangue dos principais hospitais de cada município. Em Una o hospital municipal Frei Silvério não dispõe do recurso e os doadores que não têm suporte de transportes nem qualquer outra estrutura, tem que se deslocar a Ilhéus para que seja feito o procedimento.

 A demanda causa transtornos como perda do dia de serviço para alguns doadores que trabalham autônomos ou as empresas tem que liberar o doador para cumprir o papel e não prestar serviços na data, outrora que a fila de espera para doar sangue no município Ilheense tem gerado horas de espera.
 As reclamações começaram a surgir após um cartaz solicitando o líquido para uma jovem do município foi postado nas redes sociais e mobilizou parte da população Unense. “Temos que perder dia de serviço em Ilhéus, sendo que aqui faríamos em minutos, até na hora do almoço” disse um doador.

 Questionado sobre a situação da jovem, o conselho municipal de Saúde informou que a secretária de Saúde afirmou está tomando as providências para disponibilizar o veículo para suporte aos doadores; Já com relação a falta de opção da doação ocorrer em Una, o Conselho disse que irá informar a secretaria municipal de Saúde para tentar tomar as medidas cabíveis e ver a possibilidade de providenciar o atendimento; a pasta não se pronunciou sobre o caso.
Fonte:Blog Mateus Oliver Repórter
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