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:: ‘Brasil’

Equipe de Lula busca formas de manter auxílio em R$ 600 no próximo ano

 A equipe do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), já começou a se debruçar sobre os desafios do próximo mandato e terá de lidar com os ajustes necessários no Orçamento do ano que vem.


 Uma das prioridade da nova gestão, a manutenção do auxílio para a população carente em R$ 600 em 2023, é um dos temas no centro dos debates. Até o momento, esse valor não está assegurado.A proposta de orçamento para 2023, encaminhada em agosto ao Congresso Nacional pela área econômica do presidente Jair Bolsonaro, prevê um benefício médio de R$ 405.

 Durante sua campanha, Lula prometeu, ainda, um valor adicional de R$ 150 por criança de até seis anos. A ideia é retomar o antigo Bolsa Família, revogado por Bolsonaro.

 Em seu primeiro discurso como presidente eleito, Lula afirmou que o combate à fome e à miséria é o “compromisso número 1” do governo.

 “Nosso compromisso mais urgente é acabar outra vez com a fome. Não podemos aceitar como normal que milhões de homens, mulheres e crianças neste país não tenham o que comer, ou que consumam menos calorias e proteínas do que o necessário”, afirmou Lula, na ocasião.

 Está prevista uma reunião nesta quinta-feira entre Geraldo Alckmin, vice-presidente eleito e coordenador da equipe de transição, e o senador eleito Wellington Dias (PT-PI), coordenador de Orçamento da campanha, com o relator do Orçamento, senador Marcelo Castro (PMDB-PI).
Metro 1
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Mega-Sena sorteia hoje prêmio de R$ 43 milhões

 A Mega-Sena pagará hoje prêmio de R$ 43 milhões a quem acertar as seis dezenas do concurso 2535.


 O sorteio será realizado no terminal Tietê, em São Paulo.

 As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.

 A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50. Quanto mais números marcar, maior o preço da aposta e maiores as chances de faturar o prêmio.
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Covid-19: Brasil tem 2.032 casos e nove mortes nas últimas 24 horas

 O Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira (2) que o Brasil tem, desde o início da pandemia, 688.228 mortes por covid-19. Segundo o boletim epidemiológico, o total de casos confirmados da doença é de 34.839.337.


 Em 24 horas, houve 2.302 novos casos. No mesmo período, foram confirmadas nove mortes de vítimas do vírus. Ainda segundo o boletim, 34.062.150 pessoas se recuperaram da doença e 88.959 casos estão em acompanhamento.

 Em virtude do feriado de Finados, a Bahia, Distrito Federal, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul não repassaram dados sobre óbitos e Mato Grosso, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima, São Paulo e Tocantins não atualizaram as informações no sistema.

 De acordo com os dados disponíveis, São Paulo lidera o número de casos, com 6,14 milhões, seguido por Minas Gerais (3,88 milhões) e Paraná (2,75 milhões). O menor total de casos é do Acre (149,8 mil). Em seguida, aparecem Roraima (175,5 mil) e Amapá (178,4 mil).

 Em relação às mortes, de acordo com os dados mais recentes, São Paulo apresenta o maior volume (175.574), vindo, a seguir, o Rio de Janeiro (75.871) e Minas Gerais (63.879). O menor número de óbitos está no Acre (2.029), Amapá (2.164) e Roraima (2.175).

 Até esta quarta-feira, foram aplicadas 488,3 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, sendo 180,3 milhões com a primeira dose e 162,7 milhões com a segunda dose. A dose única foi aplicada em mais de cinco milhões de pessoas.
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Presidente pede que manifestantes desobstruam as rodovias em todo país

 O presidente Jair Bolsonaro pediu nesta quarta-feira (2) que manifestantes desobstruam as rodovias federais. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o presidente afirma que “É preciso respeitar o direito de ir e vir das pessoas” e que os protestos em rodovias prejudicam a economia do país.


 De acordo com recente balanço da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o Brasil tem 16 estados com rodovias interditadas. No levantamento do fim da manhã, eram 15 e, em seguida, o total subiu para 17. Tocantins, que não tinha ações pela manhã, registra quatro interdições. Os manifestantes não aceitam o resultado das eleições presidenciais. O segundo turno foi realizado no último domingo (30) e teve como vencedor o candidato Luis Inácio Lula da Silva.
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Brasil tem 16 estados com rodovias interditadas

 O mais recente balanço da Polícia Rodoviária Federal (PRF) revela que o Brasil tem 16 estados com rodovias interditadas na tarde desta quarta-feira (2). No levantamento do fim da manhã, eram 15 e, em seguida, o total subiu para 17. Tocantins, que não tinha ações pela manhã, registra quatro interdições. Os manifestantes não aceitam o resultado das eleições presidenciais. O segundo turno foi domingo (30).


 Na comparação com o período da manhã, houve piora em Goiás, que passou de duas para três interdições; Amazonas e Espírito Santo, que tinham três pontos, agora têm quatro; Maranhão, que apresentava um ponto com fluxo parcialmente impedido, agora tem bloqueio total da via; Mato Grosso (31 pontos de interdição. Antes, eram 30); Rondônia (tinha 11 interdições e agora tem 12); e Rio Grande do Sul, que registra três pontos com bloqueio total da pista, além de uma interdição.

 A PRF informou, também, que os bloqueios são interrupções totais das vias, enquanto as interdições mantêm o fluxo parcialmente impedido. A situação permaneceu igual no Acre (duas interdições) e Rondônia (12 interdições).

 Houve liberação de vias nos seguintes estados, também na comparação com o período da manhã: Bahia (sem interdições), Mato Grosso do Sul (duas interdições. Antes, eram quatro); Pará (as vias interditadas passaram de 17 para 13); Pernambuco (uma interdição no momento); Santa Catarina (de 36 bloqueios, o cenário mudou para 14 interdições e 20 bloqueios); e São Paulo (recuo de três para duas interdições).

 A Polícia Rodoviária Federal anunciou, também, que, em todo o país, 688 rodovias federais já foram liberadas. No balanço anterior, divulgado no início da tarde de hoje, eram 667. E, no fim da manhã, eram 631.

 Por volta das 14h desta quarta feira, balanço da Polícia Militar de São Paulo indicava a interdição de 18 rodovias no estado. A pesquisa mostrou, também, que 121 rodovias estaduais foram liberadas e 137 tinham sido parcialmente desimpedidas. No final da manhã, a Tropa de Choque da Polícia Militar foi acionada para liberar as faixas da Rodovia Castello Branco, na região de Barueri.

 A venda de passagens nos terminais rodoviários do Tietê e da Barra Funda foi parcialmente retomada nesta quarta-feira, informou a concessionária Socicam. Desde o dia 31, quando começaram os bloqueios nas estradas e até a madrugada de hoje, cerca de 1,4 mil viagens, que partiriam desses terminais, foram canceladas. Foram retomadas as partidas para o Rio de Janeiro, Curitiba, Florianópolis e outras cidades menores.

 A concessionária informou, ainda, que a movimentação nos terminais rodoviários segue tranquila e que há baixa demanda por se tratar de um feriado nacional no meio da semana. Para os passageiros que tiveram viagens canceladas, a orientação é que procurem as empresas para remarcar os bilhetes.

 A GRU Airport, concessionária do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, informou que, nesta quarta-feira, as vias de acesso aos terminais estão livres, mas nove voos foram cancelados, ainda como reflexo das manifestações na Rodovia Hélio Smidt. A administração do terminal orienta que os passageiros verifiquem a situação dos voos com as companhias aéreas.
Agência Brasil
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Líderes apostam em diálogo entre Congresso e governo eleito, Cajado diz que vitória de Lula foi surpresa

 Líderes da base aliada do presidente Jair Bolsonaro e também de oposição avaliam que o diálogo com um leque amplo de partidos é a melhor alternativa para que o governo do presidente eleito Luís Inácio Lula da Silva consiga o apoio dos congressistas que tomam posse em fevereiro de 2023, para a aprovação de projetos importantes.


 O líder do PT, deputado Reginaldo Lopes (MG), apontou que, com o resultado das eleições, a população espera a pacificação do País. Ele também ressaltou a necessidade de reconstruir o papel do Estado e a qualidade das políticas públicas em áreas como educação, assistência social e industrialização.

 Sobre a relação entre o Congresso e o Poder Executivo a partir do ano que vem, Reginaldo Lopes acredita em uma aproximação do presidente eleito mesmo com partidos que não estiveram do lado dele na campanha.

 “Parte dos que foram eleitos nos partidos que apoiaram Bolsonaro são partidos que, historicamente, têm vocação para governar, ajudar a governabilidade”, disse Lopes. Ainda segundo ele, o PT pretende apresentar “um conjunto programático de ações para reconstruir o Brasil e estabelecer uma aliança com setores e partidos que apoiaram Bolsonaro, no desafio de chamar para ajudar nesse processo de travessia de reconstrução do País”.
 Na avaliação do deputado Claudio Cajado (PP-BA), vice-líder do governo no Congresso, a derrota do presidente Bolsonaro foi vista com surpresa, diante de uma campanha que enfatizou a liberdade econômica, o aumento do salário mínimo e a responsabilidade fiscal. Mas ele salientou a importância da negociação do próximo governo com os partidos no Congresso.

 “Eu penso que o governo eleito – e as notícias dos jornais e das mídias já estão expressando isso – vai tentar compor com outras siglas partidárias e não apenas aquelas que estiveram na campanha eleitoral, para poder ter uma maioria na Câmara e no Senado, no intuito de ver implementadas as suas ideias e o seu programa de governo para os próximos quatro anos”, disse.

 Na opinião de Cajado, se não houver uma atração de outros partidos que não foram aqueles que integraram a coligação do presidente Lula, ele terá grande dificuldade de aprovar as matérias.

 Um dos temas que devem constar da pauta do Congresso em 2023 são as reformas. O líder do PT na Câmara falou sobre a reforma tributária e sobre o diálogo com o presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL).

 Claudio Cajado afirmou apostar numa transição pacífica, abrangente e transparente entre o atual e o próximo governo. Reginaldo Lopes indicou que o governo Lula vai incentivar o diálogo com a sociedade, em uma linha de gestão participativa.
Fonte: Agência Câmara de Notícias
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Censo 2022 entrevistou 136 milhões de pessoas, diz IBGE

 O Censo 2022 já entrevistou 136.022.192 pessoas em 47.740.071 domicílios de todo o Brasil, o que corresponde a 66% da população. Desse total, 31,69% estão na Região Nordeste, 38,45% no Sudeste, 13,99% no Sul, 8,88% no Norte e 6,99% no Centro-Oeste. Foram recenseados 70.310.113 mulheres e 65.712.079 homens. Além disso, 1.230.778 indígenas e 1.009.778 quilombolas também já entraram na pesquisa. Os dados fazem parte do terceiro balanço do Censo 2022, foi divulgado nesta terça-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


 O diretor de Pesquisas do IBGE, Cimar Azeredo, informou que está mantida a data de 28 de dezembro para a entrega das informações preliminares referentes à população dos municípios para o Tribunal de Contas da União (TCU).

 De acordo com o diretor, a quantidade de recenseadores, que está abaixo do estimado, é uma das causas do atraso da coleta de dados. Um dos motivos para a falta de procura para o trabalho como recenseador é a remuneração definida para o Censo 2022 que foi considerada baixa. Segundo Azeredo, a preferência das pessoas por trabalhar em campanhas eleitorais também influenciou a baixa na procura.

 De acordo com o IBGE, atualmente, um recenseador na cidade de São Paulo recebe, em média, entre R$ 2 mil a R$ 3 mil, para 10 a 15 dias de trabalho, dependendo da área. Além da remuneração, recebe auxílio locomoção, que pode chegar a R$ 500 ou mais, se o setor for concluído em até 7 dias.

 Cimar Azeredo revelou que, para tentar agilizar a coleta, o IBGE aumentou o valor das remunerações e ampliou os anúncios de contratações, que agora podem incluir os microempreendedores individuais (MEI).

 Em todo o país, o IBGE conta com 90.552 recenseadores em ação, 49,5% do total de vagas disponíveis. O estado com maior déficit de recenseadores é o Mato Grosso, com 37,1% do número de vagas. Já o Piauí está com 64% dos postos ocupados. O diretor observou ainda que lugares onde a taxa de desemprego é baixa também tem sido um desafio para a contratação de recenseadores.

 Cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Cuiabá têm sido um grande desafio para a coleta dos dados, como também os estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. 

 Outros estados têm se destacado pelo avanço na coleta dos dados. Os maiores percentuais da população recenseada são do Piauí (86%), Sergipe (83%), Rio Grande do Norte e Alagoas (80%) e Amazonas (77%). Os menos adiantados são Mato Grosso (42,72%), Amapá (51,47%) e Acre (54,07%).

 O diretor alertou que os síndicos e porteiros que impedem a coleta de dados estão descumprindo o artigo 330 do Código Penal, que garante o direito do funcionário público de exercer o seu trabalho.

 O IBGE estimula que o recenseador trabalhe nos fins de semana e à noite para atender as pessoas que estão ausentes do domicílio durante o dia.

 O terceiro balanço apontou ainda que 88,4% dos domicílios (42.595.922) responderam ao questionário básico e 11,6% (5.560.298) ao ampliado. O tempo médio de preenchimento tem sido de 5 minutos para o questionário básico e de 15 minutos para o questionário ampliado. A maior parte dos questionários (99,4%) foi respondida de forma presencial, sendo que 124.241 domicílios optaram por responder pela internet e 144.203 pelo telefone. Para o diretor de pesquisas, apesar do aumento de valores das remunerações, até o momento, não há necessidade de pedir aumento nos recursos destinados ao Censo.

 O IBGE destaca que os recenseadores estão sempre uniformizados, com o colete e boné do Censo, crachá de identificação e o dispositivo móvel de coleta (DMC). É possível confirmar a identidade do agente no site Respondendo ao IBGE ou pelo telefone 0800 721 8181.
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Presidente critica manifestações que prejudicam população

 Pela primeira vez, o presidente Jair Bolsonaro se pronunciou sobre os resultados das eleições, na tarde desta terça-feira (1º), no Palácio do Alvorada, residência oficial. A manifestação ocorreu dois dias depois da vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), eleito pela terceira vez para a Presidência da República no domingo (30).


 Bolsonaro apareceu, num púlpito previamente preparado, acompanhado por diversos ministros do seu governo e aliados políticos. Foram pouco mais de dois minutos de uma declaração lida, em que o presidente agradeceu pela votação recebida, sem citar o presidente eleito. Ele também comentou sobre as manifestações de apoiadores que estão bloqueando rodovias em diversos estados do país. Os bloqueios têm causado uma série de prejuízos, como transporte de oxigênio hospitalar e desabastecimento de aeroportos.

 Com 100% das urnas apuradas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Lula obteve 60,3 milhões de votos, o que corresponde a 50,90% dos votos válidos. Já o presidente Jair Bolsonaro ficou com 49,10% dos votos, somando 58,2 milhões de sufrágios.

 Bolsonaro também afirmou que vai cumprir a Constituição Federal e mencionou sua condição de líder de milhões de brasileiros. Após ler o discurso, Bolsonaro deixou o salão central do Palácio do Alvorada com sua equipe e, em seguida, o ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, fez uma declaração complementar sobre a transição de governo.

 Alckmin foi anunciado nesta terça-feira como coordenador da equipe de transição. Outros nomes serão definidos nos próximos dias, envolvendo integrantes de partidos da coligação de Lula.

 Em nota divulgada no final da tarde, o Supremo Tribunal Federal (STF) destacou a importância do pronunciamento de Bolsonaro.

 Após o pronunciamento no Palácio da Alvorada, Bolsonaro foi ao Supremo e se encontrou com a presidente da Corte, ministra Rosa Weber, e mais seis ministros. O presidente estava acompanhado do ministro da Economia, Paulo Guedes. A reunião ocorreu a portas fechadas e durou cerca de uma hora.

 Segundo a assessoria de imprensa do tribunal, a reunião foi uma visita institucional feita por Bolsonaro em que foi destacada “a importância da paz e harmonia para o bem do Brasil”.
 
 Também participaram da reunião os ministros Gilmar Mendes, Luiz Fux, Edson Fachin, Nunes Marques, André Mendonça e Alexandre de Moraes.
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Covid-19: Brasil tem 62 mortes confirmadas nas últimas 24 horas

 O Ministério da Saúde divulgou nesta terça-feira (1º) que o Brasil registra, desde o início da pandemia, 688.219 mortes por covid-19. Segundo o boletim epidemiológico, o número total de casos confirmados da doença é de 34.837.035.


 Em 24 horas, foram registrados 8.286 novos casos. No mesmo período, foram confirmadas 62 mortes. Ainda segundo o boletim, 34.060.670 pessoas se recuperaram da doença e 88.146 casos estão em acompanhamento.

 De acordo com os dados disponíveis, São Paulo lidera o número de casos, com 6,14 milhões, seguido por Minas Gerais (3,88 milhões) e Paraná (2,75 milhões). O menor número de casos é registrado no Acre (149,8 mil). Em seguida, aparece Roraima (175,5 mil) e Amapá (178,4 mil).

 Em relação às mortes, de acordo com os dados mais recentes, São Paulo apresenta o maior número (175.574), seguido de Rio de Janeiro (75.871) e Minas Gerais (63.879). O menor número de mortes está no Acre (2.029), Amapá (2.164) e Roraima (2.175).

 O boletim ainda aponta que até esta terça-feira, foram aplicadas 488,3 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, sendo 180,3 milhões com a primeira dose e 162,7 milhões com a segunda dose. A dose única foi aplicada em mais de 5 milhões de pessoas.
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Instituto que apontou vitória de Lula no primeiro turno diz que cenário virou e aponta vitória de Bolsonaro no segundo turno

 Jair Bolsonarp (PL) Ultrapassou Lula (PT) de acordo com pesquisa divulgada pelo Instituto Gerp na reta final das eleições. Segundo dados da pesquisa que foram divulgados nesta quinta-feira (27), Bolsonaro tem 47% das intenções de votos, contra 43% de Lula.


 O presidente aparece com quatro pontos a frente do seu rival, mas os dois empatam no limite da margem de erro que é de 2,18% pontos percentuais para mais ou para menos.

 Esta é a segunda pesquisa eleitoral divulgada pelo instituto Gerp no segundo turno das eleições 2022. Na primeira pesquisa que foi feita em 12 de outubro, Lula aparecia na frente com 48% das intenções de votos contra 46% de Bolsonaro; o que demonstra neste intervalo de um para o outro, o avanço do atual presidente em dois pontos percentuais enquanto o petista perdeu cinco, levando em conta que no início do mês a vantagem de Lula era de dois pontos.

 A disputa no primeiro turno deixou evidente que os institutos de pesquisas de maneira geral apresentaram cenários de intenção de votos distantes dos resultados colhidos nas urnas no dia do pleito. Os levantamentos são formas de medir a temperatura da corrida em determinado momento e não podem, portanto, ser uma fotografia fiel do que vai ocorrer nas Urnas.

 A última pesquisa presidencial do instituto Gerp antes do primeiro turno foi divulgada no dia 5 de setembro, quase um mês antes do dia de votação. Na ocasião, outros candidatos concorriam e o levantamento indicou que Bolsonaro tinha, naquele momento, 39% das intenções de voto, contra 38% de Lula. A pesquisa desta quinta ouviu 2.095 eleitores entre 21 e 26 deste mês e foi registrada no TSE sob o protocolo BR-05418/2022. 
Fonte:Veja
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Bolsonaro tem 53,6% dos votos válidos, e Lula, 46,4% diz nova pesquisa divulgada nesta quarta-feira (26)

 O presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 53,6% dos votos válidos, e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 46,4%, segundo a pesquisa Brasmarket, divulgada nesta quarta-feira, 26. Para os votos válidos, são desconsiderados brancos, nulos e as pessoas que dizem que não sabem. É desta forma que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) faz a contagem oficial da eleição.


 Para a pesquisa, foram ouvidas 2.400 pessoas entre os dias 21 e 25 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%%. A sondagem foi registrada no TSE com o número BR-08584/2022.

 Em uma pergunta estimulada, com os nomes apresentados em formato de lista aos entrevistados, Bolsonaro aparece com 48%, e Lula tem 41,5%. As pessoas que não sabem são 2,8%, brancos e nulos somam 4,6%.

 O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) disputarão o segundo turno da eleição presidencial. Com 100% das urnas apuradas, Lula ficou com 48,43% dos votos válidos, e Bolsonaro, 43,20%, na votação do primeiro turno, realizado no domingo, 2. (veja aqui os dados gerais da pesquisa)

 Para vencer em primeiro turno, um candidato precisaria de 50% dos votos válidos mais um, excluindo brancos e nulos.

 Para os cargos de presidente e de governador, quando nenhum dos candidatos atinge 50% mais um dos votos válidos, a eleição vai para o segundo turno. Em 2022, a segunda etapa de votação é no dia 30 de outubro. Diferentemente de outros anos, para esta eleição, o fuso horário para a votação é um só em todo o país, o de Brasília, das 8h às 17h.

 O eleitor que não votou no primeiro turno das eleições de 2022 pode e deve votar no segundo turno. Segundo o TSE, cada turno é tratado como uma eleição independente pela Justiça Eleitoral. Isso significa que uma pessoa que não votou no primeiro turno não é proibida de ir às urnas no segundo, desde que seu título eleitoral esteja regular.

 O segundo turno é somente para cargos de governador e presidente, caso nenhum candidato atinja 50% mais um dos votos válidos. Para estado sem segundo turno, há votação somente para presidente.

 Nas eleições de 2022, doze estados vão ter a definição em uma segunda etapa: São Paulo, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Alagoas, Amazonas, Bahia, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Santa Catarina, e Rondônia.

 Quem não pode justificar a ausência no dia do primeiro turno da eleição, tem o prazo de até 60 dias após cada turno para regularizar a situação eleitoral sem o pagamento da multa. Os canais para realizar o procedimento online são o e-Título e o Sistema Justifica. Nesse caso, além de preencher o requerimento, é necessário anexar documentos que comprovem o motivo alegado, pois a justificativa não é automática e poderá ser ou não concedida pelo juiz eleitoral.

 Indecisos e migração de eleitores. Essas duas variáveis são as hipóteses apontadas por institutos de pesquisas eleitorais para explicar a diferença entre o que as sondagens indicavam e o resultado das urnas no primeiro turno das eleições 2022.

 Há um ainda um terceiro elemento, menos determinante, mas também com algum grau de impacto: a falta de um Censo atualizado. A metodologia das pesquisas eleitorais leva em conta os dados oficiais para retratar, proporcionalmente, a cara do Brasil.

 O último Censo demográfico foi realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2010. Em 2020 havia a previsão de uma nova rodada de entrevistas para entender o perfil dos brasileiros, mas a realização da pesquisa foi suspensa por conta da pandemia de covid-19. Em 2021, cortes orçamentários suspenderam a realização, mas o Supremo Tribunal Federal obrigou o governo a fazer o Censo, cuja coleta começou neste ano.
(Exame)
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Pesquisa aponta vantagem em preferência de votos para Bolsonaro e declínio de Lula em três dos maiores colégios eleitorais do Brasil

 A pesquisa eleitoral Futura Inteligência, encomendada pelo banco Modal, divulgada na última sexta-feira (21), revelou o presidente da República e candidato a reeleição, Jair Bolsonaro (PL), na liderança da corrida eleitoral nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. 


 No maior colégio eleitoral do país, São Paulo, Bolsonaro tem 54,7% dos votos válidos, e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 45,3%. Para os votos válidos, são desconsiderados brancos, nulos e as pessoas que dizem que não sabem. É desta forma que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) faz a contagem oficial da eleição.

 Em Minas Gerais, onde o ex-presidente Lula venceu no primeiro turno, o petista aparece em segundo lugar nas intenções de voto com 46,5% dos votos válidos. Neste recorde feito entre os eleitores mineiros, Bolsonaro tem 53,5%.

 No Rio de Janeiro, reduto eleitoral do presidente, Bolsonaro larga em vantagem segundo a pesquisa Modalmais/Futura, com 57,5% dos votos válidos. Neste recorte feito entre os fluminenses, Lula tem 42,5%.

 Nos números gerais, para o segundo turno da eleição presidencial, o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 50,5% dos votos válidos e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 49,5%, de acordo com pesquisa Futura Inteligência, encomendada pelo banco Modal.

 Para a pesquisa, foram ouvidas 1.200 pessoas entre os dias 17 e 19 de outubro. A margem de erro é de 2,9 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A sondagem foi registrada no TSE com o número BR-04613-2022. Veja relatório Completo.
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Com 8ª morte por varíola dos macacos, Brasil é o país com o maior nº de vítimas

 O Brasil registrou a 8ª morte por varíola dos macacos em Divinópolis, Minas Gerais. Agora, segundo Ministério da Saúde, o Brasil é o mais país com o maior número de vítimas pela doença do mundo. 


 De acordo com a Secretaria de Saúde de Minas, a vítima mais recente é uma pessoa de 33 anos, que já tinha comorbidade. Ela estava internada na capital e morreu no último sábado (22). Até o momento, foram registradas três mortes em Minas, duas em São Paulo e três no Rio de Janeiro. 

 Para combater a doença, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) está desenvolvendo uma vacina contra a varíola dos macacos. O material foi doado pela Agência de Pesquisa Médica dos Estados Unidos, por meio de um acordo de transferência de material clínico.

 Até a vacina ficar pronta, é bom lembrar que os cuidados para se evitar a transmissão são os mesmos da Covid: higienização das mãos, distanciamento e uso de máscaras. Em caso de confirmação, é preciso ficar em isolamento.
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Senado aprova repasse de R$ 2 bilhões para Santas Casas

 O Senado aprovou nesta terça-feira (25) um projeto de lei complementar que destina às Santas Casas uma verba de R$ 2 bilhões. A ideia do projeto é contribuir para a sustentabilidade econômico-financeira dessas instituições na manutenção dos atendimentos. O financiamento virá de saldos remanescentes de repasses da União nos fundos de saúde e de assistência social de estados, Distrito Federal e municípios.


 Caso os saldos sejam insuficientes para o pagamento das Santas Casas, a União poderá transferir a diferença. Os recursos poderão ser utilizados até o final de 2023. De acordo com o projeto, a verba deve ser destinada ao custeio de serviços.

 As Santas Casas atuam de forma complementar na prestação de serviços públicos de saúde, em articulação com o Sistema Único de Saúde (SUS). Junto com as Santas Casas na atuação complementar do SUS, estão os hospitais filantrópicos. Essas instituições realizam os serviços gratuitos à população e o SUS paga a elas pelo serviço prestado.

 “A realização de atos de transposição, transferência e reprogramação de saldos financeiros ‘parados’ nos fundos de saúde e de assistência social ainda é desejada no momento atual, pois garante mais eficiência na ação dos entes subnacionais na área de saúde, especialmente quanto aos grandes problemas enfrentados pelas entidades privadas sem fins lucrativos que complementam o SUS”, afirmou o relator do projeto, senador Luis Carlos Heinze (PL-RS), em seu parecer. O projeto segue para sanção presidencial.
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Bahia registra em 24 horas 290 casos de Covid-19 enquanto o país registrou 6 mil casos e 44 mortes

 O Brasil registrou, desde o início da pandemia, 687.710 mortes por covid-19 e 34.799.324 casos confirmados da doença, informa o boletim epidemiológico divulgado hoje (25) pelo Ministério da Saúde. Em 24 horas, foram registrados 6.015 novos casos e confirmadas 44 mortes de vítimas do vírus.


 Ainda segundo o boletim, 34.027.561 pessoas se recuperaram da doença e 84.053 casos estão em acompanhamento. O boletim desta terça-feira não traz os dados atualizados do Ceará e Tocantins, além dos óbitos atualizados de Mato Grosso do Sul.
 Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 290 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,02%) e 228 recuperados (+0,01%). Dos 1.702.621 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.671.054 já são considerados recuperados, 791 encontram-se ativos e 30.776 tiveram óbito confirmado.
 De acordo com os dados disponíveis, São Paulo lidera o número de casos, com 6,13 milhões, seguido por Minas Gerais (3,88 milhões) e Paraná (2,75 milhões). O menor número de casos é registrado no Acre (149,7 mil). Em seguida, aparecem Roraima (175,3 mil) e Amapá (178,3 mil).

 Em relação às mortes, de acordo com os dados mais recentes disponíveis, São Paulo apresenta o maior número (175.451), seguido de Rio de Janeiro (75.821) e Minas Gerais (63.870). O menor número de mortes está no Acre (2.029), Amapá (2.164) e Roraima (2.175).

 Até hoje, foram aplicadas 487,5 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, sendo 180,2 milhões, primeira dose, e 162,6 milhões, segunda. A dose única foi aplicada em 5 milhões de pessoas, 99,7 milhões receberam a primeira dose de reforço e 35 milhões já foram vacinadas com o segundo reforço.
Fonte:Blog Mateus Oliver 
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Caixa pede cinco dias para liberar consignado do Auxílio Brasil

 Os beneficiários do Auxílio Brasil que pedirem o crédito consignado levarão mais tempo para terem acesso ao dinheiro. A Caixa Econômica Federal pediu ao Ministério da Cidadania cinco dias úteis para a liberação da linha de crédito.


 Com a medida, os empréstimos pedidos na segunda-feira (24) só serão liberados após o segundo turno das eleições. Segunda Feira à noite, o banco tinha anunciado uma pausa de 24 horas na liberação dos empréstimos, mas esclareceu que o beneficiário continua a poder pedir a linha de crédito no aplicativo Caixa Tem e nas agências físicas. Apenas a liberação do dinheiro demorará mais tempo.

 Segundo a Caixa, com o prazo de cinco dias, o banco está cumprindo a sugestão do ministro Aroldo Cedraz, do Tribunal de Contas da União (TCU) para suspender a linha de crédito.

 Em nota emitida na noite do mesmo dia, o banco público informou que os contratos fechados não estão tendo os valores liberados nesta terça-feira. “A Caixa informa que não há previsão de liberação de valores financeiros referentes a essas solicitações, nas próximas 24 horas, cumprindo automaticamente a prudência recomendada”, destacou a instituição financeira.

 Ainda na Segunda-feira, o ministro Aroldo Cedraz deu 24 horas para o banco explicar o impacto do empréstimo consignado do Auxílio Brasil sobre a análise de risco e os possíveis prejuízos com a linha de crédito . Em despacho, Cedraz acatou parcialmente representação do Ministério Público de Contas e pediu esclarecimentos à Caixa.

 Segundo o despacho, não caberia ao TCU avaliar os possíveis impactos eleitorais da concessão de crédito consignado do Auxílio Brasil. Cedraz encaminhou uma cópia do processo ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para que analise o caso.

 Ao pedir explicações à Caixa, o ministro do TCU sugeriu que o banco suspendesse a concessão de empréstimos consignados do Auxílio Brasil até que o órgão termine de analisar os documentos da instituição financeira. Em nota, o banco informou que o envio das respostas “seria plenamente atendido no prazo estabelecido [24 horas]”.

 Entre os documentos que a Caixa deveria encaminhar ao TCU estão pareceres, notas técnicas, resoluções e decisões colegiadas que tratem sobre precificação, critérios de concessão, taxas de juros, rentabilidade, inadimplência esperada, aprovação da linha de crédito relativa ao crédito consignado para beneficiários do Auxílio Brasil e gestão de riscos associados à operação.

A Caixa enviou a documentação ao TCU no início da noite desta terça feira (25). Segundo o banco, foram emprestados R$ 4,291 bilhões a 1,681 milhão de pessoas desde 11 de outubro.
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BNDES devolverá R$ 45 bilhões ao Tesouro ainda este ano

 Até o fim do ano, o Tesouro Nacional receberá um reforço para amortizar a dívida pública. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) devolverá R$ 45 bilhões ao Tesouro até 30 de novembro. Em 2023, até a mesma data, o banco ressarcirá os R$ 24,078 bilhões restantes da dívida.


 O calendário foi aprovado nesta terça-feira (25) pelo Conselho Administrativo do BNDES, em respeito às condições definidas por acórdão do Tribunal de Contas da União (TCU), fechado em janeiro de 2021 e revisado em dezembro do ano passado. Pelo acórdão, os títulos públicos e instrumentos financeiros do Tesouro em poder do BNDES precisam ser devolvidos desde que não prejudiquem a estabilidade da instituição financeira.

 Pelo cronograma, o BNDES manteve em aberto a possibilidade de eventuais pagamentos extras, sempre que os recursos de disponibilidade de caixa estiverem acima do capital mínimo prudencial (capital necessário para a instituição financeira operar sem risco de quebrar) e dos demais indicadores de liquidez e capital regulatórios.

 O BNDES também assumiu o compromisso de não usar recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), de não captar recursos para amortizar os passivos, preservar a solidez e o equilíbrio financeiro-patrimonial, assegurar o desenvolvimento de suas atividades e manter os índices de capital acima dos limites mínimos gerenciais e regulatórios.

 De 2008 a 2014, o BNDES recebeu R$ 440,8 bilhões em títulos públicos e instrumentos híbridos de dívida e de capital. Os recursos reforçaram o capital da instituição financeira para ampliar os empréstimos a empresas, principalmente no antigo Programa de Sustentação do Investimento (PSI), que envolvia linhas especiais de crédito para financiar a compra de máquinas e de equipamentos por empresas e investimentos em pesquisa e inovação. A dívida remanescente do BNDES com o Tesouro está em R$ 64,078 bilhões.

 Os recursos a serem devolvidos não afetarão o resultado primário da União, não podendo ser usado para pagar gastos de custeio (manutenção da máquina pública) e de investimentos federais. Os títulos públicos e os instrumentos financeiros entrarão como receita financeira, ajudando a amortizar a dívida pública da União e a melhorar a regra de ouro, que determina que o governo só pode lançar títulos da dívida pública para custear investimentos e para refinanciar o próprio endividamento.
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STF faz nova audiência de conciliação sobre cobrança do ICMS

 O Supremo Tribunal Federal (STF) realizou nesta terça-feira (25) mais uma audiência da comissão que busca conciliação entre estados e o governo federal sobre a compensação do Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre produtos essenciais, como combustíveis, energia elétrica, comunicações e transportes coletivos.


 Na audiência desta terça-feira, representantes dos estados e da União debateram a competência legal para estabelecer parâmetros da cobrança do imposto.

 Os trabalhos da comissão deverão ir até 4 de novembro deste ano. O prazo poderá ser prorrogado a pedido do governo federal.

 A comissão também é composta por representantes do Senado, da Câmara dos Deputados e do Tribunal de Contas da União (TCU).

 A questão é discutida na ação em que o presidente Jair Bolsonaro defende a limitação da alíquota do tributo nos 26 estados e no Distrito Federal. O impasse jurídico começou após a sanção da Lei Complementar 192/2022. Com a lei, os estados ficaram impedidos de cobrar mais de 17% ou 18% de ICMS sobre esses bens e serviços.

 Os governos locais afirmam que as leis que tratam do ICMS sobre combustíveis atrapalham a programação orçamentária dos estados e derrubam a arrecadação.
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Bolsonaro faz campanha no interior da Bahia e pede a apoiadores que votem em ACM Neto

 O presidente Jair Bolsonaro, candidato do PL à reeleição, cumpre nesta terça-feira (25) agendas de campanha no interior da Bahia.


 Durante entrevista em Guanambi (BA), no sudoeste do estado, Bolsonaro afirmou que tem pedido a apoiadores e aliados que votem no candidato do União Brasil ao governo da Bahia, ACM Neto, que disputa o segundo turno contra Jerônimo Rodrigues (PT).

 “Olha, o adversário do Brasil todo é o PT. E, assim sendo, eu tenho falado para o pessoal aqui mais chegado a mim que vote no ACM Neto. É o nosso posicionamento”, afirmou Bolsonaro.

 Apesar de ter o apoio de Bolsonaro, ACM Neto não acompanhou o presidente nos atos no interior do estado.

 No primeiro turno, Lula teve ampla vantagem sobre Bolsonaro na Bahia. O petista recebeu 5,8 milhões de votos no estado (69,73%) enquanto o candidato do PL teve 2 milhões de votos (24,31%).

 Na visita a Guanambi, Bolsonaro estava com Nilo Coelho (União Brasil), prefeito da cidade, João Roma (PL), deputado federal e ex-ministro da Cidadania, além de outros políticos locais.

 Na cidade, Bolsonaro participou de uma carreata e fez um comício na Praça da Feira, região central do município.

 Em seguida, o presidente seguiu para a cidade de Barreiras, na região oeste da Bahia. No local, ele foi recebido no aeroporto por apoiadores. Na programação ainda estava previsto uma reunião com lideranças políticas e empresários, a maioria ligada ao agronegócio, em um hotel da cidade.
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733 casos de covid-19 encontram-se ativos na Bahia, país registra 9.523 casos em 24 horas

 As secretarias estaduais e municipais de Saúde registraram mais 9.523 casos de covid-19 em 24 horas em todo o país e confirmaram 92 mortes por complicações associadas à doença. O balanço divulgado nesta segunda-feira (24) pelo Ministério da Saúde não inclui, porém, dados dos estados de Mato Grosso do Sul e do Ceará.


 Com as novas informações, o total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus durante a pandemia de covid-19 soma 34.793.309.

 O número de casos em acompanhamento está em 86.011. O termo é usado para designar casos notificados nos últimos 14 dias em que não houve alta, nem resultaram em óbito.

 Na Bahia, nas últimas 120 horas, foram registrados 701 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,04%) e 536 recuperados (+0,03%). Dos 1.702.331 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.670.826 já são considerados recuperados, 733 encontram-se ativos e 30.772 tiveram óbito confirmado. Foram considerados para os casos confirmados: critérios laboratoriais (RT-PCR, imunológicos e teste rápidos), critérios clínico-epidemiológico e clínico imagem.

 Do total de casos confirmados, 319.533 casos (18,77%) pertencem a residentes da capital e os demais casos 1.361.794 (80,01%) pertencem ao interior e a região metropolitana do Estado. Os casos confirmados ocorreram em todos (417) municípios baianos. Destaca-se que há 20.756 (1,22%) casos confirmados de outros estados que foram atendidos na Bahia. Reiteramos que estes números não contabilizam os casos que estão aguardando validação dos municípios. Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram Maetinga (29.170,16), Ibiassucê (26.115,95), Maracás (24.407,95), Conceição Do Almeida (22.490,78), Luís Eduardo Magalhães (21.058,37) (Quadro 2).

 Dos 1.702.331 casos confirmados, 1.670.826 já encontram-se recuperados e 733 casos encontram-se ativos. Dos 1.670.826 casos recuperados 4.029 (0,24%) são da população indígena e 68.476 (4,10%) são profissionais de saúde

 O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 30.772, representando uma letalidade de 1,81%. Dentre os óbitos, 55,75% ocorreram no sexo masculino e 44,25% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 54,97% corresponderam a parda, seguidos por branca com 23,15%, preta com 14,90%, amarela com 0,37%, indígena com 0,20% e não há informação em 6,41% dos óbitos. O percentual de casos com comorbidade foi de 59,43%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (71,07%).
Fonte;Blog Mateus Oliver
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