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:: ‘Brasil’

Brasil:Auxílio emergencial deve ser estendido por mais dois meses

 A prorrogação do auxílio emergencial, até então previsto até agosto, já é dada como certa no Palácio do Planalto. Membros do governo dizem que o benefício deve ser estendido por mais dois meses, segundo o blog de Lauro Jardim, no jornal O Globo. A publicação aponta que posteriormente um novo programa nos moldes do Bolsa Família será implantado. O governo já tentou essa estratégia no ano passado, mas não foi para a frente. A ideia agora seria um benefício com valor maior e com vários programas sociais agregados a ele. De acordo com o blog de Malu Gaspar, no mesmo jornal, os detalhes ainda estão em discussão, mas a equipe já chegou a um consenso sobre o nome: Alimenta Brasil. O ministro da Economia, Paulo Guedes, já teria até concordado com a ampliação desse auxílio até o fim da pandemia, mas aliados do Planalto querem mantê-lo até o fim do mandato por verem aí uma ponte para a reeleição.

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Esquerda busca turbinar CPI e desgastar Bolsonaro nas ruas

 Com manifestações em mais de 110 cidades, incluindo as 27 capitais, marcadas para este sábado (29), a esquerda irá às ruas contra Jair Bolsonaro (sem partido) pensando em desgastar o presidente e impulsionar a CPI da Covid, enquanto o impeachment é visto como algo ainda distante. Embora partidos e movimentos por trás da convocação afirmem que o mote “fora, Bolsonaro” traduz o desejo de afastamento imediato, líderes admitem haver obstáculos para o desenrolar de um processo. Eles, no entanto, enxergam as mobilizações como um passaporte que pode levar a esse destino. Como mostrou o jornal Folha de S.Paulo, forças da oposição de esquerda a Bolsonaro estavam rachadas nos últimos meses sobre fazer atos populares em meio à pandemia de Covid-19, mas entenderam que o descontrole do vírus e os índices de desemprego e fome exigem a realização de protestos. O dilema entre o discurso pró-isolamento social e o incentivo a aglomerações resultou em diferentes níveis de participação. A CUT (Central Única dos Trabalhadores) e o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) não estão convocando seus integrantes institucionalmente, embora não impeçam a ida. PT, PSOL, PC do B, PCB, PCO e UP declararam apoio à iniciativa e estão disparando chamados para os militantes, mas ressaltam que a organização é de responsabilidade de frentes sociais como Povo sem Medo, Brasil Popular e Coalizão Negra por Direitos (que congregam dezenas de entidades). Para neutralizar as críticas, que já surgem tanto entre apoiadores quanto entre detratores do governo, os articuladores têm espalhado orientações de segurança para as pessoas que irão aos atos, como o uso de máscara do tipo PFF2 e a ordem de manter distanciamento nas passeatas. A avaliação é que o impeachment pode ganhar força a partir da ocupação das ruas. Por isso, o esforço é para pressionar o centrão, fiel a Bolsonaro e uma barreira para o processo na Câmara, e o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), a quem cabe desengavetar um dos 114 pedidos protocolados. A tese de que o PT, um dos partidos que puxam os protestos, teria interesse em “sangrar” o presidente até a eleição de 2022, em vez de trabalhar pela saída dele do cargo durante o mandato, foi negada por líderes do partido e de legendas aliadas que foram ouvidos pela reportagem. O discurso é o de que, ainda que nomes petistas defendam a estratégia nos bastidores, ela não tem respaldo da direção da legenda nem do ex-presidente Lula, que é pré-candidato e lidera as intenções de voto para 2022, segundo o Datafolha –com 41% no primeiro turno, ante 23% de Bolsonaro. O PT se animou com a pesquisa do instituto que mostrou em maio apoio de 49% da população ao impeachment (em março, a opinião era endossada por 46% dos entrevistados) e com a repercussão da CPI no Senado que apura as responsabilidades do governo na crise que já deixou mais de 452 mil mortos no país. “A CPI está trazendo informações importantes”, diz a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann. “Com os depoimentos, vemos os erros e omissões do governo, de uma maneira formal, e não só pela imprensa. Isso vai formar a base que dá sustentação a uma ação contra Bolsonaro.” Segundo a deputada federal, o impeachment é um processo político e, diante da projeção de perda de apoio do governo, seria possível concluí-lo até o fim do ano. “Vamos mostrar que o povo está descontente e que nós não concordamos com o que está acontecendo no Brasil.” Em fevereiro deste ano, ainda antes de sua reabilitação eleitoral, Lula afirmou que acreditava não haver tempo hábil para a conclusão de um processo contra Bolsonaro. Em entrevistas posteriores, o ex-presidente disse que havia, no entanto, motivos suficientes para depor o rival e culpou Lira pela falta de reação. Na semana passada, questionado sobre a influência da CPI em um pedido de impeachment ou cassação, o petista respondeu: “A CPI está cumprindo um papel importante, que é estabelecer a verdade nua e crua do que aconteceu neste país. Veja, ninguém quer condenar ninguém. O que precisa é apurar os fatos”. Lula afirmou ainda ver “responsabilidade direta” do adversário nas mortes e no fracasso do combate da pandemia. “A CPI é fundamental. Não sei qual será o resultado dela, mas está prestando um serviço enorme à democracia brasileira e na recuperação da verdade”, avaliou. Para o pré-candidato do PSOL ao Governo de São Paulo, Guilherme Boulos, o único fator que falta para criar o clima para o afastamento do presidente é a rua. “Já temos a perda de popularidade e as crises política e econômica. Bolsonaro está se tornando tóxico até para o centrão, que não hesite em abandoná-lo.” Segundo Boulos, que é um dos coordenadores da frente Povo sem Medo e está engajado no chamamento para os atos, as manifestações “apontam para a perspectiva do impeachment, mas têm também um efeito imediato de ser uma resposta da sociedade, de demonstrar o repúdio aos atos do governo”. “Essa história de ‘sangrar Bolsonaro’ [não faz sentido]. Quem está sangrando é o Brasil. Se não for feito nada, o país vai virar terra arrasada. Estamos falando de vidas. Não dá para nenhum cálculo político menor pautar a nossa mobilização”, acrescenta. Boulos diz não ter “a menor dúvida” de que, se em algum momento avançar no Congresso o processo contra Bolsonaro, “toda a esquerda vai empurrar”. As manifestações deste sábado abraçam ainda pautas como a aceleração da vacinação contra a Covid, o retorno do auxílio emergencial de R$ 600, a luta antirracista, o combate à violência policial, o ataque às privatizações e a defesa da educação pública. “Acho que tem tudo para começar a florescer um clima na sociedade [pela saída de Bolsonaro], mas o que mais precisamos neste momento é de vacina e auxílio de R$ 600. Não pode ser só impeachment e deixar de lado os outros temas”, diz João Paulo Rodrigues, da direção nacional do MST. Apesar do ceticismo sobre o avanço do processo contra Bolsonaro, a ida às ruas se tornou imperativa, de acordo com Raimundo Bonfim, coordenador nacional da CMP (Central de Movimentos Populares). “Nossa posição é pelo impeachment. Se vamos conseguir ao fim dessas mobilizações, aí é consequência.” “Acredito que a CPI pode ser o estopim, evidenciando a responsabilidade do governo. Os senadores estão colhendo todas as provas, enquanto o presidente zomba do sofrimento do povo”, afirma. Nesta quarta-feira (26), centrais sindicais e movimentos sindicais fizeram um protesto em Brasília, no gramado em frente ao Congresso Nacional, para denunciar o aumento da fome no país, reclamar da gestão da crise sanitária e pedir o reajuste no valor do auxílio emergencial. A iniciativa foi tratada como um ato simbólico, com a presença de número reduzido de pessoas e transmissão dos discursos pelas redes sociais. Os manifestantes procuraram congressistas para expor suas bandeiras e fizeram doação de alimentos para catadores de material reciclável.

Fonte:BN 
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Ministério da Saúde bate recorde de distribuição de vacinas com mais de 33 milhões de doses entregues em maio

 Mais de 33 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 foram distribuídas pelo Ministério da Saúde em maio. O número representa um recorde mensal no envio de vacinas para todos os estados e Distrito Federal desde janeiro. O recorde foi alcançado nesta semana, com a distribuição de mais 6,7 milhões de doses distribuídas pela pasta para todo o Brasil. “Isso é um marco no avanço do ritmo na campanha de vacinação do país. Estamos comprometidos para vacinar toda a população até o fim do ano”, afirma o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. O novo lote contém 6,1 milhões de doses da AstraZeneca/Oxford, produzida no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e outras 609 mil doses da Pfizer/BioNTech. A previsão é de que os estados e Distrito Federal comecem a receber as vacinas nas próximas 48 horas. Nessa fase da distribuição, o ministério começará a enviar doses para a vacinação de trabalhadores de portos e aeroportos. A iniciativa de imunizar o grupo foi antecipada para ampliar e reforçar as medidas de proteção contra a nova variante do vírus. Além disso, estão sendo destinadas doses para ampliar a vacinação em outros grupos prioritários: Pessoas com comorbidades; Gestantes e puérperas com comorbidades; Pessoas com deficiência permanente; Forças de segurança, salvamento e Forças Armadas, e; Trabalhadores da saúde.


As orientações e a quantidade de doses para cada Unidade Federativa estão no 19º informe técnico. A estratégia de distribuição é revisada semanalmente em reuniões entre União, estados e municípios, observando as confirmações do cronograma de entregas por parte dos laboratórios. O objetivo é garantir a cobertura do esquema vacinal no tempo recomendado de cada imunizante: no caso das vacinas da Fiocruz e da Pfizer, o intervalo entre as doses é de 12 semanas. Desde o início da campanha de vacinação contra a Covid-19, já foram destinados mais de 90 milhões de doses de imunizantes – até o momento, mais de 58,7 milhões foram aplicadas. O andamento da vacinação no país pode ser acompanhado pela plataforma LocalizaSUS.
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CPI da Pandemia vai votar convocação de 9 governadores e 12 prefeitos

 Governadores e gestores municipais devem ser ouvidos na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 nas próximas semanas. Os senadores votarão nesta quarta-feira (26) o requerimento para convocação de nove governadores e 12 prefeitos e ex-prefeitos. De acordo com o presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), o foco será nos mandatários dos estados e capitais onde a Polícia Federal (PF) investiga suspeitas de desvio de recursos no enfrentamento da pandemia da Covid-19. A informação foi divulgada no Twitter por alguns integrantes da CPI, além de Aziz, também divulgou a informação o senador e vice-presidente do colegiado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Conforme apurado pela GloboNews, devem ser convocados os governadores Wilson Lima (Amazonas), Waldez Góes (Amapá), Ibaneis Rocha (Distrito Federal), Helder Barbalho (Pará), Claudio Castro (Rio de Janeiro), Marcos Rocha (Rondônia), Antônio Denarium (Roraima), Eduardo Leite (Rio Grande do Sul) e Carlos Moisés (Santa Catarina).

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Brasil:Morre Bruno Covas prefeito de São Paulo

 O prefeito licenciado de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), morreu às 8h20 deste domingo (16) aos 41 anos, em São Paulo. Desde 2019, ele lutava contra um câncer no sistema digestivo com metástase nos ossos e no fígado. Covas estava internado no Hospital Sírio-Libanês, no Centro da capital paulista, desde 2 de maio, quando se licenciou da prefeitura. Na sexta-feira (14), ele teve uma piora no quadro de saúde e a equipe médica informou que seu quadro havia se tornado irreversível. Nas últimas horas de vida, o prefeito recebeu sedativos e analgésicos para não sentir dores. O prefeito deixa o filho, Tomás, de 15 anos.

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TCU e parceiros lançam Programa Nacional de Prevenção à Corrupção

 Considerada um dos problemas crônicos da sociedade brasileira, a corrupção vem trazendo, ao longo dos anos, sérias consequências sociais e econômicas ao País. Para apoiar as organizações públicas brasileiras a enfrentar a corrupção, será lançado, no próximo dia 20/5, às 10h, o Programa Nacional de Prevenção à Corrupção (PNPC), que pretende levar conhecimento aos gestores e orientá-los na promoção de uma administração pública com elevados padrões de integridade.

 O PNPC é uma proposta inovadora adotada pela Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (ENCCLA), com coordenação e execução pelas Redes de Controle nos Estados, patrocinada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e pela Controladoria-Geral da União (CGU). Conta com o apoio da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), Conselho Nacional dos Presidentes dos Tribunais de Contas (CNPTC), Associação Brasileira dos Tribunais de Contas dos Municípios (Abracom), Conselho Nacional de Controle Interno (Conaci) e Confederação Nacional dos Municípios (CNM).
 O Programa é voltado a todos os gestores das organizações públicas (das três esferas de governo e dos três poderes em todos os estados da federação) e tem o objetivo de reduzir os níveis de fraude e corrupção no Brasil a patamares similares aos de países desenvolvidos.
 Por meio de uma plataforma de autosserviço on-line contínua, o gestor terá a oportunidade de avaliar sua instituição, descobrindo previamente os pontos mais vulneráveis e suscetíveis a falhas. A partir desse diagnóstico, ele terá acesso a um plano de ação específico que apresentará sugestões e propostas adequadas às necessidades da sua entidade.
 O Programa oferece ainda orientações, treinamentos, modelos e dispõe de parcerias com órgãos e entidades públicas e privadas para implantação dos mecanismos de controle à corrupção.
Fonte:TCU
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Taxa adicional de R$4,169 para cada 100 kWh passa a ser cobrada em contas de luz em maio

 A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou que a conta de luz terá bandeira vermelha 1 no mês de maio. Isso significa que será cobrada uma taxa adicional mais alta, de R$ 4,169 para cada 100 kWh. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (30). Em abril, as faturas de todo o país foram fechadas com bandeira amarela, que representa R$ 1,34 a mais a cada 100 kWh. Segundo a Aneel, o “agravamento” da bandeira tem relação com a época do ano, já que o mês de maio marca o início da estação seca em boa parte do país.

 Os reservatórios das principais usinas hidrelétricas do país já estão baixos, mesmo ao fim da temporada de chuvas. O cenário, diz a agência, sinaliza um “patamar desfavorável de produção” de eletricidade – quanto menos água guardada, maior a necessidade de acionamento das termelétricas, que são mais caras.
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