:: ‘Brasil’
Vale se pronuncia sobre possível compra da BAMIN
Atenta as recentes noticias de que o governo tentava costurar a venda da Bamin à Vale, a companhia esclareceu que a análise de oportunidades de investimento compõe suas operações diárias e ressalta tratar o processo de avaliação de Investimentos com muito rigor.
As decisões com relação à alocação de capital passam por um processo de análise detalhado e abrangente, incluindo: aspectos técnicos, critérios econômicos e parâmetros financeiros. Todas as fases são conduzidas de acordo com as políticas e regras de governança corporativa que regem a companhia, garantindo a transparência e a eficiência na tomada de decisões.
A Vale reconhece a relevância da Bahia Mineração como ativo estratégico no setor de mineração e ressalta que ainda não deliberou nenhuma decisão definitiva sobre sua aquisição.
O processo de avaliação está em curso e qualquer desdobramento vai ser amplamente comunicado ao mercado financeiro de forma tempestiva e transparente. A companhia reafirma o compromisso, que compõe a estratégia de governança da Vale na busca por fortalecer a confiança de seus acionistas e investidores por meio de uma comunicação clara e responsável, para informar o mercado financeiro sobre quaisquer fatos relevantes que impactem seus negócios.
A Vale permanece atenta a oportunidades que contribuam para seu crescimento sustentável e a geração de valor a longo prazo, reafirmando que qualquer decisão de aquisição ou investimento será tomada com base em critérios rigorosos e alinhados aos seus objetivos estratégicos, a prezar pela transparência e pela confiança
Mulher ganha na Mega, se separa e ex-marido cobra R$ 66 milhões
Uma mulher que ganhou R$103 milhões na Mega-Sena briga na Justiça, após ex-marido cobrar R$ 66 milhões do prêmio. Segundo a mulher, ela ganhou o prêmio milionário sozinha, quando ainda era noiva, e que se separou do homem nove meses depois devido a “grosserias” por parte dele. A informação é do Portal Metrópoles.
Já o ex-marido diz que, antes do sorteio, eles mantinham união estável e acusou a mulher de agir de maneira “sorrateira” após ganhar na Mega-Sena e retirar o prêmio de uma suposta conta conjunta dos dois. A Justiça mandou bloquear parte do prêmio, e o caso segue em tramitação, em dezembro de 2023.
O casal com a identidade preservada por questões de segurança, deu início ao namoro em abril de 2020 e noivou em agosto do mesmo ano. Eles moravam na Região Metropolitana de Recife, ela era dona de barraca, e ele, motorista de kombi.
Com vetos, presidente Lula sanciona primeira lei que regula a reforma tributária
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou, nesta quinta-feira (16), o Projeto de Lei Complementar (PLC) 68/2024, a primeira lei que regulamenta a reforma tributária sobre o consumo.
A sanção, no entanto, aconteceu com vetos de alguns trechos do projeto que foi aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado no fim do ano passado. Os vetos aconteceram por orientação da ala econômica do governo.
A nova lei detalha as regras para cobrança dos três impostos sobre o consumo que foram criados pela reforma tributária, essa promulgada no ano retrasado.
Entre os vetos do presidente Lula estava um trecho que isentava fundos de investimentos e fundos patrimoniais de pagar impostos unificados implementados pelo novo modelo. Outro veto foi de que Imposto Seletivo não incidisse sobre exportações de bens prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. Ainda foram vetados um trecho que criava a Escola de Administração Fazendária (Esaf) na estrutura do Ministério da Fazenda, e outro que dava desconto de até 60% a seguros para dispositivos furtados ou roubados e serviço de proteção e ressarcimento de transações bancárias indevidas (por furto, roubo ou sequestro).
“Fazer isso com imprensa livre, sindicato livre e com empresário podendo falar o que quiser, demonstra que a democracia é a melhor forma de governança que existe no planeta Terra”, falou o presidente, em discurso na cerimônia de sanção, no Palácio do Planalto.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) também participou da cerimônia e avaliou que embora não seja a ideal, a reforma combate a cumulatividade [cobrança de imposto sobre imposto], acaba com a guerra fiscal entre os estados e proporciona mais justiça tributária.
Para o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, também presente no evento, as mudanças da reforma tributária serão “o maior legado da economia” que o presidente Lula vai deixar desta gestão.
Ministro avalia que fusão Azul-Gol não muda mercado: ‘Pior cenário seria se quebrassem’
O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, afirmou que a possível fusão entre as aéreas Azul e Gol não deve alterar significativamente o panorama do setor de aviação no Brasil. “Elas já dominam 60% do mercado. Se a fusão acontecer, isso fortalecerá as empresas. O pior cenário seria a falência delas”, declarou em entrevista a jornalistas nesta quinta-feira, 16, segundo o Estado de S. Paulo.
Na quarta-feira, as duas companhias assinaram um Memorando de Entendimentos (MoU) não vinculante com o objetivo de avaliar uma possível combinação de suas operações no Brasil.
Costa Filho explicou que o Ministério de Portos e Aeroportos está acompanhando o processo há cerca de um ano e meio e que a assinatura do memorando é um sinal de que as negociações entre as empresas estão avançando. “O mercado brasileiro enfrenta dificuldades, assim como ocorre em outros países, e vemos grandes fusões sendo realizadas mundialmente”, comentou.
Embora tenha apontado que a fusão não deverá impactar substancialmente o mercado brasileiro, o ministro ressaltou que uma análise mais detalhada será realizada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Costa Filho comparou a fusão a uma aliança partidária, onde os partidos se unem, mas mantêm suas governanças independentes. “Pelo que foi informado, as empresas pretendem preservar sua governança”, disse ele.
De acordo com o memorando, a nova companhia resultante da fusão será uma corporation, sem controle definido ou um único proprietário. A princípio, as marcas das duas empresas serão mantidas separadas.
O memorando de entendimento também estabelece que, caso a fusão seja concretizada, as ações preferenciais em circulação das empresas serão convertidas em ações ordinárias, que serão listadas no Novo Mercado da B3 e na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE).
Sem perder o shape? Empresa brasileira lança cerveja com 10g de proteína
Já pensou em sentar em uma mesa de bar e curtir o jogo do seu time do coração tomando uma cervejinha, mas com benefícios parecidos com os dos shakes de proteína? Agora isso é possível, pelo menos segundo o que promete a empresa brasileira Beer Protein.
A bebida oferece 10g de proteína por latinha. Ou seja, com duas unidades você alcança a mesma quantidade proteica fornecida por uma dose de Whey protein.
A cerveja proteica garante ajudar na recuperação do corpo após as atividades físicas e podem, inclusive, ser consumidas como pré-treino, segundo o fabricante.
Os nutricionistas apontam que, apesar de ser melhor que a bebida tradicional em termos de proteína, a cerveja proteica não pode ser considerada um alimento totalmente saudável, já que não possui outros nutrientes de importante valor nutricional. Além disso, a quantidade de álcool é a mesma da cerveja comum e a versão proteica é mais calórica, contendo inclusive mais carboidratos.
8% da força de trabalho mundial deve ser substituída pela IA até 2030, aponta relatório
Mais de noventa milhões de empregos devem ser substituídos por novas tecnologias até 2030. O cálculo é de uma pesquisa do Fórum Econômico Mundial em parceria com a Fundação Dom Cabral. De acordo com o estudo, 92 milhões de vagas de trabalho vão ser substituídos por inteligência artificial.
O número representa oito por cento da força de trabalho no mundo hoje. Mas o relatório não é todo pessimista. Ao mesmo tempo, 170 milhões de empregos devem ser criados pelo setor de novas tecnologias, o que significa 14% de toda mão de obra global.
Para o levantamento, mais de mil empregadores de 55 países responderam a um questionário com 38 perguntas. O objetivo da pesquisa era avaliar as macrotendências que impactam os empregos, no período de 2025 até 2030.
Ainda de acordo com o levantamento, 65% dos empregadores entrevistados consideram a necessidade de requalificação para se adaptar à demanda do mercado. O foco são as competências ligadas à inteligência artificial, Big Data e segurança cibernética. O relatório listou funções com maior potencial de crescimento e com potencial de declínio rápido.
Energia solar cresce no país e já pode abastecer 26 milhões de residências
Energia solar já responde por 21 por cento da geração de eletricidade no país. A potência instalada atingiu 52 gigawatts, o equivalente a mais de três usinas de Itaipu. Os dados são da Associação Brasileira de Energia Fotovoltaica, a Absolar.
É eletricidade suficiente para abastecer 26 milhões de residências. A maior parte da energia, quase 35 gigawatts, não vem das grandes usinas, mas sim da chamada geração própria. Ou seja, os painéis solares instalados em telhados, pequenos terrenos, indústrias e fazendas, por exemplo.
O crescimento da modalidade tem relação, entre outras coisas, com a queda dos preços dos painéis, além do fato de a economia na conta de luz chegar a até 90 por cento e da preocupação cada vez maior da sociedade com o meio ambiente.
Os investimentos em sistemas solares no país já chegam a 238 bilhões de reais, nas contas da entidade. Que diz que 63 milhões de toneladas de CO2 deixaram de ser lançados na atmosfera.
Cidade de Amargosa foi a que mais choveu em 24h no Brasil, neste final de semana aponta Inmet
A cidade de Amargosa foi que a registrou a maior quantidade de chuvas em 24 horas em todo o país. Os dados são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), e tem como referência o sábado (11).
Segundo o instituto, choveu 112,2mm na cidade baiana. Outras cidades baianas aparecem entre as 20 com maior acumulado de chuva: Cruz das Almas (49,8mm), Caravelas (47mm), Ilhéus (37,8mm) e Salvador (30,8mm).
Grande parte do território baiano está em alerta laranja, por causa das chuvas intensas. Segundo o instituto, pode chover entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia. Também há expectativa de ventos intensos (60-100 km/h). Por causa das condições climáticas, há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.
As áreas afetadas pelo alerta são: Centro Sul Baiano, Vale São-Franciscano da Bahia, Sudeste Paraense, Ocidental do Tocantins, Nordeste Baiano, Sudeste Piauiense, Centro-Sul Mato-grossense, São Francisco Pernambucano, Centro-Norte Piauiense, Nordeste Mato-grossense, Sertão Alagoano, Centro Norte Baiano, Norte de Minas, Sertões Cearenses, Sul Baiano, Oriental do Tocantins, Jequitinhonha, Norte Mato-grossense, Leste Rondoniense, Sudoeste Paraense, Norte Goiano, Sul Maranhense, Sudoeste Piauiense, Oeste Maranhense, Metropolitana de Salvador, Leste Sergipano, Extremo Oeste Baiano, Agreste Sergipano, Agreste Alagoano, Sudoeste Mato-grossense, Sul Cearense, Sertão Pernambucano, Nordeste Paraense, Leste Maranhense, Centro Maranhense, Baixo Amazonas, Vale do Mucuri, Sudeste Mato-grossense, Sertão Sergipano, Leste Alagoano, Leste Goiano, Agreste Pernambucano, Noroeste Goiano, Marajó, Madeira-Guaporé.
Mortes por Dengue em 2024 Superam as de Covid-19, Alerta o Ministério da Saúde
Dados recentes do Ministério da Saúde revelam um cenário alarmante: em 2024, o número de mortes por dengue já ultrapassou o de óbitos causados pela Covid-19. Segundo levantamento divulgado pela CNN no último sábado (11), foram registradas 6.041 mortes relacionadas à dengue, enquanto os óbitos por Covid-19 somaram 5.960 no mesmo período.
Esse aumento drástico nos óbitos por dengue representa uma alta de 400% em comparação com 2023, que contabilizou 1.179 mortes. A dengue, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, atinge níveis críticos este ano, destacando a necessidade urgente de implementar medidas eficazes de prevenção e controle.
Especialistas em saúde apontam que esse surto pode ser atribuído a fatores climáticos, incluindo o aumento das temperaturas e períodos prolongados de chuva, que criam um ambiente propício para a proliferação do mosquito transmissor. Diante desse cenário, profissionais de saúde clamam por ações preventivas imediatas para conter a disseminação da doença e proteger a população.
Menos de 5% dos presos não voltaram à prisão após saidinha de Natal
Mais de dois mil presos que tiveram direito à saidinha de Natal ainda não retornaram aos presídios brasileiros. De acordo com levantamento feito pela coluna de Tácio Lorran do portal Metrópoles, 48.179 presos de 14 estados (São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Pará, Amapá, Roraima, Sergipe, Ceará, Paraíba e Piauí) e do Distrito Federal foram beneficiados com a medida. Desses, 2.084 não retornaram, o equivalente a 4,3%.
Proporcionalmente, o Rio de Janeiro foi o estado que registrou a maior taxa de detentos que não retornaram. Dos 1.494 beneficiados, 260 (cerca de 14%) estão foragidos. Já em números absolutos, São Paulo lidera o ranking, com 1.334 “fujões”.
Acre, Amazonas, Goiás, Mato Grosso, Pernambuco e Tocantins informaram que não concederam a saída temporária. Alagoas, Bahia, Maranhão, Rio Grande do Norte e Rondônia não responderam e Minas Gerais informou não ter compilado os dados ainda.
A saidinha é concedida apenas a detentos que estejam no regime semiaberto, que possuam bom comportamento e que tenham cumprido parte da pena (1/6 para réus que estão cumprindo a primeira condenação, e 1/4 para reincidentes). Também não podem ter praticado faltas graves no último ano. A decisão é tomada pela Justiça, e o direito está previsto na Lei de Execuções Penais.
Quando o preso não retorna à unidade prisional, após a saída temporária, ele é considerado foragido e perde o benefício do regime semiaberto. Sendo recapturado, portanto, volta ao regime fechado.
2024 foi o ano mais letal da aviação brasileira em uma década, aponta pesquisa
O ano de 2024 foi marcado por tragédias aéreas como a queda de um avião da Voepass, em agosto, que vitimou 62 pessoas em Vinhedo (SP), e tornou o último ano como o mais letal da aviação brasileira em uma década. É o que apontam dados estatísticos divulgados pelo painel do Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Sipaer) do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) nesta sexta-feira (10).
Segundo matéria da Folha de São Paulo, os dados do Cenipa detalham que, no ano passado, 163 pessoas morreram em acidentes com aviões, helicópteros e outras aeronaves no país. O número é superior às 104 mortes de 2016, até então, o ano mais letal na série histórica comparada. Foram 175 acidentes aéreos durante todo o ano de 2024 —sendo que 44 com mortes—, o maior na década, com três óbitos a mais que os registrados em 2015.
Este recorde no número de letalidades foi atingido nos últimos dias do ano passado, quando em 22 de dezembro, a queda de um turbohélice em uma área urbana de Gramado, na Serra Gaúcha, matou dez pessoas. Segundo a Infraero, a aeronave levantou voo em meio à chuva no aeroporto de Canela (RS), e caiu minutos depois. O avião seguiria para Jundiaí, no interior de São Paulo.
Foi o acidente em Vinhedo, porém, que inflou as estatísticas de 2024, sendo o desastre mais letal do país desde 2007, quando o acidente com o voo 3504 da TAM nos arredores do aeroporto de Congonhas, na zona sul paulistana, deixou 199 mortos, e um dos dez piores já registrados no Brasil.
A aeronave de modelo ATR 72-500 era operado pela empresa Voepass. O voo seguia de Cascavel (PR) para Guarulhos (Grande São Paulo), desceu em queda livre, girando, até atingir a área o condomínio Recanto Florido, no bairro Capela.
Falha ou mau funcionamento
Com 457 relatos na década, falha ou mau funcionamento de aeronaves estão entre as principais causas de acidentes. Em 299 vezes houve perda de controle em voo. O estado de São Paulo lidera as estatísticas, com 287 acidentes —o levantamento não distingue casos com ou sem mortes.
Na conta de letalidades, 20 acidentes de helicópteros, sendo sete deles fatais, entram na equação, tendo provocado 15 mortes em 2024. Em um deles, quatro bombeiros, um médico e um enfermeiro morreram em 11 de outubro quando tentavam resgatar o corpo de um piloto vítima de queda de avião horas antes na região de Ouro Preto (MG).
Especialistas ouvidos pela reportagem defendem a segurança na aviação brasileira e dizem que a alta nos acidentes aéreos está diretamente relacionada ao crescimento das operações aéreas no país.
Um levantamento da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) mostra que 8 milhões de pessoas foram transportadas em voos comerciais no país em novembro de 2024, segundo o dado mais recente. O número é 8% maior às 7,4 milhões de pessoas embarcadas em aviões no mesmo mês de 2015, mas ainda ligeiramente inferior aos 8,1 milhões de viajantes em novembro de 2019, antes da pandemia.
“Os aviões estão voando mais, tanto que há aeroportos, como o de Congonhas, quase saturados”, diz Roberto Peterka, piloto aposentado da Força Aérea Brasileira e perito em investigações sobre acidentes aéreos.
Peterka afirma que, apesar da segurança da aviação brasileira estar no mesmo patamar dos principais países, é necessário um trabalho maior de prevenção em segurança junto a empresas, pilotos e escolas de pilotagem.
Henrique Hacklaender, piloto de avião comercial e presidente do SNA (Sindicato Nacional dos Aeronautas), afirma acreditar que a maior quantidade de aeronaves no céu, possibilita um cenario de segurança ainda maior para a aviação brasileira, se comprado com anos anteriores, mesmo com a estatística recorde de acidentes.
Ele, porém, reclama de fadiga em tripulações por causa de “escalas extremamente otimizadas” pelas empresas aéreas. “A aviação ainda é um ambiente seguro, mas é claro que se voa cada vez mais perto dos limites”, diz.
A Anac começou a discutir no ano passado propostas de alterações em requisitos relativos ao gerenciamento do risco de fadiga de tripulantes nas operações da aviação comercial —um estudo norueguês estimou que de 70% a 80% dos acidentes aéreos são provocados por erro humano.
Atualmente, o processo está em discussão na área técnica da agência e depois deverá ser repassado para a diretoria para elaboração de um documento. “É uma briga grande entre sindicatos e empresas”, afirma Hacklaender. Procurada para falar sobre o documento, a Anac não respondeu até a publicação deste texto.
Planeta Terra excede pela 1ª vez o limite crítico de aquecimento global em 2024
O ano de 2024 será lembrado como o período em que o planeta enfrentou uma sucessão de eventos climáticos extremos que abalaram todas as regiões do globo. De acordo com o Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus (C3S), a temperatura média global superou pela primeira vez o limite de 1,5°C acima da era pré-industrial, alcançando 1,6°C. Esse marco trouxe uma onda de tragédias climáticas sem precedentes.
Entre os desastres registrados estão megaincêndios florestais que devastaram áreas inteiras na América do Sul, Canadá, Europa e agora atingem Hollywood, nos Estados Unidos. Na Amazônia e no Pantanal, a seca extrema comprometeu a biodiversidade, enquanto, em um evento raro, chuvas torrenciais inundaram o deserto do Saara.
Dilúvios também provocaram estragos significativos no Brasil e na Espanha, submergindo cidades e deixando milhares de desabrigados. Nos Estados Unidos, furacões atingiram níveis de força inéditos, e ondas de calor escaldantes afetaram todos os continentes, causando mortes em massa de pessoas e animais.
Especialistas apontam que o cenário vivido em 2024 é o resultado direto do aquecimento global acelerado. “Estamos colhendo os frutos da falta de ação climática nos últimos anos. Esse novo patamar de aquecimento é uma sinalização clara de que a situação só vai piorar se não tomarmos medidas drásticas”, alerta o climatologista Pedro Monteiro.
As previsões para os próximos anos são preocupantes. Cientistas temem que, se os compromissos de redução de emissões de carbono não forem efetivamente cumpridos, o planeta poderá entrar em uma espiral de fenômenos climáticos ainda mais extremos, colocando em risco a vida de milhões de pessoas e a sobrevivência de diversas espécies.
Concurso Público do Ministério Público da União com 152 vagas estará aberto a partir de 17 de Janeiro
Foi publicado nesta quarta-feira (8), no Diário Oficial da União (DOU), o edital 1/2025 que define as regras para o 11º Concurso Público do Ministério Público da União (MPU). Estão previstas 152 vagas para 35 cargos de analista e técnico, mais cadastro reserva. As inscrições poderão ser feitas de 13 de janeiro a 27 de fevereiro no site da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
As provas (objetiva e discursiva) serão realizadas em 4 de maio, em todas as capitais do país. Há vagas para todos os estados, a depender do cargo e a possibilidade de nomeações em todos os ramos do MPU e na Escola Superior do Ministério Público da União (ESMPU). Os cargos do concurso exigem nível superior.
A prova objetiva será composta por 80 questões, sendo 30 do Módulo I e 50 do Módulo II. Haverá prova discursiva para todos os cargos, exceto para técnico do MPU/Polícia Institucional, cargo para o qual haverá teste de aptidão física (TAF).
O edital prevê 20% de vagas para pessoas negras, 10% para pessoas com deficiência e 10% para minorias étnico-raciais. Pessoas inscritas no CadÚnico têm direito a isenção de taxa.
O prazo de validade do concurso é de dois anos, contados da data da publicação da homologação do resultado final no DOU, podendo ser prorrogado uma única vez, por igual período.
Para o cargo de técnico, a remuneração é de R$ 8.529,65 e de Analista é de R$ 13.994,78. Para ambos os cargos, o contratado terá que cumprir 40 horas semanais de trabalho. A taxa de inscrição varia de R$ 95,00 a R$ 120,00. O candidato poderá obter mais informações referentes ao concurso por meio do telefone 0800-2834628 ou do e-mail concursompu2025@fgv.br. Acesse aqui o edital do concurso.
Gusttavo Lima quer falar com Lula e Bolsonaro para campanha à presidência
O cantor Gusttavo Lima, 35, afirmou que procura se encontrar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-presidente Jair Bolsonaro como estratégia de sua campanha à presidência do Brasil para 2026. A informação é do jornalista Leo Dias, que entrevistou o cantor nesta terça-feira (7).
“Ele disse que quer unir o Brasil nos próximos meses e quer conversar com pessoas que pensam diferente dele, como o presidente Lula. Segundo Gusttavo Lima, ele se encontrará tanto com o presidente Lula quanto com o presidente Bolsonaro”, afirmou Dias no programa do SBT, Fofocalizando
Além disso, o cantor teria dito que o desejo de concorrer à presidência veio de sua internação ao final do ano passado.
“Ele disse que ali pensou nos marcos que já tinha alcançado, mas sentiu a necessidade de retribuir a quem deu tudo isso a ele: ao povo brasileiro”, disse Dias. Segundo ele, o artista considera realizar dois shows por mês caso seja eleito, que funcionariam como uma espécie de dias de folga.
Segundo o jornalista, o cantor, hoje sem partido, reafirma estar ligado à direita brasileira. (Bahia Notícias)
Receita Federal amplia monitoramento sobre movimentações em cartão de crédito e Pix
A Receita Federal aumentou, desde a última quarta-feira (1º/1), o controle e a fiscalização das operações financeiras do país sobre movimentações via Pix e cartões de crédito. As medidas foram anunciadas no dia 18 de setembro de 2024 pela Receita, mas entraram em vigor apenas no início deste ano. O detalhe das determinações foram expressos na Instrução Normativa nº 2.219, publicada um dia antes do anúncio.
A partir de agora, além das “instituições financeiras tradicionais, as entidades como administradoras de cartão de crédito e instituições de pagamento devem enviar informações” para a Receita por uma ferramenta específica de comunicação, a e-Financeira.
O texto da instrução normativa prevê que movimentações globais ou saldo, em cada mês, por tipo de operação, deverão ser informados à Receita quando superarem R$ 5 mil, no caso de pessoas físicas, e R$ 15 mil, quando se tratar de pessoa jurídica. Os limites anteriores eram, respectivamente de R$ 2 mil e R$ 5 mil. Os dados referentes ao primeiro semestre terão prazo até agosto para serem entregues à Receita Federal. (Agência Brasil)
Gusttavo Lima aparece em segundo lugar para corrida presidencial, aponta pesquisa
O cantor sertanejo Gusttavo Lima (sem partido) aparece em segundo lugar em uma simulação de disputa presidencial, caso a eleição fosse realizada atualmente. Segundo pesquisa da Simplex Consultoria, encomendada pelo Portal CBN Recife, o “Embaixador” conquistaria 20,7% das intenções de voto, ficando atrás apenas do presidente Lula (PT), que lidera com 33,7%.
O levantamento também incluiu o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 16,1%, e o ex-candidato à prefeitura de São Paulo, Pablo Marçal (PRTB), que registrou 8,4%. Além dos candidatos, 21,1% dos entrevistados optaram por branco/nulo ou se declararam indecisos.
A pesquisa foi realizada nos dias 3 e 4 de janeiro, com 1.000 entrevistas telefônicas automatizadas em todo o Brasil. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
Extintor de incêndio pode voltar a ser obrigatório em veículos; projeto avança no Senado
O extintor de incêndio, item que deixou de ser obrigatório em veículos de passeio no Brasil desde 2015, pode voltar a ser exigido em breve. O Projeto de Lei da Câmara (PLC) 159/2017, de autoria do deputado federal Moses Rodrigues (MDB/CE), tramita em fase decisiva no Senado e, se aprovado, retomará a obrigatoriedade do equipamento em todos os veículos.
Caso o projeto seja sancionado, caberá ao Conselho Nacional de Trânsito (Contran) regulamentar a situação de veículos fabricados entre 2015 e 2025, período em que o item não era exigido. O desafio será definir como adaptar modelos que não possuem suporte ou espaço para a instalação do extintor. As informações são do UOL.
Polêmica e divergências
A retirada da obrigatoriedade, há quase uma década, ocorreu após estudos técnicos que avaliaram o custo-benefício do equipamento, sua eficiência em incêndios veiculares e a segurança dos ocupantes. O Contran, na época, considerou também que muitos veículos importados já circulavam no país sem o extintor, já que o item não era obrigatório em seus países de origem.
O debate em torno do tema permanece polêmico. De um lado, defensores da medida argumentam que o extintor pode ser crucial em situações de incêndio, principalmente para preservar vidas e evitar danos maiores ao veículo. Por outro, há quem questione sua real eficácia, além do custo adicional imposto aos proprietários de veículos.
Próximos passos
O PLC 159/2017 aguarda votação no Senado e, se aprovado, seguirá para sanção presidencial. Com a possível regulamentação, o Contran terá que estabelecer prazos e regras para a adequação dos veículos que não possuem o extintor, bem como especificar o modelo e a manutenção obrigatória do equipamento.
O tema reacende a discussão sobre segurança no trânsito e a necessidade de equipamentos de emergência. Motoristas e especialistas aguardam o desfecho da votação que pode impactar diretamente o dia a dia de milhões de condutores no Brasil.
Salário mínimo passa para R$ 1.518 a partir desta semana
O Brasil tem desde esta quarta-feira (1º de janeiro) um novo valor de R$ 1.518 para o salário mínimo, o que representa aumento de R$ 106 em relação a 2024 (R$ 1.412). Segundo o governo federal, o novo valor incorpora a reposição de 4,84% da inflação de 12 meses apurada em novembro do ano passado (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) e mais 2,5% de ganho real.

O reajuste está de acordo com a nova regra aprovada pelo Congresso Nacional que condiciona a atualização do salário mínimo aos limites definidos pelo novo arcabouço fiscal. Por essa nova norma – válida entre 2025 e 2030 – o salário mínimo terá ganho real de 0,6% a 2,5%.
Segundo o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), pela regra anterior o reajuste deveria ser a reposição da inflação mais 3,2% (variação do Produto Interno Bruto em 2023).
O reajuste menor vai afetar a remuneração de 59 milhões pessoas que têm o rendimento ligado ao valor do salário mínimo, como empregados formais, trabalhadores domésticos, empregadores, trabalhadores por conta própria e beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). (Agência Brasil)
Comunicação, Centrão e menos espaço para o PT: o que esperar da reforma ministerial de Lula
Depois das diversas crises e embates com o Congresso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pretende dar uma “nova cara” para o governo por meio da distribuição de cargos na Esplanada dos Ministérios a partir do ano que vem. O rearranjo, que deve começar por mudanças na Secretaria de Comunicação (Secom), pode diminuir o espaço do PT para que outros partidos do Centrão ocupem mais postos na gestão petista.
A velha estratégia dos governos petista visa amarrar o apoio de partidos como União Brasil, PSD e MDB para os próximos dois anos de mandato de Lula. Além disso, a expectativa é de que outras legendas do Centrão – como o PP, o Republicanos e o Podemos – também ganhem mais espaço por meio da reforma ministerial.
As discussões sobre as necessidades de mudanças nas alianças do governo ganharam força dentro do Planalto depois das eleições municipais, quando os partidos de centro foram os principais vencedores da disputa. O PT de Lula, por exemplo, elegeu apenas 252 prefeitos e ficou atrás de siglas como PSD (891); MDB (864) e PP (752).
A avaliação de líderes governistas é de que Lula precisa dar um “cavalo de pau” para tenta viabilizar sua reeleição ou a candidatura de um aliado para 2026, ou seja, adotar ações rápidas e que gerem impacto positivo para o governo. Levantamento do Datafolha de 18 de dezembro mostrou que, ao fim de dois anos desta gestão, o petista tem 35% de aprovação contra 34% de reprovação, enquanto a avaliação regular é de 29%.
Na comparação com a pesquisa anterior, em outubro, a aprovação caiu 1 ponto percentual, enquanto a reprovação cresceu 2 pontos. A pesquisa mostra, ainda, uma queda na avaliação positiva desde o começo do governo, quando a aprovação de Lula no Planalto era de 38%, com reprovação de 30% e regular de 29%.
As substituições no governo já foram tratadas pelo presidente com o ministro da Casa Civil, Rui Costa, e outros aliados mais próximos. Para contemplar os novos aliados, Lula estuda, por exemplo, mexer nas pastas atualmente comandas pelo PT e em áreas vistas como problemáticas para o Executivo.
O partido de Lula conta atualmente com 13 ministérios, mas ainda não há confirmação sobre quais serão os cortes. A formalização das trocas está prevista para o começo do ano que vem e ainda se discute qual será a estratégia para o anúncio da “dança das cadeiras”.
A Secretaria de Comunicação (Secom), atualmente comandada por Paulo Pimenta, pode ser a primeira mudança confirmada pelo Planalto. A expectativa é de que Pimenta, um dos quadros do PT na Esplanada, deixe a pasta para que o marqueteiro Sidônio Palmeira promova uma mudança na comunicação do governo até 2026.
A movimentação abriu uma disputa dentro do partido de Lula, pois uma das possibilidades seria colocar Pimenta na Secretaria-Geral da Presidência (Segov), atualmente comandada pelo também petista Márcio Macêdo.
O ministro foi criticado por Lula em algumas oportunidades devido a alguns eventos esvaziados com a participação do presidente. Cabe a Macêdo fazer a articulação com militantes e movimentos sociais em eventos da presidência.
Alvo de fogo amigo dentro do próprio PT, o ministro já havia dito que não sabia que “tinha inimigos” dentro do governo. “Eu achava que não tinha inimigo. Depois, eu descobri que tem um monte. Eu acho que isso é do processo da política. Tem em todos nós. Tem gente que, com certeza, no seu trabalho, vai querer lhe desgastar”, disse Macêdo.
Outra pasta comandada pelo PT que pode ter mudanças é a do Desenvolvimento Social, já que a saída de Wellington Dias é uma das possibilidades de mudanças na Esplanada. Uma das alternativas seria colocar a deputada Gleisi Hoffmann no comando do ministério, caso ela aceite antecipar a sua saída da presidência do PT. Já Wellington Dias é visto como uma possibilidade de reforço para o governo no Senado, já que o atual ministro é senador licenciado.
Lula quer mudanças nas lideranças do governo no Congresso
Outro petista alvo das mudanças discutidas no Planalto é Alexandre Padilha, ministro das Relações Institucionais e responsável pela articulação com o Congresso. Um dos cotados para o posto seria o ministro Alexandre Silveira, atual ministro de Minas e Energia, um dos principais quadros do PSD.
Aliados do governo defendem que a entrada de Silveira na articulação política poderia ampliar o apoio a Lula dentro dos partidos do Centrão. O atual ministro coordenou a campanha do PT em Minas Gerais em 2022 e é visto como um dos principais aliados do petista na atual gestão.
“O Alexandre foi o achado que eu tive na campanha eleitoral. Eu nem conhecia muito o Alexandre. Quando eu vim aqui a primeira vez, eu não quis nem fazer discurso citando o nome dele. Então você sabia como era preconceituoso. Aí tivemos uma conversa, conversamos e aí o Alexandre hoje é um ministro mais atuante e muito competente”, disse Lula recentemente em Belo Horizonte.
Paralelamente, também é esperado que Lula faça mudanças nas lideranças do governo no Congresso e na Câmara, atualmente ocupadas por Randolfe Rodrigues (PT-AP) e José Guimarães (PT-CE), respectivamente. Além de integrantes do próprio partido do presidente, parlamentares dos partidos do Centrão poderão ser contemplados com esses postos a partir do ano que vem.
Mais espaço para os partidos do Centrão dentro da Esplanada dos Ministérios
Além das mudanças envolvendo o próprio PT, a expectativa é de que a reforma ministerial contemple ainda mais os partidos do Centrão. Atualmente, PSD, União Brasil e MDB contam com três ministérios cada.
No caso do PSD, além das pastas de Minas e Energia, da Agricultura e da Pesca, o partido pode ser contemplado com a indicação do atual presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (MG), para o Ministério da Justiça. A pasta atualmente é comandada por Ricardo Lewandowski, que poderia ser transferido para a pasta da Defesa, já que o ministro José Múcio Monteiro tem indicado que estaria “cansado” e já teria cumprido sua missão de pacificar a relação do governo com as Forças Armadas.
Uma ala do PSD considera, neste momento, natural a adesão ao projeto de reeleição de Lula e que o partido pode encabeçar os palanques dos petistas no Rio de janeiro e em Minas Gerais. Por outro lado, o grupo descontente com o governo, formado principalmente por parlamentares do Sul e do Sudeste, pode ganhar argumentos para se alinhar à oposição em 2026, se não receber espaço na Esplanada.
Outros partidos como MDB, União Brasil, PP, Republicanos e Podemos também estão nos cálculos do governo para o novo rearranjo desenhado por Lula. A pasta mais cortejada por esses partidos é a do Ministério da Saúde, pois detém um dos maiores orçamentos do Executivo.
Além de Pacheco na Justiça, o nome do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), também é ventilado como um dos cotados para integrar a Esplanada depois da sua aproximação com o Planalto nos últimos meses. Lula, no entanto, só deve confirmar essas mudanças a partir de fevereiro do ano que vem, após as mudanças nas presidências do Senado e da Câmara.
“As coisas vão acontecendo porque você estabelece capacidade de conversação, quando eu tomei posse, o Lira era meu inimigo, hoje o Lira é meu amigo. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, era meu inimigo, hoje ele é meu amigo”, admitiu Lula durante evento no mês passado.
Homem que planejava ataque em Brasília é preso no oeste da Bahia
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu neste domingo (29), na região Oeste do estado da Bahia, próximo à divisa com Goiás, Lucas Ribeiro Leitão, de 30 anos. Corretor de imóveis natural de Fortaleza (CE), ele é acusado de planejar um atentado em Brasília. Lucas foi localizado enquanto pegava carona em um caminhão.
A ação foi conduzida por equipes da Divisão de Proteção e Combate ao Extremismo Violento (DPCev) da PCDF. Durante a abordagem, o suspeito confessou que pretendia realizar o ataque utilizando “táticas militares”. Ele estava em posse de uma faca no momento da prisão.
De acordo com as investigações, Lucas fez publicações nas redes sociais detalhando os planos. Em uma conta privada no Instagram, ele afirmou que pretendia realizar um “ataque cirúrgico” e alertou que a segurança pública do Distrito Federal deveria ser aumentada em “até 400 vezes”. Ainda segundo os relatos, um de seus objetivos seria “botar fogo” na capital federal.
O investigado também mencionou que teria feito uma promessa a “uma garota” e a “uma série de pessoas”, garantindo que só encerraria a “missão” após sua conclusão. A PCDF segue investigando o caso para apurar possíveis conexões e evitar ameaças à segurança pública.














