:: ‘Política’
Marcelo Cincurá ao lado do prefeito e vereadores participa de entrega de ambulância para o município de Una
O empresário Marcelo Cincurá acompanhado do Prefeito Rogério Borges (PP) e dos vereadores Puba (PP) e Renilda (PSD) receberam do governador Jerônimo Rodrigues através de emenda parlamentar da Deputada Soane Galvão atendendo solicitação de Dra. Joanira, Ex-Candidata a prefeita de Una, ambas pelo (PSB) receberam nesta segunda-feira (5) durante evento realizado no Parque de Exposições, em Salvador, uma ambulância 0 km para o município.PDT rompe com governo Lula após saída de Lupi e adota nova posição no cenário político
A bancada do Partido Democrático Trabalhista (PDT) na Câmara dos Deputados decidiu, nesta terça-feira, 6, adotar posição de independência dentro do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A decisão ocorre após a demissão de Carlos Lupi do Ministério da Previdência Social, na última semana.
Segundo o portal de notícias G1, os parlamentares da legenda afirmaram que não passarão para a oposição, mas deixarão de lado o alinhamento automático com as pautas do Planalto dentro da Casa. A demissão de Lupi, que é presidente licenciado do PDT, foi encarada de forma negativa.
A escolha de Wolney Queiroz para ocupar a pasta também não foi bem recebida pelos deputados pedetistas. O entendimento é que a decisão não representa a bancada. Nos últimos dias o nome de Félix Mendonça Jr. chegou a circular nos bastidores.
Carlos Lupi deixou a gestão na última sexta, 2, diante da repercussão do escândalo envolvendo o Instituto Nacional da Seguridade Social (INSS). O PDT aderiu ao governo logo após a vitória de Lula, em 2022, quando o presidente da legenda foi convidado para comandar o ministério.
Assembleia Legislativa da Bahia aprova concessão de empréstimo de R$ 600 milhões ao governo do estado
A Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) aprovou o PL 25.741/2025 que prevê a concessão de empréstimo de R$ 600 milhões ao governo do estado. A concessão de crédito, solicitada pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT), foi aprovada nesta terça-feira (6), com votos contrários da bancada de oposição e do deputado Hilton Coelho (Psol).
Conforme o PL, a operação de crédito será obtida junto à Caixa Econômica Federal. No texto, o governador petista informa que o empréstimo do banco estatal, caso aprovado, ocorreria, no âmbito do Programa de Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa).
Segundo o governador, os R$ 600 milhões serão utilizados em investimentos nas áreas de infraestrutura e mobilidade urbana.
NOVOS EMPRÉSTIMOS
A AL-BA também aprovou a tramitação em regime de urgência de outros dois empréstimos solicitados por Jerônimo. Ao todo, os pedidos somam R$ 4,5 bilhões. O requerimento de urgência foi aprovado com votos contrários da oposição. Agora, a expectativa é de que as novas operações de crédito sejam votadas na sessão da próxima semana, no dia 13 de maio.
Governo Lula altera norma e retira exigência de devolução de bens por ONGs em caso de desvio
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) alterou uma regra que beneficiava a União em casos de irregularidades nos repasses para organizações não governamentais (ONGs). A partir de agora, essas entidades não são mais obrigadas a devolver bens adquiridos com recursos públicos, mesmo em casos de desvio de finalidade ou aplicação irregular.
A mudança consta no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2026, enviado ao Congresso Nacional no dia 15 de abril. O texto excluiu a cláusula que exigia, nos contratos com ONGs, a devolução ao patrimônio público de bens e valores obtidos por meio de recursos desviados.
União deixa de exigir ressarcimento mesmo em caso de irregularidades
Segundo o Ministério do Planejamento e Orçamento, a reversão dos bens à União nem sempre atende ao interesse público, já que a administração poderia não ter uso adequado para eles. A pasta argumenta que a legislação atual já oferece instrumentos suficientes para garantir a boa aplicação das verbas.
Apesar disso, a nova diretriz levanta alertas sobre o enfraquecimento dos mecanismos de controle e punição em casos de desvios, especialmente diante do histórico de repasses suspeitos a entidades próximas ao governo.
Orçamento para ONGs atinge recorde no governo Lula
Desde a volta de Lula ao Palácio do Planalto, os repasses a ONGs cresceram de forma acelerada. Em 2022, o montante foi de R$ 6 bilhões. Em 2023, saltou para R$ 10,3 bilhões. Já em 2024, o valor chegou a R$ 13,9 bilhões, o maior já registrado, sem incluir transferências obrigatórias e fundos partidários.
Esses recursos são utilizados em diversas finalidades, desde a administração de hospitais até o pagamento de despesas cotidianas, beneficiando principalmente entidades alinhadas à gestão petista.
Casos de repasses irregulares e suspeitas de favorecimento
Relatórios do Tribunal de Contas da União (TCU) identificaram desvios em contratos com ONGs ligadas ao PT, como no caso da distribuição de marmitas, que resultaram na suspensão de repasses pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Outro episódio revelado pela imprensa envolve uma entidade internacional que recebeu aumentos de repasse durante o atual governo e ofereceu um cargo à primeira-dama Janja da Silva. Os valores foram classificados como transferências internacionais, e não como repasses diretos a ONGs, escapando do controle tradicional.
Mudança fragiliza combate à corrupção
Ao retirar a obrigação de devolução de bens em casos de desvio, o governo Lula fragiliza a fiscalização dos recursos públicos. Críticos alertam que a medida cria um cenário de incentivo à impunidade, dificultando a responsabilização de entidades que fazem uso indevido do dinheiro da população.
Corrupção na Caixa expõe rombo bilionário e necessidade urgente de CPI
A Polícia Federal revelou mais um grave escândalo envolvendo o governo Lula (PT). A Operação Farra Brasil 14 expôs o desvio de R$ 2 bilhões do FGTS, seguro-desemprego e outros benefícios sociais, confirmando que a corrupção permanece ativa no país. Diante da gravidade dos fatos e da participação de funcionários da Caixa Econômica Federal, a abertura imediata de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) se torna indispensável.
Mesmo alertado sobre as vulnerabilidades do aplicativo Caixa Tem, o governo preferiu ignorar os riscos. A gestão petista priorizou a propaganda eleitoral em vez da segurança dos programas sociais. Enquanto celebrava a ampliação do Bolsa Família, o sistema era invadido por criminosos com a cumplicidade de servidores públicos.
A omissão política foi decisiva para que o golpe atingisse proporções nacionais. Funcionários da Caixa alteravam cadastros, liberavam saques fraudulentos e recebiam propinas, tudo sob o olhar complacente da alta cúpula.
Este não é um episódio isolado. Outras operações da Polícia Federal também revelaram fraudes milionárias no INSS, envolvendo a concessão irregular de aposentadorias e pensões. Sob o governo Lula, as denúncias contra servidores do Instituto Nacional do Seguro Social aumentaram, revelando o contínuo uso da máquina pública para fins criminosos.
Assim como na Caixa, o INSS sofre com o aparelhamento político, o descontrole interno e a corrupção sistêmica, prejudicando principalmente os trabalhadores e a população mais pobre.
A dimensão do rombo exige uma resposta firme do Congresso Nacional. A instauração de uma CPI é imprescindível para investigar a responsabilidade administrativa e política da gestão Lula.
Não se trata apenas de punir criminosos comuns. É necessário expor como a má gestão e os interesses políticos permitiram que bilhões de reais dos brasileiros fossem parar nas mãos de quadrilhas organizadas.
A demissão de alguns servidores não basta. A sociedade exige transparência, responsabilização penal dos envolvidos e punição política daqueles que negligenciaram a proteção dos recursos públicos.
A corrupção, diferente do que o governo tenta vender, não é passado — é uma dura realidade. A estrutura pública segue vulnerável, loteada e muitas vezes cúmplice dos crimes.
Enquanto isso, milhões de brasileiros pobres, usados como bandeira eleitoral, continuam sendo as maiores vítimas do descaso e da corrupção institucionalizada.
A criação de uma CPI será o primeiro passo para interromper o ciclo de cinismo e impunidade que ameaça o futuro do país.
Itatim: Vereadores trocam farpas e brigam após sessão da Câmara; Manoel acusou Nailson de ”traíra”
Dois vereadores de Itatim, no Piemonte do Paraguaçu, foram as vias de fato logo após sessão da Câmara Municipal. A confusão ocorreu na noite desta quinta-feira (24) e envolveu os edis Manoel de Cula e Nailson de Andrade, ambos do PRD. Um vídeo que circula pelas redes sociais gravado pelo Blog A Voz É Aqui, mostra o momento em que os legisladores são contidos.
Antes, os dois vereadores fizeram acusações mútuas. Manoel de Cula acusou o colega de ”traíra” e de se beneficiar com autoescolas em diversas cidades e não trazer investimentos para Itatim. Já Nailson chamou o colega de ”descontrolado”, negou que tenha se beneficiado de vantagens e ainda fez acusação de tentativa de homicídio e de agressão.
Em um determinado momento, Manoel de Cula acusou o colega de usar arma e disparar ”para cima”, o que foi retrucado por Nailson de Andrade que voltou a acusá-lo de ”descontrole”. Logo que a sessão foi finalizada, os dois voltaram a discutir e chegaram a trocar agressões, sendo contidos em seguida por outras pessoas. Foi necessária a presença da Polícia Militar, mas quando a PM chegou no local, a confusão já tinha sido encerrada.
Os dois vereadores afirmaram que iam registrar boletim de ocorrência na 12ª Coorpin em Itaberaba, na mesma região. A próxima sessão deve ocorrer no dia 8 de maio, e o presidente da Casa, Sandro Mototáxi (PSD), deve convocar a presença da PM como forma de garantir a segurança dos presentes.
lhéus: Vereadora propõe mudar nome do Fórum e gera polêmica na comunidade jurídica
A vice-presidente da Câmara de Ilhéus, vereadora Rúbia Carvalho (AGIR), protocolou no dia 31 de março de 2025 um requerimento propondo que o novo prédio do Fórum de Ilhéus, que será inaugurado em breve, receba o nome de “João Hygino Filho”. A proposta, no entanto, não foi bem acolhida por parte da comunidade jurídica da cidade.
No requerimento, a vereadora solicita que seja enviado um expediente ao Governador do Estado da Bahia, à Secretaria de Justiça e ao presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), sugerindo o novo nome. Caso a mudança oficial não seja acatada, Rúbia propõe como alternativa que o auditório do novo fórum seja nomeado “Auditório João Hygino Filho”.
A justificativa da vereadora destaca João Hygino Filho como um “destacado advogado, jornalista e poeta”, que ocupou a cadeira nº 1 da Academia de Letras de Ilhéus (ALI). Faleceu em 8 de março de 2019, sendo homenageado em uma “Sessão da Saudade” na ALI, e deixou sete filhos — entre eles, o juiz Dr. Antônio Hygino — além de dez netos e dois bisnetos. Segundo o requerimento, João era reconhecido como um defensor do estado democrático de direito.
A iniciativa causou desconforto entre juristas e operadores do direito de Ilhéus:
“É louvável a ideia de homenagear João. Mas é um absurdo querer apagar a história de Epaminondas Berbert de Castro.”
“Nossa querida vereadora ainda não entendeu que não é papel do Legislativo alterar nome de fórum. Isso cabe ao CNJ ou aos tribunais.”
“Isso não passará. A Câmara de Ilhéus tem nomes ilustres que certamente impedirão tal despropósito. Acredito que até mesmo Rúbia repense essa situação.”
A vereadora Rúbia Carvalho já foi reconhecida por outras iniciativas, como o projeto de proibição de fogos de artifício com estampido, que teve ampla aprovação popular. No entanto, neste caso específico, sua proposta foi vista como precipitada e gerou animosidade com setores da comunidade jurídica.
Investigado pela PF, sindicato de irmão de Lula teve boom de arrecadação
O Sindicato Nacional dos Aposentados (Sindnapi), que tem como vice-presidente José Ferreira da Silva, conhecido como Frei Chico e irmão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, está sob investigação da Polícia Federal (PF) por suspeita de envolvimento em fraudes relacionadas a descontos indevidos em benefícios do INSS.
Segundo informações divulgadas pelo UOL, a entidade apresentou um aumento expressivo em sua arrecadação nos últimos anos, passando de R$ 17,8 milhões em 2016 para R$ 90,5 milhões em 2023. Além disso, houve um crescimento de 78% nos valores de descontos em folha de pagamento de 2020 para 2021.
A PF considera esse crescimento atípico e investiga a possibilidade de que aposentados tenham sido associados ao sindicato sem o devido consentimento, uma vez que houve um aumento significativo nos pedidos de exclusão da associação ao INSS, chegando a 20 mil em janeiro de 2024.
A Controladoria-Geral da União (CGU) também realizou uma auditoria, entrevistando 1.300 beneficiários do INSS, dos quais 76,9% afirmaram não ter autorizado os descontos em favor do Sindnapi. Em resposta, o sindicato negou irregularidades, afirmando que Frei Chico ocupa a posição de vice-presidente por mérito próprio e por sua trajetória no movimento sindical brasileiro, e que a entidade apoia as investigações em curso.
A Justiça Federal determinou o fim do acordo de cooperação entre o Sindnapi e o INSS, atendendo a um pedido da PF para cancelar a parceria da entidade com o instituto.
Este caso faz parte de uma investigação mais ampla que envolve outras associações suspeitas de realizar descontos indevidos em benefícios de aposentados, afetando milhões de beneficiários em todo o país.
Ex-presidente Fernando Collor é preso nesta sexta-feira
Foi preso na madrugada desta sexta-feira, 25, o ex-presidente Fernando Collor de Mello, em Maceió, Alagoas. A informação foi confirmada pela defesa de Collor à CNN.
Conforme detalhou a defesa, Collor foi preso às 4 horas quando estava a caminho de Brasília cumprimento espontâneo da decisão do ministro Alexandre de Moraes.
O ex-presidente foi encaminhado à Superintendência da Polícia Federal na capital alagoana, onde encontra-se custodiado.
“A defesa da ex-presidente da República Fernando Collor de Mello confirma sua prisão hoje, 25 de abril, em Maceió, às 4 horas da manhã, quando estava se deslocando para Brasília para cumprimento espontâneo da decisão do Ministro Alexandre de Moraes. O ex-presidente Fernando Collor de Mello encontra-se custodiado, no momento, na Superintendência da Polícia Federal na capital alagoana. São estas as informações que temos até o momento”.
No despacho em que determinou a prisão de Collor, Moraes também rejeitou o último recurso apresentado pela defesa do ex-presidente, que tentava reduzir a pena com base na divergência entre os votos dos ministros da Corte.
Os advogados buscavam que prevalecesse a pena menor de 4 anos, defendida pelos ministros André Mendonça, Nunes Marques, Dias Toffoli e Gilmar Mendes. Segundo Moraes, no entanto, o recurso apenas repetia argumentos já rejeitados, caracterizando tentativa de atrasar o cumprimento da pena.
Moraes também afirmou que o STF tem entendimento consolidado de que divergência em votos não autoriza embargos infringentes nesse tipo de ação penal.
O ex-presidente Fernando Collor, 75 anos, foi condenado em 2023 por corrupção em um processo que derivou da operação Lava Jato.
Ele foi denunciado em 2015 pela PGR (Procuradoria Geral da República) ao STF, que iniciou uma ação penal contra o então senador por Alagoas.
Collor deixou o congresso em 2022, quando não foi eleito. O pedido de prisão ocorre 33 anos depois de o ex-chefe do Executivo ter sofrido um processo de impeachment por um esquema de tráfico de influência durante o seu governo, e de corrupção em reformas na casa da família em Brasília. A denúncia acusava Collor de ter recebido.
Ex-prefeito Vinícius Ibrann rompe com o atual prefeito de Buerarema Gel da Farmácia
O ex-prefeito de Buerarema, Vinícius Ibrann (UB), confirmou nesta semana o que já era ventilado nos bastidores da política local, o rompimento político com o atual prefeito Gel da Farmácia (UB).
Durante visita à cidade, Vinícius deixou clara sua insatisfação com os rumos da gestão, que ele próprio ajudou a eleger em 2024. Através das redes sociais, o ex-prefeito compartilhou críticas públicas à administração de Gel, marcando o fim de uma aliança que vinha se desgastando desde a véspera da posse.
Segundo apuração do site, o distanciamento entre os dois teve início ainda antes do início do novo mandato, quando divergências internas e decisões de bastidor começaram a pesar na relação. O estopim do rompimento, no entanto, foi a aproximação do prefeito Gel com o governador Jerônimo Rodrigues (PT).
A guinada em direção ao governo estadual desagradou profundamente Vinícius, que mantém forte vínculo com ACM Neto (UB) e vinha defendendo um posicionamento de oposição ao governo petista na Bahia.
Hassan concede título de cidadã baiana a Stela Souza, presidente do Cosems
Em concorrida sessão especial realizada na tarde desta quinta-feira (24) no plenário da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), a presidente do Conselho Estadual de Secretários Municipais de Saúde da Bahia (Cosems), Stela dos Santos Souza, foi agraciada com o título de Cidadã Baiana, concedido pelo deputado Hassan (PP), através de projeto de resolução aprovado na Alba por unanimidade. “Essa é uma homenagem, mais que justa e merecida, que prestamos a Stela Sousa, em reconhecimento à sua atuação em prol da saúde da população baiana. Sinto-me honrado e orgulhoso de ser o autor desta proposição que celebra a carreira profissional e reconhece publicamente o trabalho desenvolvido por este ser humano especial que eu tenho a honra de ser amigo”, disse, emocionado, o deputado municipalista.
Stela Souza expressou sua gratidão a Hassan “que através de sua sensibilidade e companheirismo propôs o meu nome para estar aqui nesta tribuna, recebendo essa honraria”. Ela elogiou o deputado Hassan destacando sua luta pela duplicação da BR-116, com prioridade no trecho da Serra do Mutum, lembrando que “essa rodovia da morte levou meu marido, me deixando viúva com três filhos pequenos”. Em seu discurso, a presidente do Cosems pregou o amor e a importância de cuidar das pessoas, de fazer o bem, de uns cuidar do outro, e destacou que “na saúde, essa nova cidadã baiana continuará não medindo esforços para superar os desafios e as ameaças que rondam o Sistema Único de Saúde (SUS)”.
A sessão especial contou com as presenças de inúmeras autoridades, dentre elas a primeira vice-presidente da Alba, deputada Fátima Nunes, representando a presidente Ivana Bastos; a secretária estadual da Saúde, Roberta Santana, representando o governador Jerônimo Rodrigues; o deputado federal Jorge Solla; a coordenadora do centro Operacional de Defesa da Saúde, promotora de Justiça Rocío Matos, representando o procurador-geral de Justiça Pedro Maia; o ajudante de ordens capitão PM Henrique Alves, representando a vice-prefeita de Salvador Ana Paula Matos; o prefeito de Cabaceiras do Paraguaçu Pedro André Santana, representando o presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Wilson Cardoso; o presidente do Conselho de Saúde do Estado da Bahia, Marcos Sampaio; o vice-presidente do Cosems, Raul Moreira Moliona; a secretária de Saúde do município de Macaúbas, Jacqueline Bonfim, e a secretária executiva do Cosems, Maria Luíza Leitão.
O deputado Hassan lembrou que Stela Souza foi secretária da Saúde do município de Jequié, em 2007, e lutou arduamente para organizar, expandir e aperfeiçoar o Sistema Único de Saúde (SUS), e destacou a carreira da homenageada, “marcada pela dedicação e competência, tornando-se referência em gestão de saúde, fazendo a diferença na vida do povo de nossa terra”. O parlamentar frisou que “Stela Souza conquistou um espaço singular na Bahia, construindo a base para que muitos profissionais que hoje aqui estão obtivessem melhores condições de trabalho”.
O legislador revelou que “Stela Souza sempre fez do seu trabalho um meio constante de ajudar o próximo, e sua atuação com excelência foi reconhecida em diversos municípios, sendo requisitada como gestora em Eunápolis, Itacaré, Itaparica, Capela do Alto Alegre, Conceição da Feira, Madre de Deus e Cabaceira do Paraguaçu, onde exerce atualmente a função de secretaria municipal da Saúde.
Em 2015, Stela assumiu a direção do Cosems, sendo reeleita mais quatro vezes para o cargo, com destaque na coordenação dos municípios durante a pandemia do Covid-19. “A outorga deste título de Cidadã Baiana reforça esse elo inabalável de Stela dos Santos Souza com o nosso Estado, demonstrando gratidão por uma atuação que transcendeu fronteiras geográficas”, concluiu o parlamentar. O deputado Hassan, que foi vice-presidente do Cosems no período 2017-2018 ao lado de Stela, enalteceu a carreira profissional e o trabalho desenvolvido pela presidente do Cosems “cuja atuação na Bahia, coordenando ações de enfrentamento à crise sanitária causada pelo Coronavírus foi importantíssima para salvar muitas vidas”.
Josalto Alves
ACM Neto articula federação entre PP e União Brasil e impede filiação com o PT para 2026 na Bahia
Em um movimento estratégico com impacto direto no cenário político baiano, o ex-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), conseguiu formalizar nesta semana a federação entre o PP (Progressistas) e o União Brasil. A articulação é considerada uma das mais importantes para o grupo de Neto desde a derrota nas eleições de 2022, e promete redesenhar os rumos da disputa de 2026.
Com a federação, o PP perde a autonomia estadual e, consequentemente, a possibilidade de apoiar a reeleição do governador Jerônimo Rodrigues (PT). A partir da formalização, o partido estará atrelado automaticamente às decisões e ao projeto político do União Brasil — o que inclui o apoio ao nome de ACM Neto para o governo da Bahia.
A decisão frustra meses de articulações do “QG” do governo estadual, que desde 2025 vinha tentando atrair o PP para sua base, oferecendo espaço no governo e eventual apoio em 2026. Com a federação, esse caminho está bloqueado.
O site apurou que um membro do União Brasil assumirá o comando da federação na Bahia, fortalecendo o controle de ACM Neto sobre a nova estrutura. No entanto, a medida pode gerar um efeito colateral: o esvaziamento do PP no estado. Dos 41 prefeitos eleitos em 2024 pela sigla, a maioria já cogita sair do partido para se manter alinhada ao governo estadual. O mesmo cenário se repete na Assembleia Legislativa, onde cerca de 90% dos deputados estaduais do PP avaliam migrar para legendas aliadas de Jerônimo.
A federação fortalece o projeto de Neto, mas pode deixar o PP fragilizado e com menor representatividade na Bahia, criando uma nova onda de reacomodações políticas nos bastidores.
PF e CGU apontam R$ 6,3 bilhões em cobranças indevidas a aposentados e governo suspende cobranças
O governo federal anunciou, nesta quarta-feira (23), a suspensão de todos os acordos de cooperação técnica que permitem que organizações da sociedade civil cobrem, de aposentados e pensionistas, mensalidades associativas descontadas diretamente dos benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
A medida foi anunciada poucas horas após a Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagrarem a chamada Operação Sem Desconto, que aprofunda as investigações sobre um suposto “esquema nacional de descontos de mensalidades associativas não autorizadas” que teria descontado de aposentados e pensionistas cerca de R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024.
No âmbito da operação, a Justiça Federal determinou o afastamento cautelar do presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, e de outros cinco servidores públicos investigados. Também autorizou a PF a cumprir 211 mandados judiciais de busca e apreensão, seis prisões temporárias. Além disso, determinou o sequestro de bens no valor de mais de R$ 1 bilhão e a suspensão dos descontos cobrados por nove das 11 entidades associativas que são alvo da operação.
“Para além da decisão judicial, que suspendeu os descontos para nove dessas entidades, estamos suspendendo os acordos de cooperação técnica de todas as demais organizações associativas”, disse o ministro da CGU, Vinicius de Carvalho, durante coletiva de imprensa, da qual também participaram os ministros da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, e da Previdência Social, Carlos Lupi, além do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues.
PF mira sindicato do irmão de Lula em operação contra fraude no INSS
O Sindicato Nacional dos Aposentados (Sindnapi/FS) foi um dos alvos da operação Sem Desconto, deflagrada pela Polícia Federal nesta quarta-feira, 23, que investiga fraudes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A associação tem José Ferreira da Silva, conhecido como Frei Chico, irmão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), como vice-presidente.
Segundo informações do portal R7, o sindicato aparece na lista de suspensos pela Controladoria-Geral da União (CGU), e terá que responder pelas fraudes apontadas. No último ano, o Sindnapi recebeu cerca de R$ 77,1 milhões somente de contribuições.
Após a repercussão da operação, Lula orientou o ministro da Previdência Nacional, Carlos Lupi (PDT), a demitir Alessandro Stefanutto, presidente do INSS, o que ocorreu nas horas seguintes.
Em nota, o Sindnapi pregou uma investigação transparente, para identificar possíveis irregularidades.
“Para o Sindnapi, a proteção dos direitos dos aposentados é uma prioridade fundamental para garantir uma sociedade mais justa e solidária. Quando surgem denúncias de descontos irregulares nos benefícios é essencial que essas alegações sejam levadas a sério e investigadas de forma rigorosa. Essas denúncias podem afetar diretamente a vida de muitas pessoas que dependem desses recursos para garantir seu sustento e bem-estar”, diz trecho da nota.
57,4% dos eleitores nacionais desaprovam a gestão do presidente Lula aponta instituto Paraná pesquisas
Um levantamento publicado pela Paraná Pesquisas nesta quarta-feira (23) apontou que 57,4% dos eleitores nacionais desaprovam a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), além disso, 48% avaliaram a gestão como ruim ou péssimo.
Sobre a aprovação do presidente, 39,2% dos entrevistados pela pesquisa afirmaram que aprovam a administração petista, enquanto 3,4% não souberam responder. No caso da avaliação, 11,3% afirmam que a gestão é ruim e 36,7% disseram ser péssima. 18,8% avaliaram como boa e 7,8% como ótima. Dentre os entrevistados, 24,4% afirmaram que o governo é regular e 1% não soube responder.
Nesta terça-feira (22), a Paraná Pesquisas já havia divulgado que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) lidera a intenção de voto para a Presidência da República com 18,2%. O presidente Lula aparece em segundo lugar, com 17,%. Mesmo liderando na pesquisa, Bolsonaro está inelegível.
Apesar de a pesquisa apontar uma possível derrota para Bolsonaro, o petista aparece como o primeiro colocado em cenários que envolvem a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), o governador de São Paulo, Tarcísio Freitas (Republicanos), e o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD)
Para a pesquisa, foram ouvidos 2020 eleitores em 26 Estados e Distrito Federal e em 160 municípios. As entrevistas foram feitas de maneira presencial entre os dias 16 e 19 de abril de 2025. A confiança é de 95% e a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Negociação avança e PDT se aproxima de apoio a Jerônimo
Após mais de 10 anos na oposição aos governos petistas na Bahia, o PDT está cada vez mais próximo de retornar à base governista do estado. O Portal A TARDE apurou que as negociações com o governador Jerônimo Rodrigues (PT) e com o secretário estadual de Relações Institucionais, Adolpho Loyola (PT), avançaram nos últimos dias, se aproximando de um acordo.
Conforme revelado por um integrante da gestão estadual em condição de anonimato, os trabalhistas devem anunciar em breve a composição com Jerônimo, visando sobretudo as eleições de 2026. No momento, não há pretensão do PDT em obter espaço na administração, solicitando alguma secretaria de Estado.
O retorno do PDT à base do governo era visto como uma questão de tempo desde abril de 2024, quando o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), articulou a filiação ao seu partido da então vereadora de Lauro de Freitas, Débora Régis, então filiada ao PDT. A movimentação foi vista como uma traição pelo presidente estadual trabalhista, o deputado federal Félix Mendonça Júnior (PDT-BA).
Na época, Félix fez declarações duras e sinalizou que não estaria com ACM Neto em 2026, abrindo as portas em definitivo para um retorno da aliança com o PT. Hoje prefeita de Lauro de Freitas pelo União Brasil, Débora não tem o apoio oficial de seu antigo partido, o PDT.
Procurado pelo Portal A TARDE na manhã desta quinta-feira, 17, o presidente estadual do PDT afirmou que as negociações com o governo de Jerônimo Rodrigues prosseguem, não havendo ainda uma definição.
“Estamos conversando”, disse Félix. “Caso confirmada a aliança, isso se dará mais em 2026. Não estamos pedindo participação na atual gestão. Claro, se houver interesse do governo, a gente pode conversar sobre isso também. Mas, a princípio, espaço no governo não é foco da nossa conversa”, garantiu o deputado federal.
A iminente mudança de lado capitaneada por Félix deve encontrar algumas resistências dentro do PDT. Os principais opositores ao retorno da legenda à base do governo do estado são o deputado federal Leo Prates (PDT) e a vice-prefeita de Salvador, Ana Paula Matos (PDT). Ambos são muito ligados ao União Brasil na Bahia e pretendem atuar pela oposição em 2026.
Na última segunda-feira, 14, Leo Prates foi questionado pelo Portal A TARDE sobre o tema e defendeu a permanência do PDT na oposição ao governo Jerônimo. Segundo ele, porém, o debate sobre uma possível saída ainda não foi pautado internamente no partido.
“Eu desconheço, porque o fórum necessário para estabelecer a mudança de posição do PDT é a executiva estadual e a federal. O presidente [nacional Carlos] Lupi e o presidente Félix ainda não convocaram esse debate. A minha posição é clara: é de defesa da manutenção na oposição”, garantiu Leo Prates.
Perguntado se sairia do PDT caso a legenda voltasse a se aliar ao PT na Bahia, Leo Prates desconversou, mas disse que se sente em casa entre os trabalhistas.
“Estou muito feliz no PDT. O ministro Carlos Lupi tem me prestigiado muito. É a minha casa, é meu lar”, assegurou.
Derrotada em Ilhéus e cotada para secretaria, Adélia Pinheiro é nomeada assistente especial de Jerônimo Rodrigues
Após ter saído derrotada na eleição municipal do ano passado em Ilhéus, a ex-secretária de Educação da Bahia, Adélia Pinheiro (PT), ganhou um novo cargo na gestão de Jerônimo Rodrigues (PT). A petista foi nomeada para o posto de Assistente Especial, lotada no quadro especial da Casa Civil, com atuação direta no gabinete do governador.
Com o resultado das urnas em 2024, havia a expectativa que Adélia fosse alocada em uma secretaria do governo, mas seu retorno para a Educação foi descartado. À época, o ajuste especulado nos bastidores apontava a saída de Roberta Santana da Secretaria de Saúde, abrindo espaço para que Adélia retornasse ao posto – ela comandou a Sesab no governo Rui Costa (PT).
No novo desenho, Roberta passaria a ocupar a chefia da Casa Civil de Jerônimo no lugar do deputado federal Afonso Florence (PT). O movimento, no entanto, não foi concretizado.
Vereadores Zé Preto e Santinho, ambos eleitos pelo União Brasil, correm sério risco de perder seus mandatos em São José da Vitória
Uma ação que tramita na Justiça Eleitoral pode provocar um verdadeiro terremoto político em São José da Vitória, no sul da Bahia. Os vereadores Zé Preto e Santinho, ambos eleitos pelo União Brasil, correm sério risco de perder seus mandatos caso seja confirmada uma denúncia de fraude à cota de gênero na chapa proporcional do partido.
A cota de gênero é uma exigência legal que determina que ao menos 30% das candidaturas lançadas por partidos sejam de mulheres. No entanto, no caso do União Brasil no município, o que chama atenção é o desempenho irrisório – e suspeito – de algumas candidatas.
Segundo dados apurados pelo site, Lúcia do Quebra Mola teve apenas três votos, enquanto outra candidata, Aline, não recebeu nenhum voto sequer. Os números levantaram suspeitas de que as candidaturas femininas tenham sido registradas apenas para cumprir formalmente a cota, sem real intenção de disputa – o que configura fraude eleitoral.
A Justiça Eleitoral analisa o caso, e se for confirmada a irregularidade, toda a chapa proporcional do União Brasil poderá ser invalidada, o que levaria à cassação dos mandatos de Zé Preto e Santinho. A legislação é clara: a fraude de cota de gênero contamina toda a coligação ou chapa envolvida.
Em caso de cassação, os beneficiados seriam Emerson da Caçamba (DC) e Cosme do Leite (PP), que atualmente figuram como suplentes no cenário político da cidade. Ambos já estariam acompanhando de perto o desdobramento do processo.
O julgamento do caso ainda não tem data para ser concluído, mas deve ganhar prioridade, dada a repercussão e o impacto direto na composição da Câmara Municipal de São José da Vitória.
A denúncia joga luz sobre um problema recorrente em pequenas cidades: o uso fictício de candidaturas femininas apenas para cumprir cotas legais, o que fere os princípios da representatividade e da igualdade de gênero na política. Se confirmada a fraude, o caso poderá servir de exemplo para endurecimento da fiscalização em outros municípios baianos.
Fátima Nunes é eleita vice-presidente da Alba; é a 1ª vez que Mesa Diretora terá duas mulheres
A deputada estadual Fátima Nunes (PT) foi eleita na tarde desta terça-feira (15) ao cargo de 1ª vice-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). Ele recebeu 41 votos dos 52 parlamentares presentes à sessão. A votação ocorreu após sucessivos adiamentos.
É a primeira vez na história que a Mesa Diretora da Casa será composta por mulheres —Ivana Bastos (PSD) já ocupa a presidência. “Quero agradecer aos colegas deputados e deputadas por votarem nesta parlamentar. Agradeço ao Partido dos Trabalhadores pela indicação, juntamente com os partidos que compõem a federação, e aos meus eleitores, por confirmarem no trabalho realizado por nosso mandato. Nós, eu e a deputada Ivana, estamos fazendo história na Assembleia, e tenho certeza que é a mudança para que muitas outras mulheres ocupem esses lugares de poder. Afinal, lugar de mulher é onde ela quiser”, disse Fátima..
Sem concorrente direto, a deputada chega ao posto depois de uma queda de braço interna com o também petista Júnior Muniz, que havia sido colocado na disputa. Para pôr fim ao impasse governista, Muniz decidiu retirar seu nome do páreo e deixou o caminho livre para a correligionária.
Gleisi Hoffman inicia nova estratégia para frear anistia aos condenados e acusados pelo 8/1
Para tentar evitar o projeto de anistia na Câmara, o Palácio do Planalto convocou os principais articuladores políticos, incluindo a ministra Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), que vem tentando retirar os nomes do requerimento de urgência, além de ministros de partidos aliados. A iniciativa visa convencer o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), e líderes de partidos a não pautarem a medida.
O PL mudou de estratégia e apresentou ontem um requerimento com 262 assinaturas, cinco a mais do que o mínimo necessário. O plano inicial do líder da bancada, Sóstenes Cavalcante (RJ), era conquistar mais apoios até após o feriado de Páscoa, quando os líderes da Casa se reunirão para discutir a pauta de votações.
Em setembro do ano passado, o projeto previa a anistia de pessoas que participaram de atos contra a eleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no dia 30 de outubro de 2022 em diante. A defesa argumentou, segundo o jornal O Globo, que o Supremo Tribunal Federal (STF) tem aplicado penas duras, de até 17 anos de prisão, para quem cometeu atos de vandalismo no dia 8 de Janeiro.
Gleisi argumentou que o projeto, na prática, prevê uma “liberdade de golpe” no país. Ela também afirmou que avaliar como contradição parlamentares da base aliada apoiarem um projeto que perdoa quem tramou, segundo as investigações, o assassinato de Lula. Os articuladores tinham como meta reduzir o número de assinaturas até a próxima quinta-feira.
Após o requerimento de urgência ser protocolado, não é mais possível retirar as assinaturas. O plano do Planalto deve ser discutido na reunião de líderes, no dia 24. Mesmo com o número de assinaturas alcançado, o presidente da Câmara não é obrigado a colocar o requerimento em votação.
Hugo Motta afirmou, na semana passada, que não pautaria propostas que pudessem gerar “crises institucionais”. Aos líderes mais próximos, disse que “não é o momento” para avançar com o projeto. Ao todo, há 1.039 requerimentos do tipo com status de “pronto para a pauta”, ou seja, estariam prontos para votação em plenário, seja com as assinaturas necessárias, ou com apoio de líderes dos partidos.












