WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia
 

prefeitura de jequie

prefeitura ipiau

prefeitura itagiba

prefeitura jequie

auto posto cachoeirinha



(73) 99158-7750

setembro 2026
D S T Q Q S S
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
27282930  


:: ‘Brasil’

Michelle Bolsonaro lança movimento Imparáveis após deixar comando nacional do PL Mulher

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro anunciou nesta quinta-feira (9) a criação do movimento Imparáveis, novo projeto político que será liderado por ela após o encerramento de sua passagem pela presidência nacional do PL Mulher, braço feminino do Partido Liberal que esteve sob seu comando nos últimos anos.

O anúncio foi realizado por meio das redes sociais, onde Michelle publicou uma mensagem afirmando que milhares de mulheres e homens de bem seriam agora imparáveis e declarou que ela, seus apoiadores e o Brasil não iriam parar, defendendo que a união das pessoas tornaria o grupo mais forte.

O perfil criado para representar o novo movimento já conta com publicações que destacam mensagens relacionadas à coragem, justiça, liberdade e continuidade da atuação política, indicando que Michelle pretende manter uma agenda própria de mobilização mesmo fora da direção do PL Mulher.

Na conta oficial do PL Mulher, uma publicação informou que o perfil passará a ser administrado por outra equipe a partir da próxima semana, com metodologia e agendas próprias, em razão do encerramento dos trabalhos e da desestruturação do gabinete da Presidência Nacional do movimento feminino do partido.

A saída de Michelle Bolsonaro do comando nacional do PL Mulher ocorreu em meio ao agravamento de uma crise política e familiar com o enteado, o senador Flávio Bolsonaro, que disputa a Presidência da República pelo Partido Liberal nas eleições de 2026, enquanto os atritos entre os dois passaram a ser expostos publicamente por meio de declarações e publicações nas redes sociais.

Antes de anunciar o novo movimento, Michelle publicou um vídeo no qual afirmou ter recebido uma punhalada e relatou ter sido humilhada, manifestação interpretada como uma referência direta às divergências com Flávio Bolsonaro e à condução das articulações políticas dentro do partido.

Durante sua passagem pelo PL Mulher, Michelle percorreu diferentes estados, participou de encontros partidários, promoveu campanhas de filiação e apoiou candidaturas femininas ligadas ao campo conservador, atuação que ampliou sua projeção política entre mulheres e integrantes do eleitorado evangélico.

A criação do Imparáveis representa a tentativa de Michelle Bolsonaro de preservar sua estrutura de mobilização e construir um espaço político próprio, enquanto o PL reorganiza o comando de sua ala feminina e busca administrar publicamente os efeitos da divisão entre importantes integrantes da família Bolsonaro às vésperas do período oficial de campanha eleitoral.

Fonte: jornalista Mateus Oliver

Embate entre Lula e Alcolumbre trava pautas importantes no Senado antes do recesso parlamentar

A relação estremecida entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, do União Brasil, passou a ser apontada por integrantes do Congresso Nacional como um dos fatores que dificultam o avanço de pautas consideradas importantes para o país, em um momento no qual o Legislativo se aproxima do recesso parlamentar e as articulações políticas começam a ser influenciadas diretamente pelas eleições de outubro.

O desgaste entre Lula e Alcolumbre teria se intensificado durante o processo envolvendo a indicação de Jorge Messias para uma vaga no Supremo Tribunal Federal, quando o nome apresentado pelo presidente da República foi rejeitado pelo Senado, episódio que ampliou as dificuldades de diálogo entre o Palácio do Planalto e o comando da Casa Legislativa.

O embate político ganhou um novo capítulo com o cancelamento de uma sessão do Congresso Nacional por falta de acordo entre o governo e os parlamentares, situação que aumentou a possibilidade de propostas de interesse do Executivo permanecerem paralisadas durante o recesso e serem retomadas somente no segundo semestre ou até mesmo depois das eleições.

Entre as principais matérias aguardadas estão a Proposta de Emenda à Constituição da Segurança Pública, a proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 e projetos relacionados à exploração e ao beneficiamento de terras raras e outros minerais considerados estratégicos para o desenvolvimento econômico e tecnológico do Brasil.

A PEC da Segurança Pública chegou ao Senado depois de passar pela Câmara dos Deputados e prevê mudanças na Constituição relacionadas às atribuições da União, dos estados e dos municípios no combate à criminalidade, enquanto a proposta de redução da jornada de trabalho e encerramento da escala 6×1 também avançou na Câmara com a previsão de uma jornada máxima de 40 horas semanais distribuídas em cinco dias de trabalho e dois de descanso.

O marco regulatório das terras raras também está entre as prioridades defendidas por integrantes do governo no Congresso, com o projeto propondo a criação de instrumentos para incentivar a cadeia produtiva de minerais utilizados na indústria eletrônica, na fabricação de baterias, na produção de equipamentos tecnológicos e em setores ligados à transição energética.

Presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, o senador baiano Otto Alencar, do PSD, afirmou que conversou anteriormente com Davi Alcolumbre sobre a possibilidade de encaminhamento das matérias, mas não percebeu disposição do presidente da Casa para permitir o avanço imediato das três propostas consideradas prioritárias.

Segundo Otto Alencar, as matérias aprovadas pela Câmara ainda não chegaram para análise da Comissão de Constituição e Justiça, enquanto a proposta relacionada às terras raras também precisa passar por comissões temáticas como a Comissão de Infraestrutura e possivelmente pela Comissão de Assuntos Econômicos antes de seguir para votação no plenário.

O senador atribuiu a dificuldade de entendimento ao desgaste iniciado durante a análise da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal e avaliou que as propostas paralisadas não devem ser tratadas apenas como matérias de interesse do governo, mas como temas relevantes para o desenvolvimento do país e para a população brasileira.

O senador Angelo Coronel, do Republicanos, também avaliou que as discussões deverão ser retomadas somente após o recesso parlamentar e reconheceu a possibilidade de as votações serem adiadas para depois das eleições, destacando que a redução das atividades legislativas durante os anos eleitorais é uma situação recorrente no Congresso Nacional.

A senadora Tereza Leitão, do PT, afirmou por meio de sua assessoria que será necessário aguardar a definição do calendário legislativo e a construção de acordos entre os líderes partidários para identificar quais matérias terão condições políticas de avançar no Senado durante as próximas semanas.

O governo federal já havia apresentado a PEC da Segurança Pública e o marco regulatório das terras raras como prioridades para análise no Senado, porém a ausência de consenso entre o Palácio do Planalto e a presidência da Casa poderá impedir que as propostas sejam votadas antes do início oficial da campanha eleitoral.

Com a proximidade do recesso e a realização das últimas sessões em formato remoto, a expectativa entre parlamentares é de que o andamento das matérias dependa de uma retomada do diálogo entre Lula e Alcolumbre, além de acordos envolvendo líderes do governo, da oposição e dos principais blocos partidários representados no Congresso Nacional.

Fonte: jornalista Mateus Oliver

CCJ da Câmara aprova avanço de PEC que pode mudar cálculo do IPVA no Brasil

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade da PEC 3/2026, proposta que pode alterar a forma de cálculo do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores, o IPVA, a matéria ainda não está valendo e seguirá para análise de uma comissão especial antes de eventual votação no plenário da Câmara e, posteriormente, no Senado Federal.

Pelo texto, de autoria do deputado federal Kim Kataguiri, o imposto deixaria de ser calculado com base no valor de mercado do veículo e passaria a considerar o peso do automóvel, a proposta também estabelece que o IPVA não poderá ultrapassar 1% do valor de venda do veículo, atualmente, a cobrança é definida pelos estados com base em critérios próprios, geralmente relacionados ao valor venal do automóvel, com alíquotas que variam conforme cada unidade da federação.

A proposta também autoriza os estados a concederem descontos para veículos menos poluentes, como forma de estimular modelos com menor impacto ambiental, a discussão, no entanto, ainda deve passar por uma análise mais detalhada sobre os efeitos da mudança na arrecadação estadual, já que o IPVA representa uma fonte importante de receita para estados e municípios.

O relator da proposta na CCJ, deputado Rodrigo de Castro, explicou que a comissão analisou apenas a admissibilidade constitucional da PEC, sem aprofundar o mérito econômico da medida, segundo ele, os impactos financeiros, eventuais perdas de arrecadação e possíveis regras de transição deverão ser debatidos na comissão especial que será criada para analisar o texto.

Durante a votação, parlamentares contrários à proposta levantaram preocupação sobre possíveis distorções no novo modelo de cobrança, entre as críticas está o argumento de que veículos antigos e pesados poderiam pagar mais imposto do que carros de luxo fabricados com materiais mais leves, ponto que deve ser um dos principais temas de debate nas próximas etapas da tramitação.

A CCJ também aprovou uma emenda que retirou do texto um trecho que limitava gastos do Congresso Nacional, das assembleias legislativas e dos tribunais de contas, ainda assim, a proposta manteve um limite para despesas com publicidade institucional de todos os poderes e do Ministério Público, que não poderiam ultrapassar 0,1% da Receita Corrente Líquida do respectivo ente federativo.

O presidente da CCJ, deputado Leur Lomanto Júnior, defendeu a discussão sobre o modelo atual de cobrança do IPVA e afirmou que o veículo, para grande parte da população brasileira, deixou de ser um bem de luxo e passou a representar uma ferramenta de trabalho e fonte de renda para milhões de pessoas.

Apesar da aprovação na CCJ, a PEC ainda precisa cumprir uma longa tramitação no Congresso Nacional, para entrar em vigor, o texto terá que ser aprovado em comissão especial, depois em dois turnos no plenário da Câmara dos Deputados e, em seguida, também em dois turnos no Senado Federal.

Fonte: jornalista Mateus Oliver

Governo confirma previsão de retomada da Fiol 1 e mira conclusão do trecho Caetité Ilhéus

As obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, a Fiol 1, na Bahia, devem ser retomadas já no mês de agosto, a informação foi confirmada pelo ministro dos Transportes, George Santoro, que informou que o processo para transferência da execução do projeto ao Grupo Mota-Engil está em fase final de análise pela Agência Nacional de Transportes Terrestres.

Segundo o ministro, a documentação apresentada pela empresa já foi entregue à ANTT, que deve deliberar sobre o processo ainda neste mês, com a aprovação, a expectativa do Governo Federal é de que os trabalhos sejam reiniciados nas próximas semanas.

O Grupo Mota-Engil, que ficará responsável por assumir a execução da ferrovia, tem como principal acionista a estatal chinesa China Communications Construction Company, a CCCC, uma das empresas integrantes do consórcio que também executará as obras da Ponte Salvador–Itaparica.

A retomada da Fiol 1 é considerada uma das prioridades do Governo Federal dentro do Novo Programa de Aceleração do Crescimento, o Novo PAC, a ferrovia é apontada como estratégica para ampliar a logística de transporte de cargas na Bahia e impulsionar o desenvolvimento econômico do estado.

Neste primeiro momento, os esforços estarão concentrados na conclusão do trecho que liga Caetité a Ilhéus, no sul da Bahia, a ferrovia terá papel fundamental no escoamento da produção mineral e agrícola do interior baiano até o litoral, fortalecendo a infraestrutura de transporte e aumentando a competitividade da economia regional.

Fonte: jornalista Mateus Oliver

Câmara cria comissão especial para analisar PEC que reduz maioridade penal para 16 anos

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, do Republicanos da Paraíba, anunciou nesta segunda-feira, 6, a criação de uma comissão especial para analisar a Proposta de Emenda à Constituição que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos, fazendo com que a proposta avance na tramitação da Casa e volte ao centro do debate político nacional em meio às discussões sobre segurança pública, responsabilização de adolescentes envolvidos em crimes e mudanças na legislação penal brasileira.

A decisão foi tomada mesmo sem obrigatoriedade de instalação imediata do colegiado, já que caberia ao presidente da Câmara definir o andamento da proposta. Apesar de dar continuidade à discussão, Hugo Motta já sinalizou que não pretende concluir a análise antes das eleições de outubro, o que indica que o tema deve permanecer em debate pelos próximos meses. A PEC já havia sido aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça, que considerou o texto constitucional e autorizou o prosseguimento da tramitação.

A proposta altera o artigo 228 da Constituição Federal para tornar penalmente imputáveis os jovens a partir dos 16 anos. O tema chegou a integrar a PEC da Segurança Pública aprovada no início deste ano, mas acabou retirado do texto pelo relator, deputado Mendonça Filho, do PL de Pernambuco, a pedido de Hugo Motta, após críticas de parlamentares da base governista, que defenderam que a redução da maioridade penal fosse discutida de forma separada.

Com a instalação da comissão especial, os partidos deverão indicar seus representantes para compor o colegiado, que terá prazo inicial para apresentação de emendas à proposta. Depois dessa etapa, o relator escolhido deverá apresentar um parecer, que poderá ser votado na comissão antes de seguir para apreciação do plenário da Câmara, onde a PEC precisará de apoio qualificado dos deputados para avançar.

Fonte: jornalista Mateus Oliver

Fenômeno da Copa do Mundo, goleiro de Cabo Verde, Vozinha desperta interesse de clubes brasileiros e pode atuar na Bahia

O goleiro Vozinha, um dos grandes personagens da Copa do Mundo de 2026 com a camisa da seleção de Cabo Verde, passou a despertar o interesse de clubes brasileiros após ganhar projeção internacional durante a competição, especialmente pelas grandes atuações que fizeram o atleta de 40 anos se transformar em sensação entre torcedores e também nas redes sociais.

Na Bahia, o nome do goleiro entrou no radar do Feira FC, clube de Feira de Santana que apresentou proposta para tentar contar com o jogador, atualmente livre no mercado após o fim do vínculo com o Chaves, de Portugal, situação que abriu caminho para sondagens e possíveis negociações com equipes interessadas em aproveitar o momento de valorização do arqueiro.

Além do interesse baiano, Vozinha também foi oferecido ao Atlético-GO, mas o clube goiano negou que exista negociação em andamento, enquanto outros times brasileiros seguem atentos à situação do goleiro cabo-verdiano, que declarou estar aberto a possibilidades e afirmou que atuar no Brasil seria algo positivo diante do carinho recebido dos torcedores brasileiros.

Com passagem marcante pela seleção de Cabo Verde e trajetória construída no futebol europeu, Vozinha virou um símbolo da campanha histórica do país africano na Copa, ampliando sua visibilidade internacional e se tornando um nome de forte apelo esportivo e midiático, o que ajuda a explicar o interesse de clubes que buscam reforços e também impacto fora de campo.

Apesar da proposta feita pelo clube baiano, a negociação é considerada difícil por causa da concorrência e da valorização do goleiro após o Mundial, mas a possibilidade de Vozinha atuar na Bahia movimenta os bastidores do futebol e chama atenção pela dimensão que o nome do atleta ganhou durante a competição.

Fonte: jornalista Mateus Oliver

PGR pede que Flávio Bolsonaro seja ouvido pela PF em inquérito sobre suposta calúnia contra Lula

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, solicitou ao Supremo Tribunal Federal que a Polícia Federal colha o depoimento do senador Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro, no inquérito que apura uma suposta calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, após publicação feita pelo parlamentar nas redes sociais.

Na manifestação enviada ao STF, Gonet classificou a oitiva como uma medida de especial relevância e indicou que uma eventual retratação do senador poderá ser considerada antes de um posicionamento definitivo da Procuradoria-Geral da República sobre o caso.

O pedido foi apresentado depois que a Polícia Federal concluiu a investigação e apontou que o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro teria cometido o crime de calúnia ao atribuir a Lula supostos crimes de tráfico internacional de drogas, tráfico internacional de armas e lavagem de dinheiro.

A defesa de Flávio Bolsonaro havia solicitado que o senador fosse ouvido somente após outras diligências, como depoimentos de autoridades e compartilhamento de documentos de órgãos do governo federal e de um tribunal dos Estados Unidos, mas os pedidos foram rejeitados pela Polícia Federal, sob o entendimento de que apenas retardariam a conclusão do inquérito, posição também acompanhada por Paulo Gonet.

Fonte: jornalista Mateus Oliver

STF freia fiscalização da saúde mental no trabalho e suspende multas por 90 dias

O Supremo Tribunal Federal freou temporariamente a fiscalização punitiva sobre as novas regras de saúde mental no ambiente de trabalho ao suspender, por 90 dias, a aplicação de multas contra empresas que ainda não tenham realizado o mapeamento dos riscos psicossociais previsto na Norma Regulamentadora nº 1, a NR-1, medida que amplia o prazo de adaptação do setor produtivo e reacende o debate entre proteção ao trabalhador, segurança jurídica e responsabilidade empresarial.

A decisão foi tomada pelo ministro André Mendonça, em caráter liminar, e impede o Ministério do Trabalho e Emprego de aplicar punições pelo descumprimento das novas exigências relacionadas à saúde mental dos trabalhadores durante o período determinado, contado a partir desta quinta-feira, 25 de junho.

A medida atende parcialmente a um pedido da Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino, a Confenen, que acionou o STF por meio de uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental, questionando pontos da atualização da NR-1 e defendendo que as empresas precisam de mais tempo e critérios objetivos para cumprir as novas regras.

Na prática, a decisão tem alcance nacional e beneficia empresas de todos os setores, não apenas estabelecimentos de ensino, superando decisões anteriores com efeitos mais restritos, como a que havia favorecido empresas ligadas à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, a Fiesp, no fim de maio.

As mudanças na NR-1 foram aprovadas em 2024 e passaram a valer em 26 de maio deste ano, obrigando empregadores a incluir os riscos psicossociais em seus processos de gestão de segurança e saúde no trabalho, com atenção a fatores como sobrecarga, pressão excessiva, estresse ocupacional, assédio, organização do trabalho e outros elementos capazes de contribuir para o adoecimento mental.

Antes mesmo da liminar, o próprio Ministério do Trabalho já havia definido que, durante um período inicial de 90 dias, não aplicaria multas e faria apenas visitas técnicas, ações de orientação e fiscalizações educativas, porém a decisão de André Mendonça amplia a proteção temporária contra punições e abre espaço para uma negociação mais ampla sobre os critérios de aplicação da norma.

O ministro também encaminhou o caso ao Núcleo de Solução Consensual de Conflitos do STF, o Nusol, para que governo federal, representantes das empresas e representantes dos trabalhadores possam discutir uma solução negociada, buscando equilibrar a necessidade de proteção à saúde mental no trabalho com a segurança jurídica cobrada pelos setores produtivos.

Apesar da suspensão das multas, especialistas em direito do trabalho alertam que as empresas não devem interromper seus processos de adequação, já que a decisão não revoga a NR-1 nem elimina a obrigação de manter ambientes de trabalho saudáveis, apenas suspende temporariamente as punições administrativas relacionadas ao descumprimento das novas exigências.

O tema ganhou ainda mais relevância diante do crescimento dos afastamentos por transtornos mentais no Brasil, incluindo casos de burnout, ansiedade, depressão e outras doenças relacionadas ao ambiente profissional, cenário que tem pressionado empresas, órgãos públicos, trabalhadores e a Previdência Social.

A Advocacia-Geral da União informou que irá se manifestar apenas no processo, enquanto entidades empresariais defendem regras mais claras para fiscalização e setores ligados à saúde e ao trabalho reforçam que a proteção à saúde mental dos trabalhadores não pode ser tratada como questão secundária.

Fonte: jornalista Mateus Oliver

Lula sanciona lei que garante renovação automática da CNH para motoristas sem infrações

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta sexta-feira (5) a lei que autoriza a renovação automática da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para motoristas considerados bons condutores, a medida beneficia cidadãos que não tenham cometido infrações de trânsito sujeitas à pontuação nos últimos 12 meses e integra um conjunto de ações voltadas à valorização dos condutores que mantêm histórico regular no trânsito brasileiro.

A nova legislação teve origem na Medida Provisória 1327/25, editada pelo governo federal em dezembro do ano passado e posteriormente aprovada pelo Congresso Nacional, com a sanção presidencial, motoristas cadastrados no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNP) poderão ter acesso à renovação automática da habilitação sem a cobrança de taxas relacionadas ao processo administrativo de renovação.

Apesar da gratuidade prevista na nova regra, os exames de aptidão física e mental continuam obrigatórios para a renovação da CNH, conforme determina a legislação de trânsito brasileira, os procedimentos deverão ser realizados exclusivamente por médicos especialistas em medicina do tráfego e psicólogos especializados em psicologia do trânsito, mantendo os critérios de segurança exigidos para a condução de veículos.

Outro ponto estabelecido pela lei é a definição de regras para os valores cobrados nos exames médicos e psicológicos, que passarão a ter preços tabelados pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), além disso, os valores serão reajustados anualmente com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), mecanismo utilizado para acompanhar a inflação oficial do país.

Segundo informações divulgadas pelo Palácio do Planalto, cerca de dois milhões de motoristas já foram beneficiados pelas medidas relacionadas à renovação automática da habilitação, enquanto dados da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) apontam que a população já economizou aproximadamente R$ 854,8 milhões com a simplificação dos procedimentos e redução dos custos envolvidos no processo.

A expectativa do governo federal é que a medida contribua para ampliar a adesão ao Registro Nacional Positivo de Condutores, estimulando o respeito às normas de trânsito e premiando motoristas que mantêm comportamento responsável ao volante, ao mesmo tempo em que reduz custos e burocracias para milhões de brasileiros.

Fonte: jornalista Mateus Oliver

Governo Federal prorroga descontos no querosene de aviação e biodiesel até o fim de julho

O governo federal prorrogou por mais dois meses os benefícios fiscais concedidos à importação e à comercialização de biodiesel e querosene de aviação, medida oficializada por meio do Decreto nº 12.991, publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira (29), estendendo até o dia 31 de julho os descontos tributários que perderiam a validade neste domingo (31), sendo o ato assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, mantendo em vigor os mesmos coeficientes de redução já aplicados atualmente e garantindo tributação praticamente zerada sobre o querosene de aviação e integralmente zerada sobre o biodiesel.

Na prática, o desconto concedido ao querosene de aviação continua equivalente a 99,99% do valor dos tributos federais que incidiriam sobre o combustível, enquanto o biodiesel seguirá com isenção total das contribuições até pelo menos o final de julho, medida que o governo considera necessária para reduzir os impactos do aumento dos preços internacionais dos combustíveis e das tensões geopolíticas que vêm pressionando os custos do setor de transportes, evitando que as despesas operacionais sejam repassadas diretamente aos consumidores.

No caso da aviação comercial, o querosene representa atualmente uma das maiores despesas das companhias aéreas brasileiras, respondendo por cerca de 45% dos custos operacionais do setor, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), cenário que tem provocado revisões nas malhas aéreas e redução da oferta de voos em diversas regiões do país, especialmente após a disparada do preço do combustível, que saltou de R$ 3,30 para R$ 6,65 por litro desde fevereiro, conforme dados apresentados durante audiência pública realizada na Câmara dos Deputados.

De acordo com projeções do setor aéreo, a redução das operações já poderá ser percebida nos próximos meses, com estimativa de 93 voos a menos por dia em maio e 121 voos diários a menos em junho, situação que preocupa empresários, governos estaduais e representantes do turismo devido aos impactos econômicos e sociais decorrentes da diminuição da conectividade aérea, enquanto o governo federal acompanha a evolução do mercado internacional para avaliar a necessidade de novas medidas destinadas a preservar a competitividade do setor e garantir maior estabilidade nos preços ao consumidor.

SUS adotará novo exame para rastreamento do câncer colorretal e amplia prevenção no país

O Ministério da Saúde anunciou que o Sistema Único de Saúde passará a adotar um novo protocolo nacional para o rastreamento do câncer colorretal, com a implementação do Teste Imunoquímico Fecal (FIT) como exame de referência para homens e mulheres assintomáticos entre 50 e 75 anos.

O anúncio foi feito pelo ministro Alexandre Padilha durante agenda internacional em Lyon, na França, e representa uma mudança importante na estratégia de prevenção e diagnóstico precoce da doença no Brasil.

De acordo com o ministério, a medida tem potencial para ampliar o acesso de mais de 40 milhões de brasileiros ao rastreamento, fortalecendo a detecção precoce de um dos tipos de câncer mais comuns no país, o câncer colorretal ocupa atualmente a segunda posição em incidência no Brasil, desconsiderando os tumores de pele não melanoma.

Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) apontam que cerca de 53,8 mil novos casos devem ser registrados anualmente entre 2026 e 2028, reforçando a necessidade de políticas públicas voltadas à prevenção e diagnóstico precoce.

O Teste Imunoquímico Fecal é realizado a partir da análise de fezes e permite identificar pequenas quantidades de sangue oculto, invisíveis a olho nu, que podem indicar a presença de pólipos, lesões pré-cancerígenas ou até câncer no intestino, ao contrário dos métodos antigos, o exame utiliza anticorpos específicos para detectar sangue humano, o que aumenta significativamente a precisão dos resultados.

O procedimento é simples e pode ser feito em casa, o paciente recebe um kit para coleta, retira uma pequena amostra com o auxílio de uma haste e a deposita em um tubo coletor, que posteriormente é encaminhado para análise laboratorial.

Entre as vantagens do novo exame estão a dispensa de preparo intestinal, a ausência de dieta restritiva antes da coleta e a necessidade de apenas uma amostra, além de ser menos invasivo, fatores que tendem a aumentar a adesão da população ao rastreamento.

Segundo o Ministério da Saúde, o teste apresenta sensibilidade entre 85% e 92% para identificar possíveis alterações, tornando-se uma ferramenta eficiente para ampliar a prevenção e reduzir a mortalidade associada ao câncer colorretal no país.

Fonte: Jornalista Mateus Oliver.

Governo simplifica recuperação de conta do Gov.br; confira mudança

O governo federal anunciou mudanças no processo de recuperação de contas da plataforma Gov.br, com o objetivo de facilitar o acesso, especialmente para usuários que perderam ou trocaram de celular.

A principal novidade é a possibilidade de cadastrar um e-mail exclusivo para recuperação da conta, o que deve tornar o processo mais ágil, reduzindo o tempo de espera que antes podia chegar a até três dias, no entanto, a funcionalidade só estará disponível para quem ativar a verificação em duas etapas, também conhecida como autenticação de dois fatores.

Com esse sistema de segurança, o acesso à conta passa a exigir não apenas a senha, mas também um segundo fator de autenticação, que pode ser gerado por aplicativo específico ou enviado como notificação para um dispositivo confiável, garantindo mais proteção contra acessos indevidos.

Outra alternativa para recuperação mais rápida é o uso da Carteira de Identidade Nacional, desde que o aplicativo esteja atualizado e o usuário tenha o documento físico em mãos, segundo o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI).

Com as mudanças, os usuários passam a contar com dois e-mails distintos: um principal, utilizado para comunicação e redefinição de senha, e outro específico para a verificação em duas etapas e recuperação de acesso, trazendo mais flexibilidade e segurança ao sistema.

Para recuperar a conta, o usuário deverá acessar a opção de dificuldade na geração do código durante a verificação em duas etapas, seguir as instruções, realizar o reconhecimento facial e confirmar um código enviado para o e-mail de recuperação.

A plataforma Gov.br concentra diversos serviços digitais, como acesso ao INSS, Receita Federal, carteira de trabalho e CNH digital, permitindo que muitos atendimentos sejam realizados de forma online, sem a necessidade de deslocamento até órgãos públicos.

Fonte: Jornalista Mateus Oliver

Congresso analisa vetos de Lula à LDO de 2026 com impacto direto no cenário eleitoral

O Congresso Nacional deve analisar nesta quinta-feira (22) os vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, em uma sessão que pode influenciar diretamente regras e práticas no período eleitoral, dos 44 pontos barrados pelo Executivo, apenas quatro devem ser apreciados inicialmente, incluindo trechos considerados sensíveis do ponto de vista jurídico e político

Entre os principais vetos está o dispositivo que permitiria ao poder público realizar doações de bens, dinheiro ou benefícios a estados e municípios mesmo durante o período eleitoral, desde que houvesse alguma contrapartida, a proposta havia sido aprovada pelo Congresso no fim de 2025, mas contraria regras da legislação eleitoral, que proíbem esse tipo de transferência para evitar o uso da máquina pública em benefício de candidatos

O governo federal vetou a medida sob o argumento de inconstitucionalidade, apontando que a LDO, por ser uma lei temporária, não pode criar exceções à Lei Eleitoral, que possui caráter permanente, além disso, o Executivo sustentou que o tema não se enquadra nas atribuições previstas para a lei orçamentária

Outro ponto que deve ser analisado trata da possibilidade de municípios com até 65 mil habitantes receberem recursos federais sem a necessidade de comprovar regularidade fiscal, a proposta buscava beneficiar cidades de pequeno porte que enfrentam dificuldades para firmar convênios por conta de pendências com a União ou com a Seguridade Social

No entanto, o governo também vetou esse trecho, argumentando que a medida fere a Lei de Responsabilidade Fiscal, além de violar dispositivos constitucionais que impedem o repasse de recursos a entes inadimplentes, especialmente em relação às obrigações com a Seguridade Social

Outro veto relevante diz respeito à autorização para que a União financiasse obras em rodovias estaduais, municipais e até na malha hidroviária, o que ampliaria significativamente a atuação do governo federal em áreas que não são de sua competência direta, segundo o Executivo, a medida poderia descaracterizar a finalidade dos programas orçamentários e gerar distorções na aplicação dos recursos públicos

A decisão do Congresso sobre a manutenção ou derrubada desses vetos deve ter impacto direto tanto na execução do orçamento quanto nas regras que regem o período eleitoral, especialmente em relação ao uso de recursos públicos e à distribuição de benefícios

Fonte: Jornalista Mateus Oliver

Casal líder de facção capturado na Bolívia chega a Salvador e tinha atuação em Jequié e Vitória da Conquista

Chegou a Salvador na manhã deste sábado (16) o casal apontado como liderança de uma facção criminosa, capturado no último dia 10 de maio na cidade de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, em uma operação que envolveu forças de segurança estaduais e federais.

A dupla foi transportada em uma aeronave da Polícia Federal, que pousou no Aeroporto Internacional de Salvador após transferência da cidade de Corumbá, no Mato Grosso do Sul, sob forte esquema de segurança coordenado por equipes da Polícia Civil da Bahia, incluindo CORE e POLINTER, além da própria PF e da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) Bahia.

De acordo com as investigações, o casal possui envolvimento com tráfico de drogas e armas, homicídios, lavagem de dinheiro, roubos e corrupção de menores, sendo considerado de alta periculosidade pelas autoridades.

Na Bolívia, os dois viviam em uma residência de alto padrão, avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões, o que reforça a suspeita de movimentação financeira ligada às atividades criminosas.

Segundo apuração do jornalista Mateus Oliver junto a uma fonte da Secretaria da Segurança Pública da Bahia, o casal também possui atuação direta nas regiões de Jequié e Vitória da Conquista, sendo apontado como peça importante na articulação do crime organizado no interior do estado.

O secretário da Segurança Pública, Marcelo Werner, destacou que a ação faz parte de uma estratégia voltada à captura de lideranças e ao enfraquecimento financeiro de organizações criminosas, ressaltando que somente em 2026 já foram localizados seis traficantes na Bolívia.

Ainda de acordo com o gestor, a integração entre as forças de segurança e o uso de inteligência policial têm sido fundamentais para o avanço das operações, que devem continuar com foco no combate às organizações criminosas em todo o estado.

fonte: jornalista Mateus Oliver

Ubatense Gabriel Nascimento conquista bronze na Copa do Mundo de Canoagem e confirma grande fase

O atleta ubatense Gabriel Assunção Nascimento voltou a se destacar no cenário internacional da canoagem velocidade ao conquistar a medalha de bronze na prova do C1 500 metros, durante a etapa de Brandemburgo da Copa do Mundo, realizada neste sábado (16), na Alemanha, consolidando mais um resultado expressivo em sua trajetória.

A prova contou com domínio brasileiro no topo do pódio, com o campeão olímpico Isaquias Queiroz ficando com a medalha de ouro, enquanto a prata foi conquistada pelo chinês Ji Bowen, garantindo ao Brasil mais uma participação de destaque na competição internacional.

O resultado reforça o excelente momento vivido por Gabriel, que vem acumulando conquistas relevantes nos últimos anos e se consolidando como uma das principais promessas da canoagem brasileira, com desempenho consistente tanto em provas individuais quanto em duplas.

Em 2025, o atleta já havia conquistado medalha de prata no Campeonato Mundial de Canoagem Velocidade Sub-23, realizado em Portugal, competindo ao lado de Mateus Nunes, de Itacaré, na prova do C2 500 metros, onde a dupla brasileira chegou à Final A com grande desempenho.

No mesmo ano, Gabriel também fez história no Campeonato Brasileiro de Canoagem Velocidade, em Lagoa Santa, Minas Gerais, ao conquistar o ouro no C1 1000 metros masculino, superando Isaquias Queiroz e encerrando uma sequência de seis títulos consecutivos do campeão olímpico na prova.

Com resultados expressivos e evolução constante, Gabriel Nascimento segue ganhando espaço no cenário nacional e internacional, reforçando o protagonismo da Bahia na canoagem brasileira.

fonte: jornalista Mateus Oliver.

Fazenda alerta para golpe com site falso do Desenrola Brasil e cobrança indevida via Pix

O Ministério da Fazenda alertou a população sobre um golpe que utiliza um site falso para simular páginas oficiais do programa Novo Desenrola Brasil, com criminosos cobrando valores indevidos sob a promessa de renegociar dívidas e “limpar o nome” das vítimas em curto prazo.

Segundo o órgão, os golpistas criam páginas que imitam o ambiente oficial do programa e oferecem supostas facilidades como renegociação em até cinco dias, solicitando dados pessoais como CPF e informações detalhadas sobre dívidas, incluindo débitos de cartão de crédito.

Após essa etapa, as vítimas são induzidas a realizar pagamentos via Pix, sob a justificativa de taxas administrativas ou custos de processamento, exigência que não existe no programa oficial e caracteriza a fraude aplicada pelos criminosos.

O Ministério reforçou que o Desenrola Brasil não cobra qualquer tipo de taxa para adesão ou negociação de dívidas, orientando que os interessados procurem diretamente bancos e instituições financeiras credenciadas para realizar qualquer tipo de acordo com segurança.

Criado para ampliar o acesso ao crédito e facilitar a renegociação de débitos, o programa atende pessoas com renda mensal de até cinco salários mínimos, atualmente equivalente a R$ 8.105, sendo uma das principais iniciativas voltadas à recuperação financeira da população.

fonte: jornalista Mateus Oliver.

Joaquim Barbosa se filia ao DC e entra no radar como possível candidato à Presidência

A filiação do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa ao partido Democracia Cristã (DC) abriu caminho para que a legenda passe a articulá-lo como possível candidato à Presidência da República nas eleições de 2026, em movimento que sinaliza uma mudança de estratégia da sigla no cenário nacional.

A decisão ocorre após o partido, presidido pelo ex-deputado federal João Caldas, ter lançado no início do ano o nome do ex-ministro Aldo Rebelo como pré-candidato ao Palácio do Planalto, mas diante da baixa repercussão nas pesquisas e no debate político, optou por buscar uma alternativa com maior visibilidade e potencial eleitoral.

Joaquim Barbosa ganhou projeção nacional durante sua atuação no Supremo Tribunal Federal, onde integrou a Corte entre 2003 e 2014, período em que participou de julgamentos de grande impacto e consolidou sua imagem no cenário jurídico e político do país.

Ele deixou o STF em julho de 2014 ao optar pela aposentadoria antecipada, encerrando sua trajetória cerca de dez anos antes do limite máximo previsto, que permitiria sua permanência até 2029, quando completaria 75 anos.

A possível candidatura ainda depende de consolidação interna e de articulações políticas mais amplas, mas já indica a tentativa do Democracia Cristã de se posicionar de forma mais competitiva na disputa presidencial, apostando em um nome com reconhecimento nacional e histórico de atuação em cargos de relevância.

Fonte: Jornalista Mateus Oliver

Lula cumpre agenda na Bahia com entregas do Minha Casa, Minha Vida e visita à FAFEN em Camaçari

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, esteve na Bahia nesta quinta-feira (14) cumprindo uma série de agendas oficiais no município de Camaçari, na região metropolitana de Salvador, ao lado do governador Jerônimo Rodrigues, em compromissos que incluíram entregas habitacionais e visita a um dos principais polos industriais do estado.

Durante a manhã, o presidente participou da entrega de 384 unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida, em empreendimento financiado pelo Novo PAC, em um ato que marcou a ampliação das políticas de habitação federal na Bahia e beneficiou famílias de baixa renda com a realização do sonho da casa própria.

No período da tarde, Lula visitou a Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados da Bahia, a FAFEN-BA, que retomou suas operações neste ano após cerca de cinco anos de paralisação, em uma agenda voltada à reativação de setores estratégicos da indústria nacional e ao fortalecimento da produção de fertilizantes no país.

A visita ocorreu em meio ao cenário político estadual, com movimentações já voltadas para o pleito de 2026, no qual Jerônimo Rodrigues deve disputar a reeleição em um ambiente de disputas e avaliação de gestão, enquanto o governo federal reforça sua presença em estados considerados estratégicos para sua base política.

Fonte: Jornalista Mateus Oliver

Senado aprova renovação automática da CNH para motoristas sem infrações; medida segue para sanção de Lula

O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (12) a Medida Provisória nº 1.327/2025, que prevê a renovação automática da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para condutores cadastrados no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC), conhecido como o cadastro dos bons motoristas. O texto agora segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O RNPC reúne motoristas que não cometeram infrações de trânsito sujeitas à pontuação nos últimos 12 meses. Além da renovação automática da habilitação, o programa prevê benefícios como descontos em tributos, pedágios, estacionamentos e seguros.

De acordo com o texto aprovado, os condutores com idade entre 50 e 69 anos terão direito à renovação automática da CNH apenas uma vez. Já os motoristas com 70 anos ou mais, assim como aqueles que possuem prazo de validade reduzido por recomendação médica, não serão contemplados com o benefício.

A proposta também estabelece que a CNH poderá ser emitida em formato físico ou digital, de acordo com a preferência do condutor.

Apesar da automatização da renovação, continuam obrigatórios os exames de aptidão física e mental, além da avaliação psicológica quando exigida. A novidade é que os valores desses exames passarão a ser definidos por um preço público fixado por órgão de trânsito da União, com reajuste anual baseado no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

A medida tem como objetivo incentivar o bom comportamento no trânsito e premiar os motoristas que mantêm histórico sem infrações.

Fonte: Jornalista Mateus Oliver.

Congresso derruba veto de Lula e reduz pena de Bolsonaro e de outros condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023

Em uma decisão que reacende o debate político no país, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal rejeitaram, nesta quinta-feira (30), o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto conhecido como “PL da Dosimetria”, que trata da redução de penas para condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023.

A medida altera critérios de aplicação das penas impostas aos envolvidos nos atos que atingiram as sedes dos Três Poderes, em Brasília, e amplia discussões sobre proporcionalidade das punições e segurança jurídica no julgamento dos casos.

A decisão do Congresso ocorre em um cenário de forte polarização política, envolvendo diferentes interpretações sobre os acontecimentos e suas consequências, além de impactar diretamente processos já concluídos e outros ainda em andamento no Judiciário.

O tema segue gerando repercussão entre autoridades, especialistas e a sociedade, dividindo opiniões sobre os limites das punições e o papel das instituições diante de episódios que marcaram a democracia brasileira.

Na Câmara dos Deputados, o posicionamento da bancada baiana também se dividiu, com parlamentares votando tanto pela manutenção quanto pela derrubada do veto, além de um grupo que não participou da votação, reforçando o cenário de fragmentação política em torno do tema.

Entre os deputados que votaram para manter o veto estão Afonso Florence, Alice Portugal, Bacelar, Daniel Almeida, Félix Mendonça Jr, Gabriel Nunes, Ivoneide Caetano, Jorge Solla, Joseildo Ramos, Lídice da Mata, Mário Negromonte Júnior, Ricardo Maia, Valmir Assunção, Waldenor Pereira e Zé Neto.

Já os deputados que votaram contra o veto incluem Adolfo Viana, Arthur Oliveira Maia, Capitão Alden, Claudio Cajado, Diego Coronel, Elmar Nascimento, João Carlos Bacelar, Jorge Araújo, José Rocha, Leur Lomanto Jr, Marcelo Nilo, Márcio Marinho, Pastor Isidório, Paulo Azi, Roberta Roma, Rogéria Santos e Sérgio Brito.

Também houve parlamentares ausentes, como Antonio Brito, Charles Fernandes, Dal Barreto, Leo Prates, Neto Carletto, Paulo Magalhães e Raimundo Costa.

A decisão reforça o clima de polarização política no país e evidencia como temas ligados aos atos de 8 de janeiro seguem dividindo opiniões dentro do Congresso, com reflexos diretos no cenário político nacional.

Fonte: jornalista Mateus Oliver








WebtivaHOSTING // webtiva.com.br . Webdesign da Bahia